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	<title>Caged - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Caged - Em Dia ES</title>
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		<title>Impulsionado pela agropecuária, Espírito Santo cria 3,6 mil empregos formais em abril</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/impulsionado-pela-agropecuaria-espirito-santo-cria-36-mil-empregos-formais-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 19:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Resultado]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Novo Caged mostram saldo positivo em quatro dos cinco setores econômicos; Vitória lidera a geração de vagas entre os municípios capixabas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Espírito Santo gerou 3.611 empregos formais em abril de 2026, segundo os dados do Novo Caged, divulgados nesta quinta-feira (28), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>Quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo no estado no quarto mês do ano. O setor da Agropecuária foi o que mais gerou empregos formais, tendo aberto 2.104 vagas. Em seguida aparecem Serviços (748 postos), Construção (745) e Indústria (317). O desempenho negativo foi registrado no Comércio (-303).</p>
<p><strong>Municípios</strong><br />
A capital Vitória foi o município capixaba com maior saldo de empregos formais em abril, tendo gerado 685 novos empregos com carteiras assinadas. Em seguida aparecem as cidades de Aracruz (562), Jaguaré (347) e Linhares (315).</p>
<p><strong>Gênero</strong><br />
No recorte por gênero, a maior parte dos empregos com carteira assinada gerados no Espírito Santo em abril foi ocupada por homens: 2.868. No período, as mulheres foram responsáveis por ocupar 743 novos empregos.</p>
<p><strong>Faixa etária e instrução</strong><br />
No que diz respeito à faixa etária, a maior parte dos postos gerados no Espírito Santo no período foi ocupada por jovens de 18 a 24 anos, que preencheram 2.017 novos postos formais. Na análise sobre grau de instrução, a maioria dos vínculos no estado em abril foi ocupada por pessoas com ensino médio completo, que preencheram 1.951 vagas.</p>
<p><strong>Nacional</strong><br />
O mercado de trabalho brasileiro gerou 85.888 novos empregos com carteira assinada em abril de 2026. O resultado é fruto de 2,26 milhões de admissões e 2,18 milhões de desligamentos.</p>
<p>No acumulado do ano, de janeiro a abril de 2026, o país criou 699.762 novas vagas formais, representando um crescimento de 1,5%. Já no recorte dos últimos 12 meses, entre maio de 2025 e abril de 2026, o saldo é de 1.059.860 empregos com carteira assinada.</p>
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		<title>Inscritos do CadÚnico ocupam 81,2% dos empregos gerados no primeiro bimestre</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/inscritos-do-cadunico-ocupou-812-dos-empregos-gerados-no-primeiro-bimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro único]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empregos formais]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[ministério do desenvolvimento social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela que público de baixa renda preencheu 300.728 vagas no primeiro bimestre de 2026. Mulheres, jovens e pardos com ensino médio completo compõem o perfil predominante</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O público inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) preencheu 81,2% do saldo de empregos formais gerados no Brasil durante o primeiro bimestre de 2026. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cruzados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), 300.728 das 370.339 vagas líquidas abertas no período foram ocupadas por pessoas em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O resultado é fruto de um cenário nacional que registrou 4.620.228 admissões e 4.249.889 desligamentos entre janeiro e fevereiro. Dentro do recorte do Cadastro Único, os beneficiários do programa Bolsa Família representaram uma parcela significativa das contratações, com um saldo de 207.900 vagas, o que equivale a 56,1% do total de empregos gerados no país no bimestre.</p>
<blockquote><p><strong>“A gente vem observando a mesma tendência nos últimos dois anos. O governo do presidente Lula alcançou a menor taxa de desemprego da história e quem ocupa essas vagas de emprego formais geradas é o público do Cadastro Único”,</strong> afirmou o ministro do MDS, Wellington Dias.</p></blockquote>
<p><strong>Perfil dos novos trabalhadores</strong><br />
