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	<title>Câncer de mama - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Câncer de mama - Em Dia ES</title>
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		<title>Detentas de Cariacica produzem almofadas para mulheres com câncer de mama</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/detentas-de-cariacica-produzem-almofadas-para-mulheres-com-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produzidas no Ateliê Mãos Livres, peças auxiliam na recuperação física e trazem alento emocional a mulheres mastectomizadas na Afecc</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um trabalho solidário desenvolvido no Ateliê Mãos Livres, no Centro Prisional Feminino de Cariacica (CPFC), busca dar alento e auxiliar a curar as dores físicas e psicológicas de mulheres que lutam contra o câncer de mama e foram submetidas à cirurgia de mastectomia na Afecc-Hospital Santa Rita.</p>
<p>Em formato de coração, as almofadas confeccionadas por internas da unidade prisional servem como apoio para a região afetada e na recuperação da cirurgia, proporcionando mais conforto e diminuição da dor no pós-operatório. No último mês, o ateliê da unidade prisional confeccionou 40 almofadas que foram doadas às pacientes oncológicas.</p>
<p>De acordo com Lea Penedo, diretora da Afecc, as almofadas são pensadas e confeccionadas para se encaixar suavemente sob o braço, proporcionando alívio da dor na região da cirurgia, protegendo contra pequenos impactos do dia a dia e ajudando a reduzir o inchaço e a tensão muscular.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;São detalhes que fazem toda a diferença no processo de reabilitação, tornando esse caminho um pouco mais leve. O acessório passa a fazer parte essencial do tratamento, contribuindo para o bem-estar físico e emocional das pacientes atendidas pela Afecc”</strong>, ressaltou.</p>
</blockquote>
<p>No Centro Prisional Feminino de Cariacica, a técnica para confecção das almofadas foi ensinada pela voluntária Rogéria de Aguiar Alvim, que já enfrentou um câncer de mama. <strong>“A almofada precisa ter, em média, 30 centímetros, e deve ser feita com tecido confortável, de algodão e enchimento esterilizado. É uma forma de aconchego para quem está enfrentando um momento tão doloroso como o câncer de mama. Também sou mastectomizada e entendo o quanto a almofada traz um alento para a recuperação da cirurgia”</strong>, pontuou Rogéria de Aguiar Alvim.</p>
<p>A diretora do Centro Prisional Feminino de Cariacica (CPFC), Patrícia Castro, destaca que no Ateliê Mãos Livres as internas aprendem a confeccionar artesanatos em tecido e crochê como um instrumento para fazer o bem, uma vez que as produções são doadas a hospitais, abrigos e instituições sociais.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Essa é uma ação que carrega um significado muito especial. Ao mesmo tempo em que contribui diretamente para o bem-estar de mulheres em tratamento do câncer, ela também proporciona às internas a oportunidade de desenvolver empatia, responsabilidade e solidariedade por meio do trabalho. Cada almofada produzida representa cuidado, acolhimento e a chance de impactar positivamente a vida de alguém”</strong>, disse Patrícia Castro.</p>
</blockquote>
<p><strong>Entrega de amor e solidariedade</strong><br />
As almofadas de coração confeccionadas do Centro Prisional Feminino de Cariacica (CPFC) foram entregues as mulheres que passaram pela cirurgia de retirada da mama na Afecc- Hospital Santa Rita no mês de março.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Essa parceria com a Secretaria da Justiça é fundamental para a Afecc, pois fortalece nosso compromisso com um cuidado mais humano e integral. Cada almofada entregue simboliza acolhimento, respeito e a certeza de que nossas pacientes não estão sozinhas em sua jornada. Para a Afecc, reabilitar é mais do que tratar, é cuidar com sensibilidade, presença e amor”</strong>, explicou Lea Penedo, diretora da entidade.</p>
</blockquote>
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		<title>Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes, câncer de mama e doença rara</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-aprova-novos-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-doenca-rara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 10:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[registro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O teplizumabe é indicado para retardar o início do diabetes tipo 1</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9).</p>
<p>A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares.</p>
<p>Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já tenham se submetido a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável (que não pode ser removida completamente por cirurgia) ou metastática (que se espalhou do local original para outras partes do corpo).</p>
<p>O Andembry® (garadacimabe) também teve o registro aprovado. O medicamento é indicado para prevenção do angioedema hereditário (AEH). A doença genética é considerada rara e causa inchaços (edemas) repentinos e dolorosos em diversas partes do corpo, que podem afetar de forma recorrente a pele, as mucosas e os órgãos internos.</p>
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		<item>
		<title>ES recebe medicamento inédito para tratamento do câncer de mama no SUS</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/es-recebe-medicamento-inedito-para-tratamento-do-cancer-de-mama-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 11:29:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro lote com o fármaco Trastuzumabe Entansina tem previsão de chegar nesta sexta-feira (24) ao estado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mês do Outubro Rosa, o Ministério da Saúde recebeu o primeiro lote do Trastuzumabe Entansina, medicamento de última geração incorporado ao SUS para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo — uma forma agressiva da doença que estimula o crescimento das células tumorais.</p>
