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	<title>Canetas emagrecedoras - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Canetas emagrecedoras - Em Dia ES</title>
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		<title>Anvisa cria cerco contra riscos e falsificações de ‘canetas emagrecedoras’</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-cria-cerco-contra-riscos-e-falsificacoes-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[farmacovigilância]]></category>
		<category><![CDATA[mercado ilegal de medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[semaglutida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência muda estratégia para buscar ativamente pacientes com reações à semaglutida. Operação recente da PF já mirou comércio clandestino no Espírito Santo e em outros dez estados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quarta-feira (6), em Brasília, uma dupla ofensiva para conter os danos à saúde causados pelo uso indiscriminado das chamadas canetas emagrecedoras. Para frear o aumento de complicações e o avanço da falsificação, o órgão implementou um sistema de busca ativa de efeitos colaterais em pacientes e oficializou uma parceria técnica com a Polícia Federal (PF) destinada a reprimir a produção e a venda de medicamentos irregulares em todo o país.</p>
<p>A mudança na estratégia regulatória ocorre em resposta ao crescimento expressivo do consumo de medicamentos agonistas do receptor do GLP-1. De 2018 até março de 2026, a Anvisa registrou 2.965 notificações de eventos adversos relacionados a esses fármacos, com um pico de ocorrências em 2025, predominando os casos associados ao uso da semaglutida.</p>
<p>Em vez de aguardar que médicos e pacientes relatem os problemas voluntariamente, a Anvisa instituiu o Plano de Farmacovigilância Ativa. Segundo o diretor da agência, Thiago Lopes Cardoso Campos, a iniciativa visa identificar sistematicamente os riscos, especialmente porque os produtos têm sido utilizados para fins não previstos em bula<strong>. “Estamos diante de medicamentos com benefícios comprovados para o tratamento do diabetes e da obesidade, mas cujo uso tem se expandido para situações fora das indicações aprovadas, frequentemente sem acompanhamento clínico adequado”,</strong> afirmou.</p>
<p><strong>Monitoramento em rede hospitalar</strong><br />
Para viabilizar a busca estruturada por reações adversas raras ou tardias, a Anvisa atuará em parceria com a Rede Sentinela, que engloba serviços de saúde, ensino, pesquisa e laboratórios, e com a HU Brasil (antiga Ebserh), responsável por hospitais universitários em todo o território nacional.</p>
<p>De acordo com o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, o interesse do público pelas canetas exige da agência uma atuação firme e coordenada. <strong>“Não podemos apenas esperar que as notificações cheguem à agência. É preciso organizar junto aos serviços de saúde uma busca estruturada que permita detectar precocemente eventos adversos, qualificar as informações recebidas e ampliar nossa capacidade de análise dos riscos”,</strong> defendeu Safatle.</p>
<p>O diretor Thiago Campos reforçou que a fase pós-comercialização é determinante para entender o impacto real dos fármacos.<strong> &#8220;Não basta registrar medicamentos. É indispensável acompanharmos como eles se comportam na vida real”,</strong> disse, alertando que<strong> “o entusiasmo com a inovação não pode obscurecer os riscos associados ao uso indiscriminado”.</strong></p>
<p><strong>Apreensões no Espírito Santo e atuação policial</strong><br />
Além do uso inadequado, a alta demanda fomentou o mercado clandestino. Para combater esse crime, a Anvisa e a Polícia Federal publicaram uma nota técnica conjunta que estabelece procedimentos integrados contra a produção, importação e venda ilícita de substâncias como a tirzepatida e a semaglutida, inclusive em plataformas digitais.</p>
<p>A nova cooperação consolida o modelo testado no mês passado durante a Operação Heavy Pen. A ação conjunta cumpriu 45 mandados de busca e apreensão e 24 ações de fiscalização no Espírito Santo e em outros dez estados (GO, MT, MS, PA, PR, RR, RN, SP, SE e SC).</p>
<p>O balanço das fiscalizações da Anvisa em 2026 revela a gravidade do cenário. Apenas neste ano, 11 inspeções em importadoras e farmácias de manipulação resultaram em oito interdições por falhas graves e ausência de controle de qualidade, além da aplicação de 11 medidas proibitivas. Mais de 1,3 milhão de unidades de medicamentos injetáveis irregulares foram apreendidas.</p>
<p>Somente na Operação Heavy Pen, os agentes confiscaram mais de 17 mil frascos de tirzepatida manipulados de forma irregular e identificaram movimentações financeiras ilícitas da ordem de R$ 4,8 milhões, volume suficiente para produzir mais de 1 milhão de canetas. Durante as buscas, as equipes também flagraram o uso de retatrutida, uma substância que ainda não foi lançada oficialmente e não possui registro em nenhuma agência reguladora do mundo.</p>
