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	<title>Cafés Especiais - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Cafés Especiais - Em Dia ES</title>
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		<title>Espírito Santo ganha rota especial que valoriza a cultura cafeeira do Caparaó</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/espirito-santo-ganha-rota-especial-que-valoriza-a-cultura-cafeeira-do-caparao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andressa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 10:04:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Café arábica]]></category>
		<category><![CDATA[Café do Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[cafés especiais do Caparaó]]></category>
		<category><![CDATA[cultura cafeeira]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência com cafés]]></category>
		<category><![CDATA[origem Caparaó]]></category>
		<category><![CDATA[Região do Caparaó]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os municípios de Divino São Lourenço, Dores do Rio Preto, Ibitirama, Irupi e Iúna são os anfitriões da iniciativa, que oferece experiências diferenciadas pelas lavouras e pequenos negócios</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Considerado uma das maiores paixões do brasileiro, o café acaba de ganhar um roteiro turístico no Sul do Espírito Santo especialmente dedicado a divulgar a sua produção e as histórias de quem trabalha arduamente, de sol a sol, para garantir que o produto capixaba seja cada vez mais reconhecido no país e mundo afora. Batizado de <em><strong>“Experiência com cafés de origem Caparaó”,</strong></em> o roteiro reflete a cultura predominante da região, que tem na cafeicultura um dos seus principais atrativos.</p>
<p>O projeto, desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae/ES), visa proporcionar aos produtores rurais e empreendedores da cadeia do café, a oportunidade de formatar mais um modelo de negócio em suas propriedades ou empreendimentos. <em><strong>“É um projeto com foco no desenvolvimento de novos produtos turísticos na região do Caparaó por meio da criação de experiências autênticas relacionadas com a vivência das propriedades e empreendimentos de cafés especiais.”,</strong></em> explica Leonardo Ferreira, analista da regional Caparaó do Sebrae/ES.</p>
<p>De acordo com Leonardo, a iniciativa foi pensada para que os próprios produtores criassem experiências turísticas para ofertar aos clientes e turistas, levando em consideração a realidade do seu negócio e os recursos disponíveis em sua propriedade. <em><strong>“Desse modo, o produtor se alinha com novas perspectivas de negócios na cafeicultura que vão para além da produção de café, trazendo o cliente e o turista para sua propriedade, fazendo com que ele conheça a lavoura, tome um café e ouça a sua história”,</strong></em> conta.</p>
<p>Com esse intuito, alguns produtores desenvolveram um trajeto dentro da propriedade para que os turistas conhecessem todo o processo produtivo, numa espécie de “trilha” pelo cafezal, segundo explica Leonardo, acrescentando que também há quem ofereça a experiência de participar da torra do café, entre outras atividades. <em><strong>“Tudo isso converge para que esses produtores e empreendedores consigam ter mais um produto para ofertar dentro de suas propriedades ao público que passar por ali”</strong></em>, detalha Leonardo.</p>
<p>Dez estabelecimentos fazem parte da rota, estruturada literalmente aos pés do Pico da Bandeira. Além da vista e do clima ideal para quem quer sair um pouco do movimento intenso da cidade e vivenciar o gosto pelo café de formas diferenciadas, esses locais oferecem experiências únicas aos visitantes. O roteiro em sua essência, busca a capilaridade e se baseia em disponibilizar diferentes experiências em locais diversos do Caparaó, sem que o turista se sinta obrigado a seguir por uma rota pré-determinada entre cafeterias ou experiências. <em><strong>“O que se busca é disponibilizar ao público que frequenta a região a oportunidade de vivenciar uma experiência genuína, à sua escolha, criada pelos próprios produtores de cafés especiais do Caparaó”</strong></em>, pontua o analista do Sebrae/ES.</p>
