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	<title>competitividade - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>competitividade - Em Dia ES</title>
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		<title>ES conquista 1º lugar em gestão pública e lidera avanço econômico no Brasil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/es-conquista-1o-lugar-em-gestao-publica-e-lidera-avanco-economico-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Liderança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking de Estados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ranking de Competitividade dos Estados aponta território capixaba na primeira posição em eficiência administrativa e destaca crescimento estrutural entre os anos de 2023 e 2025</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo ocupa a primeira posição em gestão pública no Brasil e destaca-se como o estado com maior avanço na área econômica nos últimos três anos. Os dados integram o Ranking de Competitividade dos Estados – Eleições 2026, divulgado nesta quarta-feira (06) pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com base no desempenho das unidades da federação entre os anos de 2023 e 2025.</p>
<p>A análise realizada pelo CLP apresenta duas perspectivas sobre o desempenho estadual. Na primeira, que avalia o cenário atual, o Espírito Santo lidera a dimensão Gestão Pública. O estudo aponta consistência nos resultados e uma trajetória de melhoria contínua ao longo do período analisado. Na segunda vertente, que mede o ritmo de avanço, o estado alcançou a liderança na dimensão Economia, sendo o ente federativo que mais evoluiu no triênio.</p>
<p><strong>Critérios de avaliação</strong><br />
O desempenho capixaba na dimensão Gestão Pública fundamentou-se em indicadores de eficiência da máquina pública e solidez fiscal. Já na dimensão Economia, o Centro de Liderança Pública considerou fatores como capital humano, infraestrutura, inovação e potencial de mercado. Segundo o levantamento, o resultado econômico reflete uma combinação de crescimento com indicadores estruturais positivos.</p>
<p>O governador do Estado, Ricardo Ferraço, relacionou a conquista ao planejamento estratégico da administração.<strong> “Saímos da terceira posição em 2023 para a liderança, um resultado pautado, principalmente, pelo nosso equilíbrio fiscal e pela melhoria da eficiência administrativa. Esse desempenho reafirma que o modelo capixaba de gestão é sólido e entrega resultados concretos para a sociedade”,</strong> afirmou.</p>
<p><strong>Solidez fiscal e investimentos</strong><br />
De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, Benicio Costa, a posição no ranking está associada à disciplina das contas públicas. O secretário destacou que o Espírito Santo lidera, por dois anos consecutivos, o ranking nacional de solidez fiscal também elaborado pelo CLP.</p>
<blockquote><p><strong>“O equilíbrio das contas públicas é o alicerce de uma gestão eficiente e sustentável. Ele cria as condições para um ambiente de negócios mais competitivo, capaz de atrair investimentos, gerar empregos e ampliar oportunidades para a população capixaba”</strong>, declarou Costa.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>OCDE: reforma tributária brasileira tornará economia mais competitiva</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/ocde-reforma-tributaria-brasileira-tornara-economia-mais-competitiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 10:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[investidores]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sistema substituirá os cinco principais impostos sobre o consumo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado nessa segunda-feira (10), traz referências positivas sobre a reforma tributária brasileira. De acordo com o documento The Reform of Brazil&#8217;s Consumption Tax System (A Reforma Brasileira do Sistema Tributário sobre o Consumo), a reforma deverá tornar o ambiente econômico mais competitivo e favorável aos investidores.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Essa reforma representa grande promessa para um ambiente econômico mais competitivo e favorável aos investidores no Brasil, além de uma tributação do consumo mais justa e transparente”</strong>, diz o texto.</p>
</blockquote>