<p>A remessa, com 11.978 unidades (6.206 de 100 mg e 5.772 de 160 mg), chegou no dia 13 de outubro a Guarulhos (SP). Desse total, 234 frascos são destinados ao Espírito Santo e serão entregues nesta sexta-feira (24). O medicamento será distribuído à secretaria de saúde, que fará a dispensação conforme os protocolos clínicos vigentes.</p>
<p>Ao todo, serão 4 lotes do medicamento. As próximas entregas estão previstas para dezembro de 2025, março e junho de 2026. Os insumos atenderão 100% da demanda atual pelo medicamento no SUS, beneficiando 1.144 pacientes ainda em 2025.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“É um avanço gigantesco para a oncologia nacional, com o primeiro protocolo clínico voltado a esse tratamento. Trata-se de uma medicação muito esperada pela nossa população, que poderá reduzir em até 50% a mortalidade das pacientes com câncer de mama do tipo HER2 positivo. É uma grande vitória para a saúde pública e para o povo brasileiro”</strong>, afirmou o diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde, José Barreto.</p>
<p>O investimento total é de R$ 159,3 milhões para a compra de 34,4 mil frascos-ampola do medicamento — sendo 17,2 mil unidades de 100 mg e 17,2 mil de 160 mg. O Ministério da Saúde negociou a compra no valor de cerca de 50% abaixo do mercado, garantindo economia de aproximadamente R$ 165,8 milhões e ampliando o acesso ao tratamento no SUS.</p>
<p><strong>Sobre o tratamento</strong><br />
O medicamento é indicado para mulheres que ainda apresentam sinais da doença após a quimioterapia inicial, geralmente em casos de câncer de mama HER2- positivo em estágio III. A nova terapia representa um avanço no cuidado, ampliando as opções de tratamento no SUS e oferecendo melhores perspectivas de controle da doença e qualidade de vida.</p>
<p>Além do Trastuzumabe Entansina, o Ministério avança na oferta dos inibidores de ciclinas (abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe) indicados para o tratamento de câncer de mama avançado ou metastático com receptor hormonal positivo e HER2- negativo.</p>
<p>A portaria que autoriza a compra descentralizada desses medicamentos, por meio da Autorização de Procedimento de Alta Complexidade (APAC), será publicada ainda neste mês. Esse modelo permite que estados e municípios realizem diretamente a aquisição dos medicamentos, com financiamento federal, otimizando a logística e garantindo que o tratamento chegue com mais agilidade às pacientes atendidas nos serviços especializados.</p>
<p><strong>Ampliação de mamografia</strong><br />
Recentemente o Ministério da Saúde anunciou mudança na faixa etária para realização da mamografia no SUS. A partir de agora o exame está disponível também para mulheres a partir dos 40 anos, mesmo na ausência de sintomas de câncer. A ampliação da faixa etária fortalece o diagnóstico precoce e o acesso à assistência, especialmente para mulheres que antes encontravam barreiras no sistema público de saúde, como a exigência de histórico familiar ou de sinais clínicos da doença. Em 2024, as mamografias realizadas em mulheres com menos de 50 anos já corresponderam a 30% do total, ultrapassando 1 milhão de exames.</p>
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		<item>
		<title>Inca lança relatório sobre câncer de mama no Brasil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/inca-lanca-relatorio-sobre-cancer-de-mama-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 17:28:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Inca]]></category>
		<category><![CDATA[relatório]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São estimados 73.610 novos casos este ano no país</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou nesta sexta-feira (3), no mês do Outubro Rosa, que conscientiza sobre o câncer de mama, a publicação <a href="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17733" target="_blank" rel="noopener">Controle de câncer de mama no Brasil: dados e números 2025</a>, com informações sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, prevenção, acesso a exames e tratamento para ajudar profissionais de saúde e gestores pelo país.</p>
<p>Segundo o Inca, o câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil. São estimados 73.610 novos casos este ano. Em 2023, foram contabilizadas mais de 20 mil mortes pela doença no país. Entre 2020 e 2023, houve redução da mortalidade entre mulheres na faixa entre 40 e 49 anos.</p>
<p>De acordo com o relatório, o Sudeste é a região com maior incidência da doença, e Santa Catarina, no Sul, registra a maior taxa entre as unidades da federação. Em relação à mortalidade, as regiões Sul, Sudeste e Nordeste lideram, e as maiores taxas estão em Roraima, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, respectivamente.</p>
<p>A chefe da Divisão de Detecção Precoce e Organização de Rede do Inca, Renata Maciel, disse que nos últimos 3 anos tem melhorado o tempo entre o diagnóstico e o primeiro tratamento, com destaque na Região Sul, que tem o maior percentual de casos tratados em 60 dias.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;A mortalidade em mulheres de 80 anos ou mais tem aumentado e tem reduzido essa mortalidade em idades mais jovens. O maior percentual de mortes está na população entre 50 e 69 anos&#8221;</strong>, disse.</p>
<p>Para Renata, ainda se tem que melhorar a cobertura do rastreamento, que é baixa no Brasil. <strong>&#8220;Precisamos aumentar essa cobertura para 70%, e hoje a gente tem uma variação em alguns estados do Norte em torno de 5,3% e no Espírito Santo, de 33%. É muito baixo. Nosso foco é centrar esforços nesse rastreamento organizado para que as mulheres façam a mamografia a cada dois anos&#8221;</strong>.</p>
<p>O diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde , José Barreto, lembra que o rastreamento e o diagnóstico precoce fazem parte da proposta do programa Agora Tem Especialista, lançado pelo governo federal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Estamos com o propósito de redução da fila de espera no tratamento. O tempo é vida no câncer. Incorporamos novos medicamentos&#8221;</strong>, afirmou.</p>
