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	<title>casos - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>casos - Em Dia ES</title>
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		<title>Espírito Santo registra menor número de homicídios em 30 anos no acumulado até maio</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/espirito-santo-registra-menor-numero-de-homicidios-em-30-anos-no-acumulado-ate-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Estado Presente]]></category>
		<category><![CDATA[Homicídios]]></category>
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		<category><![CDATA[série histórica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 321 casos nos primeiros cinco meses de 2026, Estado alcança melhor marca da série histórica</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo alcançou mais um marco histórico na área da segurança pública. Entre janeiro e maio de 2026, foram registrados 321 homicídios em todo o Estado, uma redução de 3,3% em relação ao mesmo período de 2025, quando ocorreram 332 assassinatos. O resultado representa o menor número de homicídios da série histórica iniciada em 1996 para os cinco primeiros meses do ano.</p>
<p>Somente no mês de maio, foram contabilizados 64 homicídios, repetindo o melhor resultado já registrado para o período desde o início da série histórica e igualando a marca alcançada em maio de 2025. Dos 78 municípios capixabas, 57 não registraram nenhum homicídio durante o mês, o equivalente a mais de 73% das cidades do Espírito Santo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Segurança pública é uma obra permanente e exige trabalho todos os dias. Estamos fazendo investimentos robustos em tecnologia, equipamentos, inteligência e valorização dos nossos profissionais para que o Espírito Santo seja cada vez mais seguro. Maio voltou a registrar o melhor resultado da série histórica e isso mostra que estamos no caminho certo. Vamos seguir trabalhando com firmeza para proteger a população capixaba e reduzir cada vez mais os índices de violência”</strong>, afirmou o governador Ricardo Ferraço.</p>
</blockquote>
<p>Ao analisar os dados por região, destaca-se a Região Sul, que acumula redução de 40% nos homicídios. Foram registrados 18 casos entre janeiro e maio deste ano, contra 30 no mesmo período de 2025. Em seguida aparece a Região Noroeste, com queda de 15,1%, passando de 53 para 45 homicídios.</p>
<p>A Região Norte apresentou redução de 1,3% em relação ao ano passado, enquanto a Região Metropolitana registrou aumento de 1,3%. Já a Região Serrana segue como ponto de atenção, com oito homicídios a mais no acumulado do ano.</p>
<p>Os resultados refletem a continuidade das ações do Programa Estado Presente em Defesa da Vida, que reúne estratégias integradas de prevenção, repressão qualificada e fortalecimento das forças de segurança. A partir da análise permanente dos indicadores e das características de cada região, são planejadas ações específicas para o enfrentamento da criminalidade violenta.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Este é um trabalho diário, consistente e de longo prazo. Sob a liderança do governador Ricardo Ferraço, direcionamos nossos esforços para onde eles são mais necessários, com inteligência, tecnologia e investigação. É assim que estamos construindo um Espírito Santo mais seguro a cada dia”</strong>, destacou o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Leonardo Damasceno.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Vacina da gripe não causa a doença e salva vidas, alerta Ministério da Saúde</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/vacina-da-gripe-nao-causa-a-doenca-e-salva-vidas-alerta-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe]]></category>
		<category><![CDATA[imunizante]]></category>
		<category><![CDATA[MINISTÉRIO]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Saúde rebate informações falsas nas redes sociais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde alertou nesta quarta-feira (1º) que mensagens que circulam nas redes sociais voltaram a espalhar desinformação sobre vacinas. O alvo da vez, segundo a pasta, é a vacina contra a gripe.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”</strong>, rebateu o ministério em nota.</p>
</blockquote>
<p>A pasta destacou que a vacina contra a gripe produzida no Brasil pelo Instituto Butantan apresenta eficácia comprovada na prevenção de hospitalizações e mortes, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas e pessoas com 60 anos de idade ou mais.</p>
<p>A dose contra a gripe disponível via Sistema Único de Saúde (SUS) é a Influenza trivalente, indicada para prevenir quadros clínicos graves, complicações, internações e óbitos causados pelo vírus.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O imunizante é recomendado pelo Ministério da Saúde, pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue as orientações internacionais. Tanto a OMS quanto a agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), recomendam o uso de vacinas trivalentes”</strong>, reforçou o ministério.</p>
</blockquote>
<p><strong>Boatos</strong><br />
No comunicado, a pasta ressaltou que a vacina da gripe é produzida com vírus inativados, fragmentados e purificados, não sendo capaz de provocar a doença em quem é imunizado.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Logo, é falso afirmar que a vacina causa gripe mais forte ou aumenta o risco de infecção”</strong>, afirma.</p>
</blockquote>
<p>Um dos fatores que contribuem para a confusão, segundo o ministério, é o fato de que o vírus influenza circula com mais intensidade no outono e no inverno, período em que também aumentam os casos de outras viroses respiratórias, como parainfluenza, covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Pessoas vacinadas podem ser infectadas por outros vírus respiratórios no mesmo período e apresentar sintomas semelhantes aos da gripe, o que pode gerar a falsa impressão de que a vacina não funcionou”</strong>, esclarece a pasta.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Na prática, a imunização reduz a chance de desenvolver sintomas graves e diminui significativamente o risco de internações e morte”</strong>, alerta o ministério.</p>
