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	<title>cardíacos - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>cardíacos - Em Dia ES</title>
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		<title>&#8220;Barriga de chopp&#8221; está ligada a danos cardíacos em homens, diz estudo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/barriga-de-chopp-esta-ligada-a-danos-cardiacos-em-homens-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 19:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Alterações]]></category>
		<category><![CDATA[cardíacos]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a pesquisa, alterações no coração causadas pela obesidade abdominal podem ser ainda mais prejudiciais do que o peso corporal isoladamente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade abdominal, também conhecida popularmente como &#8220;barriga de chopp&#8221; ou &#8220;barriga de cerveja&#8221;, está associada a danos estruturais no coração, especialmente em homens. É o que aponta um estudo apresentado nesta semana na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte, que acontece em Chicago, nos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com o estudo, as alterações no coração causadas pela obesidade abdominal podem ser ainda mais prejudiciais do que o peso corporal total isoladamente &#8212; ou seja, do que apenas a obesidade em si.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Aparentemente, isso leva a uma forma potencialmente patológica de remodelamento cardíaco, a hipertrofia concêntrica, na qual o músculo cardíaco engrossa, mas o tamanho geral do coração não aumenta, resultando em volumes cardíacos menores&#8221;</strong>, afirma Jennifer Erley, residente de radiologia no Centro Médico Universitário de Hamburgo-Eppendorf, em comunicado à imprensa.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Na verdade, as câmaras internas diminuem de tamanho, fazendo com que o coração comporte e bombeie menos sangue. Esse padrão prejudica a capacidade do coração de relaxar adequadamente, o que eventualmente pode levar à insuficiência cardíaca&#8221;</strong>, completa.</p>
</blockquote>
<p>O estudo foi feito a partir da análise de imagens de ressonância magnética cardiovascular de 2.244 adultos com idades entre 46 e 78 anos, sendo 43% mulheres, sem histórico de doença cardiovascular. Também foi levado em consideração o IMC [índice de massa corporal] e a relação cintura-quadril, uma medida de obesidade abdominal.</p>
<p>De acordo com o IMC, 69% dos homens e 56% das mulheres no estudo estavam com sobrepeso ou obesidade. Utilizando a relação cintura-quadril, 91% dos homens e 64% das mulheres atendiam aos critérios da OMS (Organização Mundial da Saúde) para obesidade.</p>
<p>Segundo o estudo, a obesidade abdominal foi associada ao espessamento do músculo cardíaco e à redução do volume das câmaras cardíacas. Essas alterações foram mais proeminentes em homens, particularmente no ventrículo direito, responsável por bombear o sangue para os pulmões.</p>
<p>Para os autores do estudo, isso pode refletir um estresse cardíaco precoce relacionado à forma como a gordura abdominal afeta a respiração e a pressão pulmonar.</p>
<p>A obesidade também foi associada a alterações sutis no tecido cardíaco em homens, detectáveis ​​apenas com ressonância magnética cardíaca avançada, potencialmente sinalizando estresse cardíaco precoce antes do surgimento de sintomas ou doenças diagnosticáveis.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;As diferenças específicas de sexo sugerem que os pacientes do sexo masculino podem ser mais vulneráveis ​​aos efeitos estruturais da obesidade no coração, uma descoberta não amplamente relatada em estudos anteriores&#8221;</strong>, explica Erley.</p>
</blockquote>
<p>Além disso, de acordo com a pesquisadora, o dano cardíaco mais extenso em homens pode estar relacionado ao início precoce da obesidade abdominal ou ao efeito cardioprotetor do estrogênio em mulheres. No entanto, mais estudos são necessários para confirmar essas teorias.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Em vez de se concentrarem na redução do peso total, os adultos de meia-idade devem se concentrar na prevenção do acúmulo de gordura abdominal por meio de exercícios regulares, uma dieta equilibrada e intervenção médica oportuna, se necessário&#8221;</strong>, finaliza.</p>
</blockquote>