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		<item>
		<title>Outubro Rosa: Campanha reforça a prevenção, o cuidado e o rastreamento do Câncer de Mama</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/outubro-rosa-campanha-reforca-a-prevencao-o-cuidado-e-o-rastreamento-do-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 17:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Rastreamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sesa reforça o autocuidado e a necessidade de políticas que promovam equidade no acesso à prevenção e tratamento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de outubro é marcado pela campanha “Outubro Rosa” e a Secretaria da Saúde (Sesa), por meio da Gerência de Política e Organização das Redes de Atenção à Saúde (Geporas), e da Vigilância Epidemiológica, promove ações de conscientização junto à população, em especial as mulheres, sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.</p>
<p>Com o tema “Conhecimento que protege, cuidado que faz viver”, a iniciativa da Campanha, em parceria com a Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc), busca estimular o autocuidado, a atenção aos sinais do corpo e a procura por serviços de saúde para rastreamento e acompanhamento da doença.</p>
<p>O câncer de mama é a neoplasia maligna de maior incidência entre mulheres no Brasil e no mundo, representando um relevante problema de saúde pública devido ao impacto na morbimortalidade feminina. Manifesta-se, em seus estágios iniciais, por nódulos mamários fixos e geralmente indolores, alterações cutâneas, como retrações, ulcerações ou aspecto de ‘casca de laranja’, modificações no formato do mamilo e secreções papilares, principalmente sanguinolentas. Pode haver ainda aumento de linfonodos axilares. A maioria das lesões localiza-se no quadrante superior externo da mama e, em estágios mais avançados, pode evoluir com dor, ulcerações extensas, espessamento da pele e comprometimento sistêmico, o que dificulta o tratamento e agrava o prognóstico.</p>
<p>Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama tem origem multifatorial, decorrente da interação entre fatores genéticos, hormonais, comportamentais e ambientais. Entre os fatores não modificáveis, destacam-se idade avançada, histórico familiar, mutações genéticas, puberdade precoce (primeira menstruação antes de 12 anos), menopausa tardia e nuliparidade (a condição de uma mulher que nunca teve filhos). Já os fatores modificáveis incluem sedentarismo, obesidade (especialmente após a menopausa), consumo de álcool, tabagismo, alimentação inadequada e ausência de aleitamento materno, reforçando a importância de estratégias de prevenção e promoção da saúde.</p>
<p>A referência técnica da Saúde da População Negra, da Sesa, Raquel Rosa de Azevedo, destaca que mulheres negras apresentam maior vulnerabilidade ao câncer de mama, sendo frequentemente diagnosticadas em estágios avançados e com menor acesso ao rastreamento e tratamento.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Fatores como menor escolaridade e barreiras socioeconômicas contribuem para essas desigualdades. Além disso, há maior prevalência de subtipos agressivos, como o triplo negativo (TNBC), elevando o risco de mortalidade precoce. Esse cenário evidencia a necessidade de políticas públicas que promovam equidade no acesso à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento”</strong>, ressalta Raquel Rosa de Azevedo.</p>
<p>Além de comprometer a qualidade de vida e dificultar a recuperação, quando não descoberto precocemente, o câncer de mama impacta de maneira profunda os aspectos emocionais, sociais e psicológicos das mulheres, somando-se às alterações físicas causadas pela doença.</p>
<p>A referência técnica da Saúde da Mulher, da Sesa, Christiani Pontara Faé, enfatiza que o diagnóstico precoce é essencial para o prognóstico, <strong>“sendo realizado por exame clínico, exames de imagem e biópsia”. “E a mamografia é o principal método de rastreamento”</strong>, diz.</p>
<p>Conforme a atualização recente das diretrizes do Ministério da Saúde, o acesso à mamografia no SUS será garantido a todas as mulheres de 40 a 49 anos, mesmo na ausência de sinais ou sintomas de câncer de mama. Essa faixa etária concentra 23% dos casos da doença. <strong>“Essa estratégia é fundamental para aumentar significativamente as chances de cura e reduzir a mortalidade, garantindo a integralidade do cuidado da saúde da mulher, oportunizando o diagnóstico precoce. A confirmação depende da análise histopatológica do material obtido por biópsia. No Espírito Santo, desde 2024, a Portaria nº 144-R/2024 já ampliou essa oferta pelo SUS para faixa etária de 40 a 69 anos”</strong>, esclarece Christiani Pontara Faé.</p>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
A enfermeira e referência técnica da Vigilância Epidemiológica da Sesa, Larissa Dell&#8217;Antonio, salienta que o diagnóstico precoce e o início do tratamento em tempo oportuno são fundamentais para que a paciente tenha melhor prognóstico. <strong>“Os planos terapêuticos são traçados individualmente, pois são levados em consideração o tipo histológico e o estadiamento do tumor, bem como o histórico de saúde da paciente, como, por exemplo, a presença de comorbidades ou tratamentos oncológicos anteriores”</strong>, ressaltou Larissa Dell&#8217;Antonio.</p>
<p>Nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Espírito Santo, o primeiro contato da mulher ocorre geralmente com o médico de família ou com o (a) enfermeiro (a), que podem indicar a realização do exame. Caso os resultados indiquem a necessidade de acompanhamento, a paciente é encaminhada a um serviço de referência, onde terá acesso ao tratamento adequado. Nos hospitais de referência, as condutas terapêuticas são definidas de acordo com a condição clínica de cada paciente.</p>
<p><strong>“A atenção contínua à própria saúde, por meio de consultas e avaliações regulares, é fundamental para as mulheres, em especial para detecção de possíveis doenças”</strong>, completa a enfermeira Larissa Dell&#8217;Antonio.</p>
<p><strong>Dicas para uma vida saudável e prevenção de cânceres</strong><br />