</blockquote>
<p><strong>Vacinação</strong><br />
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no sábado (28) e segue até o dia 30 de maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste.</p>
<p>Podem receber a dose grupos prioritários que incluem idosos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, forças de segurança, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo, entre outros públicos classificados mais vulneráveis.</p>
<p>Balanço recente divulgado pelo ministério indica que, desde o início da mobilização, mais de 2,3 milhões de doses foram distribuídas no país.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“A vacinação anual é fundamental porque a composição da vacina é atualizada a cada ano, conforme orientações da OMS, para acompanhar as cepas mais prevalentes”</strong>, explica o ministério.</p>
</blockquote>
<p><strong>Reforço</strong><br />
A pasta informou ainda que reforçou a vigilância da Influenza A (H3N2), especialmente do subclado K, que vem sendo frequentemente registrada em países da América do Norte, como Estados Unidos e Canadá.</p>
<p>No Brasil, até o momento, foram identificados apenas quatro casos do subclado K. As análises foram conduzidas por laboratórios de referência nacional, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Adolfo Lutz, seguindo protocolos rigorosos de vigilância.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“A vigilância da Influenza inclui monitoramento contínuo de casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG), diagnóstico precoce, investigação de eventos incomuns e fortalecimento do acesso à vacinação e a antivirais”</strong>, destacou o ministério.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A vacina contra a gripe não aumenta o risco da doença, ela salva vidas. Aderir à imunização é a forma mais eficaz de proteger a si mesmo e aos mais vulneráveis, reduzindo internações e evitando mortes”</strong>, garante o ministério.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Não espalhe desinformação. Confira sempre em sites de fontes oficiais, como do Ministérios da Saúde e da OMS, antes de repassar fake news”</strong>, alerta a pasta.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Iema: Saiba como agir ao encontrar animais silvestres em áreas públicas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/iema-saiba-como-agir-ao-encontrar-animais-silvestres-em-areas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Iema]]></category>
		<category><![CDATA[medidas]]></category>
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		<category><![CDATA[população]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximação excessiva para fotos ou alimentação pode causar estresse nos animais e gerar reações defensivas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) orienta a população a não interagir com animais silvestres encontrados em áreas de acesso público, como praias, praças, Unidades de Conservação, parques e zonas urbanas. Mesmo quando aparentam estar calmos ou habituados à presença humana, esses animais não devem ser tratados como domésticos.</p>
<p>A aproximação excessiva, o toque, a tentativa de alimentar, oferecer água ou até mesmo o registro de imagens muito próximas podem causar estresse, alterar o comportamento natural da fauna e apresentar perigo tanto para os animais quanto para os indivíduos, devido a reações defensivas como mordidas e arranhões. A recomendação é manter distância segura, evitar aglomerações e permitir que o animal tenha uma rota livre para se afastar espontaneamente.</p>
<p>Nos casos em que o animal esteja ferido, debilitado ou em situação de risco, a orientação é acionar imediatamente os órgãos ambientais competentes, como o Ibama ou a Polícia Militar Ambiental e o próprio Iema. Como medida de segurança, o cidadão deve permanecer em local protegido; se estiver em veículo, deve acionar as luzes de advertência (pisca-alerta) e fornecer a localização da ocorrência. Qualquer tentativa de manejo por conta própria deve ser evitada, pois pode agravar a situação e colocar a população em perigo.</p>
<p>Além dos riscos à segurança, a interação inadequada com animais silvestres pode caracterizar molestamento, o que é passível de sanções administrativas, conforme a legislação ambiental vigente. Espécies como a capivara, que têm sido registradas com mais frequência em áreas urbanas e praias, são animais silvestres protegidos por lei, podem transmitir zoonoses e apresentar comportamento defensivo quando se sentem ameaçadas.</p>
<p>Para o coordenador de Fauna do Iema, Cosme Damião Valim Carvalho, mesmo atitudes que parecem inofensivas podem trazer consequências. <strong>“O simples fato de cercar um animal silvestre para fotos ou interação já caracteriza uma interferência no comportamento natural, podendo resultar em situações de risco e configurar infração ambiental”</strong>, destaca.</p>
<p>O Iema reforça que a convivência segura entre pessoas e fauna silvestre depende do respeito aos limites naturais dos animais. Observar a distância é a melhor forma de proteger a população, preservar a vida silvestre e evitar acidentes, conflitos e impactos negativos ao equilíbrio ambiental.</p>
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		<item>
		<title>Janeiro Verde alerta para prevenção do câncer do colo do útero no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/janeiro-verde-alerta-para-prevencao-do-cancer-do-colo-do-utero-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 19:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[colo de útero]]></category>