<p>O documento destaca que a reforma introduz um sistema de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) totalmente novo e moderno, que substituirá os cinco principais impostos sobre o consumo atualmente aplicados nos âmbitos federal e estadual. O novo sistema será composto por um IVA dual, formado pelo IVA federal, e pelo IVA estadual e municipal, ambos regidos pelas mesmas normas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Ambos os componentes do sistema dual de IVA estarão sujeitos às mesmas regras quanto à definição de sujeitos passivos, operações tributáveis ​​e fatos geradores de imposto, alíquota de imposto, isenções e casos de não tributação, créditos de imposto sobre insumos e regimes específicos e favorecidos”</strong>, diz o texto.</p>
</blockquote>
<p>O texto elogia ainda a reforma por determinar que tanto o IVA federal quanto o estadual e o municipal devem compartilhar a mesma base de cálculo. <strong>“Nem o governo federal, nem os estados e municípios terão autonomia para alterar ou adotar uma base diferente. Isso tem o potencial de reduzir significativamente a complexidade do atual sistema e de eliminar muitas das distorções a ele associadas”</strong>.</p>
<p>O documento ressalta também que, para o bom funcionamento do novo sistema de impostos, será necessário estabelecer um entendimento padrão para todas as instâncias administrativas das normas sobre os dois modelos de IVA.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Para o sucesso da reforma tributária brasileira, será crucial garantir a consistência na interpretação das normas comuns aplicáveis ​​aos dois IVAs. Permitir que cada um dos 27 estados e 5.570 municípios emita regulamentos e interpretações individuais prejudicaria o objetivo da reforma”</strong>.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Espírito Santo de destaca em prêmio nacional com política de energia renovável inovadora</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/espirito-santo-de-destaca-em-premio-nacional-com-politica-de-energia-renovavel-inovadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 11:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o programa GERAR ES, o programa é reconhecido entre as melhores práticas públicas do Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo foi reconhecido como semifinalista do Prêmio Excelência em Competitividade 2025, promovido pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Com mais de 333 políticas públicas avaliadas em todo o País, o Programa GERAR – Geração de Energias Renováveis foi selecionado como uma das seis melhores práticas públicas do Brasil, sendo o único representante da Região Sudeste na categoria “Destaque Boas Práticas”.</p>
<p>A iniciativa posiciona o Espírito Santo como referência nacional em inovação, sustentabilidade e desenvolvimento estratégico, com ações voltadas à ampliação do acesso à energia limpa, incentivos à economia verde e estímulo à produção de hidrogênio verde, por meio de instrumentos regulatórios, incentivos tributários, pesquisa e financiamentos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O GERAR é uma política pública transversal, articulada entre diferentes áreas de governo. Baseia-se em boas práticas internacionais, alinhadas às diretrizes da IRENA, e inovou ao incorporar um eixo próprio de desenvolvimento regional. São seis eixos estratégicos: regulação, incentivos tributários, pesquisa e desenvolvimento, acesso à rede, financiamentos e desenvolvimento regional”</strong>, afirmou a subsecretária de Estado de Competitividade, Rachel Freixo.</p>
</blockquote>
<p>Ela destacou a importância da atuação institucional articulada e da liderança do Governo do Estado. <strong>“Essa conquista só foi possível graças à liderança visionária do governador Renato Casagrande, ao compromisso do vice-governador Ricardo Ferraço e à condução firme e inspiradora do secretário de Desenvolvimento, Sérgio Vidigal. Eles nos estimulam a construir políticas públicas com impacto real na sociedade, sempre pautadas pela sustentabilidade, pela inovação e pelo uso qualificado da técnica e das evidências. Também é fruto do trabalho integrado e comprometido de inúmeras equipes e servidores públicos que acreditam no poder transformador de uma gestão pública colaborativa e orientada por resultados.”</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O Espírito Santo mostra que é possível liderar a transição energética com responsabilidade, inovação e impacto real no território. Essa é a força de uma política pública bem desenhada, com base em evidências, foco em resultados e articulação institucional. Ter esse reconhecimento no mesmo ano em que o Brasil sedia a COP 30 é simbólico. O GERAR mostra, de forma concreta, que os estados também têm condições de impulsionar o setor privado, por meio dos incentivos certos, rumo a uma economia mais justa, competitiva e verde”</strong>, completou Rachel Freixo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Sobre o prêmio</strong><br />