A prevenção do câncer de mama pode ser primária, com foco na redução de fatores de risco e promoção de hábitos saudáveis, como atividade física, alimentação equilibrada rica em frutas, verduras, legumes, controle do peso, mantendo o peso corporal adequado. Não fumar, ter a moderação no álcool e o incentivo à amamentação também contribuem para a prevenção; ou secundária, voltada à detecção precoce por meio de mamografias e acompanhamento na Atenção Primária à Saúde, permitindo intervenção rápida e maior sobrevida.</p>
<p><strong>“O ‘Outubro Rosa’ é um convite para que todas as mulheres cuidem de si e fiquem atentas aos sinais do corpo. O conhecimento e a prevenção são os maiores aliados na luta contra o câncer de mama”</strong>, destacou a referência técnica da Saúde da Mulher, da Sesa, Christiani Pontara Faé.</p>
<p><strong>Dados</strong><br />
No ano de 2024, foram registrados 1.551 novos casos de câncer de mama, sendo que, de janeiro a setembro do mesmo ano, foram registrados 1.181 casos. Neste ano de 2025, no mesmo período de janeiro a setembro, foram registrados 501 novos casos de câncer de mama</p>
<p>No Espírito Santo, de janeiro a julho deste ano, foram registradas 9.482 internações de mulheres por tipos de cânceres. Enquanto no mesmo período em 2024, foram 8.994 registrados. Já durante todo o ano de 2024, 16.136 internações foram registradas.</p>
<p>Quanto às internações específicas por câncer de mama, de janeiro a julho deste ano, foram registradas 1.566 internações de mulheres por câncer de mama. Já durante o mesmo período de 2024, foram 1.431 internações registradas. Porém, durante todo o ano de 2024, foram 2.653 internações registradas. (Dados Sesa – NEPSS em 18/09/25)</p>
<p>Dados sobre os óbitos por câncer de mama feminino, segundo fonte do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), foram registrados no Estado em 2024, 385 mortes, sendo 251 registradas no período de janeiro a agosto. Já em 2025, de janeiro a agosto, foram registrados 242 óbitos em mulheres por decorrência da doença.</p>
<p>Ao todo, em 2024, foram registrados 2.511 óbitos por cânceres em geral em mulheres. Já em 2024, de janeiro a agosto, 1.670 óbitos foram registrados por cânceres em mulheres no Espírito Santo. Neste ano de janeiro a agosto, foram 1.503 óbitos registrados por cânceres.</p>
<p>Sobre o câncer de mama em homens, segundo dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), foram registrados no Estado em 2024 um total de três mortes, sendo uma registrada no período de janeiro a agosto. Já em 2025 de janeiro a agosto, foram registrados três óbitos em homens, em decorrência da doença.</p>
<p>Quanto à realização de mamografias, foram realizados 99.381 (mamografias diagnósticas e mamografias de rastreamento) exames, em 2024, sendo 58.578 de janeiro a agosto. Entretanto de janeiro a junho de 2025, foram realizados 46.136 exames de mamografia. (Dados Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS – SIA/SUS, em 18/09/25).</p>
<p><strong>O Espírito Santo tem hospitais qualificados para a realização do tratamento de câncer de mama. Entre eles, estão:</strong></p>
<p><strong>Hospital classificado como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON)</strong><br />
&#8211; Hospital Santa Rita de Cássia (HSRC-AFECC) – instituição filantrópica conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS);</p>
<p><strong>Hospitais classificados como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON)</strong><br />
&#8211; Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI) – instituição filantrópica, conveniada ao SUS;<br />
&#8211; Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória (Hinsg) &#8211; Unacon exclusiva de Oncologia Pediátrica.<br />
&#8211; Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam) – instituição pública federal, vinculada à Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes);<br />
&#8211; Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória (HSCMV) – instituição filantrópica, conveniada ao SUS, vinculada à instituição de ensino Emescam;<br />
&#8211; Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV) – instituição filantrópica, conveniada ao SUS, vinculada à instituição de ensino Univix;<br />
&#8211; Hospital Maternidade São José (HMSJ) – instituição filantrópica, vinculada ao SUS;<br />
&#8211; Hospital Rio Doce – instituição filantrópica, vinculada ao SUS;</p>
<p>A Sesa participará de ações em parceria com a Afecc, no decorrer do mês de outubro. Serão realizadas palestras direcionadas às mulheres e público em geral.</p>
<p><strong>Veja a programação das palestras:</strong><br />
08/10 – Cariacica &#8211; 14h – Centro Margarida &#8211; Mulheres e público geral.<br />
14/10 – Linhares – 10h – Comunidade Quilombola de Povoação &#8211; Mulheres da Comunidade Região<br />
14/10 – Linhares – 14h – Centro Margarida &#8211; Mulheres atendidas no Centro e Mulheres do Campo<br />
18/10 &#8211; Vila Velha – 09h – Unidade de Saúde da Barra do Jucu &#8211; Mulheres Bordadeiras<br />
22/10 &#8211; Cachoeiro do Itapemirim – 14h &#8211; Centro Margarida &#8211; Mulheres atendidas no Centro e Quilombolas<br />
24/10 &#8211; Vitória Auditório da SESM – Direcionada às Mulheres de Matrizes Africanas<br />
09/10 &#8211; Aracruz – 09h – Aldeia Nova Esperança &#8211; Mulheres Indígenas<br />
29/10 – Vitória &#8211; Auditório da SESM &#8211; 14h &#8211; Mulheres com Fibromialgia</p>
<p><strong>Programação nos hospitais estaduais</strong><br />
O Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba) abraça a campanha “Outubro Rosa”, com a promoção da saúde e o cuidado integral. Durante todo o mês, profissionais da saúde e do serviço social realizarão ações de conscientização para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, direcionado às mães atendidas na maternidade e àquelas que acompanham seus filhos em tratamento nas diversas unidades do hospital.</p>
<p>Entretanto no dia 15 de outubro, às 15 horas, haverá uma palestra com o tema “Um toque pode salvar sua vida”, ministrada pela enfermeira Jovana Ferreira, que superou o câncer de mama e compartilhará parte de sua jornada como paciente oncológica, dando orientações sobre a prevenção da doença.</p>
