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	<title>cenário preocupante - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>cenário preocupante - Em Dia ES</title>
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		<title>“Quem se assustou que tome um chá de camomila”, diz Maduro após comentários de Lula</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/quem-se-assustou-que-tome-um-cha-de-camomila-diz-maduro-apos-comentarios-de-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 11:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cenário preocupante]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente venezuelano havia afirmado que o país cairá em um “banho de sangue fratricida” caso seu partido não ganhe as eleições</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, respondeu às preocupações em relação aos seus comentários de que o país cairá em um “banho de sangue fratricida” caso seu partido não ganhe as eleições, nesta terça-feira (23) dizendo: <strong>“Quem se assustou que tome um chá de camomila”</strong>.</p>
<blockquote><p><strong>“Eu não disse mentiras, só fiz uma reflexão. Quem se assustou, que tome uma camomila, porque este povo da Venezuela já passou por muita coisa e sabe o que eu estou dizendo. E na Venezuela, vai trunfar a paz”</strong>, afirmou Maduro em um comício no estado venezuelano de Cojedes.</p></blockquote>
<p>A fala de Maduro aconteceu um dia depois do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, ter dito que o presidente venezuelano precisa respeitar o processo democrático e o resultado da eleição presidencial no país, marcada para este domingo (28).</p>
<blockquote><p><strong>“Eu já falei para o Maduro duas vezes, e o Maduro sabe, que a única chance da Venezuela voltar à normalidade é ter um processo eleitoral que seja respeitado por todo o mundo… Se o Maduro quiser contribuir para resolver a volta do crescimento na Venezuela, a volta das pessoas que saíram da Venezuela e estabelecer um Estado de crescimento econômico, ele tem que respeitar o processo democrático”</strong>, disse Lula na segunda-feira (22).</p>
<p>Em entrevista a agências internacionais no Palácio da Alvorada, o presidente brasileiro acrescentou: <strong>“Eu fiquei assustado com a declaração do Maduro dizendo que se ele perder as eleições vai ter um banho de sangue. Quem perde as eleições toma um banho de voto. O Maduro tem que aprender, quando você ganha, você fica; quando você perde, você vai embora”</strong>.</p></blockquote>
<p><strong>Relembre o caso</strong><br />
Na quinta-feira (18), Nicolás Maduro havia falado: <strong>“O destino da Venezuela no século 21 depende da nossa vitória no dia 28 de julho. Se não querem que a Venezuela caia em um banho de sangue, em uma guerra civil fratricida, produto dos fascistas, garantamos o maior êxito, a maior vitória da história eleitoral do nosso povo”.</strong></p>
<p>A fala aconteceu logo após a justiça da Venezuela prender um assessor da principal opositora do governo de Maduro, Maria Corina Machado. Os Estados Unidos divulgou um comunicado no mesmo dia condenando a detenção.</p>
<p>Desde o início do período eleitoral, de acordo com um relatório divulgado pela ONG Laboratório de Paz, a Venezuela já deteve 71 opositores ou assessores de opositores.</p>
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		<item>
		<title>Número de casos de varíola dos macacos triplica no ES</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/numero-de-casos-de-variola-dos-macacos-triplica-no-es/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 21:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[cenário preocupante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já são 31casos confirmados confirmados pela Secretaria de Saúde do Espírito Santo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um novo boletim divulgado nesta terça-feira (30) foram confirmados 31 casos de varíola dos macacos no Espírito Santo. Há cinco dias, na última quinta-feira (25), o Estado capixaba tinha 10 casos confirmados, sendo 9 deles, homens. Sendo assim, os casos triplicaram em menos de uma semana.</p>
<p>O boletim mostra que 25 homens e seis mulheres foram confirmados com a doença. Ao todo, o Estado já recebeu 202 notificações; 91 casos suspeitos e 80 estão descartados.</p>
<p><strong>Os casos confirmados foram nas seguintes cidades:</strong><br />
&#8211; Vitória (9)<br />
&#8211; Vila Velha (8)<br />
&#8211; Guarapari (4)<br />
&#8211; Serra (3)<br />
&#8211; Cachoeiro de Itapemirim (2)<br />
&#8211; Aracruz (1)<br />
&#8211; Cariacica (1)<br />
&#8211; Itapemirim (1)<br />
&#8211; Pedro Canário (1)<br />
&#8211; Viana (1)</p>
<p><strong>Os sintomas relatados à secretaria foram:</strong><br />
