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	<title>chikungunya - Em Dia ES</title>
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	<lastBuildDate>Fri, 26 Sep 2025 11:57:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>chikungunya - Em Dia ES</title>
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		<title>Infecções por Aedes aegypti elevam risco de complicações no parto</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/infeccoes-por-aedes-aegypti-elevam-risco-de-complicacoes-no-parto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 11:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[alto risco]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram analisados mais de 6,9 milhões de nascidos entre 2015 e 2020</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, chamadas arboviroses, representam uma preocupação crescente para a saúde materno-infantil no Brasil.</p>
<p>Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) &#8211; publicado recentemente sobre saúde pública na revista Nature Communications &#8211; analisou mais de 6,9 milhões de nascidos vivos no país entre 2015 e 2020. Ele revelou que a infecção por esses vírus durante a gravidez está associada a maiores riscos de complicações no parto e para os recém-nascidos, incluindo parto prematuro, baixo peso ao nascer e até morte neonatal.</p>
<p>A pesquisa &#8211; conduzida por cientistas do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Fiocruz Bahia) &#8211; indica que a infecção por arboviroses durante a gestação elevou o risco de parto prematuro, baixo escore de Apgar (avaliação rápida realizada após o nascimento para verificar a adaptação à vida fora do útero) e óbito neonatal.</p>
<p><strong>Anomalias</strong><br />
A dengue, além de estar ligada ao parto antes do tempo e ao baixo peso, também mostrou associação com alterações estruturais e funcionais no desenvolvimento do feto, chamadas de anomalias congênitas.</p>
<p>No caso da zika, os efeitos adversos foram ainda mais amplos, com destaque para a má-formação congênita, cujo risco foi mais que duplicado entre bebês de mães infectadas.</p>
<p>O pesquisador Thiago Cerqueira-Silva avaliou, no entanto, que os padrões de risco variam entre o vírus e o período da infecção.</p>
<p><strong>Risco de morte</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>“O estudo fornece evidências robustas e detalhadas que desmistificam a ideia de que apenas a zika é uma grande ameaça na gravidez. Demonstramos que a chikungunya e a dengue também têm consequências graves, como o aumento do risco de morte neonatal e anomalias congênitas. Essa informação é crucial para direcionar a atenção clínica e de saúde pública”</strong>, explicou.</p>
<p>O pesquisador esclareceu que o estudo traz novas evidências sobre os impactos das infecções por arbovírus na gestação, indicando períodos de maior vulnerabilidade em cada trimestre. A variação do risco sugere que diferentes mecanismos biológicos atuam em cada fase, o que reforça a importância da vigilância e da prevenção ao longo de toda a gravidez.</p>
<p><strong>Prevenção</strong><br />
Para Thiago, os resultados do estudo deixam claro que é preciso fortalecer as medidas de prevenção durante a gestação. Isso não apenas protege a saúde das mães, mas também ajuda a evitar consequências que podem marcar a vida dessas crianças por muitos anos.</p>
<p>Em comunidades vulnerabilizadas, a maior exposição ao mosquito transmissor aumenta o risco de infecção e os efeitos durante a gravidez tendem a ser mais severos. Além disso, o peso financeiro no cuidado de crianças com anomalias congênitas ou complicações neonatais recai de forma desigual sobre famílias com baixa renda.</p>
<p>Diante desse cenário, o pesquisador defende a urgência de ampliar a cobertura vacinal contra dengue, e adicionar a vacinação contra chikungunya na política nacional de imunização.</p>
<p>Deve-se <em>“garantir que as vacinas existentes (dengue e chikungunya) sejam oferecidas gratuitamente e com ampla cobertura, independentemente de sua condição socioeconômica. Além disso, campanhas educacionais informando sobre os riscos associados à dengue e à chikungunya durante a gestação são necessárias, uma vez que atualmente apenas os impactos negativos da zika são bem difundidos”</em>, finalizou.</p>