<p>O Hospital Jayme Santos Neves realizará o “Outubro Rosa” deste ano, junto à Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT), com programações contendo roda de conversas, dinâmicas e jogos grupais, sempre abordando também, assuntos ligados à campanha.</p>
<p>A programação está marcada para os dias 14 e 15 de outubro, sempre na parte da tarde, no auditório do hospital.</p>
<p>Será realizado um jogo de perguntas e respostas. Será disponibilizado uma caixa temática do “Outubro Rosa” com perguntas frequentes sobre o câncer de mama; Roda de conversa sobre a prevenção ao câncer de mama; Mural expondo informações sobre os alimentos que contribuem para o desenvolvimento de câncer e seus valores nutricionais; Terá um profissional da saúde para tirar dúvidas sobre o tema e ensinar a técnica correta de autoexame.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde passa a recomendar mamografia a partir dos 40 anos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/ministerio-da-saude-passa-a-recomendar-mamografia-a-partir-dos-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 19:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudança ocorre diante do aumento de casos de câncer de mama em mulheres mais jovens; governo também amplia faixa etária do rastreamento e anuncia novos tratamentos pelo SUS</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (23) novas recomendações para a realização da mamografia como parte da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Pela primeira vez, o exame passa a ser recomendado “sob demanda” para mulheres de 40 a 49 anos, mediante vontade da paciente e indicação médica.</p>
<p>Segundo José Barreto, diretor do Departamento de Atenção ao Câncer da Pasta, as regras anteriores que dificultavam o acesso a esse grupo etário serão revogadas. <strong>“Nosso compromisso é consolidar a maior rede de prevenção de câncer do mundo”</strong>, afirma.</p>
<p><strong>Como era e como fica</strong><br />
Até agora, o protocolo oficial do Sistema Único de Saúde (SUS) orientava a mamografia apenas para mulheres de 50 a 69 anos, a cada dois anos, mesmo sem sinais ou sintomas. Com as mudanças, o Ministério passa a recomendar:</p>
<ul>
<li>40 a 49 anos: acesso garantido ao exame, sem rastreamento obrigatório a cada dois anos;</li>
<li>50 a 74 anos: rastreamento populacional bienal;</li>
<li>Acima dos 74 anos: decisão individualizada, de acordo com comorbidades e expectativa de vida.</li>
</ul>
<p>Barreto destacou que a expansão da faixa de rastreamento — antes restrita até 69 anos e agora até os 74 — é um “chamamento” para que mais mulheres façam o exame regularmente.</p>
<p><strong>Exame essencial</strong><br />
A mamografia é considerada o principal exame de rastreamento do câncer de mama. Ela permite identificar alterações como nódulos, cistos e espessamentos do tecido antes de sinais clínicos. Quando há suspeita, pode ser indicada biópsia para confirmar o diagnóstico.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) já defendia a realização anual do exame a partir dos 40 anos. Em 2024, mais de 30% das mamografias realizadas no país foram em mulheres abaixo dos 50 anos, segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p><strong>Estrutura de atendimento</strong><br />
Secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales destaca que as medidas fazem parte de uma estratégia mais ampla de prevenção. Ele relembra que, em maio, o governo lançou o programa de carretas da saúde. Ainda segundo ele, em outubro, 27 unidades móveis estarão em 22 estados oferecendo consultas, mamografias e biópsias.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Precisamos avançar muito. Cerca de 37% dos diagnósticos de câncer de mama no Brasil já acontecem em estágios 4 ou 5”</strong>, diz Sales.</p>
<p>A pasta também anunciou o lançamento de um manual de diagnóstico precoce e alta suspeição, voltado para apoiar profissionais da atenção primária.</p>
<p>Outra frente será a destinação de R$ 100 milhões em parceria com o CNPq para pesquisas em câncer de mama, colo de útero e colorretal.</p>
<p><strong>Medicamentos mais modernos</strong><br />
A partir de outubro, o SUS vai disponibilizar também novos medicamentos para o tratamento do câncer de mama. Um deles é o trastuzumabe entansina, indicado para mulheres que ainda apresentam sinais da doença mesmo após a primeira fase do tratamento com quimioterapia antes da cirurgia.</p>
<p>Outro grupo de medicamentos inclui os inibidores de ciclinas (abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe), recomendados para pacientes com câncer de mama avançado ou metastático – quando a doença já se espalhou para outras partes do corpo – e que têm receptor hormonal positivo e negativo.</p>
<p><strong>Impacto esperado</strong><br />
O câncer de mama é o tipo mais incidente entre mulheres no Brasil e no mundo (excluindo tumores de pele não melanoma). O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura e amplia as opções de tratamento.</p>
<p>Com as novas medidas, o Ministério da Saúde espera reduzir os diagnósticos tardios, alinhar a política nacional às recomendações de sociedades médicas e ampliar o acesso tanto a exames quanto a terapias modernas.</p>
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		<item>
		<title>Dia Mundial Sem Tabaco: tabagismo pode esconder relação entre cigarro e câncer de mama</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/dia-mundial-sem-tabaco-tabagismo-pode-esconder-relacao-entre-cigarro-e-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andressa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 10:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro x câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Tabaco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa aborda como a indústria do tabaco manipulou a ciência e a opinião pública para minimizar os riscos do cigarro</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial Sem Tabaco, que ocorre em 31 de maio, uma nova luz é lançada sobre as práticas obscuras da indústria do tabaco. Um estudo recente publicado na revista científica Tobacco Control, conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco, expõe documentos internos que revelam como empresas do setor atuaram ativamente para desacreditar estudos que associavam o tabagismo – ativo ou passivo – ao câncer de mama.</p>