<p>Leonardo destaca que as experiências que fazem parte do roteiro foram modeladas pelos próprios produtores rurais e mediadas por uma consultoria do Sebrae/ES para operacionalizá-lo. Alguns ajustaram o seu negócio para integrarem a rota, fazendo benfeitorias como melhorias no acesso à lavoura e a sinalização desses locais. Outros estruturaram as varandas de suas propriedades para oferecer um ambiente propício a receber os turistas. <em><strong>“Não fomos nós que criamos e implementamos o projeto. O produtor, avaliando a sua propriedade e o seu negócio, identificou as possibilidades, viu os recursos que tinha e conseguiu formatar de acordo com as suas condições, sem que isso o onerasse”,</strong></em> explicou.</p>
<p>O roteiro <em><strong>“Os cafés de origem Caparaó”</strong></em> engloba desde experiências mais singelas às mais sofisticadas, de acordo com o que cada empreendimento oferta e, também, conforme a preferência do turista, como explicou Leonardo. <em><strong>“O projeto abrange os municípios de Dores do Rio Preto (sede e distrito de Pedra Menina), Divino de São Lourenço (distrito de Patrimônio da Penha), Ibitirama, Irupi e Iúna (distrito de São João do Príncipe). Dentro desse roteiro, há cafés com uma experiência sensorial, outros com experiência de torra do produto e os cafés com história. Há também, entre as vivências, experiência em que o turista pode conhecer uma lavoura, um secador e um terreiro, elementos característicos da cafeicultura”,</strong></em> explica.</p>
<p>E, para quem está em busca de algo mais conectado com a natureza, há uma experiência que envolve apreciar um bom café enquanto se assiste ao pôr do sol, unindo dois dos atrativos mais encantadores da região do Caparaó. Segundo Leonardo, a experiência envolve uma tarde com música e degustação de diferentes tipos de café. <em><strong>“À medida que o sol vai se pondo e pintando o céu de diferentes colorações, os cafés vão sendo alternados, de modo que o cliente possa degustar cada uma das opções disponíveis”</strong></em>.</p>
<p><em><strong>“É um projeto muito bacana, onde reunimos diversos negócios, alguns mais estruturados, que já têm certa relevância no cenário cafeeiro local e até mesmo estadual. E como toda a essência do projeto parte daquilo que o cliente se propõe a fazer, a condução da iniciativa fica mais leve e a gente percebe que, de alguma forma, deixamos um legado positivo ali”</strong></em>, celebra Leandro.</p>
<p>Conheça mais detalhes sobre os empreendimentos que fazem parte da rota “<em><strong>Os cafés de origem Caparaó”</strong></em> e as experiências disponíveis para o turista em cada um deles:</p>
<p><strong>Café colonial Rota das Garças</strong></p>
<p>No café Rota das Garças, os anfitriões Viviane e Miguel recebem os visitantes como parte da família. Entre lavouras e pomar, a vivência oferece um café colonial com produtos caseiros, frutas colhidas no quintal e histórias que celebram a vida no campo.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Dores do Rio Preto<br />
<strong>Mais informações: 28</strong> 999052404 / @chale_dois_coracoes</p>
<p><strong>Villa Januária</strong></p>
<p>A experiência Cafés de Origem Controlada é uma imersão sensorial nos jardins da pousada Villa Januária, com direito à contemplação do Vale do Paraíso, em meio à natureza. Lá, o visitante descobre os segredos e a força do terroir do Caparaó. Em uma degustação guiada, que revela aromas e sabores únicos de um café com identidade e origem.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Pedra Menina, Dores do Rio Preto<br />
<strong>Mais informações:</strong> @villajanuaria</p>
<p><strong>Sítio Menina</strong></p>
<p>No deck panorâmico do Sítio Menina, o visitante aprecia cafés filtrados e drinks autorais ao entardecer. Uma experiência que une sabor, paisagem e o silêncio das montanhas.</p>
<p>A experiência envolve a contemplação do pôr-do-sol somada a uma degustação dos cafés disponíveis no estabelecimento.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Pedra Menina, Dores do Rio Preto<br />
<strong>Mais informações:</strong> 32 999097989 / @sitiomenina</p>
<p><strong>Café Cantinho da Floresta</strong></p>
<p>A família do Cantinho da Floresta cultiva café há mais de um século no mesmo solo. A vivência conduz o visitante pelo ciclo do café, da lavoura à degustação, em uma experiência sensorial com sabores e histórias do Caparaó.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Divino São Lourenço<br />
<strong>Mais informações:</strong> 28 999237334 / @cantinho_dafloresta22</p>
<p><strong>Sítio Campo Azul</strong></p>
<p>O local convida o visitante a conhecer um produtor premiado e a história da família que transformou o trabalho da roça em legado. A degustação é acompanhada de quitutes caseiros e da hospitalidade típica das montanhas.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Divino São Lourenço<br />