<p>*Com Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Jaguaré registra 227 casos confirmados de chikungunya em 2025 e emite alerta à população</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/jaguare-registra-227-casos-confirmados-de-chikungunya-em-2025-e-emite-alerta-a-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 20:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta a População]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Jaguaré]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Município notificou 805 casos da doença até a 20ª Semana Epidemiológica, com 353 ainda em análise</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jaguaré confirmou 227 casos de chikungunya até 17 de maio de 2025, segundo levantamento da 20ª Semana Epidemiológica. Outros 353 casos ainda estão em análise. No mesmo período de 2024, nenhum caso foi registrado no município. A situação levou à emissão de um alerta de prevenção à população, com foco no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.</p>
<p>Desde o início do ano, a cidade já notificou 805 casos suspeitos de chikungunya. O surto atual também inclui 80 casos confirmados de dengue. A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Coordenação de Vigilância Ambiental, está intensificando ações nos bairros, especialmente no Seac, onde foram encontrados os maiores índices de focos do mosquito.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Os agentes da Secretaria voltaram ao bairro para fazer um pente fino após nossa última ação na localidade para tentar descobrir focos e, infelizmente, foram encontrados muitos focos novamente no bairro, menos de dois meses depois da última ação”,</em> </strong>afirmou o coordenador de Vigilância Ambiental, Luciano Colatti.</p></blockquote>
<p>Segundo o coordenador, o bairro Seac está recebendo reforço nas visitas dos agentes comunitários de saúde e no uso do carro fumacê. Ele destaca que o ciclo de transmissão da chikungunya é mais rápido do que o da dengue, já que o mosquito infectado pode transmitir o vírus em até sete dias após a contaminação.</p>
<p><strong>Sintomas e riscos</strong><br />
A chikungunya apresenta sintomas como febre alta repentina, dor de cabeça, dores musculares, manchas na pele, conjuntivite e, principalmente, dores nas articulações — que podem persistir por meses, dificultando os movimentos do paciente. Em alguns casos, a doença pode levar à incapacitação por até dois anos.</p>
<p>Estudos indicam que entre 30% e 40% dos pacientes com chikungunya desenvolvem doenças reumáticas autoimunes, como artrite, fibromialgia, lúpus e esclerodermia.</p>
<p><strong>Medidas de prevenção</strong><br />
A principal forma de combater a chikungunya é impedir a proliferação do Aedes aegypti. A Secretaria orienta que cada morador verifique semanalmente possíveis criadouros e tome medidas preventivas, como:</p>
<p>• Tampar bem caixas d’água e lixeiras;<br />
• Colocar areia nos pratos de plantas;<br />
• Recolher o lixo nos quintais e manter calhas limpas;<br />
• Cobrir piscinas, cisternas e reservatórios de água;<br />
• Manter os ralos tampados e vasos sanitários fechados;<br />
• Higienizar bandejas de geladeiras, ar-condicionados e vasilhas de animais de estimação.</p>
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		<item>
		<title>Chikungunya: Jaguaré declara estado de emergência em saúde pública</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/chikungunya-jaguare-declara-estado-de-emergencia-em-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 17:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[estado de emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Jaguaré]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decreto autoriza ações intensivas de combate ao mosquito transmissor da doença; município registra 165 casos confirmados e mais de 600 notificações</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/chikungunya-jaguare-declara-estado-de-emergencia-em-saude-publica/">Chikungunya: Jaguaré declara estado de emergência em saúde pública</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Jaguaré, no Norte do Espírito Santo, decretou, nesta quarta-feira (7), situação de emergência em saúde pública devido ao avanço da chikungunya no município. O decreto, assinado pelo prefeito Marcos Guerra, estabelece medidas urgentes para intensificar o combate à proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da doença, e reforça as ações do Programa Municipal de Combate e Prevenção à Chikungunya.</p>
<p><strong>Ações de combate intensificadas</strong><br />