Os dados detalham as características demográficas dos inscritos no CadÚnico que ingressaram no mercado formal. Pela primeira vez no período, as mulheres superaram os homens, respondendo por 50,2% do saldo líquido de empregos deste grupo. No índice geral do Caged, a participação feminina foi menor, registrando 47,2%.</p>
<p>No quesito raça e cor, a população parda predominou, representando 57,9% do saldo do público do Cadastro Único, com 174,1 mil postos ocupados. Em relação à escolaridade, 68,3% das vagas (206,42 mil) foram preenchidas por profissionais que possuem o ensino médio completo.</p>
<p>A faixa etária de 18 a 24 anos também apresentou protagonismo. Os jovens lideraram as contratações com 186,88 mil postos no saldo geral do país e 125,77 mil postos especificamente entre os inscritos no Cadastro Único, o que representa 41,8% do total do grupo.</p>
<p><strong>Setores e distribuição regional</strong><br />
O setor de serviços foi o principal motor de empregabilidade para esse público, sendo responsável por 156,58 mil postos, o equivalente a 52% do saldo do CadÚnico. Em seguida, aparecem a indústria (60,26 mil), a construção (38,17 mil), o comércio (27,33 mil) e a agropecuária (18,38 mil).</p>
<p>Geograficamente, a geração de empregos concentrou-se em cinco estados, que juntos somaram 71,6% do saldo total do Caged no bimestre: São Paulo (111.611 vagas), Rio Grande do Sul (42.301), Santa Catarina (41.528), Paraná (39.518) e Minas Gerais (30.318).</p>
<p>Para o público do Cadastro Único, essas mesmas cinco unidades da federação geraram 58,4% do saldo de empregos. O estado de São Paulo manteve a liderança isolada, concentrando 26,7% das vagas ocupadas por essa parcela da população no início do ano.</p>
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		<item>
		<title>Brasil abre 613 mil vagas de trabalho no trimestre e renda do trabalhador bate recorde</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/brasil-abre-613-mil-vagas-de-trabalho-no-trimestre-e-renda-do-trabalhador-bate-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empregos formais]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD Contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saldo positivo do Novo Caged eleva o estoque nacional para 49 milhões de vínculos. IBGE aponta que a massa salarial chegou a R$ 374,8 bilhões com queda na informalidade, mesmo diante de leve alta sazonal no desemprego</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou a geração de 228.208 postos de trabalho com carteira assinada em março de 2026, acumulando 613.373 novas vagas formais no primeiro trimestre do ano e elevando a massa salarial nacional ao patamar recorde de R$ 374,8 bilhões. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (29) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstram um cenário de expansão no número de trabalhadores formais em 24 unidades federativas, puxado majoritariamente pelo setor de Serviços, aliado a um recuo na taxa de informalidade do país.</p>
<p>Nos últimos 12 meses, encerrados em março de 2026, o total de postos gerados alcançou 1.211.455. O estoque de empregos com carteira assinada atingiu a marca de 49.082.634 vínculos, o que representa um crescimento de 2,6% no país. O saldo mensal de março foi resultado de 2.526.660 admissões e 2.298.452 desligamentos. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do total de postos gerados no mês, 83,25% são considerados típicos e 16,75% não típicos, incluindo jornadas de até 30 horas semanais e contratos de aprendizagem.</p>
<p><strong>Expansão das vagas e setores em destaque</strong><br />
Entre os grupamentos de atividades econômicas, o maior crescimento em março ocorreu no setor de Serviços, responsável pela criação de 152.391 postos. Na sequência, registraram alta a Construção (38.316), a Indústria (28.336) e o Comércio (27.267). A exceção no mês foi a Agropecuária, que apresentou retração de 18.096 postos em função da finalização das safras de maçã, soja e uva.</p>
<p>No acumulado do ano (janeiro a março), o panorama se manteve positivo para quatro dos cinco grandes grupamentos. O setor de Serviços liderou com 382.229 postos, seguido pela Construção (120.547), Indústria (115.310) e Agropecuária (14.752). O Comércio foi o único a registrar resultado negativo no primeiro trimestre, com a redução de 19.525 postos.</p>
<p><strong>Demografia e desempenho regional</strong><br />
A criação de vagas em março beneficiou mais as mulheres, com um saldo positivo de 132.477 postos, ante 95.731 para os homens. Jovens de até 24 anos concentraram 72,6% do total do mês (165.785 vagas). Em relação à escolaridade, a maior parte das oportunidades foi preenchida por trabalhadores com ensino médio completo (183.037), enquanto aqueles com nível superior completo ocuparam 23.265 vagas.</p>