<p>A análise de mais de 19 mil arquivos do extinto Council for Tobacco Research (CTR) e do Tobacco Institute (TI) mostrou que, desde a década de 1980, essas instituições desenvolveram uma estratégia estruturada para neutralizar pesquisas científicas que indicavam aumento no risco de câncer de mama entre mulheres expostas à fumaça do cigarro, mesmo indiretamente.</p>
<p>Para Daniel Gimenes, oncologista da Oncoclínicas, a revelação desses documentos escancara um dos capítulos mais preocupantes da história da saúde pública. &#8220;O que esse estudo evidencia é uma ação intencional de manipulação do conhecimento científico. A indústria do tabaco financiava pesquisas paralelas e usava especialistas ligados a seus interesses para desqualificar estudos sérios. Isso atrasou medidas de proteção à população e influenciou diretamente o diagnóstico e a prevenção do câncer de mama&#8221;, alerta o especialista.</p>
<p>O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, com impacto direto na mortalidade feminina. No país, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), são estimados mais de 73 mil novos casos para cada ano do triênio 2023-2025. Embora fatores genéticos, hormonais e ambientais estejam amplamente estudados, o papel do tabagismo ainda é frequentemente subestimado.</p>
<p>&#8220;Hoje sabemos que mulheres expostas ao fumo passivo têm um risco aumentado de desenvolver câncer de mama. A exposição ao tabaco, especialmente na juventude, pode interferir em processos hormonais importantes&#8221;, destaca Gimenes.</p>
<p>De acordo com o estudo, a indústria financiou pelo menos 48 projetos focados em outras possíveis causas do câncer de mama — como fatores genéticos e alimentares — com o claro objetivo de desviar a atenção do tabagismo. Em paralelo, organizava simpósios, distribuía newsletters tendenciosas e explorava declarações de cientistas renomados fora de contexto para criar uma falsa controvérsia científica.</p>
<p>As estratégias iam além da negação: documentos internos mostram que o Tobacco Institute chegou a alegar que o aumento de casos de câncer de pulmão entre mulheres não fumantes poderia ser resultado de diagnósticos equivocados de metástases de câncer de mama. Essa retórica pseudocientífica foi disseminada entre profissionais de saúde e legisladores como forma de impedir o avanço de leis mais restritivas ao fumo.</p>
<p>Diante dessas revelações, o oncologista reforça a importância de manter uma postura crítica em relação a informações que chegam ao público por vias não científicas. &#8220;Como médicos, temos o compromisso de orientar com base em evidências sólidas. E como sociedade, precisamos estar atentos às estratégias de desinformação que ainda hoje tentam relativizar os danos do cigarro – seja ele convencional, aquecido ou eletrônico&#8221;, finaliza Daniel Gimenes.</p>
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		<item>
		<title>Casa Rosa promove 3º Seminário da Saúde da Mulher em Linhares</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/casa-rosa-promove-3o-seminario-da-saude-da-mulher-em-linhares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 11:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O principal objetivo do evento, é capacitar os profissionais da rede municipal de saúde</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mês dedicado à prevenção e combate ao câncer de mama, a Casa Rosa, órgão vinculado à secretaria de Saúde, promove nesta terça-feira (23), o 3º Seminário da Saúde da Mulher.</p>
<p>O seminário acontece no auditório do Sicoob, que fica localizado na agência do bairro Conceição, a partir das 7h30 horas. Na programação estão palestras com temáticas voltadas para a atenção ao diagnóstico precoce e o atendimento às mulheres vítimas de violência.</p>
<p>O principal objetivo do evento, de acordo com a diretora da Casa Rosa de Linhares, Kessy Bonicenha Brunetti, é capacitar os profissionais da rede municipal de saúde.</p>
<blockquote><p><strong>“Nosso objetivo é alertar e capacitar os médicos e enfermeiros da Estratégia de Saúde da Família do município sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e todo tipo de violência contra a mulher, uma vez que a Atenção Primária à Saúde é a porta de entrada dos usuários para questões relacionadas a saúde”</strong>, esclarece Kessy.</p></blockquote>
<p>Durante o Seminário, a promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do ES, Dra Graziella Maria Deprá Bittencourt Gadelha, fará a palestra “MP com Elas: O que é Violência Doméstica e Familiar contra às Mulheres?”. Ainda sobre este tema a Dra Silvana Soeiro de Castro- delegada de Polícia Titular da Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher de Linhares, fala sobre “A importância da saúde da mulher no combate a violência doméstica”:</p>
<p>Na área de saúde, a médica mastologista Dra Gabriele Garoze vai falar sobre Câncer de Mama – Prevenção e Diagnóstico.</p>
<blockquote><p><strong>“O Outubro Rosa é um mês em que intensificamos práticas que estimulem a importância da educação da mulher e dos profissionais de saúde para o reconhecimento dos sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama, daí a importância do seminário e demais ações que estamos promovendo durante todo mês”</strong>, ressalta</p></blockquote>
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		<item>
		<title>41% das mulheres ficam sem emprego após diagnóstico de câncer de mama, aponta pesquisa</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/41-das-mulheres-ficam-sem-emprego-apos-diagnostico-de-cancer-de-mama-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 17:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo revela os desafios enfrentados pelas mulheres com câncer de mama para manter suas atividades profissionais, com especialistas defendendo mais suporte das empresas e do setor público</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um total de 4 em cada 10 mulheres que tinham atividade profissional deixaram de trabalhar após descobrirem câncer de mama, aponta pesquisa realizada pelo Datafolha a pedido da empresa farmacêutica Astrazeneca.</p>