O município já registra 165 casos confirmados e 618 notificações de chikungunya, doença que pode causar sintomas graves e até levar à morte. As autoridades de saúde têm focado suas ações principalmente no combate ao mosquito, responsável também pela transmissão de dengue e zika vírus. A medida abrange mutirões de limpeza nos bairros, com destaque para o Bairro Seac, onde se concentra a maior parte dos casos em Jaguaré.</p>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 90% dos focos da doença estão localizados dentro das residências, o que agrava a situação, já que a proximidade com os criadouros facilita a propagação do mosquito. Para enfrentar o problema, o decreto autoriza o ingresso forçado de agentes de fiscalização nas áreas externas de imóveis públicos e particulares.</p>
<p><strong>Responsabilidade dos moradores e penalidades previstas</strong><br />
Além das ações de limpeza nos bairros, a Secretaria de Saúde orienta a população a realizar a limpeza dos quintais e interiores das casas para eliminar possíveis criadouros do mosquito. A prefeitura também reforçou que proprietários de terrenos baldios devem realizar a limpeza periódica de seus lotes para evitar acúmulo de água e o aparecimento de focos do mosquito.</p>
<p>Em razão da gravidade da situação, a prefeitura anunciou que começará a aplicar penalidades, como advertências e multas, para aqueles que não cumprirem as normas estabelecidas. As medidas visam garantir que todos colaborem no combate à proliferação do Aedes Aegypti e à disseminação da chikungunya no município.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde pedirá incorporação da vacina contra Chikungunya no SUS</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/ministerio-da-saude-pedira-incorporacao-da-vacina-contra-chikungunya-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 12:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[MINISTÉRIO]]></category>
		<category><![CDATA[registro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após aprovação do registro da vacina pela Anvisa, será solicitada análise da Conitec – comissão que avalia a inclusão de novas vacinas e outras tecnologias na rede pública de saúde</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a aprovação do <span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-registro-de-vacina-contra-chikungunya-desenvolvida-pelo-instituto-butantan/">registro da vacina contra Chikungunya</a> </span>pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde vai solicitar a sua incorporação no SUS. O pedido será encaminhado à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) para adoção das medidas imediatas necessárias para dar seguimento à avaliação da oferta do novo imunizante na rede pública de saúde.</p>
<p>A expectativa é que, uma vez aprovada, e com capacidade produtiva, a vacina seja incorporada ao Programa Nacional de Imunizações, fortalecendo as ações de combate à doença no Brasil. <strong>“Toda vez que surge a notícia de uma nova vacina registrada, é uma boa notícia para a saúde pública — ainda mais quando envolve duas instituições fundamentais do SUS: a Anvisa e o Instituto Butantan. Vacinar é sempre defender a vida. Garantir a vacinação é o primeiro passo para salvar vidas em nosso país”</strong>, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
<p>A vacina contra Chikungunya foi desenvolvida pelo laboratório Valneva, em parceria no Brasil com o Instituto Butantan e representa um avanço significativo no enfrentamento de arboviroses. A iniciativa reforça o compromisso do Ministério da Saúde com a proteção da população brasileira, assegurando o acesso a tecnologias seguras, eficazes e inovadoras por meio do SUS.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Chikungunya é uma doença que vem crescendo no Brasil, ao longo dos anos. O fato de se ter uma vacina que é segura e eficaz, traz alento para a sociedade. A partir do registro pela Anvisa, o Ministério da Saúde começa os passos para a incorporação da vacina no SUS”</strong>, destaca a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão.</p>
</blockquote>
<p>A Chikungunya é uma arbovirose transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, também vetor da dengue e da Zika. A doença causa febre alta e dores intensas nas articulações, podendo evoluir para dor crônica em alguns casos. O vírus foi introduzido no Brasil em 2014 e, atualmente, todos os estados registram casos. Até 14 de abril deste ano, o Brasil registrou 68,1 mil casos da doença, com 56 óbitos confirmados.</p>
<p><strong>Tecnologia Nacional</strong><br />
A vacina contra Chikungunya aprovada pela Anvisa foi desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório austríaco Valneva. A vacina da Valneva já havia sido aprovada por importantes agências regulatórias internacionais, como a FDA (Estados Unidos) e a EMA (Agência Europeia de Medicamentos), para uso em adultos.</p>