&#8211; Erupção cutânea;<br />
&#8211; Cefaleia (dor de cabeça);<br />
&#8211; Febre súbita;<br />
&#8211; Astenia (fraqueza);<br />
&#8211; Dor nas costas;<br />
&#8211; Dor de garganta;<br />
&#8211; Adenomegalia (aumento dos linfonodos do pescoço).</p>
<p><strong>Orientações</strong><br />
Atualmente, seguindo determinações técnicas do Ministério da Saúde, são considerados casos suspeitos aqueles que apresentam os sintomas mencionados e com vínculos de:</p>
<p>1) histórico de contato íntimo com desconhecido/a(s) e/ou parceiro/a(s) casual(is), nos últimos 21 dias que antecederam o início dos sinais e sintomas ou;<br />
2) ter vínculo epidemiológico com casos confirmados de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas ou;<br />
3) histórico de viagem a país endêmico ou com casos confirmados de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas ou;<br />
4) ter vínculo epidemiológico com pessoas com histórico de viagem a país endêmico ou país com casos confirmados de monkeypox, nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas.</p>
<p>Caso surja esses sintomas e ao se enquadrar nos vínculos definidos pelo órgão federal, a pessoa deve procurar uma Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência para atendimento, notificação e investigação do caso.</p>
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		<item>
		<title>Campanha alerta para ameaça de retorno da paralisia infantil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/campanha-alerta-para-ameaca-de-retorno-da-paralisia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[cenário preocupante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ressurgimento de casos onde doença estava erradicada preocupa</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou nessa segunda-feira (22) a campanha Paralisia Infantil &#8211; A Ameaça Está de Volta, para estimular a adesão à campanha de vacinação contra a poliomielite, que está sendo realizada desde o dia 8 deste mês pelo Ministério da Saúde. As ações serão realizadas nas redes sociais e junto a profissionais de saúde.</p>
<p>O Brasil tem registrado queda de coberturas vacinais desde 2015. No caso da poliomielite, a preocupação de pesquisadores é que o movimento de queda coincide com o ressurgimento de casos em locais em que a doença já estava erradicada, como Estados Unidos, Malawi e Israel. No Brasil, o último caso confirmado foi em 1989.</p>
<p>Estima-se que três em cada 10 bebês brasileiros nascidos em 2021 não tomaram as doses da vacina intramuscular contra a pólio, previstas para os 2, 4 e 6 meses de idade. A proteção contra a doença também requer doses em gotinhas aos 15 meses e aos 4 anos de idade, e, segundo o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações, somente 54% das crianças completaram o esquema vacinal no ano passado, enquanto a meta que deve ser atingida para garantir a imunidade coletiva é de 95% das crianças vacinadas.</p>
<p>Para melhorar esse cenário, começou em 8 de agosto a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação de 2022, e, no último sábado, foi realizado o Dia D de Mobilização.</p>
<p>O presidente da SBIm, Juarez Cunha, afirma que o mais importante é que as crianças que não foram vacinadas sejam levadas aos postos, mas que os pais daquelas que estão com a imunização em dia também podem levá-las para receber um reforço na proteção.</p>
<p>&#8220;A pólio não tem um tratamento específico. A única coisa que a gente tem como ferramenta de proteção são as vacinas, que são ferramentas extremamente seguras, eficazes e gratuitas&#8221;, destaca Juarez.</p>
<p>A infecção pelo poliovírus pode causar sequelas e levar à morte. Embora a maioria das pessoas que contrai o vírus não apresente sintomas, as infecções podem levar à paralisia irreversível em algum dos membros, sendo as pernas acometidas com maior frequência. Entre os pacientes que sofrem de poliomielite paralítica, 5% a 10% morrem por paralisia dos músculos respiratórios.</p>
<p>A campanha da SBIm pretende destacar a ameaça que a doença representa e contará com depoimentos de duas pessoas que vivem com sequelas da pólio. Peças informativas e vídeos com especialistas que serão divulgados nas redes sociais e sites da SBIm e de entidades apoiadoras, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Bio-Manguinhos/Fiocruz e as sociedades brasileiras de Pediatria (SBP), Infectologia (SBI) e Ortopedia e Traumatologia (SBOT).</p>
<p>&#8220;Um dos grandes problemas que levam a uma baixa adesão à vacinação é a falsa sensação de segurança em relação a doenças que as pessoas só não conhecem, ou nunca viram, porque foram vacinadas contra elas&#8221;, lembra Juarez Cunha.</p>