O Prêmio Excelência em Competitividade é promovido anualmente pelo CLP e reconhece políticas públicas com forte impacto nos indicadores de competitividade dos estados brasileiros. O resultado final será divulgado em setembro, durante o lançamento do Ranking de Competitividade dos Estados 2025, em São Paulo.</p>
<p>Desde 2015, o prêmio valoriza iniciativas inovadoras, estruturantes e mensuráveis, que contribuem para o desenvolvimento socioeconômico, a eficiência governamental e o fortalecimento institucional no País.</p>
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		<item>
		<title>Comitiva do ES irá ao Vietnã para ampliar competitividade do café conilon capixaba</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/comitiva-do-es-ira-ao-vietna-para-ampliar-competitividade-do-cafe-conilon-capixaba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 19:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Café Conilon]]></category>
		<category><![CDATA[Comitiva]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Vietnã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Missão capixaba visita maior produtor mundial da espécie para ampliar competitividade do conilon no mercado internacional</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lideranças das duas principais regiões produtoras de café conilon do mundo estarão reunidas no Vietnã entre os dias 4 e 14 de março. Representando o segundo maior produtor global do grão, uma comitiva capixaba desembarca no país asiático para fortalecer o intercâmbio e buscar maior competitividade para o conilon brasileiro, principalmente no mercado internacional.</p>
<p>Integram a comitiva capixaba o vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço; o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli; o presidente do Centro de Comércio de Café de Vitória (CCCV), Fabrício Tristão; cafeicultores; e profissionais dos setores de exportação e da indústria do café.</p>
<figure id="attachment_189199" aria-describedby="caption-attachment-189199" style="width: 693px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-189199" src="https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2025/03/Liderancas-do-cafe-robusta-fortalecem-intercambio-com-o-Vietna.jpg" alt="" width="693" height="373" srcset="https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2025/03/Liderancas-do-cafe-robusta-fortalecem-intercambio-com-o-Vietna.jpg 693w, https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2025/03/Liderancas-do-cafe-robusta-fortalecem-intercambio-com-o-Vietna-260x140.jpg 260w, https://bucket-emdiaes.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/2025/03/Liderancas-do-cafe-robusta-fortalecem-intercambio-com-o-Vietna-160x86.jpg 160w" sizes="(max-width: 693px) 100vw, 693px" /><figcaption id="caption-attachment-189199" class="wp-caption-text">Comitiva do ES irá ao Vietnã para ampliar competitividade do café conilon capixaba. Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<p>A agenda inclui visitas a regiões de cultivo, indústrias e parques logísticos para conhecer os processos de produção, industrialização e comercialização do café canéfora no Vietnã. O vice-governador Ricardo Ferraço destacou a relevância da viagem para o setor. <strong><em>“A revolução tecnológica desenvolvida no Espírito Santo é uma referência mundial em produtividade. Mas precisamos evoluir em outras áreas para melhorar a competitividade do conilon. Grandes indústrias chegaram ao Estado para beneficiar o café, gerando maior valor agregado, trabalho e melhor remuneração”,</em> </strong>afirmou.</p>
<p>O secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, ressaltou a importância do intercâmbio para o setor. <strong><em>“Trata-se de uma oportunidade para conhecer os processos de um país que lidera a produção mundial dessa espécie. O conilon capixaba está presente em mais de 50 mil propriedades do Espírito Santo e compete diretamente no mercado internacional com o Vietnã”,</em> </strong>explicou.</p>
<p>A safra do Vietnã em 2024 registrou queda devido a fatores climáticos, o que também impactou as exportações do país. Mudanças logísticas, decorrentes de conflitos no leste europeu e no Oriente Médio, também interferiram na comercialização global do grão.</p>
<p><strong>Recorde de exportações e alta valorização</strong><br />
Em 2024, os portos do Espírito Santo registraram exportação de 8.380.636 sacas de café, superando o recorde de 2002 em 1,21%. O conilon respondeu por 84% do volume total, ultrapassando 7 milhões de sacas exportadas. O grão também atingiu recordes de preço, chegando a R$ 2.000 por saca de 60 quilos no início de 2025, mais que o dobro do valor registrado em dezembro de 2023.</p>