<p><strong>Crime contra a saúde pública</strong><br />
A comercialização de medicamentos irregulares, falsificados ou de procedência desconhecida é tipificada como crime no artigo 273 do Código Penal brasileiro.</p>
<p>Na prática da nova parceria, os medicamentos apreendidos em futuras operações passarão por análise integrada, unindo a perícia da PF e o suporte técnico da Anvisa para avaliar a composição exata dos produtos. O diretor da Anvisa, Daniel Pereira, explicou que isso fornece ao Estado provas robustas para inquéritos criminais e ajuda a desarticular quadrilhas interestaduais.</p>
<p>A venda de canetas manipuladas inadequadamente representa um risco sanitário grave, impossibilitando a garantia de esterilidade, dosagem ou eficácia, o que expõe os usuários a danos irreversíveis. <strong>“Para ser efetiva, a atuação regulatória precisa dialogar, de forma estruturada, com as ações de fiscalização, investigação e repressão criminal”,</strong> concluiu Pereira.</p>
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		<title>Anvisa aprova Mounjaro para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-mounjaro-para-criancas-e-adolescentes-com-diabetes-tipo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Indicação]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mounjaro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crianças a partir de 10 anos poderão usar o medicamento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. Até então, a indicação era apenas para uso adulto.</p>
<p>Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto.<strong> “A única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”</strong>.</p>
<p>O Mounjaro é um dos diversos medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.</p>
<p><strong>Manipulação</strong><br />
Na próxima semana, a diretoria colegiada da Anvisa discute uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos que tratarão da manipulação de canetas emagrecedoras.</p>
<p>A nova norma fará parte de um conjunto de estratégias que integram <a href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-institui-grupos-de-trabalho-para-monitorar-uso-de-canetas-emagrecedoras/">o plano de ação anunciado no último dia 16</a>, composto por medidas regulatórias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa discute novas regras para venda e manipulação de canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-discute-novas-regras-para-venda-e-manipulacao-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[semaglutida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência debaterá proposta sobre manipulação de medicamentos GLP-1. Medida integra plano de ação para combate direto ao contrabando e à venda de produtos sem registro</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discutirá, na próxima Reunião Ordinária Pública marcada para o dia 29 de abril, uma proposta de instrução normativa para estabelecer os procedimentos e requisitos técnicos aplicados à manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A formulação da<strong><a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/regulamentacao/agenda-regulatoria/minutas-previas/temas-com-deliberacao-final-em-dicol"> nova norma</a></strong> faz parte de um plano de ação anunciado no último dia 6, que reúne medidas regulatórias e de fiscalização em resposta à popularização dos fármacos e à consequente expansão do mercado ilegal.</p>
<p>A instrução normativa em pauta definirá diretrizes específicas para a importação, a qualificação de fornecedores, a realização de ensaios de controle de qualidade, a estabilidade, o armazenamento e o transporte dos Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) agonistas e co-agonistas do receptor GLP-1/GIP destinados à manipulação magistral. A minuta do documento já está disponível para consulta pública no portal da Anvisa.</p>
<p>Com princípios ativos como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, as canetas emagrecedoras só podem ser adquiridas legalmente com receita médica retida. No entanto, o aumento da demanda impulsionou o comércio clandestino de versões manipuladas sem autorização. Diante dos riscos à saúde pública, a agência tem ampliado as ações para coibir o comércio irregular.</p>
<p><strong>Grupos de trabalho e parcerias</strong><br />
Para dar suporte ao controle sanitário e garantir a segurança dos pacientes, a Anvisa publicou nesta semana as portarias 488/2026 e 489/2026, que formalizam a criação de dois grupos de trabalho (GTs).</p>
<p>O primeiro grupo contará com representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO). Já o segundo GT terá a atribuição de acompanhar e avaliar a implementação do plano de ação da agência, além de subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada sugerindo medidas de aprimoramento.</p>
<p>Em paralelo às portarias, a Anvisa e os conselhos federais (CFM, CFO e CFF) assinaram nesta semana uma carta de intenção voltada à promoção do uso racional e seguro das canetas emagrecedoras, visando prevenir riscos associados a práticas irregulares.</p>