<p>Geograficamente, São Paulo obteve os maiores resultados absolutos, tanto em março (67.876) quanto no acumulado do trimestre (183.054). Em março, Minas Gerais (38.845) e Rio de Janeiro (23.914) completaram o topo da lista. Em termos relativos, os maiores avanços do trimestre ocorreram em Goiás (2,33%), Mato Grosso (2,27%) e Santa Catarina (2,26%).</p>
<p><strong>Taxa de desocupação e movimentos sazonais</strong><br />
Enquanto o emprego formal cresceu, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua revelou que a taxa de desocupação no trimestre móvel encerrado em março de 2026 subiu para 6,1%. O índice é 1,0 ponto percentual maior que o registrado no trimestre anterior (5,1%), mas 0,9 ponto percentual abaixo do aferido no mesmo período de 2025 (7,0%). Trata-se da menor taxa de desocupação para um trimestre encerrado em março desde o início da série histórica, em 2012.</p>
<p>A população desocupada somou 6,6 milhões, uma alta de 19,6% no trimestre. O total de trabalhadores do país ficou em 102,0 milhões, recuando 1,0% no trimestre, mas mantendo-se 1,5% acima do registrado no ano anterior. As reduções ocorreram no Comércio (-287 mil), Administração Pública (-439 mil) e Serviços Domésticos (-148 mil).</p>
<blockquote><p><strong>“A redução do contingente de trabalhadores ocorreu em atividades que, tipicamente, apresentam esse comportamento; seja devido à tendência de recuo no Comércio nesse período do ano; seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporários nas atividades de Educação e Saúde no setor público municipal”,</strong> explicou Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE.</p></blockquote>
<p><strong>Queda da informalidade e recorde na renda</strong><br />
A pesquisa do IBGE apontou ainda que a taxa de informalidade recuou para 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais. O número de empregados com carteira assinada no setor privado (excluindo domésticos) atingiu 39,2 milhões.</p>
<blockquote><p><strong>“A redução observada do número de trabalhadores informais decorreu da retração dos contingentes de empregados sem carteira assinada no setor privado e de trabalhadores por conta própria sem CNPJ”,</strong> detalhou Beringuy.</p></blockquote>
<p>O cenário de maior formalização refletiu nos rendimentos. A massa de rendimento médio real dos trabalhadores brasileiros bateu recorde e chegou a R$ 374,8 bilhões, uma alta de 7,1% no ano. O rendimento médio real habitual também atingiu o valor inédito de R$ 3.722, crescendo 1,6% no trimestre e 5,5% no ano.</p>
<p>Sobre o aumento salarial, Beringuy ressaltou: <strong>“O rendimento cresceu em atividades que reduziram a participação em seus contingentes de trabalhadores informais ou de formais com menores rendimentos. Dessa forma, relativamente à base de comparação trimestral com maior participação de ocupação informal, a média de rendimento do trabalho atual registrou alta”.</strong></p>
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		<item>
		<title>Trabalhadores inscritos no CadÚnico sustentam geração de emprego formal no país</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/trabalhadores-inscritos-no-cadunico-sustentam-geracao-de-emprego-formal-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 19:45:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro único]]></category>
		<category><![CDATA[cadúnico]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[emprego formal]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Público fora da base de dados do governo registrou perda de postos de trabalho no primeiro mês de 2026. Inscritos garantiram a criação de mais de 112 mil vagas com carteira assinada no Brasil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em janeiro de 2026, os trabalhadores inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) foram os responsáveis por assegurar o crescimento do emprego formal no Brasil. Enquanto a parcela da população que não integra essa base de dados registrou um saldo negativo de 146 postos de trabalho, o público do CadÚnico garantiu a abertura de 112.480 novas vagas com carteira assinada, em um cenário de menor rotatividade.</p>
<p>O levantamento é fruto do cruzamento de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) com os registros da Secretaria de Inclusão Socioeconômica (Sisec), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).</p>
<p><strong>Menor rotatividade e peso do Bolsa Família</strong><br />
Os números de janeiro revelam que o público do CadÚnico teve 790.581 admissões e 678.101 desligamentos, consolidando o saldo positivo superior a 112 mil postos. O economista e diretor do Departamento de Apoio à Inserção no Trabalho da Sisec, Saumíneo Nascimento, atribui o resultado à retenção desses profissionais.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A diferença ocorre porque o grupo do CadÚnico conseguiu se fixar nas oportunidades de emprego e apresentou menor rotatividade&#8221;,</strong> afirmou. Nascimento acrescentou que<strong> &#8220;as informações apresentadas demonstram que as admissões do público do Cadastro Único são importantes para a redução da variável turnover nas empresas&#8221;.</strong></p></blockquote>