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		<item>
		<title>Governo decreta estado de atenção no ES por causa da falta de chuvas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/governo-decreta-estado-de-atencao-no-es-por-causa-da-falta-de-chuvas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 18:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cenário preocupante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estiagem dura vários meses e afeta produtores principalmente do sul do Estado</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Espírito Santo decretou estado de atenção por causa da longa estiagem que afeta municípios, sobretudo do sul do Estado. A falta de chuva e a baixa vazão dos rios que abastecem as cidades acendeu o alerta sobre a situação hídrica no Espírito Santo.</p>
<p>Segundo o diretor-presidente da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), Fábio Anhert, os impactos estão sendo sentidos principalmente na região Sul, nos setores da agricultura e pecuária.</p>
<p>Entre as cidades mais afetas pela falta de chuvas estão: Itapemirim, Marataízes e Anchieta. Em Marataízes a produção de abacaxi foi afetada e em Itapemirim os produtores de leite estão com dificuldades porque não tem pasto e alguns animais estão morrendo de fome.</p>
<p>Na manhã desta terça-feira (16), o Rio Itapemirim estava com às pedras à mostra porque a vazão atual de de 20 a 25 metros está abaixo da considerada normal que é de 40 a 50 metros cúbicos.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo declara estado de atenção sobre situação hídrica</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/espirito-santo-declara-estado-de-atencao-sobre-situacao-hidrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 10:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cenário preocupante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário foi estabelecido após acompanhamento e análise técnica do Comitê Estadual de Enfrentamento às Adversidades Climáticas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), fez nesta segunda-feira (15) recomendações a prefeituras, indústria e às empresas responsáveis pelo abastecimento de água para adotarem medidas de economia de água, visto que o estado entrou em período de estiagem. Uma resolução publicada declara Estado de Atenção sobre a situação hídrica no Espírito Santo.</p>
<p>O cenário foi estabelecido após acompanhamento e análise técnica do Comitê Estadual de Enfrentamento às Adversidades Climáticas, presidido pelo governador do Estado e composto por diversos órgãos do sistema ambiental e agrícola do Espírito Santo.</p>
<p>A decisão levou em consideração os dados hidrometeorológicos e agrícolas integrados no Alerta!ES, que apontam para a diminuição da vazão dos rios e do volume de chuvas do Estado. De acordo com o diretor-presidente da Agerh, Fábio Ahnert, essa condição é comum neste período do ano e a possibilidade de não ocorrência de chuvas em volumes suficientes demandam maior atenção do poder público, das companhias de abastecimento e dos usuários de água.</p>
<p>“Apesar de não haver risco de faltar água para as pessoas, os dados apontam para uma queda da disponibilidade hídrica que impacta mais fortemente o setor agrícola e o da pecuária, principalmente na região sul do Espírito Santo. O Estado de Atenção foi estabelecido para que haja maior vigilância e esforços de economia, principalmente agora, no auge do período seco, para que a gente previna situações mais graves de escassez”, explicou Ahnert.</p>
<p><strong>Confira as recomendações</strong><br />
A resolução que declara o estado de atenção para a situação hídrica no Espírito Santo recomenda uma série de medidas voltadas ao uso racional da água em vários segmentos.</p>
<p><strong>Companhias Públicas e Privadas de Saneamento e Serviços Autônomos Municipais de Água e Esgoto</strong><br />
Às empresas e organizações responsáveis pelo abastecimento urbano de água, são recomendadas medidas de incentivo à economia do consumo diário de água pela população, intervenções para redução do índice de perdas do sistema de distribuição, e a agilidade no atendimento às solicitações de reparos de vazamentos em suas redes.</p>
<p><strong>Prefeituras municipais</strong><br />
Às prefeituras dos 78 municípios do Espírito Santo são recomendadas ações que reduzam e responsabilizem atividades promotoras do desperdício de água, como lavagem de calçadas, fachadas, muros e veículos com o uso de mangueiras; a rega de gramados, jardins, vias públicas com água que não seja de reuso.</p>
<p><strong>Indústrias</strong><br />
Medidas de reuso, reaproveitamento e reciclagem de água em suas unidades são as recomendações para a redução do consumo em empreendimentos industriais.</p>
