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	<title>Ciatox-ES - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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		<title>Uso inadequado de remédios lidera casos de intoxicação no ES e acende alerta nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 20:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Assistência Farmacêutica]]></category>
		<category><![CDATA[Automedicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciatox-ES]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Intoxicação Medicamentosa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ES registrou mais de duas mil exposições a fármacos. Especialistas advertem que automedicação atinge nove em cada dez brasileiros, podendo mascarar doenças, causar dependência e danos a órgãos vitais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste dia 5 de maio, em que se marca o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, a Secretaria da Saúde do Espírito Santo (Sesa) e especialistas da Rede HU Brasil alertam a população sobre os riscos da automedicação e da administração incorreta de fármacos. A mobilização ocorre devido aos elevados índices de intoxicação registrados nos sistemas de saúde, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre as práticas seguras de consumo, a fim de prevenir reações adversas, agravamento de quadros clínicos e a resistência bacteriana, com atenção especial aos públicos infantil e idoso.</p>
<p><strong>O cenário no Espírito Santo</strong><br />
No Espírito Santo, os medicamentos ocupam o primeiro lugar nos casos de intoxicação registrados pelos serviços de saúde. Dados do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox-ES) apontam uma tendência de alta nas ocorrências. Em 2024, o estado contabilizou 7.152 casos de exposições ou intoxicações por medicamentos. No ano seguinte, em 2025, o número subiu para 8.003. Apenas nos três primeiros meses de 2026 (de janeiro a março), já foram computados 2.217 casos.</p>
<p>O secretário de Estado da Saúde, Kim Barbosa, enfatiza que a utilização racional é uma responsabilidade que deve ser compartilhada entre a gestão, os profissionais e os pacientes<strong>. “A data nos convida à reflexão sobre práticas seguras no uso de medicamentos. É fundamental que a população evite a automedicação, siga corretamente as orientações médicas e farmacêuticas e compreenda que todo medicamento, mesmo os mais comuns, pode apresentar riscos quando utilizado de forma inadequada”,</strong> afirmou o secretário.</p>
<p>Os episódios de intoxicação variam de acordo com a faixa etária. A médica toxicologista do Ciatox-ES, Rinara Angélica de Andrade Machado, esclarece que a maioria dos casos pode ser evitada com protocolos básicos de segurança no domicílio.<strong> “Observamos diariamente casos relacionados a doses incorretas, troca de medicamentos ou uso sem prescrição. Crianças e idosos são os mais vulneráveis. No caso das crianças, muitas intoxicações acontecem por ingestão acidental. Já entre idosos, o uso simultâneo de vários medicamentos pode aumentar o risco de interações e efeitos adversos”,</strong> explicou a médica.</p>
<p>Para emergências ou suspeitas de intoxicação no estado, a orientação oficial é buscar um serviço de saúde imediatamente ou contatar o Ciatox-ES pelo telefone 0800 283 9904.</p>
<p><strong>Problema de saúde pública no Brasil</strong><br />
A situação capixaba reflete um problema de proporções nacionais. Uma pesquisa de 2022, do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico (ICTQ), revelou que nove em cada dez brasileiros praticam a automedicação. Paralelamente, um artigo do International Journal of Advanced Engineering Research and Science demonstrou que, entre 2012 e 2021, o país somou ao menos 596 mil casos de intoxicação por medicações.</p>
<p>Profissionais da Rede HU Brasil, novo nome adotado em 2026 pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e responsável por 45 hospitais universitários federais, destacam as graves consequências dessa prática. Segundo Juliano Pereira, chefe do Setor de Farmácia Hospitalar do Hospital de Doenças Tropicais (HDT-UFNT), o uso irregular pode causar mascaramento de doenças graves, dependência química e danos aos rins. Ele também cita a &#8220;polifarmácia&#8221;, problema frequente entre idosos que consomem múltiplas medicações simultaneamente, elevando o risco de interações medicamentosas.</p>