<blockquote><p><strong>“A Anvisa e os conselhos propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas”,</strong> informou a autarquia por meio de um comunicado.</p></blockquote>
<p><strong>Proibições e apreensões</strong><br />
A fiscalização também atinge a venda de produtos sem procedência garantida. Na última quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão, a proibição de comercialização, a distribuição, a importação e o uso dos medicamentos Gluconex e Tirzedral. Os itens são fabricados por uma empresa não identificada.</p>
<p>Segundo a agência, os produtos irregulares não devem ser utilizados sob nenhuma hipótese. <strong>“Amplamente divulgados na internet e vendidos como medicamentos injetáveis de GLP-1, os produtos são conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, mas não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa”, destacou o órgão, frisando ainda que “não há qualquer garantia quanto ao seu conteúdo ou à sua qualidade&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Contrabando do Paraguai</strong><br />
Fora do ambiente digital, o comércio ilegal movimenta rotas de contrabando. Na última segunda-feira (13), a Polícia Civil do Rio de Janeiro interceptou um ônibus oriundo do Paraguai no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O veículo já vinha sendo monitorado pelas autoridades sob a suspeita de transporte de material ilícito.</p>
<p>Durante a abordagem policial, 42 passageiros que estavam no ônibus foram conduzidos à Cidade da Polícia. A operação resultou na prisão em flagrante de um casal que havia embarcado na cidade de Foz do Iguaçu (PR). Com eles, foi apreendida uma grande quantidade de produtos de origem paraguaia destinados à venda irregular no Brasil, incluindo anabolizantes e mil frascos de canetas emagrecedoras contendo a substância tirzepatida.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa institui grupos de trabalho para monitorar uso de canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-institui-grupos-de-trabalho-para-monitorar-uso-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[portaria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida visa suporte para controle sanitário e segurança do paciente</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quinta-feira (16) portarias que criam dois grupos de trabalho (GTs) para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam medicamentos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.</p>
<p>O primeiro grupo, formalizado pela <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-488-de-15-de-abril-de-2026-699948443" target="_blank" rel="noopener">Portaria 488/2026</a>, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).</p>
<p>O GT terá duração de 45 dias e a finalidade de analisar evidências científicas, dados de uso e informações de farmacovigilância sobre os medicamentos, além de avaliar aspectos regulatórios, sanitários e de uso racional, identificar possíveis falhas na comunicação de risco a profissionais de saúde e propor estratégias e materiais orientativos.</p>
<p>Já a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-489-de-15-de-abril-de-2026-699919113" target="_blank" rel="noopener">Portaria 489/2026</a> institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/anvisa-anuncia-novas-medidas-de-combate-a-irregularidades-na-importacao-e-manipulacao-de-canetas-emagrecedoras/DOC20260406WA0014..pdf" target="_blank" rel="noopener">plano de ação</a> proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.</p>
<p>O trabalho terá duração de 90 dias com reuniões quinzenais e contará com a participação de um titular e um suplente de cada diretoria da Anvisa. Entre as tarefas do GT estão o monitoramento e a avaliação dos resultados e indicadores, a proposição de recomendações e medidas de aprimoramento e a elaboração de subsídios técnicos.</p>
<p><strong>Carta de intenção</strong><br />
Esta semana, a Anvisa, o CFF, o CFM e o CFO assinaram uma carta de intenção para promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras.</p>
<p>A proposta é prevenir riscos sanitários associados a produtos e práticas irregulares e zelar pela saúde da população. As entidades propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-institui-grupos-de-trabalho-para-monitorar-uso-de-canetas-emagrecedoras/">Anvisa institui grupos de trabalho para monitorar uso de canetas emagrecedoras</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa proíbe duas canetas emagrecedoras irregulares no Brasil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-proibe-duas-canetas-emagrecedoras-irregulares-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamentos Gluconex e Tirzedral não possuem registro na agência e têm origem desconhecida</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu nesta terça (14) a comercialização, distribuição, importação e o uso das canetas emagrecedoras Gluconex e Tirzedral, cuja empresa fabricante não foi identificada.</p>