<p>A entrada do conilon na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e a equiparação da alíquota do ICMS em relação ao café arábica também foram destaques do período. O Espírito Santo, responsável por cerca de 70% da produção nacional, se consolida como líder no cultivo de conilon, com perspectivas de ampliar sua presença no mercado global.</p>
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		<item>
		<title>Redução de ICMS no café conilon busca impulsionar competitividade do setor no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/reducao-de-icms-no-cafe-conilon-busca-impulsionar-competitividade-do-setor-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 16:33:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Café Conilon]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de lei reduz a alíquota do ICMS de 12% para 7% no café conilon produzido no Espírito Santo, visando fortalecer o setor cafeeiro capixaba</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi encaminhado nesta quarta-feira (06) à Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) o projeto de lei que reduz de 12% para 7% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre a comercialização do café conilon produzido no Espírito Santo. A medida equipara a tributação do café conilon à do café arábica e busca aumentar a competitividade do setor capixaba, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil.</p>
<p>O Espírito Santo é responsável por cerca de 70% da produção nacional de café conilon, com aproximadamente 50 mil propriedades dedicadas à cultura, conforme dados da Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag). A nova alíquota surge em resposta a uma antiga demanda do setor, aprovada por unanimidade no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em 25 de outubro, após iniciativa da Secretaria da Fazenda (Sefaz).</p>
<blockquote><p><strong><em>“Queríamos fazer justiça. Estamos encaminhando hoje essa matéria e tenho certeza que a Assembleia Legislativa irá votar com rapidez pela importância. Em uma análise fria, podem achar que vamos perder receita, mas como vamos ganhar em competitividade, iremos vender mais, gerando mais renda e empregos. Um Estado organizado pode dar esses passos estratégicos para o nosso desenvolvimento”,</em> </strong>afirmou o governador Renato Casagrande durante a cerimônia de assinatura do projeto de lei.</p></blockquote>
<p>Benicio Costa, secretário de Estado da Fazenda, ressaltou que a concessão do benefício foi possível graças ao equilíbrio fiscal do Estado.<strong><em> “O equilíbrio e a responsabilidade nas contas públicas permitem que o Governo do Estado apoie os setores produtivos, gerando um ciclo de crescimento e desenvolvimento”, explicou Costa. Ele também pontuou a importância da medida para o combate à evasão fiscal, já que outros estados praticam a alíquota reduzida, o que levava a distorções de mercado. “Com a mudança, colocamos os produtores capixabas em pé de igualdade no cenário nacional, em termos de competitividade”,</em></strong> completou.</p>
<p>O vice-governador e secretário de Estado de Desenvolvimento, Ricardo Ferraço, destacou o impacto da medida para o fortalecimento da cafeicultura no Espírito Santo, setor que gera emprego e renda em praticamente todo o território estadual.<strong><em> “Essa proposta e defesa do Espírito Santo vai ampliar a competitividade do conilon capixaba, principal produto do agro do nosso Estado”,</em> </strong>declarou.</p>
<p>Para o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, a redução dos custos de produção proporcionará margens de lucro mais amplas para os cafeicultores, que poderão investir em tecnologia, qualidade e sustentabilidade. <strong><em>&#8220;O conilon é a nossa principal atividade agrícola e grande geradora de emprego e renda no campo e nas cidades capixabas”,</em> </strong>afirmou Bergoli, ao mencionar os investimentos em desenvolvimento sustentável da cafeicultura.</p>
<p>Representando os produtores, Luiz Carlos Bastianello, presidente da Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel (Cooabriel), celebrou o avanço da proposta. <strong><em>“Essa equiparação de alíquota do café conilon é uma reparação histórica. A visão empreendedora que a administração estadual tem hoje fez com que isso fosse adiante, tornando o Espírito Santo mais competitivo”,</em> </strong>declarou Bastianello.</p>
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		<item>