<p>Dentro do universo do CadÚnico, os beneficiários do programa Bolsa Família apresentaram um impacto significativo. O grupo registrou 332.022 admissões e 247.426 desligamentos, gerando um saldo positivo de 85.596 empregos. Isso representa 76% de todo o saldo gerado pelo público do Cadastro Único no mês. A participação dos beneficiários nas contratações gerais foi de 15,1%, mas caiu para 11,8% nos desligamentos, reforçando a estatística de estabilidade nos postos.</p>
<p><strong>Tendência histórica e polos de contratação</strong><br />
O desempenho de janeiro reflete uma tendência observada no triênio de 2023 a 2025, período em que o mercado de trabalho formal cresceu nas 27 Unidades da Federação. Nesses três anos, o saldo geral de empregos no país foi de 4.412.352 vagas. No entanto, o saldo isolado do público do Cadastro Único chegou a 4.862.471 postos. A diferença numérica atesta que as pessoas de fora do CadÚnico se desligaram em maior volume das vagas formais ao longo dos anos.</p>
<p>No recorte geográfico de janeiro de 2026, a contratação de inscritos no CadÚnico concentrou-se nas regiões Sul e Sudeste. São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina responderam por 58% das admissões desse grupo. No panorama geral do Caged, o saldo de empregos foi liderado por Santa Catarina (19.000 postos), seguida por Mato Grosso (18.646), Rio Grande do Sul (18.421), Paraná (18.306) e São Paulo (16.451), que, juntas, concentraram cerca de 80% do saldo nacional no mês.</p>
<p><strong>Setor de Serviços como principal empregador</strong><br />
O setor de Serviços foi o principal destino dos trabalhadores do Cadastro Único no primeiro mês do ano, gerando um saldo de 49.670 postos. Na sequência, aparecem a indústria (31.610) e a construção civil (21.340). O cenário difere do saldo geral do Caged, que foi puxado pela indústria (54.990 vagas), seguida pela construção (50.550) e serviços (40.520).</p>
<p>Para Saumíneo Nascimento, o protagonismo do setor de Serviços entre as famílias de baixa renda tem justificativa.<strong> &#8220;O maior saldo líquido de empregos no setor de serviços para pessoas oriundas do Cadastro Único sinaliza que é um setor que oferece mais oportunidades de capacitação e qualificação específicas para esse público&#8221;,</strong> avaliou o diretor.</p>
<p><strong>Perfil dos contratados</strong><br />
A escolaridade exigida acompanhou a média nacional: o ensino médio completo predominou entre as contratações do mês. No saldo geral, foram 69.610 postos (62% do total) para esse grau de instrução, enquanto para o público do CadÚnico o número foi de 76.510 postos, equivalendo a 61% do saldo do grupo.</p>
<p>A faixa etária de 18 a 24 anos liderou as contratações em ambos os recortes. Jovens preencheram 69.160 postos do saldo geral (61,6%) e 49.990 postos do saldo do Cadastro Único (44,4%). O diferencial no grupo de inscritos no programa do governo foi a manutenção de um saldo positivo entre trabalhadores de idades mais avançadas. O CadÚnico registrou saldo de 14.940 empregos para pessoas de 30 a 39 anos; 13.670 postos para a faixa de 40 a 49 anos; e 7.100 vagas para trabalhadores de 50 a 59 anos.</p>
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		<item>
		<title>Espírito Santo cria quase 4 mil empregos formais em setembro e acompanha alta nacional</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/espirito-santo-cria-quase-4-mil-empregos-formais-em-setembro-e-acompanha-alta-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 13:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado contribui para o saldo positivo de 213 mil vagas com carteira assinada no país. Taxa de desemprego nacional cai para 5,6% e iguala mínima histórica</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo registrou saldo positivo de 3.893 novos empregos com carteira assinada em setembro de 2025, acompanhando a tendência nacional, que contabilizou 213.002 vagas formais no mesmo período. Todas as 27 unidades da federação apresentaram resultado positivo, conforme dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>O desempenho capixaba contribuiu para o bom resultado da Região Sudeste, que liderou a geração de vagas no país com 80.639 novos postos formais. Em seguida vieram as regiões Nordeste (72.347), Sul (27.302), Norte (18.151) e Centro-Oeste (14.569).</p>
<p><strong>Panorama nacional do Caged</strong><br />