<p>Os medicamentos possuem a tirzepatida como princípio ativo e não têm registro, notificação ou cadastro na agência. Em nota, órgão alerta que não há qualquer garantia sobre o conteúdo e sua qualidade, já que as canetas são irregulares e de origem desconhecida.</p>
<p>A orientação é que profissionais da saúde e pacientes notifiquem a Anvisa caso encontrem produtos dessas marcas no mercado por meio dos canais oficiais de atendimento ou da Vigilância Sanitária local.</p>
<p>A tirzepatida é o princípio ativo do Mounjaro, medicamento cuja patente ainda não caiu no Brasil. Portanto, não há previsão de que genéricos do produto sejam liberados pela Anvisa.</p>
<p><strong>Mounjaro, Ozempic e Wegovy: quais são as diferenças?</strong><br />
Enquanto o Mounjaro atua nos receptores de dois hormônios, o Ozempic e o Wegovy — ambos compostos por semaglutida, mas em doses diferentes — atuam apenas nos receptores do GLP-1. A semaglutida atua na secreção da insulina pelo pâncreas, regulando a glicose no sangue e promovendo, também, a redução do apetite.</p>
<p>Um estudo publicado em maio de 2025 no The New England Journal of Medicine, mostrou que o Mounjaro pode levar a uma redução de peso maior do que o Wegovy.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa alerta para risco de pancreatite e endurece fiscalização contra &#8216;canetas emagrecedoras&#8217;</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-alerta-para-risco-de-pancreatite-e-endurece-fiscalizacao-contra-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização de medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[remédios para emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[segurança sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[semaglutida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência anuncia plano estratégico para combater a importação e manipulação ilegal de medicamentos à base de GLP-1, além de reforçar alertas sobre riscos graves à saúde devido ao uso indiscriminado</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-alerta-para-risco-de-pancreatite-e-endurece-fiscalizacao-contra-canetas-emagrecedoras/">Anvisa alerta para risco de pancreatite e endurece fiscalização contra &#8216;canetas emagrecedoras&#8217;</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta segunda-feira (6), em Brasília, novas medidas para reforçar o controle sanitário e prevenir riscos associados aos medicamentos injetáveis agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. O plano visa combater irregularidades na importação de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) e na formulação de substâncias como semaglutida, tirzepatida e liraglutida por farmácias de manipulação, motivado pelo uso sem necessidade clínica e pelo aumento de relatos de eventos adversos graves em todo o país.</p>
<p>De acordo com o órgão, o volume de insumos importados para a manipulação dessas canetas tem se mostrado incompatível com a realidade do mercado brasileiro. Apenas no segundo semestre de 2025, foram importados 130 quilos de IFAs, quantidade suficiente para a preparação de 25 milhões de doses. O descompasso acendeu um alerta na agência, que, já em 2026, realizou 11 inspeções em farmácias de manipulação e importadoras. A fiscalização resultou na interdição de oito empresas devido a falhas técnicas e ausência de controle de qualidade.</p>
<p>O diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, declarou durante coletiva de imprensa que o objetivo da agência não é proibir a manipulação ou restringir o mercado, mas proteger a população. <strong>“Esse é um desafio regulatório não só para o Brasil, mas para as principais agências do mundo, essa situação do avanço do consumo de medicamentos derivados de GLP-1 e o avanço da manipulação em cima desses produtos”,</strong> afirmou.</p>
<p>Riscos sanitários e <strong>restrições</strong><br />
A investigação da Anvisa mapeou uma série de riscos no atual cenário de manipulação, incluindo a produção sem previsão de demanda por receita individualizada, problemas de esterilização, fator crítico para produtos injetáveis, deficiências gerais no controle de qualidade e o uso de insumos de origem e composição desconhecidas. Além disso, foram identificadas a venda de múltiplos produtos sem registro e a utilização indevida de nomes comerciais.</p>
<p>Desde janeiro de 2026, a Anvisa publicou dez ações que proíbem a importação, o comércio e o uso de produtos irregulares contendo agonistas de GLP-1.</p>
<p><strong>Alerta para pancreatite e mortes suspeitas</strong><br />
O plano de ação da agência ocorre em meio a um cenário de crescente uso off label (fora da indicação da bula) focado no emagrecimento estético. Em 9 de fevereiro, a Anvisa já havia emitido um alerta de farmacovigilância destacando o risco de pancreatite aguda, incluindo formas necrotizantes e fatais, ligadas ao uso desses medicamentos (grupo que engloba também a dulaglutida).</p>