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		<title>Coração em xeque: doenças cardiovasculares matam 400 mil brasileiros por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2025 15:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[cardíacos]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os fatores de risco, a hipertensão ocupa lugar de destaque. Segundo a OMS, 45% dos adultos brasileiros entre 30 e 79 anos. A média global é de 33%</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, falar sobre saúde cardíaca é urgente. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no país, respondendo por aproximadamente 400 mil óbitos anuais, o que equivale a uma morte a cada 90 segundos. No cenário internacional, a Federação Mundial do Coração (World Heart Federation) estima que mais de 20,5 milhões de pessoas morrem todos os anos em decorrência dessas enfermidades.</p>
<p>Entre os fatores de risco, a hipertensão ocupa lugar de destaque. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 45% dos adultos brasileiros entre 30 e 79 anos são hipertensos, o que representa cerca de 50,7 milhões de pessoas. A média global é de 33%. Entre os brasileiros hipertensos, 62% já têm diagnóstico, mas apenas 33% conseguem manter a pressão controlada, elevando os riscos de complicações.</p>
<p>A pressão alta não é o único desafio. Hábitos como tabagismo, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e estresse contribuem para quadros graves, como infarto e insuficiência cardíaca. A SBC alerta que cerca de 2 milhões de brasileiros convivem com insuficiência cardíaca, com aproximadamente 240 mil novos casos registrados a cada ano.</p>
<p><strong>Congresso de cardiologia debate novas tecnologias</strong><br />
A 80ª edição do Congresso Brasileiro de Cardiologia organizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, é considerado um dos maiores da área na América Latina, consolidando-se como espaço de atualização científica, troca de experiências e apresentação de tecnologias voltadas à saúde cardiovascular.</p>
<p><strong>Cuidados desde o berço</strong><br />
A prevenção começa cedo. Para os recém-nascidos, o principal exame recomendado é o teste do coraçãozinho, feito entre 24 e 48 horas após o nascimento. Segundo o Ministério da Saúde, ele tem como objetivo detectar precocemente cardiopatias congênitas críticas, malformações presentes desde o nascimento. Trata-se de um procedimento simples, indolor e não invasivo, realizado com um sensor que mede os níveis de oxigênio no sangue. Caso seja identificada alguma alteração, o bebê pode ser encaminhado para exames complementares, como o ecocardiograma.</p>
<p><strong>Eles vs elas</strong><br />
Embora as doenças cardíacas possam afetar homens e mulheres, os impactos são diferentes. Conforme dados da World Heart Federation, os homens tendem a manifestar problemas cardíacos mais cedo, a partir dos 45 anos, especialmente o infarto do miocárdio. Os sintomas mais comuns incluem dor no peito, falta de ar e suor excessivo.</p>
<p>Nas mulheres, os riscos aumentam após os 55 anos, com a chegada da menopausa e a queda da proteção hormonal. Os sintomas, no entanto, costumam ser mais sutis: cansaço extremo, náuseas e dores nas costas ou mandíbula. A OMS ressalta que essa diferença de sinais faz com que muitas mulheres demorem a procurar ajuda médica, o que pode agravar o quadro.</p>
<p><strong>Prevenção via monitoramento da pressão arterial</strong><br />
Entre as medidas de prevenção, o acompanhamento da pressão arterial é uma das mais eficazes. A OMS alerta que a hipertensão pode permanecer assintomática por anos, o que reforça a importância de aferições regulares.</p>
<p>No mercado, existem diferentes modelos de monitores que se adaptam a perfis variados de usuários: alguns oferecem conectividade com aplicativos para registro de dados, outros contam com recursos de detecção de arritmias e também há opções voltadas ao uso doméstico cotidiano, priorizando praticidade e confiabilidade.</p>
<p>O avanço da medicina e da tecnologia oferece ferramentas cada vez mais acessíveis para reduzir os números alarmantes das doenças cardiovasculares. No entanto, especialistas reforçam que nenhum recurso substitui a adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento médico regular. Em um país onde o coração ainda é a principal causa de morte, a informação e a prevenção se tornam estratégias indispensáveis para salvar vidas.</p>
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