<strong>Mais informações:</strong> 28 999966040 / @cafeteriacampoazul</p>
<p><strong>Café Relíquia</strong></p>
<p>A experiência conduz o visitante em uma caminhada leve pela lavoura, torra artesanal e degustação de cafés premiados. Uma imersão que conecta tradição familiar, natureza e sabor.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Divino São Lourenço<br />
<strong>Mais informações:</strong> 28 999936304 / @sitioreliquiadocaparao</p>
<p><strong>Sítio Bela Vista</strong></p>
<p>A família Alves da Silva recebe o visitante com hospitalidade e cafés de origem. A vivência percorre o ciclo do café, da lavoura à xícara, com degustações harmonizadas e quitutes caseiros.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Ibitirama<br />
<strong>Mais informações:</strong> 28 999361407</p>
<p><strong>Vale Encantado</strong></p>
<p>No local, os visitantes vivenciam a história do vaqueiro que deu origem ao Vale Encantado, e desfrutam de uma harmonização de cafés com bala de leite.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Córrego dos Coelhos, Irupi<br />
<strong>Mais informações:</strong> 28 999174492 / @cafevaleencantado</p>
<p><strong>Café Sol Nascente</strong></p>
<p>Entre lavouras e histórias de quatro gerações, o Café Sol Nascente oferece um café colonial com receitas tradicionais e cafés especiais, servidos em um casarão histórico.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Rio Claro, Iúna<br />
<strong>Mais informações:</strong> 33 999566736 / @casadocafe_solnascente</p>
<p><strong>Café do Príncipe</strong></p>
<p>A família Horst compartilha a arte da torra artesanal em uma vivência que une tradição, sustentabilidade e sabor. O visitante aprende sobre o processo do café e degusta harmonizações com produtos locais.</p>
<p><strong>Onde:</strong> São João do Príncipe, Iúna<br />
<strong>Mais informações:</strong> 28 999318009 / @cafedoprincipe</p>
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		<title>Projeto de Cafeicultura Sustentável já beneficia 6,2 mil propriedades no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/projeto-de-cafeicultura-sustentavel-ja-beneficia-62-mil-propriedades-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio ES]]></category>
		<category><![CDATA[café capixaba]]></category>
		<category><![CDATA[Cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Incaper]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa gratuita oferece diagnóstico personalizado e assistência técnica a produtores de arábica e conilon. Meta é tornar o Espírito Santo referência mundial até 2027</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Espírito Santo avança na consolidação de uma agricultura mais competitiva e responsável por meio do Projeto de Cafeicultura Sustentável, uma iniciativa que integra produtividade e adequação socioambiental. Com atividades iniciadas em 2024 e cronograma previsto até 2027, o programa oferece assistência técnica especializada e planos de ação personalizados para produtores de café arábica e conilon, visando aumentar a oferta de cafés especiais e posicionar o estado como referência mundial no setor.</p>
<p>A ação é coordenada pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), contando com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).</p>
<p><strong>Diagnóstico preciso e 39 indicadores</strong><br />
O funcionamento do projeto baseia-se em um acompanhamento técnico detalhado. Para participar, o cafeicultor deve dirigir-se ao escritório local do Incaper em seu município e solicitar o cadastro. A partir daí, um técnico visita a propriedade para realizar um diagnóstico fundamentado em 39 indicadores de sustentabilidade, todos alinhados a protocolos internacionais.</p>
<p>Com base nessa avaliação inicial, é traçado um plano de ação personalizado que abrange as dimensões ambiental, econômica e social do negócio rural. O foco é elevar os níveis de adequação da propriedade, aprimorar o manejo da lavoura e qualificar os processos de colheita e pós-colheita.</p>
<p>Welington Braida Marré, extensionista do Incaper e um dos coordenadores do projeto, destaca que o rigor técnico é o grande diferencial da iniciativa.<strong> “O diferencial do projeto está no diagnóstico detalhado das propriedades, baseado em indicadores de sustentabilidade, que permite identificar pontos críticos e orientar intervenções precisas no manejo da lavoura”,</strong> explica.</p>
<p>Segundo Marré, o acompanhamento abrange desde a conservação do solo e uso eficiente da água até o processamento final do grão.</p>