		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado registra a maior taxa de mortalidade da região Sudeste e reforça a importância do diagnóstico precoce</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de janeiro é destinado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer do colo do útero. Conhecido como Janeiro Verde, esse é um dos períodos que visam fortalecer os cuidados necessários ao longo da vida da mulher.</p>
<p>A doença, que é considerada uma das neoplasias de maior impacto na saúde feminina, pode ser evitada quase em sua totalidade por meio da vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) e do acompanhamento regular com exames preventivos.</p>
<p>No Espírito Santo, o câncer de colo de útero tem uma estimativa de 260 novos casos/ano, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Além disso, tem a maior taxa de mortalidade da região Sudeste, com uma média de 5,12 óbitos em 100 mil habitantes, sendo a taxa do Brasil de 4,51.</p>
<p>Para a referência técnica da Saúde da Mulher da Secretaria da Saúde (Sesa), Christiani Pontara Faé, o cuidado com a saúde da mulher deve acontecer ao longo de toda a vida, começando na adolescência e se intensificando na fase adulta, principalmente entre os 25 a 64 anos.<strong> “O câncer do colo do útero é um dos mais preveníveis, quando a prevenção e o cuidado acontecem no tempo certo. Então, o Janeiro Verde é um período fundamental para reforçar a importância da vacinação contra o HPV, da realização regular do exame preventivo (Papanicolau) e do cuidado contínuo com a saúde das mulheres ao longo de toda a vida”</strong>, enfatizou.</p>
<p>Em 2024, foram registrados no Espírito Santo 527 casos de câncer de colo do útero, em mulheres de até 80 anos. Em 2025, foram 142 novos diagnósticos, uma redução de 73% quando comparado com 2024. Quanto aos dados de óbitos, foram registrados no Estado em 2024, 197 mortes por câncer de colo do útero, sendo 45 (22,8%) em mulheres de 60 a 69 anos. Já em 2025, foram registrados 146 óbitos em decorrência do câncer. A fonte dos dados é o Painel de Oncologia, que apresenta os dados dos casos de câncer tratados no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Atualmente, os municípios da região Sul do Estado contam com a implantação de uma nova tecnologia que auxilia na detecção da carga viral do Papilomavírus Humano (HPV), que está associado ao desenvolvimento da quase totalidade dos cânceres de colo de útero. O processo acontece por meio de testes moleculares para a detecção de HPV oncogênico pelo exame PCR. Diferentemente do citopatológico tradicional (Papanicolau), o teste molecular permite identificar a presença do vírus com maior sensibilidade e em estágios muito precoces, possibilitando um tratamento mais ágil e eficaz.</p>
<p>Além dessa tecnologia, a população feminina pode contar com o exame tradicional Papanicolau, disponível em todos os municípios capixabas, que visa à identificação de lesões precursoras do CCU tratáveis, fornecendo vias para evitar o desenvolvimento do câncer cervical. Esses serviços estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).</p>
<p><strong>Cobertura Vacinal </strong><br />
De acordo com dados do Painel de Monitoramento da Vacinação contra o HPV do Ministério da Saúde, em 2025, o Espírito Santo apresentou uma cobertura vacinal de 99,77% em meninas, superando a meta nacional, que é de 90%. Em 2024, o Espírito Santo apresentou a cobertura vacinal de HPV em meninas de 98,88%.</p>
<p>No País, a vacina HPV é fornecida pelo Instituto Butantan e compõe o Calendário de Vacinação das Crianças e Adolescentes. Ela é destinada ao grupo de 09 a 14 anos e protege contra o HPV de baixo risco tipos 6 e 11, que causam verrugas anogenitais, e de alto risco tipos 16 e 18, que causam câncer de colo uterino, de pênis, anal e oral.</p>
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		<item>
		<title>Banhistas voltam a sofrer ataques de piranhas em lagoas de Linhares</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/banhistas-voltam-a-sofrer-ataques-de-piranhas-em-lagoas-de-linhares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 14:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[peixes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos acontecem entre o Natal e Ano Novo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Linhares, no Norte do Espírito Santo, voltou a registrar ataques de piranhas contra banhistas em lagoas do município. A ocorrência mais recente aconteceu na Lagoa Nova, onde os animais fizeram vítimas entre o Natal e o Ano Novo.</p>
<p>Diversas pessoas relataram ter sido mordidas. Segundo os relatos, os ataques ocorreram em trechos onde a água chegava entre a cintura e o peito.</p>
<p>Um biólogo consultado por nossa reportagem informou que os banhistas precisam ficar atentos, pois este é o período de reprodução da espécie, que vai até fevereiro.</p>
<p>A recomendação é que as pessoas evitem entrar na água com alimentos ou deixar restos no local, já que isso atrai os peixes e os faz retornar com frequência.</p>
<p>A Secretaria de Meio Ambiente monitora os casos e confirmou a presença das piranhas no local. Para reduzir riscos e evitar a aproximação do animal, a área de banho será delimitada e os banhistas receberão orientações no local.</p>
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		<item>
		<title>Casos de osteoporose devem disparar até 2050, inclusive no Brasil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/casos-de-osteoporose-devem-disparar-ate-2050-inclusive-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 15:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Fatores]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
		<category><![CDATA[sinais de alerta]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeções apontam aumento expressivo das fraturas por fragilidade em pessoas com mais de 50 anos; especialistas reforçam que prevenção começa ainda na infância</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Principal causa de fraturas após os 50 anos, a osteoporose deve avançar de forma significativa nas próximas décadas, impulsionada pelo envelhecimento populacional, por hábitos de vida inadequados e pelo maior número de diagnósticos. A Fundação Internacional de Osteoporose (IOF, na sigla em inglês) estima que uma em cada três mulheres e um a cada cinco homens acima dos 50 anos sofrerão fraturas relacionadas à doença. Até 2050, a projeção é de que os casos aumentem 54% entre pessoas com mais de 50 anos e 32% entre aquelas acima dos 70.</p>