Em todo o Brasil, o saldo de 213.002 postos resultou de 2.292.492 admissões e 2.079.490 desligamentos. Com isso, o número total de vínculos formais atingiu 48,9 milhões de trabalhadores, novo recorde histórico.</p>
<p>No acumulado de janeiro a setembro de 2025, o país soma 1,71 milhão de empregos criados. Desde janeiro de 2023, já são 4,8 milhões de novas vagas. O salário médio real de admissão em setembro foi de R$ 2.286,34.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, comentou o resultado. <strong>“Nosso saldo de setembro talvez contrarie os especialistas do mercado, que projetaram no máximo 175 mil, e o número é de 213 mil”,</strong> afirmou.</p>
<p><strong>Setores e demografia no Brasil</strong><br />
Todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados pelo Novo Caged tiveram saldo positivo em setembro. O setor de Serviços liderou com 106.606 novas vagas, seguido por Indústria (43.095), Comércio (36.280), Construção (23.855) e Agropecuária (3.167).</p>
<p>No acumulado do ano, o ranking se mantém: Serviços (773.385), Indústria (273.231), Construção (194.545), Comércio (153.483) e Agropecuária (107.297).</p>
<p>Entre os grupos populacionais, os homens ocuparam 117.145 vagas, enquanto as mulheres preencheram 95.857 postos. A maioria das contratações (142.789) foi de pessoas com ensino médio completo. Jovens de 18 a 24 anos se destacaram, com 110.953 vagas preenchidas, e os pardos representaram a maior parte dos vínculos (156.079).</p>
<p><strong>Desemprego atinge menor nível da série histórica</strong><br />
Dados da Pnad Contínua, divulgados nesta sexta-feira (31) pelo IBGE, mostram que a taxa de desemprego no Brasil foi de 5,6% no trimestre encerrado em setembro, considerando tanto o mercado formal quanto o informal.</p>
<p>O índice caiu em relação aos 5,8% registrados até junho e voltou ao menor patamar da série histórica iniciada em 2012. A mínima de 5,6% já havia sido observada nos trimestres encerrados em julho e agosto de 2025, embora o IBGE evite comparações diretas entre períodos com meses repetidos.</p>
<p>O resultado ficou próximo da previsão do mercado financeiro, estimada em 5,5%, segundo a agência Bloomberg.</p>
<p>Especialistas apontam que o mercado de trabalho segue em recuperação, impulsionado pelo desempenho da economia, medidas de estímulo federal, mudanças demográficas e avanços tecnológicos. A expansão do emprego e da renda tem estimulado o consumo de bens e serviços.</p>
<p>Por outro lado, a demanda aquecida pode pressionar a inflação. Para conter o avanço dos preços, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, o que tende a desacelerar a economia, reflexo já perceptível no Produto Interno Bruto (PIB).</p>
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		<title>Com o consumidor capixaba mais confiante, comércio e serviços criam mais de 2 mil vagas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 12:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumo no espírito santo]]></category>
		<category><![CDATA[empregos no comércio e serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Fecomércio-ES]]></category>
		<category><![CDATA[intenção de consumo das famílias]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho capixaba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indicador de Intenção de Consumo das Famílias supera as médias do Sudeste e do Brasil em agosto, enquanto dados de julho mostram que os dois setores foram responsáveis por mais de 2 mil novas vagas de trabalho com carteira assinada</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A confiança do consumidor capixaba se mantém em alta e reflete diretamente no mercado de trabalho. Um levantamento sobre a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) do Espírito Santo, referente a agosto, aponta que o otimismo para compras segue em patamar de satisfação, superando as médias regional e nacional. Esse cenário favorável se materializou na geração de mais de 2 mil novos empregos nos setores de comércio e serviços em julho, consolidando-os como os principais motores da economia do estado.</p>
<p>As análises, divulgadas pelo Connect Fecomércio-ES (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo), foram baseadas em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).</p>
<p><strong>Otimismo acima da média</strong><br />
Em agosto, a Intenção de Consumo das Famílias capixabas alcançou 103,1 pontos, permanecendo acima da zona de satisfação (acima de 100 pontos). O indicador do estado ficou à frente da média da região Sudeste, que foi de 102,9 pontos, e da média nacional, registrada em 101,6 pontos.</p>