<p><strong>Agricultura</strong><br />
Aos usuários e empreendedores agrícolas, o Estado de Atenção demanda a adoção de manejo adequado para a irrigação de lavouras e a ampliação do uso<br />
racional da água.</p>
<p><strong>Órgãos Licenciadores</strong><br />
A recomendação aos órgãos responsáveis pelo licenciamento de atividades poluidoras, potencialmente poluidoras, degradadoras ou potencialmente degradadoras, é de que imponham aos empreendimentos a adoção de medidas para a ampliação do uso racional, do reuso e aproveitamento de águas residuais tratadas, da captação de águas de chuva e de ações de reflorestamento e conservação de água e solo. Recomenda ainda a desburocratização do licenciamento de atividades e intervenções emergenciais destinadas ao aumento da oferta hídrica.</p>
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		<item>
		<title>Número de casos de varíola do macaco sobe quase 50% em uma semana no Brasil e chega a 1.860</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/numero-de-casos-de-variola-do-macaco-sobe-quase-50-em-uma-semana-no-brasil-e-chega-a-1-860/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 10:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[cenário preocupante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo é o que mais tem casos (1.404), seguido do Rio de Janeiro (200) e Minas Gerais (75)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Números divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (5) mostram que o Brasil soma 1.860 casos confirmados de varíola do macaco (monkeypox), um aumento de 48% em relação ao registrado há uma semana.</p>
<p>O estado de São Paulo é o que mais tem casos (1.404), seguido do Rio de Janeiro (200) e Minas Gerais (75).</p>
<p>Outras unidades da federação que registraram pacientes infectados pelo vírus monkeypox são:</p>
<p>• Distrito Federal: 37<br />
• Goiás: 38<br />
• Paraná: 36<br />
• Rio Grande do Sul: 18<br />
• Bahia: 12<br />
• Pernambuco: 7<br />
• Santa Catarina: 7<br />
• Mato Grosso do Sul: 5<br />
• Rio Grande do Norte: 4<br />
• Ceará: 4<br />
• Amazonas: 3<br />
• Espírito Santo: 2<br />
• Tocantins: 1<br />
• Acre: 1<br />
• Pará: 1</p>
<p>Um monitoramento dos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos mostra que o número de casos confirmados já chega a 26.864 em 88 países.</p>
<p>Deste total, 26.519 ocorreram em 81 países onde a varíola do macaco não é endêmica.</p>
<p>Os Estados Unidos são o país com o maior número de casos (7.101). Na sequência, aparecem Espanha (4.577), Alemanha (2.839), Reino Unido (2.759) e França (2.239).</p>
<p>Na semana passada, após a primeira morte por monkeypox no país, o Ministério da Saúde ativou o COE (Centro de Operações de Emergência) para acompanhar o surto de varíola do macaco no país.</p>
<p>O governo anunciou a compra de 50 mil doses de vacinas que serão destinadas a pessoas que tiveram contato com casos confirmados e profissionais de saúde da linha de frente e de laboratórios.</p>
<p>O ministro Marcelo Queiroga acrescentou que o país também comprará doses do antiviral tecovirimat, que pode ser usado em indivíduos com risco de desenvolver doença grave.</p>
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		<item>
		<title>Chuvas em MG mantém barragens com risco 3 anos após tragédia em Brumadinho</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/chuvas-em-mg-mantem-barragens-com-risco-3-anos-ap0s-tragedia-em-brumadinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 22:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cenário preocupante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em algumas localidades, foram registrados mais de 200 milímetros em apenas dois dias As chuvas das primeiras semanas de 2022 em Minas Gerais têm colocado a mineração em alerta, ao mesmo tempo em que moradores de áreas próximas às minas e às barragens voltam a temer a repetição de tragédias como a de Brumadinho (MG). [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>Em algumas localidades, foram registrados mais de 200 milímetros em apenas dois dias</b></font></span></div>
<div><font size="3">As chuvas das primeiras semanas de 2022 em Minas Gerais têm colocado a mineração em alerta, ao mesmo tempo em que moradores de áreas próximas às minas e às barragens voltam a temer a repetição de tragédias como a de Brumadinho (MG). O episódio que tirou a vida de 270 pessoas completa exatos três anos nesta terça-feira (25).</font></div>