<p>A tendência de crescimento também é observada no Brasil. “A estimativa é de que cerca de 10 milhões de brasileiros convivam com a osteoporose. Esse número tende a crescer, acompanhando o rápido envelhecimento da população”, analisa a reumatologista Vera Lucia Szejnfeld, membro da Comissão de Doenças Osteometabólicas e Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). <strong>“Hoje, o país já tem mais de 33 milhões de pessoas com 60 anos ou mais e as projeções indicam que, até 2030, esse grupo ultrapassará 40 milhões.”</strong></p>
<p>Essa curva ascendente não se explica apenas pelo envelhecimento populacional, mas também pela melhoria no diagnóstico. O aumento da conscientização sobre a doença e da educação médica continuada tem permitido identificar casos antes despercebidos.</p>
<p>Fatores associados ao estilo de vida — como sedentarismo, deficiência de cálcio e vitamina D e maior prevalência de doenças crônicas — também influenciam. <strong>“O relatório da IOF aponta que, no Brasil, ocorrem cerca de 400 mil fraturas por fragilidade a cada ano, e que, se nada mudar, esse número pode aumentar em até 60% até 2030. Ou seja, a osteoporose e suas complicações já representam um grande desafio de saúde pública, exigindo cada vez mais atenção a prevenção, diagnóstico e tratamento”</strong>, observa Szejnfeld.</p>
<p><strong>Cuidados desde a infância</strong><br />
Embora seja silenciosa nas fases iniciais, a doença só costuma dar sinais quando já está avançada, muitas vezes após fraturas provocadas por esforços mínimos — desde pequenas quedas até movimentos banais, como um espirro. Mas os cuidados devem começar muito antes, ainda na infância.</p>
<p>Até os 30 anos de idade, o organismo está em sua fase mais intensa de formação óssea, acumulando minerais e construindo o chamado “banco de ossos”, que servirá de reserva para toda a vida adulta. A partir desse período, inicia-se um declínio natural da massa óssea.</p>
<p>Nas mulheres, essa perda se acelera de maneira acentuada após a menopausa, quando a queda dos hormônios femininos aumenta a atividade das células responsáveis pela reabsorção dos ossos (osteoclastos), enquanto as células que produzem tecido ósseo novo (osteoblastos) não conseguem compensar o ritmo acelerado de desgaste.<strong> “Sem reposição hormonal, estima-se que até 25% das mulheres podem apresentar perda significativa de densidade óssea, e em até 10 anos podem perder cerca de 30% desse material, o que eleva muito o risco de fraturas”</strong>, destaca Szejnfeld.</p>
<p>A genética também tem um peso importante: cerca de 80% do pico de massa óssea é herdado. Mas os outros 20% dependem diretamente do estilo de vida.<strong> “Ao longo da vida é importante praticar atividades físicas regulares, especialmente as de força e que levam a impacto, como musculação e caminhada, além de tomar sol, ter uma alimentação rica em cálcio e vitamina D conforme a idade”</strong>, orienta o ortopedista Sandro Reginaldo, coordenador da Ortopedia do Einstein Hospital Israelita em Goiânia.</p>
<p>Evitar fatores de risco também é essencial, o que inclui não fumar, não beber álcool em excesso e não consumir com frequência medicações que aceleram a perda óssea, como corticoides, sem orientação médica.</p>
<p>Além dos cuidados preventivos, exames são fundamentais para identificar a condição precocemente. A densitometria óssea e o FRAX, ferramenta que calcula o risco de fraturas por osteoporose, ajudam a direcionar o tratamento, especialmente quando surgem sinais de alerta, como perda acelerada de estatura e alterações posturais. <strong>“No que diz respeito ao tratamento, a escolha do medicamento deve ser considerada conforme histórico de fraturas, resultado de exames, comorbidades, risco cardiovascular, além dos custos”</strong>, destaca Reginaldo.</p>
<p>Pacientes com osteoporose sem fraturas ou com osteopenia (fase inicial de perda óssea, que já eleva o risco de lesões) normalmente recebem medicamentos que reduzem a reabsorção óssea e evitam fraturas futuras. Mas, quando elas ocorrem (as mais comuns são em punhos, vértebras e fêmur), colocam o paciente em uma categoria de alto risco.</p>
<p>Nesses casos, o tratamento inclui remédios anabólicos, que estimulam a formação de tecido ósseo novo. Eles funcionam como uma espécie de “fundação” para reforçar a estrutura do esqueleto antes de iniciar terapias destinadas à manutenção da massa óssea. <strong>“No Brasil, estimativas recentes apontam centenas de milhares de fraturas por fragilidade e uma quantidade elevada de subtratamento, o que é um grande risco e um ponto que precisa de muita atenção”</strong>, alerta o ortopedista Adriano Passaglia Esperidião, também do Einstein Goiânia.</p>
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		<title>Sesa reforça cuidados essenciais para garantir um verão e férias com saúde</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/sesa-reforca-cuidados-essenciais-para-garantir-um-verao-e-ferias-com-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 13:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Reforço]]></category>
		<category><![CDATA[Sesa]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Secretaria da Saúde do ES alerta para o aumento de casos de desidratação e doenças transmitidas por mosquitos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do verão, em 21 de dezembro, e o período de férias escolares, a Secretaria da Saúde (Sesa) reforça a importância de manter alguns cuidados essenciais para preservar a saúde durante a estação mais quente do ano.</p>