<p><strong>Tecnologia no campo</strong><br />
Além da consultoria individual, o projeto investe na transferência de tecnologia através de unidades demonstrativas instaladas em propriedades cadastradas. Nestes locais, são apresentadas soluções práticas como manejo de irrigação, microterraceamento, jardins clonais e novas técnicas de secagem.</p>
<p>A gerente de Projetos de Cafeicultura, Aline dos Santos Silva, ressalta que essas ações práticas são essenciais para transformar conhecimento teórico em resultados tangíveis. <strong>“As atividades aproximam os produtores das inovações técnicas, permitem a demonstração de manejos mais eficientes e incentivam a adoção de soluções adaptadas à realidade de cada propriedade”,</strong> afirma Aline.</p>
<p>O programa também realiza dias de campo, cursos e excursões técnicas para incentivar a troca de experiências e a capacitação contínua.</p>
<p><strong>Impacto econômico e abrangência</strong><br />
A cafeicultura é um dos pilares da economia capixaba, presente na quase totalidade dos municípios do estado. De acordo com Alessandro Broedel, diretor-geral do Incaper, a capilaridade do projeto reflete a importância do setor: a iniciativa já alcançou cerca de 6.200 propriedades.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>“A cafeicultura tem papel estratégico na geração de renda, emprego e na dinamização do meio rural. Esse resultado contribui para o desenvolvimento socioeconômico e para consolidar uma agricultura capixaba cada vez mais estruturada, sustentável e competitiva”,</strong> avalia Broedel.</p>
</blockquote>
<p>Para o subsecretário de Estado de Desenvolvimento Rural, Michel Tesch, o programa reforça o protagonismo local<strong>. “Estamos apoiando o cafeicultor com assistência técnica qualificada, inovação e planejamento, para garantir renda no campo e fortalecer ainda mais a posição do Espírito Santo como referência nacional e internacional na produção de cafés”,</strong> conclui.</p>
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		<title>Café resistente ao frio é descoberto em pesquisa da Ufes na Região Serrana</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/cafe-resistente-ao-frio-e-descoberto-em-pesquisa-da-ufes-na-regiao-serrana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 17:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café Conilon]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Região Serrana]]></category>
		<category><![CDATA[UFES]]></category>
		<category><![CDATA[Venda Nova do Imigrante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo em Venda Nova do Imigrante avalia 24 genótipos. Clones selecionados podem gerar um novo cultivar para o mercado de cafés especiais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa inédita da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) testa, há cinco anos, a adaptação do café conilon a condições de frio e altitude acima de mil metros em Venda Nova do Imigrante, na Região Serrana. O estudo, coordenado pelo pesquisador Fábio Partelli, avalia 24 clones da espécie, tradicionalmente cultivada em climas quentes, para identificar genótipos com alta produtividade e qualidade para o mercado de cafés especiais. A iniciativa investiga a viabilidade do cultivo em condições extremas, até então consideradas inviáveis para esta variedade de café.</p>
<p>A lavoura experimental está situada no distrito de Alto Caxixe, aos pés da Pedra Azul, em uma área cedida por uma propriedade particular de turismo em parceria com a universidade. Os 24 clones de café conilon utilizados no estudo foram trazidos de regiões mais quentes do estado, como São Mateus, Nova Venécia e Marilândia.</p>
<p>O projeto é coordenado por Fábio Partelli, pesquisador do campus da Ufes em São Mateus, no Norte do estado. O objetivo é avaliar como cada tipo reage ao frio da Região Serrana, tradicionalmente dominada pela produção de café arábica, e identificar quais podem oferecer boa produtividade sem perda na qualidade da bebida.</p>
<p><strong>“Percebemos uma demanda crescente dos cafeicultores em saber quais genótipos de conilon conseguem se adaptar ao frio e à altitude. Ao longo dos anos, identificamos que alguns materiais se mostraram muito produtivos e com bebida especial”,</strong> disse Partelli.</p>
<p><strong>Primeiros resultados</strong><br />
Segundo os pesquisadores, o estudo tem alcançado resultados considerados promissores. Foi observada uma clara diferença na adaptação entre os genótipos testados.</p>