		<title>Governo do Estado sanciona lei que traz mais competitividade para o setor atacadista capixaba</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/governo-do-estado-sanciona-lei-que-traz-mais-competitividade-para-o-setor-atacadista-capixaba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 11:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[atacadista]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[setor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A medida favorece mais de 1,5 mil empresas desse segmento que atuam em solo capixaba</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador do Estado, Renato Casagrande, sancionou, nesta quarta-feira (18), a lei que modifica a sistemática de operacionalização do benefício fiscal relativo ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o setor atacadista. A legislação, que entra em vigor na data de sua publicação, altera a Lei nº 10.568/2016, que instituiu o Programa de Desenvolvimento e Proteção à Economia do Estado do Espírito Santo (Compete-ES). A medida favorece mais de 1,5 mil empresas desse segmento que atuam em solo capixaba.</p>
<blockquote><p><strong>“Os setores atacadista, de vendas não-presenciais e de comércio exterior representam cerca de 30% do ICMS que é arrecadado no Espírito Santo. Tomamos a decisão de mudar a regra com objetivo de proporcionar cada vez mais segurança jurídica para os empreendedores. Evitando assim uma eventual fuga de investimentos e mantendo a confiança do setor nas regras capixabas. Garantindo assim a manutenção de empregos, renda, oportunidades para as pessoas e também de arrecadação para o Estado”</strong>, afirmou o governador Casagrande.</p></blockquote>
<p>A lei concede aos atacadistas crédito presumido do ICMS, ao invés do estorno do débito, como previsto anteriormente. A modalidade de crédito presumido favorece o setor atacadista, já que, segundo entendimento firmado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), as receitas decorrentes deste benefício não integram a base de cálculo para fins de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).</p>
<p>A medida atende a um pleito do setor sem alterar a carga tributária efetiva dos atacadistas incluídos no Compete-ES no Estado. A expectativa é que a mudança contribua para a melhoria do ambiente de negócios do Espírito Santo e fomente o desenvolvimento do segmento atacadista capixaba.</p>
<blockquote><p><strong>“Nosso objetivo é fortalecer a competitividade e incentivar o crescimento do setor no Estado, criando um ambiente mais favorável para novos investimentos e para a geração de empregos. Esse é um segmento de grande importância para a economia capixaba e a sua expansão fomenta o desenvolvimento do Espírito Santo”</strong>, pontuou o secretário de Estado da Fazenda, o auditor fiscal Benicio Costa.</p></blockquote>
<p>O presidente do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado do Espírito Santo (Sincades), Idalberto Moro, também falou sobre a iniciativa.</p>
<blockquote><p><strong>“A mudança significa uma maior segurança jurídica para as empresas atacadistas e um incentivo para o setor continuar crescendo e contribuindo para o desenvolvimento do Espírito Santo”</strong>, disse. Também participaram no ato solene de sanção da lei, realizado no Gabinete do Governador, no Palácio Anchieta, outros representantes do setor.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>ES subiu 4 posições no ranking de Competitividade dos municípios brasileiros</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/es-subiu-4-posicoes-no-ranking-de-competitividade-dos-municipios-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 15:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador Renato Casagrande comemorou o avanço</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado do Espírito Santo subiu do décimo para o sexto lugar no ranking de Competitividade dos Municípios brasileiros em 2024. Duas cidades capixabas com mais 80 mil habitantes estão entre as 100 mais bem colocadas no país.</p>
<p>O estudo feito pelo Centro de Liderança Pública (CLP) avaliou indicadores como acesso a saúde, educação e outros serviços em 10 cidades. Todos os municípios foram avaliados a partir de 65 indicadores, organizados em 13 pilares temáticos e 3 dimensões: Instituições, Sociedade e Economia.</p>
<p>Dentre as dimensões, a sociedade é a que teve o maior peso na avaliação (42,4%), seguida pela dimensão econômica (38,1%) e pela dimensão instituições (19,5%), respectivamente.</p>
<p>A capital do Espírito Santo, Vitória, subiu cinco posições e chegou à terceira colocação do levantamento anual, atrás de Florianópolis (1ª) e São Paulo (2ª). Das 10 cidades do Espírito Santo analisadas, sete estão entre as duzentas primeiras colocações.</p>