<p>Queimaduras na pele, desidratação e intoxicação alimentar estão entre as ocorrências mais comuns nesta época do ano e que podem afetar o bom funcionamento do corpo. Também é preciso ficar atento às arboviroses, já que o calor associado às chuvas formam as condições ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.</p>
<p>Em relação ao cuidado com a alimentação, é importante manter uma dieta equilibrada, priorizando alimentos naturais ou minimamente processados. A referência técnica de Promoção da Saúde da Atenção Primária da Sesa, Raiany Boldrini Christe Jalles, explica que comer fora de casa exige atenção à higiene do local e à conservação dos alimentos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Alimentos crus ou malcozidos como carnes, ovos e frutos do mar, podem aumentar o risco de contaminação por salmonela, por exemplo. Por isso é importante estar sempre atendo às condições do alimento e do local onde foi preparado para evitar uma intoxicação alimentar”</strong>, afirma Raiany Boldrini.</p>
</blockquote>
<p>Os principais sintomas de intoxicação alimentar incluem diarreia, vômito e dores abdominais. A profissional pontua que preparar as próprias refeições, para ter maior controle sobre os ingredientes e a higiene dos alimentos, pode ser uma boa estratégia para evitar intoxicações.</p>
<p>Além do cuidado com os alimentos, ingerir bastante líquido durante o dia, principalmente água, também é fundamental para o bom funcionamento do corpo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O consumo exagerado de bebidas alcoólicas estimula os rins a produzirem mais urina, resultando em maior perda de líquidos e eletrólitos pelo organismo, o que pode levar a desidratação rapidamente, especialmente no calor. Também é importante evitar sucos industrializados, café, chás, bebidas alcoólicas e refrigerantes, e dar preferência para sucos naturais ou mesmo o consumo de frutas ricas em água como melão, melancia, mamão, laranja, kiwi, abacaxi, entre outras”</strong>, ressaltou Raiany Boldrini.</p>
</blockquote>
<p><strong>Cuidados com a pele: atenção redobrada à exposição solar</strong><br />
Com a chegada dos dias mais quentes, os cuidados com a pele precisam ser reforçados. A exposição excessiva ao sol pode causar diferentes tipos de queimaduras e trazer riscos à saúde a curto e a longo prazo.</p>
<p>Há três graus de queimadura solar. A queimadura de primeiro grau é a mais comum, caracterizada pela pele avermelhada e ardida. Na de segundo grau ocorrem bolhas dolorosas, inchaço e descamação intensa. A forma mais grave de queimadura, a de terceiro grau, ocorre quando há destruição de todas as camadas da pele.</p>
<p>Em caso de queimadura de primeiro grau, a orientação é tomar banho frio, usar hidratante em todo o corpo, permanecer em ambiente fresco e ventilado e ingerir bastante líquido. Já nas queimaduras de segundo grau, é fundamental lavar a área afetada e não romper as bolhas, pois a pele intacta auxilia no processo de cicatrização.</p>
<p>A médica dermatologista do Centro Regional de Especialidades (CRE) Metropolitano, Renata da Penha Nascimento Módolo, explica que muitos casos de queimadura ocorrem por descuido. <strong>“Geralmente a pessoa sai de casa e esquece de passar o protetor solar”</strong>, alerta a médica. A orientação é utilizar filtro solar com FPS 50, aplicado antes de sair de casa e reaplicado ao longo do dia, especialmente após suar, entrar na água ou praticar atividades ao ar livre, inclusive em dias nublados.</p>
<p>Além do protetor, é recomendado o uso de roupas com proteção UV, óculos escuros, chapéu e a preferência por locais com sombra, como barracas, sombrinhas ou árvores. Outro ponto de atenção é o horário de exposição ao sol, ideal antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas.</p>
<p>A dermatologista reforça ainda que o câncer de pele é o tipo mais frequente no país e surge, principalmente, pela falta de proteção contra a radiação ultravioleta ao longo dos anos. Entre os sinais de alerta estão lesões que formam crostas, sangram, não cicatrizam ou persistem por muito tempo. Nesses casos, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) assim que o sintoma for percebido.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Vivemos em um país tropical e o uso do protetor solar deve fazer parte da rotina diária, pelo menos duas vezes ao dia. É importante evitar modismos da internet e críticas sem embasamento científico. O filtro solar previne câncer de pele, manchas, rugas e o envelhecimento precoce”</strong>, alertou Renata da Penha Módolo.</p>
</blockquote>
<p>Os cuidados devem ser redobrados com crianças, bebês e idosos, que têm pele mais sensível e desidratam com mais facilidade. A pele dos lactentes é mais sensível, e o mais indicado nessa fase é o uso de filtro solar 100% mineral (ou físico), além de roupas adequadas, hidratação frequente e proteção constante contra o sol.</p>
<p><strong>Arboviroses: Cuidado com o Aedes aegypti e o Maruim</strong><br />
A Sesa alerta a população sobre os cuidados com a prevenção e proliferação das arboviroses, como dengue, chikungunya, Zika e Oropouche, durante o período de verão e férias, em especial para aqueles que planejam viajar para áreas de maior incidência dessas doenças, ou acampar e visitar locais com risco elevado da presença dos vetores das arboviroses.</p>
<p>O aumento das temperaturas e a ocorrência de chuvas rápidas na estação acendem o alerta para o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.</p>
<p>Segundo o subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso, essas condições climáticas exigem mais atenção da população. <strong>“O calor e as chuvas favorecem diretamente a multiplicação do Aedes aegypti. O ciclo de vida do mosquito, que em condições normais dura cerca de dez dias, pode ser reduzido para até sete dias nesse período. Essa aceleração do ciclo aumenta o risco de transmissão das doenças, especialmente em locais com água parada”</strong>, explica.</p>