<p>O principal componente que impulsionou o índice foi a satisfação com a renda atual, que cresceu 1,6% no mês e atingiu 122,2 pontos.<strong><em> “Esses resultados indicam que o consumidor está mais seguro com sua renda e com o mercado de trabalho. Isso sustenta a confiança para o consumo e beneficia diretamente o comércio e os serviços”,</em></strong> afirmou André Spalenza, coordenador de pesquisa do Connect Fecomércio-ES.</p>
<p>A capacidade de consumo das famílias também se manteve elevada, com 113,6 pontos, um reflexo de condições mais favoráveis no mercado de trabalho. A disposição para o consumo imediato, no entanto, permaneceu em 89 pontos, o que, segundo Spalenza, demonstra um equilíbrio entre cautela e um ambiente positivo. <em><strong>“As famílias estão planejando mais suas compras, mas dispõem de condições efetivas para manter o consumo em alta”,</strong></em> completou.</p>
<p>O levantamento também apontou particularidades por faixa de renda. Famílias com ganhos de até 10 salários mínimos (R$ 15.180) registraram um aumento de 2,1% na percepção da renda atual. Já as famílias com renda superior a esse patamar apresentaram maior confiança na perspectiva profissional, com uma alta de 4,3%.</p>
<p>Segundo Spalenza, os meses de agosto dos últimos três anos têm registrado níveis elevados de intenção de consumo, indicando uma recuperação sólida da confiança do consumidor capixaba após os impactos da pandemia.</p>
<p>Para o vice-presidente de Administração e Finanças do Grupo Coutinho, Fabricio Coutinho, a conjuntura econômica estimula o consumo.<strong><em> “O que tem impulsionado as vendas no varejo é, principalmente, o fato de que hoje a população está com dinheiro na mão. O desemprego está baixo, as pessoas estão empregadas e com renda, o que cria condições mais favoráveis para o consumo”,</em> </strong>destacou.</p>
<p><strong>Setores de comércio e serviços lideram geração de vagas</strong><br />
O reflexo direto do otimismo do consumidor foi visto na geração de empregos em julho. Juntos, os setores de comércio e serviços criaram 2.024 novas vagas com carteira assinada no Espírito Santo. O desempenho dos dois segmentos ajudou o estado a manter um patamar de 927.504 vínculos formais de trabalho, um crescimento de 2,6% em relação a julho do ano passado.</p>
<p>O setor de serviços foi o que mais contratou, com um saldo de 1.233 novos postos, com destaque para as áreas de informação, comunicação e atividades financeiras e imobiliárias (831 vagas), transporte rodoviário de cargas (250) e atenção à saúde humana (429).</p>
<p>O comércio, por sua vez, abriu 791 vagas, impulsionado principalmente pelo segmento atacadista (407), seguido pelo varejista (259). A indústria capixaba também teve um resultado positivo, com a criação de 785 oportunidades.</p>
<p>Nos últimos 12 meses, de julho de 2024 a julho de 2025, o setor de serviços liderou a criação de vagas formais, com 12.293 novos postos, seguido pelo comércio, com 6.969. Juntos, os dois segmentos responderam por 81,5% de todos os novos empregos gerados no estado nesse período.<strong><em> “O desempenho de julho mostra que o comércio e os serviços continuam sendo grandes motores, refletindo a confiança dos consumidores e o dinamismo das empresas locais”,</em></strong> avaliou André Spalenza.</p>
<p><strong>Sazonalidade da agricultura impacta saldo geral</strong><br />
Apesar do forte desempenho dos setores de comércio e serviços, o saldo geral de empregos no Espírito Santo em julho ficou negativo, com o fechamento de 2.381 postos. O resultado foi majoritariamente influenciado pela agropecuária, que encerrou 5.030 vagas, e pela construção civil, com um saldo negativo de 160 postos.</p>
<p>O movimento na agropecuária é sazonal e esperado para o período, devido ao fim da safra do café, que havia gerado um volume recorde de contratações temporárias em abril e maio. <strong><em>“Esse comportamento é esperado para o período, em que ocorre um grande volume de contratações temporárias entre abril e maio e, posteriormente, o desligamento dos trabalhadores após o fim da safra”,</em> </strong>explicou Spalenza.</p>
<p>A diferença entre os setores também se refletiu na geografia do emprego. A Região Metropolitana da Grande Vitória apresentou um saldo positivo de 1.218 novas vagas, com Serra (478), Vitória (368) e Viana (250) liderando as contratações. Em contrapartida, os municípios do interior registraram uma perda de 3.599 postos de trabalho, um reflexo direto do fim das colheitas.</p>
<p>Para a gerente-executiva do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado do Espírito Santo (Sincades), Ivete Paganini, a prorrogação de incentivos fiscais tem sido um fator de atratividade para empresas. <strong><em>“Desde 2021, houve aumento no número de contratações no setor atacadista. Agora, o desafio é investir em infraestrutura, melhorar nossas estradas, portos, aeroportos, fomentar turismo e criar um ambiente de negócios robusto o suficiente para sustentar esse crescimento”,</em></strong> pontuou.</p>