<p>Dados do sistema VigiMed revelam que, entre 2020 e 7 de dezembro de 2025, o Brasil registrou 145 notificações de suspeitas de eventos adversos, além de seis casos suspeitos com desfecho de óbito. O alerta nacional acompanha um movimento global; a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do Reino Unido também alertou recentemente para o risco de pancreatite aguda grave.</p>
<p>Para mitigar os riscos, desde junho de 2025, a Anvisa determinou que a venda das canetas emagrecedoras só ocorra com a retenção da receita médica na farmácia (prescrição em duas vias, com validade de 90 dias), procedimento idêntico ao exigido para antibióticos. A agência orienta que usuários busquem atendimento médico imediato caso apresentem dor abdominal intensa e persistente que irradie para as costas, acompanhada de náuseas e vômitos. Em anos anteriores, a Anvisa já havia alertado para o risco de aspiração durante anestesias (2024) e perda de visão rara associada à semaglutida (2025).</p>
<p>Apesar dos riscos, a agência reitera que a relação de risco e eficácia das substâncias não mudou e que os benefícios terapêuticos superam os efeitos adversos quando o uso é feito de acordo com as indicações aprovadas.</p>
<p><strong>Os seis eixos do novo plano da Anvisa</strong><br />
Para conter as irregularidades, o plano de ação recém-anunciado estrutura-se em seis eixos:</p>
<ul>
<li><strong>Aprimoramento regulatório:</strong> Revisão da Nota Técnica 200/2025, que passará a exigir rastreabilidade completa, qualificação de fornecedores e testes mínimos de controle de qualidade (a ser discutida no dia 15). Inclui também a revisão da RDC 67/2007 (sobre boas práticas em farmácias de manipulação) e o fortalecimento de medidas cautelares para suspender autorizações de funcionamento em casos de risco iminente.</li>
<li><strong>Monitoramento e fiscalização:</strong> Intensificação das inspeções em importadoras, farmácias e clínicas de estética. Haverá busca ativa de eventos adversos em hospitais e emergências, aprimoramento da matriz de risco sobre a importação de IFAs e ampliação do controle de fronteiras contra produtos irregulares.</li>
<li><strong>Articulação institucional:</strong> Criação de grupos de trabalho com entidades médicas, cooperação com agências internacionais e treinamento do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS).</li>
<li><strong>Ampliação da oferta de produtos registrados:</strong> Priorização na análise de 17 pedidos de registro de canetas emagrecedoras atualmente em andamento. “Com a queda da patente da semaglutida, uma boa parte desses produtos estão vindo com novas opções e foram solicitados [os registros] para a Anvisa e nós estamos priorizando essa análise”, explicou Safatle. Haverá também a harmonização de guias técnicos com a FDA (EUA) e a EMA (Europa).</li>
<li><strong>Comunicação com a sociedade:</strong> Elaboração de campanhas em linguagem simples direcionadas a pacientes e profissionais, detalhando os limites da manipulação magistral e os perigos do uso indiscriminado.<br />
Governança: Instituição de um grupo de trabalho interno na Anvisa exclusivo para monitorar e avaliar continuamente a execução do plano de ação.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Anvisa investiga 65 mortes suspeitas por uso de canetas emagrecedoras no Brasil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-investiga-65-mortes-suspeitas-por-uso-de-canetas-emagrecedoras-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 17:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Notificação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária analisa notificações realizadas nos últimos sete anos (2018-2025) no Brasil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) investiga cerca de 65 mortes como casos suspeitos de complicações após o uso de canetas emagrecedoras no Brasil nos últimos sete anos.</p>
<p>Segundo a agência, entre 1° de dezembro de 2018 até 7 de dezembro de 2025, um total de 2.436 eventos adversos relacionados ao uso da medicação foram notificados no sistema Vigimed.</p>
<p>As notificações envolvem quatro substâncias; a semaglutida (vendida como Ozempic e Wegovy), a liraglutida (que já possui versões biossimilares de vários laboratórios), a dulaglutida e a tirzepatida (vendidas sob o nome de Mounjaro).</p>
<p>Efeitos como pancreatite, pancreatite aguda, pancreatite crônica, pancreatite necrosante e pancreatite obstrutiva foram notificados 145 vezes pelo órgão. Além disso, se considerados os dados de registros coletados em pesquisa clínica, este número chega a 225.</p>
<p>Entre os eventos de pancreatite citados, seis foram reportados como mortes.</p>
<p>A Anvisa ainda reforça que a bula destes medicamentos no Brasil <strong>&#8220;já traz a possibilidade de ocorrência deste tipo de complicação.&#8221;</strong></p>
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		<item>
		<title>Anvisa alerta para mortes e risco de inflamação grave com uso de &#8216;canetas emagrecedoras&#8217;</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-alerta-para-mortes-e-risco-de-inflamacao-grave-com-uso-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mounjaro]]></category>