<p>Pelo menos três clones apresentaram desempenho acima do esperado, registrando produtividade semelhante à do café arábica. Em contrapartida, outros três clones demonstraram baixa adaptação e praticamente não resistiram às baixas temperaturas.</p>
<p><strong>“Temos materiais que se desenvolveram com folhas viçosas e boa produção, enquanto outros apresentaram folhas amareladas ou morreram. Essa diferença está relacionada à capacidade fisiológica e bioquímica de cada planta em lidar com o estresse do frio”,</strong> explicou Partelli.</p>
<p>A expectativa dos pesquisadores é registrar, em breve, um novo cultivar de café conilon de altitude, que será composto por cinco ou seis clones selecionados a partir deste estudo.</p>
<p><strong>Análise da bebida</strong><br />
Além da produtividade, a pesquisa foca na qualidade final do produto. As amostras dos frutos colhidos estão sendo submetidas a avaliações que incluem processamento, torra e provas de xícara (degustação), realizadas por degustadores certificados internacionalmente.</p>
<p><strong>“Não basta ser um clone produtivo. Para ser indicado, ele precisa ter bebida diferenciada, que atenda ao mercado de cafés especiais”</strong>, destacou o pesquisador Willian Gomes, doutor em melhoramento genético e parceiro do estudo.</p>
<p>O café conilon é historicamente procurado pela indústria para a produção de café solúível, devido à sua alta concentração de sólidos solúveis quando comparado ao arábica. No entanto, o projeto valida o potencial de mercado para um conilon diferenciado.</p>
<p><strong>“Estamos numa tendência alta, as pessoas, o mundo, a Europa, os Estados Unidos, vêm procurando conilon e a gente percebeu através desses estudos que o conilon de altitude bebe diferente, tem uma bebida especial, em relação ao conilon tradicional commodity”,</strong> afirmou Roberta Aguilar, produtora e dona da propriedade que cedeu a área para a pesquisa.</p>
<p><strong>Importância para a cafeicultura</strong><br />
O Espírito Santo é o maior produtor de café conilon do Brasil, responsável por cerca de 70% da produção nacional. O cultivo responde por 38% do PIB agrícola capixaba, com 49 mil propriedades rurais e 286 mil hectares plantados. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produtividade média do conilon no estado deve alcançar 50,7 sacas por hectare (sc/ha) em 2025.</p>
<p>Embora o estudo seja conduzido no Espírito Santo, os resultados poderão beneficiar outras regiões produtores do país.</p>
<p><strong>“Apesar da pesquisa estar sendo feita aqui no Espírito Santo, condições climáticas similares a essa aqui, em Minas Gerais, São Paulo, Bahia, também poderão se aproveitar e se beneficiar do estudo. Não é um estudo local, é um estudo para o Brasil. Os resultados vão ajudar a orientar os agricultores sobre quais clones são mais adaptados”,</strong> explicou Partelli.</p>
<p>Os dados finais da pesquisa serão apresentados em novembro, durante o Simpósio do Produtor de Conilon, evento gratuito promovido pela Ufes.</p>
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		<item>
		<title>Jovens cafeicultores impulsionam produção de cafés especiais na Região do Caparaó</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/jovens-cafeicultores-impulsionam-producao-de-cafes-especiais-na-regiao-do-caparao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 19:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultores]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Região do Caparaó]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sucessão familiar ganha força entre produtores do ES e MG, garantindo a continuidade do cultivo de cafés de alta qualidade. Região investe em inovação, eventos e capacitação para atrair novas gerações à atividade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cultivo do café na região do Caparaó, entre o Espírito Santo e Minas Gerais, tem passado por um processo de renovação com a crescente participação de jovens produtores na atividade. Essa sucessão familiar, ainda tímida em muitas localidades do Espírito Santo, tem sido estimulada na microrregião como forma de garantir a continuidade da produção de cafés especiais e preservar um dos principais pilares da economia local.</p>
<p>Na data em que se comemora o Dia Nacional do Café, em 24 de maio, instituído em 2005 pela Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), histórias como a da família Lacerda ilustram esse movimento de renovação. O cultivo iniciado por Onofre Alves de Lacerda, ainda na infância, é hoje mantido pelo filho José Alexandre Lacerda e pelo neto João Vitor, de 22 anos, nas propriedades localizadas entre Dores do Rio Preto (ES) e Espera Feliz (MG).</p>