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		<title>Espírito Santo gera 8.553 empregos formais em abril, maior saldo desde 2020</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/espirito-santo-gera-8-553-empregos-formais-em-abril-maior-saldo-desde-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impulsionado pela colheita do café arábica, estado lidera crescimento proporcional entre as unidades da federação e registra avanço de 367% em relação a março</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo registrou saldo positivo de 8.553 empregos com carteira assinada em abril de 2025, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica do Novo Caged, em 2020. O número é resultado de 52.854 admissões contra 44.301 desligamentos, representando um crescimento de 367% em relação a março deste ano, quando o saldo havia sido de 1.833 vagas.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e mostram que o estado teve, proporcionalmente, um dos maiores crescimentos do país no mês, com variação relativa de +0,93%.</p>
<p><strong>Agropecuária lidera contratações</strong><br />
O setor agropecuário foi o principal responsável pelo bom desempenho capixaba em abril, com saldo de 5.044 novas vagas — mais da metade do total registrado no estado. O resultado é atribuído, principalmente, à colheita do café arábica. Segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção capixaba deve alcançar cerca de 3,3 milhões de sacas de 60 quilos neste ciclo.</p>
<p>Na sequência, destacam-se os setores de serviços, com 1.958 vagas, e indústria, com saldo de 642 postos de trabalho.</p>
<p><strong>Jaguaré lidera entre os municípios</strong><br />
O município de Jaguaré, no Norte do Espírito Santo, foi o que apresentou o melhor desempenho em abril, com 995 novas vagas. A cidade tem hoje um estoque de 4.671 empregos formais. Na sequência aparecem Aracruz (936), Linhares (726), Vila Valério (678) e Pinheiros (633).</p>
<p><strong>Jovens e homens são maioria nas contratações</strong><br />
A maior parte das admissões no Espírito Santo no mês passado foi de homens, que responderam por 6.363 contratações, contra 2.190 de mulheres. Quanto à faixa etária, o grupo de 18 a 24 anos lidera, com 2.956 contratações, seguido por pessoas entre 30 e 39 anos, com 1.563.</p>
<p>O salário médio de admissão no estado teve alta significativa e atingiu R$ 4.040,00, quase o dobro do registrado em março.</p>
<p><strong>Brasil ultrapassa 48 milhões de vínculos formais</strong><br />
No cenário nacional, o Brasil criou 257.528 empregos com carteira assinada em abril, também o melhor desempenho para o mês desde o início da série do Novo Caged. Com esse resultado, o país ultrapassou pela primeira vez a marca de 48 milhões de vínculos formais.</p>
<p>De janeiro a abril, foram criadas 922.362 vagas em todo o país. Já no acumulado dos últimos 12 meses (de maio de 2024 a abril de 2025), o saldo chega a 1.641.330 novos postos de trabalho.</p>
<p>O setor de serviços foi o que mais gerou empregos no Brasil em abril, com saldo de 136.109 vagas. As áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas foram as que mais contribuíram, somando 52.446 novas vagas.</p>
<p>Outros setores também apresentaram crescimento: o comércio gerou 48.040 postos, a indústria 35.068, a construção 34.295 e a agropecuária 4.025.</p>
<p><strong>São Paulo lidera em números absolutos</strong><br />
Entre os estados, São Paulo teve o maior saldo de empregos em abril, com 72.283 novas vagas, seguido por Minas Gerais (29.083) e Rio de Janeiro (20.031). Em termos proporcionais, Espírito Santo, Goiás (+0,91%) e Piauí (+0,88%) foram os destaques do mês.</p>
<p>O salário médio real de admissão no Brasil em abril foi de R$ 2.251,81, um aumento de R$ 15,96 em relação ao mês anterior e de R$ 6,62 na comparação com abril de 2024.</p>
<p>Todos os grandes grupamentos econômicos apresentaram saldos positivos no primeiro quadrimestre do ano. O setor de serviços lidera, com 504.571 vagas geradas no período. A indústria criou 190.477 postos, seguida pela construção (135.202), agropecuária (55.605) e comércio (36.523).</p>
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		<item>
		<title>Caged: Emprego com carteira assinada teve crescimento de 16,5% em 2024</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/caged-emprego-com-carteira-assinada-teve-crescimento-de-165-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 17:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No acumulado do ano, foram gerados 1.693.673 postos de trabalho. Desde janeiro de 2023, o país gerou 3.147.797 empregos formais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O saldo de empregos em 2024 (janeiro a dezembro) teve um crescimento de 16,5% em relação ao saldo registrado de 2023, segundo os dados do emprego formal divulgados nesta quinta-feira (30) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Segundo o Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mede o emprego com carteira assinada no país, em 2024 foram gerados 1.693.673 postos de trabalho contra 1.454.124 no ano de 2023. O saldo em dezembro de 2024 apresentou uma redução de 535.547 de empregos, variação relativa de -1,12%.</p>