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<div><font size="3">De lá para cá, o setor e o poder público anunciaram medidas que prometiam trazer maior segurança à população. No entanto, um dossiê divulgado na semana passada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) mostra que o cenário atual segue oferecendo preocupações. Constatou-se que 18 das 31 estruturas de mineração em situação de emergência no estado precisam de medidas emergenciais.</font></div>
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<div><font size="3">O relatório é fruto de uma parceria com a Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), órgão ambiental vinculado ao governo mineiro. Foram reunidas informações como a pluviosidade média que incidiu em cada barragem, a existência ou não de plano para o período chuvoso, a avaliação da performance do sistema de drenagem, as referências a anomalias e patologias registradas, além de ações planejadas de manutenção e monitoramento.</font></div>
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<div><font size="3">O levantamento, considerado preventivo, foi anunciado como uma resposta aos últimos acontecimentos em meio às chuvas torrenciais. Em algumas localidades, foram registrados mais de 200 milímetros em apenas dois dias.</font></div>
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<div><font size="3">Segundo o MPMG, as mineradoras tiveram um prazo de cinco dias para apresentar documentos e prestar esclarecimentos. Expostas ao alto volume pluviométrico, as 18 estruturas precisarão de algum tipo de intervenção específica para prevenir novas intercorrências.</font></div>
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<div><font size="3">No dia 8 de janeiro, um dique da mina de Pau Branco, pertencente à mineradora francesa Vallourec, transbordou em Nova Lima (MG). Não houve ruptura da estrutura e nem mortes, mas a rodovia federal BR-040 foi atingida e ficou interditada por quase dois dias. A Vallourec recebeu do governo de Minas Gerais uma multa de R$ 288 milhões.</font></div>
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<div><font size="3">Um dia depois, o susto foi em Pará de Minas (MG). A população do entorno da represa da Usina Hidrelétrica do Carioca foi orientada a deixar suas casas às pressas diante do risco de rompimento, embora a estrutura da companhia têxtil Santanense não se seja uma barragem de mineração e sim de água.</font></div>
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<div><font size="3">Em Congonhas (MG), a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) justificou a suspensão dos trabalhos no domingo (9) pelo aumento do volume de chuva. Uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou há duas semanas o envio de fiscais da Defesa Civil para averiguar a situação, próxima à barragem Casa de Pedra.</font></div>
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<div><font size="3">A mineradora assegura que os deslizamentos são na área externa de barragem e que está trabalhando para conter o problema. A CSN também elevou, no dia 11 de janeiro, o alerta para a barragem B2 da Mina de Fernandinho, em Rio Acima (MG).</font></div>
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<div><font size="3">Já no dia 13 de janeiro, a Vale comunicou a alteração das condições de segurança em duas estruturas: a barragem Área IX, da Mina da Fábrica em Ouro Preto (MG), e o Dique Elefante, da Mina Água Limpa no Rio Piracicaba (MG).</font></div>
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<div><font size="3">&#8220;A companhia já iniciou estudos e ações corretivas em ambos os casos. Não há a ocupação permanente de pessoas nas zonas de autossalvamento correspondentes&#8221;, informou a mineradora na ocasião.</font></div>
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<div><font size="3">Diante da força das chuvas, as operações em diversas minas foram suspensas. O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as maiores empresas do setor, emitiu uma nota dizendo que o setor age com cautela diante dos fenômenos naturais e que as paralisações eram medidas temporárias de precaução para minimizar riscos.</font></div>
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<div><font size="3">&#8220;Se esta intensidade de chuvas perdurar por um curto período, o Ibram estima que não haverá reflexos na variação do preço dos minérios e na oferta. Todas as estruturas que compõem as empresas – como barragens de rejeitos – estão sendo monitoradas 24h ao dia e a qualquer sinal de anormalidade as autoridades são imediatamente comunicadas e medidas de emergência, como alertas, são tomadas imediatamente&#8221;, informou a entidade.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Projeto</b></font></div>
<div><font size="3">Para o engenheiro Marcos Massao Futai, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), vazamentos ou rompimentos podem indicar problemas de projeto. &#8220;Se ele for bem feito, com premissas bem estabelecidas, isso não era pra acontecer&#8221;, avalia.</font></div>