<p>“Muitas vezes, o paciente acredita que se é remédio, não faz mal. Esse é um dos maiores mitos que precisamos desconstruir. Os medicamentos salvam vidas, mas quando usados sem critério, podem e vão também colocá-las em risco”, alerta Vicente Dantas, chefe do Setor de Farmácia Hospitalar do Hospital Universitário de Lagarto (HUL-UFS).</p>
<p>Outro ponto crítico é a resistência a antibióticos gerada pela interrupção de tratamentos ou uso sem prescrição. A prática cria as chamadas &#8220;superbactérias&#8221;. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a resistência bacteriana já cause mais de 1,2 milhão de mortes anuais no mundo, com projeção de ultrapassar 10 milhões de mortes por ano até 2050 caso o cenário não seja revertido.</p>
<p><strong>Assistência, dispensação e tecnologias</strong><br />
Como resposta estrutural, o Sistema Único de Saúde (SUS) atua na promoção do uso racional, conceito estabelecido pela OMS em 1985, que determina que o paciente receba o medicamento adequado à sua condição, na dose e tempo corretos, e com o menor custo possível.</p>
<p>No âmbito estadual, a Farmácia Cidadã Estadual do Espírito Santo realiza a entrega gratuita e especializada de 288 medicamentos, englobando tratamentos de alto custo e doenças raras. Em 2025, o Governo do Estado investiu R$ 190.219.520,20 na compra de remédios, insumos e fórmulas nutricionais, atendendo 144.097 pacientes. Neste ano, de janeiro a 28 de abril, foram investidos R$ 61.061.942,51 em recursos estaduais, alcançando 114.460 pacientes.</p>
<p>A gerente da Assistência Farmacêutica da Sesa, Grazielle Massariol, pontua a importância do modelo.</p>
<blockquote><p><strong>“A rede estadual conta com as Farmácias Cidadãs, que realizam a dispensação de medicamentos de forma orientada, garantindo que o paciente compreenda como utilizar corretamente cada medicamento ou insumo. O acompanhamento do uso do medicamento com profissional farmacêutico é fundamental para evitar erros e promover melhores resultados no tratamento”,</strong> destacou. O serviço inclui ainda consultórios farmacêuticos para o manejo de doenças crônicas, como a diabetes.</p></blockquote>
<p>Na esfera federal, os hospitais da Rede HU Brasil adotam tecnologias e rotinas clínicas para mitigar riscos. No Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC), em Santa Catarina, utiliza-se o sistema de Inteligência Artificial Noharm, que analisa dados do paciente em tempo real, como exames e prescrições, para identificar perigos. Ações semelhantes de triagem e conciliação medicamentosa ocorrem em unidades como o HDT-UFT e o HUL-UFS, onde os farmacêuticos atuam diretamente nas visitas clínicas e na avaliação diária das prescrições.</p>
<p><strong>Orientações e cuidados essenciais</strong><br />
Para conter os riscos de intoxicação no ambiente doméstico, a Secretaria da Saúde elencou protocolos de segurança específicos para a população. Recomenda-se armazenar todos os remédios em locais seguros, protegidos de calor e umidade, além de verificar sempre a validade e ler os rótulos atentamente.</p>
<p><strong>Para crianças:</strong></p>
<ul>
<li>Respeitar rigorosamente a dose prescrita;</li>
<li>Utilizar os dispositivos adequados para a medição do remédio;</li>
<li>Manter as embalagens fora da visão e do alcance do público infantil;</li>
<li>Não se referir aos medicamentos como &#8220;doce&#8221; ou &#8220;bala&#8221;;</li>
<li>Utilizar estritamente o que foi prescrito por um médico, sem reaproveitar receitas antigas.</li>
</ul>
<p><strong>Para idosos:</strong></p>
<ul>
<li>Evitar a automedicação, em especial para pacientes de uso contínuo de outros fármacos;</li>
<li>Informar ao médico e ao farmacêutico todos os produtos consumidos rotineiramente, incluindo compostos fitoterápicos;</li>
<li>Fazer uso de organizadores de comprimidos para prevenir confusões e trocas de horários;</li>
<li>Seguir pontualmente as doses e horários indicados;</li>
<li>Manter acompanhamento profissional regular para avaliar as interações entre os medicamentos utilizados.</li>
</ul>
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