<p><strong>Tradição, diversidade e inovação</strong><br />
Ao longo das décadas, a família intercalou a cafeicultura com outras culturas agrícolas, como milho e feijão, para enfrentar períodos de crise. Com o passar do tempo, Onofre identificou o potencial dos cafés especiais, nicho de mercado caracterizado por alto padrão de qualidade. Hoje, a família produz variedades como Caparaó Amarelo, Catuaí Vermelho e Gueixa, com diferentes processos de beneficiamento, como fermentado, natural e cereja descascado.</p>
<p><strong><em>“É uma grande responsabilidade entender o que foi iniciado pelo nosso pai, que é trabalhar na qualidade dos nossos cafés, e entregar essa qualidade na mesa das pessoas”,</em> </strong>afirma José Alexandre. Segundo ele, a produção familiar é hoje motivo de orgulho, sobretudo pela adesão do filho João Vitor à atividade.</p>
<p>Em 2023, João Vitor conquistou o segundo lugar no Coffee of the Year, concurso que premia os melhores cafés do Brasil. <strong><em>“Ver o meu filho tomando a decisão de se manter no campo, de se aprofundar mais no aprendizado da cafeicultura e de ser premiado pelo trabalho que realiza é motivo de muito orgulho”,</em></strong> diz o pai.</p>
<p>Outro exemplo de sucessão familiar é a trajetória da família Protazio, que cultiva café na região do Caparaó em propriedades situadas tanto no Espírito Santo quanto em Minas Gerais. Com lavoura vizinha ao Parque Nacional do Caparaó, a 1.200 metros de altitude, Manoel Protazio dá continuidade a uma tradição iniciada por seu pai, José Marques de Abreu Neto, na década de 1940.</p>
<p>Desde a chegada de um descascador comunitário em 2010, a família tem ampliado a produção de cafés especiais e conquistado reconhecimento.<strong><em> “A cafeicultura vem passando de geração em geração, mantendo viva a tradição da agricultura familiar para atingir o objetivo, que é levar café de qualidade para os nossos consumidores”,</em></strong> relata Manoel.</p>
<p><strong>Eventos e estratégias para manter jovens no campo</strong><br />
Para estimular a permanência de jovens na cafeicultura, eventos como o Conexão Caparaó 2025 têm desempenhado papel estratégico. Realizado anualmente pela Associação de Produtores Rurais de Pedra Menina (Aprupem), o evento reúne produtores em atividades como palestras, oficinas e concursos de qualidade. Neste ano, jovens cafeicultores estiveram entre os vencedores da competição de cafés especiais.</p>
<p>De acordo com Jhenifer Soares, analista técnica do Sebrae/ES, o Espírito Santo possui três Indicações Geográficas (IGs) para o café: Caparaó e Montanhas do Espírito Santo, ambas para café arábica, e Espírito Santo, para o café conilon. Ela destaca a importância de investir na sucessão familiar para garantir a continuidade da tradição e da qualidade do produto capixaba.</p>
<p><strong><em>“Hoje, já existe um movimento contrário ao de anos atrás, quando os filhos deixavam o campo e não voltavam. Agora, muitos retornam após buscar especialização, trazendo inovação, tecnologia e estratégias modernas de gestão”,</em></strong> explica.</p>
<p>Além da modernização no cultivo, a nova geração tem apostado na digitalização e na criação de marcas próprias, utilizando redes sociais para divulgar os cafés e expandir mercados.<strong><em> “É cada vez mais comum ver esses jovens envolvidos na gestão dos negócios da família e atuando em eventos como o ESX, a Semana Internacional do Café e a feira da Associação Capixaba de Supermercados (Acaps)”,</em></strong> completa Jhenifer.</p>
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		<title>‘Do Campo à Xícara’: estudantes mergulham no universo do café especial</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/do-campo-a-xicara-estudantes-mergulham-no-universo-do-cafe-especial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 12:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os alunos bolsistas assumem papel central nas atividades</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudantes do meio rural do Noroeste do Espírito Santo iniciaram, neste mês, uma imersão na produção de cafés especiais por meio do projeto “Do Campo à Xícara: Estufa para Secagem de Café Especial como Experiência de Aprendizagem”. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o Centro Estadual Integrado de Educação Rural de Boa Esperança (CEIER-BE).</p>