<p>O imunizante é uma vacina recombinante atenuada, de dose única, indicada para pessoas a partir de 18 anos que estejam em risco elevado de exposição ao vírus. É contraindicada para gestantes e indivíduos imunocomprometidos.</p>
<p>A produção inicial será feita na Alemanha, pela empresa IDT Biologika GmbH, com previsão de transferência de tecnologia para fabricação futura no Brasil pelo Instituto Butantan.</p>
<p><strong>Estudos apontam eficácia e segurança</strong><br />
A Anvisa concedeu o registro após análise do dossiê apresentado, que incluiu dados clínicos, de produção e qualidade. Estudos demonstraram que a vacina induz uma resposta robusta de anticorpos neutralizantes com segurança.</p>
<p>Para a autorização, foi firmado um Termo de Compromisso entre Anvisa e Instituto Butantan, que prevê estudos adicionais de efetividade, segurança e farmacovigilância ativa no Brasil.</p>
<p><strong>Leia também:</strong><span style="color: #ff6600;"> <a style="color: #ff6600;" href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-registro-de-vacina-contra-chikungunya-desenvolvida-pelo-instituto-butantan/">Anvisa aprova registro de vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan</a></span></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/ministerio-da-saude-pedira-incorporacao-da-vacina-contra-chikungunya-no-sus/">Ministério da Saúde pedirá incorporação da vacina contra Chikungunya no SUS</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa aprova registro de vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-registro-de-vacina-contra-chikungunya-desenvolvida-pelo-instituto-butantan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 13:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aplicação está autorizada na população acima de 18 anos</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-registro-de-vacina-contra-chikungunya-desenvolvida-pelo-instituto-butantan/">Anvisa aprova registro de vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (14), o pedido para registro definitivo da vacina contra a chikungunya encaminhado pelo Instituto Butantan, em parceria com a empresa farmacêutica Valneva. O imunizante está autorizado a ser aplicado no país na população acima de 18 anos.</p>
<p>A vacina foi avaliada nos Estados Unidos em 4 mil voluntários de 18 a 65 anos, sendo que 98,9% dos participantes do ensaio clínico produziram anticorpos neutralizantes, com níveis que se mantiveram robustos por ao menos seis meses. Os resultados foram publicados na revista científica The Lancet, em junho de 2023.</p>
<p>O imunizante contra a chikungunya já recebeu aprovação da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, e da European Medicines Agency (EMA), da União Europeia. Esta é a primeira vacina autorizada contra a doença.</p>
<p>Segundo o governo de São Paulo, ao qual o instituto é vinculado, o parecer favorável da Anvisa representa um importante passo na aprovação de uma versão do imunizante do Butantan, que já está em análise pela agência reguladora. As duas vacinas têm praticamente a mesma composição.</p>
<p>Ainda de acordo com o governo estadual, o Instituto Butantan está trabalhando em uma versão com parte do processo realizado no Brasil. O imunizante será adequado à possível incorporação no enfrentamento da doença em nível de saúde pública.</p>
<p>A chikungunya é uma doença viral transmitida por meio da picada de mosquitos Aedes aegypti infectados – os mesmos que transmitem dengue e Zika. Os principais sintomas são febre de início repentino (acima de 38,5°C) e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e punhos. Pode acontecer também dor de cabeça, dor muscular e manchas vermelhas na pele. Alguns pacientes podem desenvolver dor crônica nas articulações.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-registro-de-vacina-contra-chikungunya-desenvolvida-pelo-instituto-butantan/">Anvisa aprova registro de vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estado registra mais de mil casos de Chikungunya em 2022</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/estado-registra-mais-de-mil-casos-de-chikungunya-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chikungunya é transmitida pelo Aedes aegypti, assim como a dengue e a zika. Em casos de suspeita de uma das doenças é fundamental procurar uma Unidade Básica de Saúde Neste ano, o Espírito Santo registrou 1.486 casos de chikungunya. Os dados podem ser conferidos nos boletins epidemiológicos divulgados semanalmente pela equipe do Núcleo Especial [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/estado-registra-mais-de-mil-casos-de-chikungunya-em-2022/">Estado registra mais de mil casos de Chikungunya em 2022</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">A chikungunya é transmitida pelo Aedes aegypti, assim como a dengue e a zika. Em casos de suspeita de uma das doenças é fundamental procurar uma Unidade Básica de Saúde</span></font></b></div>