<p>Segundo especialistas, embora o mercado de trabalho tenha se adaptado para resguardar direitos femininos como licença-maternidade, proteção contra demissão durante a gravidez e medidas contra assédio, o diagnóstico de câncer de mama ainda representa grande barreira para a readaptação de mulheres em suas atividades profissionais.</p>
<blockquote><p><strong><em>“É possível continuar trabalhando, especialmente quando a doença é detectada precocemente. Com o tratamento adequado, a pessoa pode retomar suas atividades familiares, sociais e profissionais, mantendo uma vida normal e produtiva”,</em> </strong>afirma o diretor da Escola Brasileira de Mastologia, Guilherme Novita Garcia.</p></blockquote>
<p>Embora tratamentos como quimioterapia e radioterapia permitam que as pacientes continuem trabalhando, há desafios relacionados ao tempo de recuperação e à necessidade de consultas frequentes, especialmente no SUS (Sistema Único de Saúde), afirma o médico.</p>
<p>A pesquisa entrevistou 240 mulheres em cinco cidades, e 134 trabalhavam em atividades remuneradas quando receberam o diagnóstico.</p>
<p>O levantamento mostrou que, entre as que estavam empregadas quando souberam do câncer, 59% conseguiram manter o trabalho, enquanto 41% não tiveram a mesma possibilidade. As maiores quedas foram entre as mulheres com carteira assinada e freelancers.</p>
<p>A abordagem de campo foi direcionada, na qual entrevistadores se concentraram em instituições que tratam casos de câncer de mama e nas proximidades desses locais.</p>
<p>A seleção das participantes foi feita de maneira aleatória, sem levar em conta critérios de faixa etária, classe social ou local de residência, o que resultou em um grupo diversificado de mulheres, em sua maioria com mais de 45 anos. A amostra contempla mulheres de diversos estratos, todas as classes econômicas, escolaridade e várias regiões do país.</p>
<p>Garcia destaca que o câncer de mama impacta a vida profissional de mulheres entre 45 e 60 anos, que muitas vezes são as principais provedoras da família.</p>
<blockquote><p><strong><em>“Independentemente da motivação desse desligamento, ele se reflete num comprometimento significativo para a renda dessas famílias”,</em></strong> diz Karina Fontão, diretora médica da AstraZeneca.</p></blockquote>
<p>Segundo Karina, é necessário o envolvimento de familiares, amigos, colegas de trabalho e profissionais de saúde. Além disso, associações de pacientes, o setor privado e os governos também têm papel fundamental no enfrentamento.</p>
<p>Entre as entrevistadas, a taxa de participação na população economicamente ativa (que está inserida no mercado ou procurando emprego) caiu de 62% para 33% após o diagnóstico. Independentemente da situação de trabalho que tinham quando receberam o diagnóstico, 60% relataram mudanças em suas condições laborais desde então.</p>
<p>A advogada Priscila Arraes explica que a lei brasileira proíbe a discriminação por doença e protege contra demissões, garantindo reintegração ou compensação. Em casos de doenças graves, o desligamento é considerado discriminatório, e a empresa deve comprovar o contrário, explica.</p>
<p>A profissional defende que grandes empresas têm um papel social e deveriam oferecer suporte psicológico a funcionários com doenças graves.</p>
<p>O estudo aponta que a principal dificuldade para manter o emprego são as ausências para tratamentos. Cirurgias podem exigir afastamento de 15 a 30 dias, e a quimioterapia, que dura de quatro a seis meses, dependendo do tratamento e do estágio, pode trazer dias difíceis.</p>
<p>Arraes sugere a criação de legislação exigindo que empresas, especialmente as de grande porte, forneçam suporte específico a esses trabalhadores.</p>
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		<item>
		<title>Outubro Rosa reforça a importância da prevenção e detecção precoce do câncer de mama no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/outubro-rosa-reforca-a-importancia-da-prevencao-e-deteccao-precoce-do-cancer-de-mama-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 12:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Importância]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo da campanha é garantir que as mulheres busquem, com regularidade, consultas e exames que possibilitem a identificação precoce de possíveis alterações</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha “Outubro Rosa”, promovida globalmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta para a relevância da prevenção e detecção precoce do câncer de mama. No Espírito Santo, as mulheres contam com o apoio da Secretaria da Saúde (Sesa) para o acesso a exames preventivos, essenciais para o diagnóstico precoce da doença.</p>
<p>A conscientização sobre o câncer de mama, doença que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, é o foco principal da campanha de Outubro Rosa. No Espírito Santo, diversas ações serão realizadas ao longo do mês de outubro para informar e conscientizar a população sobre a importância do autoconhecimento e da prevenção. O objetivo é garantir que as mulheres busquem, com regularidade, consultas e exames que possibilitem a identificação precoce de possíveis alterações.</p>
<p>Raquel Azevedo, referência técnica da Saúde da Mulher da Sesa, destacou a relevância dos exames de rastreamento.</p>
<blockquote><p><strong><em>“A realização do preventivo e da mamografia é crucial para a mulher de 50 a 69 anos de idade, a cada dois anos. Esses exames são ferramentas valiosas para detectar sinais precoces de alterações que podem indicar câncer, aumentando as chances de tratamento eficaz e cura.”</em></strong></p></blockquote>