<p>A Capital também se destaca nos pilares de inovação e dinamismo econômico e inserção econômica, em ambos na 7ª colocação.</p>
<p>Já em relação aos indicadores, a cidade atingiu a nota máxima em cobertura da coleta de resíduos domésticos, cobertura de saúde suplementar, cobertura do abastecimento de água, desmatamento ilegal, destinação do lixo, taxa bruta de matrícula &#8211; ensino superior e velocidade do desmatamento ilegal.</p>
<p><strong>Ranking de cidades capixabas </strong><br />
No que diz respeito às outras cidades capixabas, a segunda mais bem colocada no ranking geral é Aracruz (99ª), seguida por Vila Velha (121ª), Cachoeiro de Itapemirim (144ª), Colatina (167ª), Linhares (176ª), Serra (181ª), Guarapari (205ª), Cariacica (210ª) e São Mateus (242ª). No total, o estudo avalia 404 municípios do Brasil.</p>
<p>Todos os municípios foram avaliados a partir de 65 indicadores, organizados em 13 pilares temáticos e 3 dimensões: Instituições, Sociedade e Economia. Dentre as dimensões, a sociedade é a que teve o maior peso na avaliação (42,4%), seguida pela dimensão econômica (38,1%) e pela dimensão instituições (19,5%), respectivamente. Em sua rede social, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, comemorou o resultado .</p>
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		<item>
		<title>Brasil perde posições e é 6º pior colocado em ranking mundial de competitividade</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/brasil-perde-posicoes-e-e-6o-pior-colocado-em-ranking-mundial-de-competitividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 09:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eficiência dos setores público e privado pesam sobre desempenho com gastos elevados e falta de inovação</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil caiu para a 62ª posição do Ranking Mundial de Competitividade, que avalia o cenário de 67 países.</p>
<p>Elaborado pelo International Institute for Management Development (IMD), em parceria, no Brasil, com o Núcleo de Inovação e Tecnologias Digitais da Fundação Dom Cabral (FDC), o ranking analisa e compara os esforços de competitividade entre os países.</p>
<p>Para definir o rankeamento, são observadas as vantagens comparativas entre as economias de cada país, avaliando crescimento, bem-estar social e infraestrutura. A grosso modo, é uma medida que avalia o quanto um país é melhor ou pior que seus pares para render sobre as mesmas condições.</p>
<p>Desse modo, os organizadores da pesquisa apontam como ela pode ser usada de termômetro por governos e empresas daquele determinado país, podendo avaliar melhor para onde voltar seus esforços.</p>
<p>Apesar de perder duas posições, Hugo Tadeu, diretor do Núcleo de Inovação e Tecnologias Digitais da FDC e líder da pesquisa no Brasil, destaca que o país sempre esteve entre os piores colocados.</p>
<blockquote><p><strong>“Em tamanho e riqueza, o país é grande, uma das maiores economias do mundo. Mas é um país pobre”</strong>, avalia Tadeu, que aponta o problema para a mentalidade por trás dos investimentos realizados no país, tanto por parte da iniciativa pública quanto privada.</p></blockquote>
<p>A colocação no ranking é definida por fatores. Quando o assunto é a performance econômica do país – Produto Interno Bruto (PIB), inflação, etc. -, o Brasil está na 38ª posição, a melhor marca já atingida nesse quesito.</p>
<p>Porém, os fatores eficiência empresarial e governamental, com o país respectivamente em 61º e 65º, puxam o desempenho para baixo.</p>
<blockquote><p><strong>“[O Brasil] ainda é um país que vive de commodities e uma indústria tradicional. Falta uma agenda e definir as prioridades, nesse caso, temos que focar em um crescimento de qualidade”</strong>, pontua o líder da pesquisa.</p></blockquote>
<p>Tadeu indica que o necessário para esse crescimento é o investimento em produtividade, e os pilares desse desenvolvimento estão em custo de capital, conhecimento e tecnologia, além de inovação.</p>
<p>Na avaliação do economista, todos esses fatores estão defasados no país.</p>
<blockquote><p><strong>“Se tenho gasto público alto, isso gera problema de investimento no país e o custo de capital sobe”</strong>, explica, reforçando que a insegurança jurídica no país também agrava o problema e afugenta investidores.</p>
<p><strong>“Fazer negócios no país não é muito satisfatório. Além do custo elevado, pesam a presença significativa de estado na economia, carga tributária alta e procedimentos legais. Há um grau de complexidade grande para se abrir empresas no Brasil”</strong>, detalha.</p></blockquote>