<p>Do total de empregos, 83,5% dos postos gerados podem ser considerados típicos e 16,5% não típicos, principalmente 30 horas ou menos (+150.341) e intermitentes (+87.359).</p>
<p>Segundo os dados do Novo Caged, foram 3.147.797 postos de trabalho gerados no país desde janeiro de 2023, com o estoque de vínculos celetistas ativos contabilizando 47.210.948 vínculos em dezembro, uma variação de 3,7% em relação ao estoque do ano anterior, quando foram contabilizados 45.517.275 vínculos.</p>
<p><strong>Acumulado do ano</strong><br />
Todos os 5 grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos, sendo os maiores saldos no Setor de Serviços com geração de 929.002 postos (4,20%) e Comércio, que gerou 336.110 postos (+3,28%).</p>
<p>A Indústria, com geração de 306.889 postos no ano (+3,56%), foi um setor de destaque, puxada pela boa geração de empregos na indústria de transformação (+282.488). Somando o acumulado do ano de 2024 (janeiro a dezembro) e o mesmo período de 2023, quando foram gerados 125.002 postos de trabalho, houve acréscimo de +431.891 empregos formais no setor.</p>
<p>A Construção Civil foi responsável pela geração de +110.921 postos (+4,04%) e a Agropecuária por +10.808 postos no ano (+0,61%).</p>
<p>O saldo positivo foi registrado em todas as 27 Unidades Federativas, com destaque para São Paulo (+459.371); Rio de Janeiro (+145.240) e Minas Gerais (+139.503).</p>
<p>O emprego foi também positivo nas 5 regiões brasileiras, com o Sudeste gerando 779.170 postos (+3,35%), o Nordeste +330.901 (+4,34%), o Sul, com a recuperação do Rio Grande do Sul, após o desastre das enchentes no início do ano, gerou 297.955 postos (+3,58%), ficando em 3º lugar entre as regiões. O Centro-Oeste gerou 137.327 postos (+3,38%) e o Norte 115.051 postos (+5,07%). Em termos relativos, as Unidades da Federação com maior variação no mês foram Amapá (+10,07%), Roraima (+8,14%); Amazonas (+7,11%) e Rio Grande do Norte (+6,83%).</p>
<p>No ano, o saldo foi positivo para mulheres (+898.680) e para homens (+794.993), sendo também positivo para pardos (+1.929.771), brancos (+908.732), pretos (+373.501) e amarelos (+13.271), contudo foi negativo para indígenas (-1.502).</p>
<p>O salário médio real de admissão ficou em R$ 2.177,96, com aumento de R$ 55,02 (+2,59%) em comparação com o valor do mesmo período de 2023 (R$ 2.122,94). Para os trabalhadores considerados típicos o salário real de admissão foi de R$ 2.211,13 (1,5%, mais elevado que o valor médio, enquanto para os trabalhadores não típicos R$ 1.941,72 (10,8%, menor que o valor médio).</p>
<p><strong>Dados de dezembro</strong><br />
Com a retração típica no número de postos de trabalho no mês, o saldo em dezembro apresentou uma redução de -535.547 de empregos, variação relativa de -1,12%, similar à registrada em períodos de crescimento do emprego.</p>
<p>Todas as Unidades da Federação apresentaram saldos negativos, com maior impacto em São Paulo (-190.569), Minas Gerais (-68.617) e Santa Catarina (-43.017). A redução foi verificada em todos os grandes grupamentos de atividades econômicas, que apresentaram saldos negativos, principalmente no setor de Serviços (-257.703) e Indústria (-116.422). Houve declínio para praticamente todos os tipos de vínculo, típicos e os não típicos, (-155.735), em especial para trabalhadores com jornadas de até 30 horas, temporários e aprendizes.</p>
<p>Entre os estados, apresentaram maiores saldos negativos Santa Catarina: -43.017 postos (-1,65%); Minas Gerais: -68.617 postos (-1,38%) e São Paulo: -190.569 postos (-1,31%). A redução foi também registrada nos 5 grandes grupamentos de atividades econômicas, sendo a maior redução do emprego formal no setor de Serviços, com saldo de -257.703 postos formais de trabalho (-1,11).</p>
<p>A boa notícia do mês é que o salário médio real de admissão de dezembro de 2024 ficou em R$ 2.162,22, aumento de R$ 33,41 (+1,57%) em comparação com o valor do mesmo período de 2023, que foi de R$ 2.128,90.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/economia/caged-emprego-com-carteira-assinada-teve-crescimento-de-165-em-2024/">Caged: Emprego com carteira assinada teve crescimento de 16,5% em 2024</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
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