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<div><font size="3">Ele explica que uma fase dos estudos envolve o levantamento hidrológico. &#8220;Há um estudo estatístico que leva em conta o período de recorrência, que é uma premissa do projeto. Para barragens muito importantes, esse estudo é feito para uma chuva decamilenar. Ou seja, qual é a maior chuva que poderia acontecer em dez mil anos? Aquela barragem vai ser projetada para suportar isso&#8221;, diz.</font></div>
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<div><font size="3">Depois da tragédia de Brumadinho, o descomissionamento de barragens que utilizam o método de alteamento a montante se tornou obrigatório no país. A Lei Estadual 23.291/2019, que tornou a medida obrigatória, fixou um prazo de três anos, que se completará no próximo mês.</font></div>
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<div><font size="3">Em âmbito nacional, a Agência Nacional de Mineração (ANM) editou uma resolução com determinação similar mas estabeleceu outras datas: agosto de 2021 para estruturas inativas e agosto de 2023 para aquelas que ainda estavam em operação.</font></div>
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<div><font size="3">Em todo caso, nem o prazo mais alargado deve ser cumprido. Até agora, menos de 20% das estruturas alteadas a montante no estado tiveram seu processo concluído. Após a rompimento da sua barragem em Brumadinho, a Vale anunciou o descomissionamento de nove estruturas.</font></div>
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<div><font size="3">Com base nas determinações legais fixadas posteriormente, ela passou a listar 30. Apenas sete delas já estão com o processo concluído. A última, que teve a finalização anunciada em novembro do ano passado, foi o Dique 5, em Itabira (MG).</font></div>
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<div><font size="3">Diante dos riscos associados às barragens alteadas a montante, o descomissionamento muitas vezes passou a ser acompanhado por uma medida emergencial: a construção de muros de contenção, que atuariam como uma barreira para bloquear a passagem de uma onda de rejeitos. Essas obras costumam ser pactuadas entre mineradora e poder público nos casos mais críticos, quando há alto risco de rompimento.</font></div>
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<div><font size="3">Em meio ao alto volume pluviométrico, no entanto, consequências indesejadas foram relatadas por moradores da comunidade de Macacos, em Nova Lima, onde foi erguida uma dessas estruturas com cerca de 40 metros de altura para frear o impacto de uma eventual ruptura na barragem B3/B4. Mas com a retenção de água da chuva, ocorreu um alagamento nos acessos ao local e a população ficou ilhada.</font></div>
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<div><font size="3">Por meio de nota, a Vale afirma que o muro foi projetado para permitir a passagem do fluxo da água a partir de seu vertedouro e suas comportas. &#8220;Entretanto, devido ao elevado volume de chuvas – superior a 520 mm desde o início deste ano e acima da capacidade da estrutura –, a contenção acabou contribuindo para alagamentos nas vias próximas à estrutura. Com a melhora da situação climática e gradual liberação dos acessos nas áreas afetadas, as equipes técnicas da Vale já se mobilizam para executar uma avaliação aprofundada e identificar melhorias necessárias na estrutura&#8221;, garante a mineradora.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Futuro</b></font></div>
<div><font size="3">Um movimento que vem ocorrendo no Brasil é a adoção de métodos do empilhamento à seco, conhecido também pela expressão em inglês dry stacking: a água filtrada é reutilizada no processo produtivo enquanto o rejeito é disposto em pilhas, dispensando assim o uso das barragens.</font></div>
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<div><font size="3">Essa alternativa, embora seja mais custosa, tem se tornado atraente em meio às mudanças na legislação ambiental brasileira. Muitas das grandes mineradoras que atuam no país têm caminhado nessa direção.</font></div>
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<div><font size="3">A Vale, por exemplo, iniciou em 2011 um projeto piloto em Vargem Grande (MG) e estima alcançar uma investimento de R$ 1,5 bilhão na implantação desta tecnologia em outras minas no período entre 2020 e 2023.</font></div>