		<category><![CDATA[Ozempic]]></category>
		<category><![CDATA[pancreatite]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência reforça necessidade de acompanhamento médico e investiga mais de 200 casos de problemas no pâncreas. Uso indiscriminado aumenta riscos de inflamações graves e produtos irregulares são alvo de apreensão</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nesta segunda-feira (9) um alerta de farmacovigilância acerca dos riscos associados ao uso de medicamentos agonistas do receptor GLP‑1, popularmente conhecidos como &#8220;canetas emagrecedoras&#8221;, sem o devido acompanhamento médico. A orientação ocorre em um cenário preocupante: o Brasil investiga seis mortes suspeitas por pancreatite ligadas ao uso desses fármacos, além de mais de 200 casos de pacientes que apresentaram problemas no pâncreas.</p>
<p>O alerta abrange todos os medicamentos que contenham os princípios ativos dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida. O objetivo da agência é frear o uso indiscriminado, especialmente para fins estéticos ou de emagrecimento rápido sem indicação clínica, prática que expõe pacientes a riscos severos.</p>
<p>Embora o risco de pancreatite já conste nas bulas aprovadas no país, a Anvisa identificou um aumento recente nas notificações de eventos adversos, tanto no cenário nacional quanto internacional. No Reino Unido, a Agência Reguladora de Medicamentos (MHRA) também emitiu comunicado semelhante no início do mês.</p>
<p><strong>Mortes e casos em investigação</strong><br />
De acordo com levantamento da Anvisa obtido pelo portal g1 e repercutido pela Agência Brasil, os seis óbitos sob investigação envolvem as principais marcas disponíveis no mercado. Os registros no painel Vigimed, que reúne as notificações enviadas ao órgão, apontam:</p>
<ul>
<li>3 casos suspeitos de mortes associadas ao uso de Saxenda;</li>
<li>2 casos suspeitos de mortes associadas ao uso de Ozempic;</li>
<li>1 caso suspeito de morte associada ao uso de Mounjaro.</li>
</ul>
<p>Além dos óbitos, dados indicam que, entre 2020 e 7 de dezembro de 2025, foram registradas 145 notificações de suspeitas de eventos adversos. Atualmente, mais de 200 casos de problemas pancreáticos estão sendo analisados.</p>
<p>A agência ressalta que os registros são considerados suspeitos até a conclusão da análise final, processo que pode levar anos. Especialistas ponderam que os pacientes que utilizam esses medicamentos (geralmente para diabetes e obesidade) já possuem, naturalmente, fatores de risco aumentados para o desenvolvimento de pancreatite. A Anvisa também alerta que notificações envolvendo nomes comerciais podem, em alguns casos, tratar-se de produtos falsificados.</p>
<p><strong>O perigo da pancreatite</strong><br />
A pancreatite é a inflamação do pâncreas, órgão vital localizado no abdômen, responsável pela produção de insulina e enzimas digestivas. Quando ocorre a inflamação, essas enzimas podem passar a agredir o próprio órgão.</p>
<p>Os sintomas incluem dor abdominal intensa e persistente (que pode irradiar para as costas), náuseas e vômitos. Em quadros severos, a inflamação pode se espalhar, causar falência de órgãos e levar à morte se não tratada rapidamente.</p>
<p>A orientação da Anvisa é clara: diante de qualquer suspeita de pancreatite, o uso do medicamento deve ser interrompido imediatamente e o paciente deve procurar atendimento médico. Caso o diagnóstico se confirme, o tratamento com a caneta não deve ser retomado.</p>
<p><strong>Uso restrito e novas regras</strong><br />
Atualmente, a maioria dessas canetas é autorizada apenas para tratamento de obesidade e diabetes. Há exceções específicas, como a semaglutida (Wegovy e Ozempic) para redução de risco cardiovascular e o Mounjaro para tratamento de apneia. Qualquer uso fora dessas indicações, o chamado uso off-label para fins puramente estéticos, é contraindicado.</p>
<p>Desde junho de 2025, para tentar coibir o uso indiscriminado, a Anvisa determinou que a venda desses medicamentos em farmácias e drogarias só pode ocorrer com a retenção da receita médica. A prescrição deve ser feita em duas vias e tem validade de até 90 dias.</p>
<p>A agência enfatiza que, apesar do alerta, a relação benefício-risco desses medicamentos permanece favorável quando utilizados conforme as indicações da bula e sob supervisão profissional.</p>
<p><strong>O que dizem as fabricantes</strong><br />
As farmacêuticas responsáveis pelos medicamentos citados reforçaram que os riscos já são comunicados aos pacientes e prescritores:</p>
<ul>
<li><strong>Novo Nordisk (Saxenda e Ozempic):</strong> A empresa afirmou que existe uma advertência de classe para todas as terapias baseadas em incretina referente ao risco de pancreatite. Reforçou que a pancreatite aguda está listada como reação adversa nas bulas de todos os seus produtos da classe GLP-1 e que os pacientes devem ser orientados a descontinuar o tratamento em caso de suspeita.</li>