<p>É essencial reforçar os cuidados ao escolher locais para acampamentos ou passeio com alta infestação de “maruim”. Evitar exposição, principalmente nos horários da manhã e à tarde, quando esses vetores tem maior predisposição para picar as pessoas, utilizar mosquiteiros, adotar o uso de repelentes e roupas compridas que podem ajudar a diminuir as picadas, manter o ambiente sempre limpo e arejado, são medidas importantes a serem adotadas.</p>
<p>Medidas simples, como eliminar recipientes que acumulam água, manter caixas d’água bem vedadas e limpar calhas e ralos, são fundamentais para interromper a reprodução do mosquito e proteger a saúde das famílias durante o verão.</p>
<p>Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, manchas avermelhadas na pele, dor de cabeça ou outros sinais sugestivos de arboviroses, as pessoas devem buscar atendimento médico o quanto antes, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) mais próximas, onde é possível realizar exames e obter o tratamento adequado.</p>
<p>Ao suspeitar de sintomas semelhantes as arboviroses, o cidadão deve iniciar a hidratação imediatamente. A hidratação adequada salva vidas.</p>
<p><strong>Vacinação</strong><br />
A vacinação também merece uma atenção especial para manter a boa saúde no verão, especialmente para quem pretende viajar durante as férias. A referência técnica do Programa Estadual de Imunizações (PEI), Danielle Grillo, ressalta que no Espírito Santo todas as vacinas estão disponíveis durante o ano inteiro.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Antes das férias, é importante verificar a caderneta de vacinação de toda a família. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Espírito Santo estão preparadas para orientar, avaliar o histórico e atualizar as doses conforme idade e destino da viagem. Vacinar é um ato de proteção individual e coletiva, garantindo férias mais seguras e tranquilas”</strong>, informa Danielle Grillo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Vacinas que devem estar em dia para a chegada do verão:</strong></p>
<p><strong>&#8211; Febre Amarela:</strong> indispensável para quem vai para áreas rurais, de mata ou regiões com recomendação. Essencial para evitar casos graves e surtos da doença, já registrados historicamente no Estado.</p>
<p><strong>&#8211; Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola):</strong> importante para quem vai viajar para áreas de risco ou se expor em locais com aglomerações. Crianças a partir de 15 meses, Adolescentes e adultos até 29 anos devem ter duas doses registradas, já adultos de 30 a 59 anos devem ter 1 dose e, caso negativo, colocar as doses em dia.</p>
<p><strong>&#8211; Hepatite A:</strong> a vacinação para essa doença é importante principalmente para crianças. A transmissão é mais comum no verão por conta de água e alimentos contaminados.</p>
<p><strong>&#8211; Rotavírus:</strong> fundamental para crianças, pois as gastroenterites são frequentes no calor. Manter o esquema em dia previne diarreia grave e desidratação.</p>
<p><strong>&#8211; Pentavalente, DTP, dTpa e dT:</strong> indicadas como proteção principalmente contra coqueluche, difteria e tétano, e que devem estar em dia nesse período do ano devido ao risco de ferimentos nas férias, especialmente em praias e áreas rurais. O reforço da vacina contra o tétano a cada 10 anos é essencial.</p>
<p><strong>&#8211; COVID-19 e Influenza:</strong> esses vírus continuam circulando mesmo fora do inverno, por isso, grupos vulneráveis devem manter o esquema atualizado para evitar casos graves da doença.</p>
<p><strong>Doação de sangue: um gesto que salva vidas</strong><br />
A doação de sangue é uma atitude simples, mas essencial para garantir que pessoas em situações de emergência ou em tratamento continuem recebendo o suporte necessário. Durante o verão, o número de doadores diminui, mas a demanda por sangue nos hospitais permanece. Por isso, o ato de solidariedade de doar sangue nesta época do ano, faz toda a diferença.</p>
<p>Em Vitória, o Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo (Hemoes) funciona todos os dias, a partir das 7 horas, com cadastro de doadores até as 18h20. A unidade está localizada na Avenida Marechal Campos, 1.468, em Maruípe. O atendimento é por livre demanda, mas quem preferir pode agendar a doação pelo site: www.hemoes.es.gov.br .</p>
<p>A população também pode doar nos Hemocentros de Colatina, Linhares, São Mateus ou na Unidade de Coleta da Serra. Endereços e horários de funcionamento estão disponíveis no site do Hemoes: <a href="https://hemoes.es.gov.br/enderecos-dos-hemocentros" target="_blank" rel="noopener">https://hemoes.es.gov.br/enderecos-dos-hemocentros</a>.</p>
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		<title>Casos graves de depressão podem estar relacionados à genética, diz estudo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/casos-graves-de-depressao-podem-estar-relacionados-a-genetica-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 19:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores descobriram que alto risco genético de depressão de início precoce (antes dos 25 anos) está mais associado a risco de suicídio</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A depressão em jovens adultos tem um componente genético forte e está associada a um maior risco de tentativas de suicídio do que a depressão em fases mais avançadas da vida. É o que aponta um novo estudo publicado na Nature Genetics nesta quinta-feira (13).</p>
<p>O estudo foi baseado em registros médicos e dados genéticos de mais de 150 mil pessoas com depressão e 360 mil indivíduos no grupo controle na Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Estônia. O trabalho comparou a genética e o risco de tentativas de suicídio em pessoas que tiveram seu primeiro episódio de depressão antes dos 25 anos (início precoce) e aquelas diagnosticadas após os 50 anos (início tardio).</p>