<p>O câncer de mama, que representa o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, é uma doença que afeta não apenas o físico, mas também o estado emocional e psicológico das pacientes. Entre os sinais e sintomas da doença estão nódulos ou massas palpáveis, mudanças no formato das mamas e secreções anormais. A orientação é que as mulheres procurem assistência médica ao notar qualquer alteração.</p>
<p>No Espírito Santo, o rastreamento é realizado por meio da mamografia, exame oferecido nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Após avaliação inicial, a paciente pode ser encaminhada para tratamento em uma unidade de referência, como explica Larissa Dell&#8217;Antonio, enfermeira e referência técnica da Vigilância Epidemiológica da Sesa.</p>
<blockquote><p><strong><em>“A busca por consultas e avaliações de saúde precisa ser um ato constante pelas mulheres, pois, quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, maior a possibilidade de tratamentos menos evasivos e melhor a qualidade de vida.”</em></strong></p></blockquote>
<p><strong>Dados</strong><br />
Em 2023, segundo dados do Painel Oncologia do DataSUS, foram registrados 1.482 novos casos de câncer de mama. De janeiro a setembro de 2024, já foram registrados 740 novos casos. No Espírito Santo, entre janeiro e julho deste ano, ocorreram 8.886 internações de mulheres por diferentes tipos de câncer. Durante todo o ano de 2023, o número de internações chegou a 14.705.</p>
<p>Em relação às internações específicas por câncer de mama, de janeiro a julho de 2024, foram registradas 1.392 internações de mulheres. Durante todo o ano de 2023, houve 2.238 internações. (Dados fornecidos pelo Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), do Ministério da Saúde).</p>
<p>Quanto aos óbitos por câncer de mama feminino, segundo dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), foram registrados 385 óbitos em 2023, dos quais 250 ocorreram entre janeiro e agosto. Já em 2024, de janeiro a agosto, foram registrados 237 óbitos de mulheres devido à doença.</p>
<p>Ao todo, em 2023, foram registrados 2.339 óbitos por câncer em mulheres. Em 2024, de janeiro a agosto, esse número foi de 1.550 óbitos no Espírito Santo.</p>
<p>Sobre o câncer de mama em homens, os dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) indicam que, em 2023, houve 7 óbitos, dos quais 5 ocorreram entre janeiro e agosto. Em 2024, de janeiro a agosto, foi registrado 1 óbito.</p>
<p>Em relação à realização de mamografias, foram realizados 94.689 exames em 2023 e 48.007 entre janeiro e julho de 2024. (Dados do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) – Ministério da Saúde).</p>
<p><strong>Hospitais</strong><br />
O Espírito Santo conta com hospitais qualificados para o tratamento de câncer de mama, entre eles:</p>
<p>&#8211; Hospital classificado como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON);<br />
&#8211; Hospital Santa Rita de Cássia (HSRC-AFECC) – instituição filantrópica conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS);<br />
&#8211; Hospitais classificados como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON);<br />
&#8211; Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI) – instituição filantrópica conveniada ao SUS;<br />
&#8211; Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam) – instituição pública federal, vinculada à Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes);<br />
&#8211; Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória (HSCMV) – instituição filantrópica conveniada ao SUS, vinculada à Emescam;<br />
&#8211; Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV) – instituição filantrópica conveniada ao SUS, vinculada à Univix;<br />
&#8211; Hospital Maternidade São José (HMSJ) – instituição filantrópica vinculada ao SUS;<br />
&#8211; Hospital Rio Doce – instituição filantrópica vinculada ao SUS.</p>
<p><strong>Ações realizadas durante o mês de outubro</strong><br />
Durante o mês de outubro, a Secretaria da Saúde, por meio do Núcleo Especial de Atenção Primária (Área Técnica de Promoção da Equidade e Área Técnica de Saúde da Mulher) e a Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc), promoverão rodas de conversa para esclarecer sobre o câncer de mama em alguns municípios, entre eles: Aracruz, Conceição da Barra, Santa Maria de Jetibá, São Mateus e Vitória.</p>
<p><strong>Programação:</strong><br />
&#8211; 04/10 às 09h – Abraço Rosa na Praça do Eucalipto em Vitória;<br />
&#8211; 09/10 às 14h – Palestra com o Grupo de Mães Eficientes no Auditório da Secretaria Estadual de Saúde em Vitória;<br />
&#8211; 10/10 às 14h – Palestra na Aldeia Quilombola em Conceição da Barra;<br />
&#8211; 11/10 às 14h – Palestra na Aldeia Quilombola em São Mateus;<br />
&#8211; 16/10 às 13h30 – Palestra Outubro Rosa para a população pomerana em Santa Maria de Jetibá;<br />
&#8211; 23/10 às 09h – Palestra na Aldeia Indígena Irajá em Aracruz;<br />
&#8211; 30/10 às 09h – Palestra no Presídio Feminino em Viana.</p>
<p><strong>Ações realizadas nos hospitais estaduais</strong><br />
Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba)<br />
No dia 10 de outubro, das 10h às 17h, o Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba) disponibilizará um estande com estudantes de medicina, que esclarecerão dúvidas e fornecerão orientações sobre a campanha &#8220;Outubro Rosa&#8221;. Informativos sobre a campanha estarão disponíveis no hospital, e a edição de outubro do projeto Feira Itinerante &#8220;NoisReusa&#8221;, do Himaba, será temática do &#8220;Outubro Rosa&#8221;.</p>
<p><strong>Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves</strong><br />
No Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, a programação do &#8220;Outubro Rosa&#8221; estará integrada à Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT). Este ano, as ações seguirão no formato &#8220;SIPAT Itinerante nos Setores&#8221;.</p>
<p>A SIPAT será realizada entre os dias 14 e 18 de outubro, com um circuito de atividades, cujo tema será: &#8220;Prevenção é a sua valorização&#8221;. As atividades incluem dinâmica tipo quiz, palestra e distribuição de folders informativos, com orientações de prevenção ao câncer de mama.</p>
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