<li><strong>Eli Lilly (Mounjaro):</strong> A fabricante informou que monitora os registros e que a bula da tirzepatida adverte que a inflamação do pâncreas é uma reação adversa incomum. Aconselha os pacientes a conversarem com seus médicos sobre os sintomas.</li>
</ul>
<p><strong>Apreensão de lotes irregulares</strong><br />
Além do alerta sanitário, a Anvisa atua no combate ao mercado ilegal. Em 21 de janeiro de 2026, a agência determinou a apreensão e proibição de lotes de Tirzepatida das marcas Synedica e TG, bem como do produto Retatrutida de todas as marcas.</p>
<p>Esses produtos, fabricados por empresas desconhecidas, estavam sendo comercializados irregularmente via Instagram, sem qualquer registro ou garantia de qualidade. A Anvisa orienta que tais produtos não sejam utilizados em nenhuma hipótese.</p>
<p><strong>Histórico de alertas</strong><br />
Este não é o primeiro aviso de segurança emitido pela agência reguladora sobre essa classe de medicamentos. Em 2024, houve alerta sobre riscos de aspiração durante procedimentos anestésicos e, em 2025, sobre casos raros de perda de visão associada à semaglutida.</p>
<p>A Anvisa reforça a importância de que médicos e pacientes notifiquem quaisquer eventos adversos através do sistema VigiMed, permitindo o monitoramento contínuo da segurança desses fármacos no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Procon-ES alerta sobre venda ilegal de &#8220;canetas emagrecedoras&#8221; na internet</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/procon-es-alerta-sobre-venda-ilegal-de-canetas-emagrecedoras-na-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[Procon-ES]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda enganosa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comercialização em redes sociais sem exigência de receita médica e com promessas milagrosas viola normas sanitárias e o Código de Defesa do Consumidor. Autarquia orienta sobre denúncias</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-ES) emitiu um alerta à população capixaba referente à venda irregular das chamadas “canetas emagrecedoras”, amplamente divulgadas em redes sociais com promessas de perda de peso rápida, fácil e supostamente livre de riscos. A entidade destaca que muitos anúncios omitem dados obrigatórios sobre a origem do produto, a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os possíveis efeitos colaterais, violando o direito à informação clara e à segurança.</p>
<p>Esses produtos são classificados como medicamentos e, conforme a legislação vigente, sua comercialização legal exige receita médica e obediência estrita às regras sanitárias. Recentemente, a Anvisa reforçou as normas para a prescrição e venda desses itens, visando coibir o uso sem orientação profissional e o comércio ilegal.</p>
<p>A diretora-geral do Procon-ES, Letícia Coelho Nogueira, ressaltou que o Código de Defesa do Consumidor veta a venda de itens que ofereçam risco à saúde ou segurança, além de combater a publicidade enganosa.</p>
<p><strong>“Promessas de emagrecimento rápido, sem informações claras ou sem comprovação, podem ser consideradas propaganda enganosa. Essas práticas podem gerar fiscalização e punições aos responsáveis”,</strong> afirmou a diretora-geral.</p>
<p><strong>Comércio ilegal e riscos à saúde</strong><br />
A oferta desses medicamentos sem a devida prescrição médica ou através de canais não autorizados, como aplicativos de mensagens e perfis em redes sociais, é considerada ilegal. A Anvisa já detectou a existência de anúncios falsos e esquemas de venda irregular, que incluem desde produtos sem registro até itens falsificados e sem garantia de qualidade.</p>
<p>Além dos perigos inerentes ao consumo de substâncias sem controle de qualidade, essas práticas infringem direitos básicos previstos em lei, como a proteção da vida e o acesso à informação correta.</p>
<p>A utilização das “canetas emagrecedoras” requer, obrigatoriamente, acompanhamento de um profissional de saúde. O uso indiscriminado e sem orientação pode desencadear reações adversas, agravar quadros clínicos preexistentes e trazer outros prejuízos à saúde do consumidor.</p>
<p><strong>Responsabilidade e publicidade</strong><br />
A legislação determina que todo produto apresente informações compreensíveis sobre sua composição, modo de uso, riscos e efeitos colaterais. Publicidades que ocultam esses dados, utilizam depoimentos sem comprovação científica, exibem imagens de “antes e depois” ou não identificam claramente o conteúdo como publicitário são proibidas.</p>
<p>O Procon-ES alerta que empresas, vendedores e até influenciadores digitais podem ser responsabilizados caso divulguem ou facilitem a venda irregular desses medicamentos.</p>
<p><strong>Orientações e canais de denúncia</strong><br />
Para evitar fraudes e riscos à saúde, o órgão de defesa do consumidor elenca as seguintes orientações:</p>
<ul>
<li><strong>Desconfie de promessas</strong>: Evite anúncios que garantam emagrecimento rápido ou “milagroso”;</li>