<p>Os pesquisadores identificaram doze regiões genéticas associadas ao início precoce da depressão e duas regiões associadas ao início tardio. Uma em cada quatro pessoas com alto risco genético para depressão de início precoce tentou suicídio nos dez anos seguintes ao diagnóstico &#8212; o que representa aproximadamente o dobro em comparação com pessoas com baixo risco genético.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Mostramos que a depressão de início precoce tem causas genéticas parcialmente diferentes da depressão que afeta indivíduos mais velhos e que o risco de tentativas de suicídio é maior&#8221;</strong>, afirma Lu Yi, pesquisador sênior do Departamento de Epidemiologia Médica e Bioestatística do Instituto Karolinska e um dos autores correspondentes do estudo. <strong>&#8220;Este é um passo importante rumo à medicina de precisão em psiquiatria, onde o tratamento e as medidas preventivas são personalizados para cada indivíduo.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p>Agora, os pesquisadores planejam investigar como as diferenças genéticas estão relacionadas ao desenvolvimento cerebral, ao estresse e às expectativas de vida. Além disso, eles querem entender se os perfis de risco genético podem ser usados na prevenção do suicídio na área da saúde.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Esperamos que as informações genéticas possam ajudar os profissionais de saúde a identificar pessoas com alto risco de suicídio, que podem precisar de mais apoio e acompanhamento mais rigoroso&#8221;</strong>, afirma Lu Yi.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>PRF prende dois foragidos da Justiça em abordagens na BR 101</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/policia/prf-prende-dois-foragidos-da-justica-em-abordagens-na-br-101/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 12:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Abordagem]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[Presos]]></category>
		<category><![CDATA[PRF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos casos aconteceu em Linhares e outro na Serra</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois foragidos da Justiça foram presos pela Polícia Rodoviária Federal durante abordagens realizadas em Linhares e Serra.</p>
<p>Uma equipe da PRF realizava ações de policiamento no km 152 da rodovia, em Linhares, Norte do Espírito Santo, quando deu ordem de parada a um Fiat/Strada Freedom.</p>
<p>Durante as consultas, os policiais constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra o condutor, expedido pela Vara Única da Comarca de Mutum (MG), por roubo. O suspeito foi conduzido à delegacia de Polícia Civil.</p>
<p>Já no fim da tarde de segunda-feira (3), no km 270 da BR-101, em Serra, Região Metropolitana da Grande Vitória, os policiais abordaram um Fiat/Uno conduzido por um homem de 43 anos.</p>
<p>Ao verificar a documentação, a equipe identificou um mandado de prisão pendente de cumprimento, expedido em 14 de agosto de 2025, em razão de inadimplência de pensão alimentícia.</p>
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		<item>
		<title>Dia Nacional de Combate à Sífilis: Saúde alerta para a prevenção da doença</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/dia-nacional-de-combate-a-sifilis-saude-alerta-para-a-prevencao-da-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 16:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[dia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Testagem e tratamento são gratuitos pelo SUS; Espírito Santo registra milhares de casos e intensifica ações contra a Sífilis Congênita</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, que acontece neste sábado (18), tem como objetivo conscientizar a população sobre os riscos destas doenças. A Sífilis adquirida considerada uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) curável e exclusiva do ser humano, e a Sífilis Congênita têm na prevenção e no diagnóstico oportuno estratégias essenciais para o seu combate e na redução de casos. Neste dia, a Secretaria da Saúde (Sesa) alerta para os principais cuidados que a população deve ter, assim como a importância da adesão ao tratamento, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>A data de enfrentamento a essas doenças é lembrada sempre no terceiro sábado de outubro. Além da conscientização, o dia traz também a importância da prevenção por meio do uso de preservativos, uma vez que a Sífilis adquirida é transmitida pelo ato de relação sexual sem o uso de preservativos com parceiro (a) infectado (a), assim como o diagnóstico e tratamento, além de combater também a transmissão vertical da mãe para o bebê, na conhecida a Sífilis Congênita, que ocorre quando a mãe está infectada e não faz o tratamento corretamente e passa para o bebê.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“O uso de preservativos em todas as relações sexuais é fundamental e importante para se prevenir contra a Sífilis e outras ISTs. Nas gestantes é realizado, como rastreio, o teste rápido, na primeira consulta de pré-natal e nos trimestres subsequentes, além de na maternidade, no momento do parto”</strong>, explicou a médica e referência técnica da Sífilis, Luísa Milleri Altoé.</p>
<p>Até a primeira semana de outubro deste ano, o Espírito Santo havia confirmado 6.920 casos de sífilis adquirida. Em 2024, durante todo o ano, foram 7.566 casos confirmados. Em relação à Sífilis em gestantes, foram 2.437 casos confirmados neste ano e 2.883 em 2024. Já em relação à Sífilis Congênita, foram 542 casos até o início de outubro e 710 durante todo o ano de 2024. Os dados são do sistema e-SUS Vigilância em Saúde (VS).</p>
<p>Segundo pontuou Luísa Milleri Altoé, a população deve ficar atenta à Sífilis, uma vez que é considerada “traiçoeira”, já que pode inicialmente apresentar sintomas leves, acarretando no adiamento da procura pelo serviço, do diagnóstico e do tratamento. Além disso, devido a esta característica, a transmissão para o parceiro ou a parceira pode ser facilitada.</p>