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<div><font size="3">No mês passado, a Usiminas anunciou a inauguração de um sistema dry stracking em Itatiaiuçu (MG). &#8220;A nova planta permitirá à empresa encerrar o ciclo de uso das barragens para a disposição dos rejeitos gerados no processo de beneficiamento de minério&#8221;, assegura a mineradora, que aponta ainda outra vantagem do sistema: a recirculação da água reduz a necessidade de captação em rios ou poços.</font></div>
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<div><font size="3">Apesar do otimismo publicamente manifestado pelas mineradoras, o episódio ocorrido na mina de Pau Branco levanta o alerta. A Vallourec utiliza o sistema de disposição a seco no local. O transbordamento ocorreu no dique que capta a água da chuva que passa pela pilha de rejeitos. O nível da água se elevou porque parte do material empilhado escorregou para o reservatório.</font></div>
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<div><font size="3">&#8220;São coisas para se estudar. Essas pilhas estão começando a ser construídas e vão atingir alturas consideráveis. Mas deve demorar algumas décadas para chegarmos nesse cenário&#8221;, diz Marcos Massao Futai.</font></div>
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<div><font size="3">Ele alerta que é preciso aprofundar os conhecimentos para evitar novos problemas. &#8220;Em alguns países de clima mais árido, esse sistema funciona bem. Em locais onde chove pouco, não se vê muito problema. No nosso caso, com o passar do tempo, pode-se criar nível freático dentro dessas montanhas artificias de rejeito&#8221;, pontua.</font></div>
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<div><font size="3">Para o engenheiro, o caminho é melhorar a tecnologia constantemente e encontrar formas mais seguras de depositar o rejeito. &#8220;Independente do método, ele precisa ser bem projetado, bem construído, bem monitorado e ser preparado para um dia fechar. Chega um momento que não é possível mais por material. E aí é possível devolver para a sociedade de forma que sejam áreas reutilizáveis. É possível prever por exemplo que, depois do empilhamento, seja construído um parque com revegetação. Envolve um esforço amplo, não só da engenharia&#8221;.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Barragens em emergência</b></font></div>
<div><font size="3">Das 31 barragens em situação de emergência no estado, uma pertence à ArcelorMittal e uma à CSN. As outras 29 são de responsabilidade de Vale, inclusive as três que se encontram atualmente no nível de emergência 3, que significa risco iminente de ruptura: a B3/B4 em Nova Lima, a Sul Superior em Barão de Cocais (MG) e a Forquilha III em Ouro Preto.</font></div>
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<div><font size="3">Essa lista cresceu após um pente-fino impulsionado por órgãos de controle em resposta à tragédia de Brumadinho. Diversas barragens perderam suas declarações de estabilidade, o que exige sua paralisação e o acionamento automático do nível 1 de emergência.</font></div>
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<div><font size="3">Nos casos em que a gravidade da estrutura atinge nível de emergência 2 ou 3, é obrigatória a evacuação de todo o perímetro que seria alagado em caso de um rompimento.</font></div>
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<div><font size="3">A retirada de milhares de moradores de suas casas, em diversas cidades mineiras, foi uma realidade durante os meses que se seguiram após o rompimento da barragem de Brumadinho.</font></div>
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<div><font size="3">No ano passado, ainda houve ocorrências pontuais. Os atingidos, na maioria dos casos, costumam ser levados para imóveis alugados pela mineradora responsável. A reparação dos danos causados a essas populações vêm sendo discutida em diversas ações judiciais.</font></div>
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<div><font size="3">A Vale já chegou a ter quatro barragens no nível de emergência 3 e seis no nível de emergência 2. Por outro lado, é frequente a entrada de barragens na lista daquelas que demandam atenção.</font></div>
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<div><font size="3">Em abril do ano passado, por exemplo, o MPMG foi à Justiça para cobrar inspeções e pedir a paralisação das operações em 14 barragens da Vale que eram consideradas fantasma.</font></div>
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<div><font size="3">Elas haviam sido cadastradas pela mineradora em 2020 e até então não eram conhecidas dos órgãos competentes. Três dessas tiveram acionamento do nível de emergência 1, diante da falta de informações sobre as condições de estabilidade.</font></div>
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