<li><strong>Verifique a regularidade:</strong> Cheque se o medicamento possui registro regularizado junto à Anvisa;</li>
<li><strong>Atenção ao canal de compra:</strong> Não adquira medicamentos via redes sociais ou sites que não apresentem identificação clara do vendedor;</li>
<li><strong>Exija documentação:</strong> Solicite sempre a nota fiscal e as informações completas sobre o produto.</li>
</ul>
<p>Consumidores que identificarem publicidade enganosa, venda irregular ou práticas suspeitas envolvendo esses produtos podem registrar uma queixa oficial através do canal de Denúncia Eletrônica, disponível no <strong><a href="https://procon.es.gov.br/">site www.procon.es.gov.br.</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Reino Unido alerta para mortes e doença grave ligadas a canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/reino-unido-alerta-para-mortes-e-doenca-grave-ligadas-a-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 19:40:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Mounjaro]]></category>
		<category><![CDATA[Ozempic]]></category>
		<category><![CDATA[pancreatite aguda]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Wegovy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão regulador contabilizou 19 óbitos e casos de necrose pancreática entre usuários de medicamentos como Ozempic e Mounjaro. Dor abdominal intensa é o principal sintoma a ser observado</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do Reino Unido emitiu um alerta nesta segunda-feira (02) sobre a ocorrência de pancreatite aguda e mortes associadas ao uso de agonistas do GLP-1, conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras. Embora a agência classifique a frequência geral como incomum, foram registrados casos graves, incluindo pancreatite necrosante, condição que provoca a morte do tecido do pâncreas, e óbitos entre usuários de medicamentos como Wegovy, Ozempic e Mounjaro.</p>
<p>Entre o ano de 2007 e outubro de 2025, a MHRA, que desempenha funções similares às da Anvisa no Brasil, recebeu 1.296 notificações de pancreatite associadas a esses medicamentos no país. Os registros incluem 19 mortes e 24 casos de pancreatite necrosante. Nos últimos cinco anos, mais de 25 milhões de embalagens de medicamentos GLP-1 foram distribuídas no Reino Unido.</p>
<p>O alerta destaca a necessidade de atenção aos sintomas. A agência orienta que usuários procurem assistência médica imediatamente caso apresentem dor intensa no estômago e nas costas que não desaparece. A dor abdominal pode ser persistente e vir acompanhada de náuseas e vômitos.</p>
<p><strong>Segurança e orientação médica</strong><br />
As informações de segurança do produto foram atualizadas tanto para pacientes quanto para profissionais de saúde. A diretora de segurança da MHRA, Alison Cave, ressaltou que, para a maioria dos usuários, o tratamento permanece seguro.</p>
<p><strong>&#8220;Para a grande maioria dos pacientes que recebem prescrição de GLP-1, esses medicamentos são seguros e eficazes, proporcionando benefícios significativos para a saúde&#8221;,</strong> afirmou Cave. Ela acrescentou, no entanto, que a vigilância é necessária:<strong> &#8220;O risco de desenvolver esses efeitos colaterais graves é muito pequeno, mas é importante que pacientes e profissionais de saúde estejam cientes e atentos aos sintomas associados&#8221;.</strong></p>
<p><strong>&#8220;Embora a frequência geral permaneça incomum, a experiência pós-comercialização demonstrou que alguns relatos raros de pancreatite aguda foram particularmente graves, incluindo pancreatite necrosante e fatal&#8221;,</strong> diz o texto do alerta publicado pela autoridade britânica.</p>
<p><strong>Contexto do uso e funcionamento</strong><br />
Estima-se que 1,6 milhão de adultos na Inglaterra, País de Gales e Escócia tenham utilizado canetas emagrecedoras, incluindo a semaglutida (presente no Wegovy e Ozempic) e a tirzepatida (Mounjaro), entre o início de 2024 e o início de 2025. Esses dados são de uma pesquisa recente da University College London.</p>
<p>Os medicamentos agonistas do GLP-1 agem imitando um hormônio liberado após a alimentação, auxiliando no controle do apetite e prolongando a sensação de saciedade. O Mounjaro atua também sobre outro hormônio, o GIP. Tais fármacos são prescritos para tratamento de diabetes tipo 2 e, em produtos específicos, para controle de peso e redução de risco cardiovascular em indivíduos com doença estabelecida e alto Índice de Massa Corpórea (IMC).</p>
<p>A MHRA aconselha que os pacientes discutam benefícios e riscos com seus médicos antes de iniciar o uso ou ao realizar alterações no tratamento, como a troca da marca da caneta.</p>
<p>O pâncreas, órgão localizado atrás do estômago, auxilia na digestão. Segundo as autoridades de saúde, a maioria das pessoas diagnosticada com pancreatite aguda começa a apresentar melhora em cerca de uma semana, sem problemas posteriores, mas quadros graves podem evoluir para complicações sérias.</p>
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