<p>Ela alertou ainda que a falta de tratamento pode levar a consequências graves, incluindo danos permanentes aos sistemas neurológicos, cardiovasculares e ósseos. Na gestação, torna-se mais preocupante, pois quando não tratada pode levar a Sífilis Congênita, que traz sérias consequências como aborto, parto prematuro e morte fetal, por exemplo.</p>
<p>A profissional atentou que tanto o diagnóstico, quanto o tratamento, são ofertados pelo SUS, e orientou que na suspeição de sintomas ou em caso de relação sexual sem preservativo, o paciente deve procurar uma unidade de saúde mais próxima da residência.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Embora o Estado esteja empenhado em reverter esse quadro com políticas públicas, a ação da população é crucial. É preciso usar preservativos em todas as relações sexuais, buscar testagem regular, garantir o tratamento imediato em caso de infecção e envolver a parceria sexual para que o tratamento seja realizado por ambos”</strong>, destacou Altoé.</p>
<p><strong>Testagem e tratamento contra a Sífilis é gratuito</strong><br />
A testagem para a detecção da Sífilis e o tratamento contra a sífilis, assim como para HIV e as hepatites B e C, são ofertados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O teste para a Sífilis pode ser feito em Unidade Básica de Saúde (UBS) da rede pública ou nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). Prático e rápido, ele é realizado por profissionais de saúde, que tiram apenas uma gota de sangue da ponta do dedo do paciente para análise do material. O resultado é disponibilizado em até 30 minutos.</p>
<p>O tratamento, ofertado pela rede pública, é feito com o antibiótico Penicilina Benzatina, um medicamento seguro. Atualmente pode ser feito também com anestésico. Para que a infecção seja totalmente eliminada, o paciente não pode abandonar o tratamento antes do fim. Além disso, é importante que guarde os comprovantes da consulta para consultas futuras.</p>
<p>Já as gestantes e suas parcerias sexuais devem realizar o teste de sífilis, de HIV e da hepatite B e C durante o pré-natal. A Sífilis pode ser transmitida da gestante para o bebê e, por isso, é importante a realização dos testes para que possam ser feitos os procedimentos de prevenção da transmissão vertical, isto é, casos de sífilis congênita.</p>
<p>Em casos de Sífilis Congênita, o diagnóstico deve avaliar a história clínico-epidemiológica da mãe, o exame físico da criança e os resultados dos testes, incluindo os exames radiológicos e laboratoriais. O tratamento é realizado com Penicilina Cristalina ou Procaína, durante dez dias. Mesmo após o nascimento, a criança deve permanecer internada para fazer a medicação.</p>
<p><strong>Sinais e Sintomas</strong><br />
A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) curável e exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária).</p>
<p><strong>Sifilis primária:</strong> ferida geralmente única que aparece no local de entrada da bactéria, (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca ou outros locais da pele), normalmente de 10 e 90 dias após o contágio. Essa lesão, também conhecida como “cancro duro”, apresenta grande quantidade do Treponema pallidum, por isso há uma alta transmissibilidade da infecção nessa fase. Em geral, esta lesão (cancro duro) não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na virilha. Após alguns dias, o cancro duro desaparece sozinho, independentemente de tratamento. Importante lembrar que isso não significa que houve cura da sífilis.</p>
<p><strong>Sífilis secundária:</strong> manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Aparecem entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial. Essas lesões têm grande quantidade de bactérias e, portanto, quando em contanto possuem alta transmissibilidade. Pode ocorrer febre e mal-estar. Também pode ocorrer dor de cabeça e ínguas pelo corpo. Assim como o cancro duro, essas lesões desaparecem em algumas semanas, independentemente de tratamento, com a falsa impressão de cura.</p>
<p><strong>Sífilis latente – fase assintomática:</strong> não aparecem sinais ou sintomas. É dividida em: latente recente (até um ano de infecção) e latente tardia (mais de um ano de infecção). A duração é variável, podendo ser interrompida pelo surgimento de sinais e sintomas da forma secundária ou terciária.</p>
<p><strong>Sífilis terciária:</strong> lesões cutâneas, ósseas e cardiovasculares. Lesões neurológicas, podendo levar à morte. Surge entre um e 40 anos após o início da infecção.</p>
<p><strong>Espírito Santo é destaque no enfrentamento à Sífilis Congênita</strong><br />
No Espírito Santo, a sífilis congênita, transmitida pela mãe à criança durante a gestação, é considerada um problema de saúde pública. Devido a este cenário, a Secretaria da Saúde, desde 2024, trabalha para a redução dos casos com a intensificação de ações de saúde com a retomada do “Plano Estadual de Enfrentamento da Sífilis Congênita no Espírito Santo”.</p>
<p>O Plano visa reorientar as intervenções sanitárias feitas no Estado e municípios em resposta ao aumento do número de casos de Sífilis Congênita nos últimos anos, a fim de reduzir a incidência de crianças que nascem com a doença e alcançar o índice estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Com as ações em curso, o Estado vem apresentando, embora ainda pequena, uma redução importante na taxa de incidência de Sífilis Congênita. A taxa de incidência de sífilis congênita, que vinha apresentando aumento nos anos anteriores, mostrou uma discreta redução em 2024, quando comparada ao ano de 2023. Em 2024 ela alcançou 14,2 casos por 1.000 nascidos vivos e em 2023 foi 15,6 casos por 1.000 nascidos vivos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“A redução observada na taxa de incidência da doença foi atribuída ao fortalecimento e à intensificação das estratégias de prevenção e controle implementadas no Estado”</strong>, pontuou a referência técnica da Sífilis, Luísa Milleri Altoé.</p>
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