<p>Em detrimento, o investidor procura por outros lugares, onde não só o custo de capital é menor, mas o “olhar para o futuro” é mais desenvolvido. E é aqui que a crítica também entra para a postura das empresas.</p>
<blockquote><p><strong>“Não adianta só falar de governo quando a eficiência das empresas também está baixa. Elas não tem investido em inovação, ciência e tecnologia e em tecnologias digitais”</strong>, diz o líder da pesquisa, que indica que <strong>“quem cresce são os países que investem em eficiência de governo e empresas tecnológicas”</strong>.</p></blockquote>
<p>Ao ignorar a questão da inovação e pesquisa, o problema se agrava e pesa sobre a formação da mão de obra.</p>
<p><strong>Qualificação</strong><br />
Os fatores do ranking são, por sua vez, compostos por subfatores. Em alguns dos quais o Brasil se encontra na última posição (67ª), como “educação em gestão” e “habilidades linguísticas”.</p>
<p>E em outros tópicos importantes que também qualificam a nossa mão de obra, o desempenho também não é muito melhor. O próprio subfator “mão de obra qualificada” brasileiro é o 3º pior do ranking, enquanto a educação nacional está na 2ª pior posição.</p>
<blockquote><p><strong>“Não queremos olhar para essa agenda de educação, e nosso crescimento anda de lado”</strong>, comenta Tadeu.</p></blockquote>
<p><strong>Mudança de mentalidade</strong><br />
O líder da pesquisa no Brasil argumenta que apenas focar na força do PIB é um movimento “letárgico” e que não vai levar o país para o futuro, uma vez que o mercado internacional busca inovação.</p>
<p>Mas mesmo que o cenário hoje não seja o ideal, Tadeu se diz otimista com oportunidades para o Brasil, principalmente no potencial com energia verde.</p>
<p>O Brasil é o 5º melhor país do ranking quando o assunto é energia renovável. E o economista aponta que há espaço para crescer e se aproveitar desse potencial, mas reforça que “o motor é a inovação”.</p>
<blockquote><p><strong>“Tem que ser um país baseado em conhecimento. Para aproveitarmos essa energia verde, dependemos de ciência e tecnologia, universidades e ‘cérebros’. E se a gente não buscar essa agenda [educacional], perderemos essa corrida”</strong>, conclui.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Desoneração garante empregos e competitividade das indústrias, diz Findes</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/desoneracao-garante-empregos-e-competitividade-das-industrias-diz-findes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 19:17:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Findes, a manutenção da desoneração é fundamental para garantir a competitividade das indústrias nacionais e a preservação dos empregos </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) se posicionou, nesta quarta-feira (29), contrária a decisão do governo federal que vetou integralmente a prorrogação da desoneração da folha de pagamento.</p>
<p>Segundo a Findes, a manutenção da desoneração é fundamental para garantir a competitividade das indústrias nacionais e a preservação dos empregos.</p>
<p>O vetou integral aconteceu no dia 23, válido para 17 diferentes setores da economia até 2027 (PL 334/2023). Consequentemente, a medida de redução de encargos será encerrada no dia 31 de dezembro deste ano.</p>
<p>De acordo com a Findes, entre os segmentos que, atualmente, são desonerados estão os de confecção e vestuário, têxtil, calçados, proteína animal, construção civil e construção e obras de infraestrutura, “todos fundamentais para a economia capixaba”.</p>
<p>Considerando os 17 setores, diz a Findes, eles são responsáveis pela geração de quase 130 mil empregos formais no Espírito Santo, sendo 85.879 ligados ao segmento industrial, de acordo com dados do Ministério do Trabalho (Rais/2021).</p>
<p>A Findes cita estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de que, no geral, a cada 10% de desoneração da folha de salários estima-se um aumento de 3,4% do emprego<br />
formal.</p>
<blockquote><p>“De acordo com estudos do Ministério da Economia, a desoneração também aumenta a probabilidade de ingresso no mercado de trabalho em cerca de 3%. Ou seja, os setores desonerados apresentaram maior probabilidade de contratação de mão de obra”, afirma.</p></blockquote>
<p>Diante disso, para a Findes, medidas que comprometem a competitividade nacional prejudicam o crescimento econômico e o fortalecimento da indústria. “Dessa forma, o veto presidencial e o consequente fim da desoneração podem resultar na redução de oportunidades e investimentos privados no país”.</p>
<p>A Federação acredita que os deputados e os senadores capixabas, assim como os parlamentares dos demais estados, terão a sensibilidade sobre os impactos que a decisão do governo pode ter sobre a economia e certamente irão se manifestar na direção do que é melhor para o país.</p>