<div>
<div><font size="3">Neste ano, o Espírito Santo registrou 1.486 casos de chikungunya. Os dados podem ser conferidos nos boletins epidemiológicos divulgados semanalmente pela equipe do Núcleo Especial de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde (Sesa).</font></div>
</div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A chikungunya é transmitida pelo Aedes aegypti, assim como a dengue e a zika. Ela pode provocar febre, fadiga e dores nas articulações e, além disso, causar sequelas como dor crônica e lesões no sistema nervoso.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo a médica infectologista e referência técnica dos arbovírus, Theresa Cristina Cardoso Silva, é importante ressaltar que apesar de as crianças menores de dois anos e idosos terem sintomas mais intensos do vírus da chikungunya, este pode afetar qualquer indivíduo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“O controle da proliferação do mosquito transmissor da chikungunya e das outras arboviroses, deve ser feito para evitar outras sequelas da doença que são capazes de durar por mais de um ano ou aquelas permanentes como paralisias no andar, que acarretam dificuldades nas atividades cotidianas. Os cuidados com o mosquito não devem parar, mesmo com a queda de temperatura e as chuvas”, informou.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Em relação à dengue e à zika, até esta semana, foram registrados 7.538 e 374 casos, respectivamente. Em casos de suspeita de uma das doenças é fundamental procurar uma Unidade Básica de Saúde.</font></div>
</div>
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		<title>Conheça os sintomas da chikungunya</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2020 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quadro agudo da doença pode durar até 15 dias, sendo que algumas pessoas desenvolvem quadros pós-agudo ou crônico, com dores nas juntas que podem durar meses ou anos A chikungunya é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A infecção pelo vírus causa diversos sintomas, como febre alta abrupta e mal-estar. Nesse caso, as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">O quadro agudo da doença pode durar até 15 dias, sendo que algumas pessoas desenvolvem quadros pós-agudo ou crônico, com dores nas juntas que podem durar meses ou anos</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">A chikungunya é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A infecção pelo vírus causa diversos sintomas, como febre alta abrupta e mal-estar. Nesse caso, as dores de cabeça, no corpo e, principalmente, nas articulações (pulsos, tornozelos, dedos, joelhos, cotovelos, entre outros) são intensas e súbitas, impedindo que atividades do dia a dia sejam realizadas.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O quadro agudo da doença pode durar até 15 dias, sendo que algumas pessoas desenvolvem quadros pós-agudo ou crônico, com dores nas juntas que podem durar meses ou anos.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde (Sesa), nesta quinta-feira (08), o Espírito Santo registrou, entre os dias 29 de dezembro de 2019 e 03 de outubro de 2020, 15.242 casos suspeitos de chikungunya.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Como prevenir</span></font></div>
<div><font size="3">Assim como a dengue, zika e febre amarela, para combater a chikungunya é preciso que todos estejam atentos e empenhados na eliminação dos focos do vetor.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A fêmea do inseto deposita seus ovos em recipientes com água parada e limpa. Ao entrar em contato com o líquido, os ovos eclodem, se transformam em larvas, pupa (estágio intermediário entre a larva e o adulto) e, após dois dias, o mosquito está formado.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os criadouros do mosquito encontram-se em 70% nas residências. Por isso, é de extrema importância que toda população limpe corretamente os quintais, vire as garrafas vazias de cabeça para baixo, lave bem as bordas das vasilhas de água e comida dos animais, além de garantir a limpeza e lacre correto das caixas d’água.</font></div>
</div>
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