<blockquote><p>“A Federação reforça que a desoneração da folha é imprescindível para o crescimento socioeconômico do Brasil e para a manutenção dos empregos”.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>9ª edição do COSUD destaca união de estados por uma agropecuária mais forte</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/9a-edicao-do-cosud-destaca-uniao-de-estados-por-uma-agropecuaria-mais-forte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andressa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Oct 2023 15:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia é garantir mais competitividade para a agropecuária de todo o País, com olhar para as regiões Sul e Sudestes</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estados que compõem o Consórcio de Integração Sul e Sudeste (COSUD) estão reunidos para impulsionar ações socioeconômicas e ambientais em prol do Brasil. O encontro teve início nesta quinta-feira (19) e prossegue até sábado (21), em São Paulo. O evento, que é realizado desde 2019, reuniu nesta edição governadores, vices e secretários de estado para debaterem ações de fortalecimento entre as unidades federativas envolvidas, abordando políticas públicas de interesse comum.</p>
<p>As áreas de Meio Ambiente, Segurança Pública, Assistência Social, Cultura, Infraestrutura, Saúde, Esporte, Turismo, Mobilidade, Educação, Desenvolvimento Econômico, Inovação, Tecnologia e Eficiência na Gestão estão entre os temas discutidos. Estes e outros assuntos são pauta da mobilização dos governadores e gestores dos sete estados envolvidos: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Estes estados acolhem mais de 114 milhões de habitantes, o que corresponde a 56,5% dos brasileiros e representam 70% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Durante o COSUD, o Grupo de Trabalho (GT) Agricultura elaborou uma minuta de um projeto de Lei que institui e disciplina a execução da inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal por meio de equipes oficiais de inspeção e adota outras providências. O objetivo é a ampliação de mercado, colocando em prática ações estratégicas para o desenvolvimento econômico e social das regiões, otimizando recursos públicos federais, estaduais e municipais, garantindo segurança jurídica, tratamento igualitário dos estabelecimentos, reduzindo a clandestinidade e fomentando a saúde pública.</p>
<p>Os Estados pretendem, também, o fomento e modernização dos serviços de inspeção, rastreabilidade, financiamento de assistência técnica e extensão rural. Discutem ainda pautas importantes de sustentabilidade, estrutura e infraestrutura rural. A ideia é garantir mais competitividade para a agropecuária de todo o País, com olhar para as regiões Sul e Sudestes.</p>
<p>Para o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, os estados interagem em pautas importantes e necessárias para fortalecer a cooperação entre os governos de ambas as regiões e, assim, impulsionar ações socioeconômicas a favor do desenvolvimento regional e nacional.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Estamos discutindo e propondo a atuação conjunta dos sete estados da região Sul e Sudeste no âmbito dos serviços de inspeção, da rastreabilidade, da melhoria das legislações que temos que ajustar para melhorar a eficiência do agro, da sustentabilidade, da Infraestrutura, como estradas, telefonia, energia, além da assistência técnica e extensão rural para melhorar a eficiência, efetividade e a sustentabilidade da agricultura brasileira, sobre tudo do Sudeste do Brasil”</em>, ressaltou Bergoli.</p>
<p>Também fazem parte da pauta os serviços digitais, de financiamento de assistência técnica, extensão rural, financiamento de Ater, turismo rural, agroindústria, alimentos, ambiente, segurança e logística como base circular, desenvolvimento regional integrado, rotas rurais como base georreferenciada para operação e planejamento, ações integradas para redução e desperdício de recursos, utilização de sistemas de informação para simplificar processos, recursos digitais para alcançar o cidadão, conectividade em conjunto no ambiente rural, a criação de um sistema único ou equivalente de rastreabilidade de bovinos, também fazem parte da pauta.</p>
<p>No encerramento do consórcio, neste sábado (21), será realizada a leitura da Carta de São Paulo, um documento-contribuição do COSUD que agrupará os compromissos realizados durante a reunião e as assinaturas de todos os governadores presentes.</p>
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