<p>Voltado para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio da unidade de ensino, o projeto promove uma formação integrada que alia teoria e prática, com foco na cadeia produtiva do café. As atividades têm ênfase em práticas agrícolas sustentáveis, tecnologias de valorização do produto e incentivo à permanência dos jovens no campo. A ação é contemplada pelo Programa de Iniciação Científica Júnior do Espírito Santo (Edital Fapes/Sedu nº 16/2024), que estimula a participação de estudantes da rede pública em projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação.</p>
<p>Com duração de nove meses, o projeto permitirá que os alunos acompanhem todas as etapas do processo produtivo do café especial — do cultivo à colheita, passando pela secagem, torrefação e análise sensorial. Um dos marcos da iniciativa será a implantação de uma unidade demonstrativa de secagem com terreiro suspenso coberto, instalada na área experimental da escola.</p>
<p>Os alunos bolsistas assumem papel central nas atividades, participando da colheita do café cultivado no CEIER-BE e aplicando técnicas que garantem maior qualidade ao produto final.</p>
<p>Para a extensionista do Incaper e coordenadora do projeto, Jozyellen Nunes da Costa, a proposta representa uma oportunidade estratégica para o desenvolvimento profissional dos estudantes e para o fortalecimento da cadeia produtiva local.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Este projeto contribui para o aprimoramento das práticas de colheita, pós-colheita e processamento do café, além de despertar o interesse pela pesquisa e pela inovação no setor”</strong>, afirma.</p>
</blockquote>
<p>A primeira etapa do projeto foi marcada por uma capacitação conduzida por Rodrigo Fernandes de Oliveira, também servidor do Incaper, que abordou os principais aspectos da qualidade do café. Segundo ele, a iniciativa também desempenha um papel relevante na valorização da juventude rural e no estímulo à sucessão familiar.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Além de multiplicar o conhecimento sobre a produção de cafés de qualidade, o projeto mostra aos jovens que já existem oportunidades de desenvolvimento dentro da própria realidade familiar e produtiva”</strong>, destaca.</p>
</blockquote>
<p><strong>Jovens como agentes de transformação</strong><br />
A tutora do projeto, professora Nídia Alves de Barros, reforça o caráter transformador da ação.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Nosso objetivo é despertar nos estudantes o interesse pela cultura do café e pelas tecnologias envolvidas na produção de cafés especiais, tornando-os multiplicadores de conhecimento em suas comunidades. Com isso, buscamos fortalecer a permanência das famílias no campo e agregar valor à principal atividade econômica de Boa Esperança”</strong>, pontua.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Nater Coop abre inscrições para prêmio que visa incentivar produção de cafés especiais</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/nater-coop-abre-inscricoes-para-premio-que-visa-incentivar-producao-de-cafes-especiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 13:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Nater Coop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Premiação busca promover a excelência e a inovação entre os produtores, oferecendo prêmios de até R$ 15 mil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nater Coop lançou oficialmente a 14ª edição do Prêmio Pio Corteletti, concurso anual que busca incentivar os cooperados a aprimorar a qualidade de suas produções de cafés especiais.</p>
<p>As inscrições estão abertas até o dia 11 de novembro de 2024, e a competição abrange três categorias: Arábica Natural, Arábica Lavado e Conilon. O evento de encerramento, com a premiação e entrega de certificados, ocorrerá no dia 13 de dezembro.</p>
<p>O presidente da Nater Coop, Denilson Potratz, destacou a importância do prêmio para o setor.</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;O Prêmio Pio Corteletti é uma oportunidade única para os nossos produtores mostrarem a qualidade dos seus cafés ao mundo. Nosso objetivo é dar visibilidade ao trabalho deles, que já atravessa oceanos e conquista mercados exigentes, como o europeu&#8221;,</em></strong> afirmou Potratz.</p></blockquote>
<p>Neste ano, o concurso distribuirá um total de R$ 99 mil em prêmios, sendo R$ 15.000 para o primeiro colocado, R$ 10.000 para o segundo e R$ 8.000 para o terceiro, em cada categoria. Além dos prêmios em dinheiro, os vencedores também receberão certificados de reconhecimento.</p>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;Queremos continuar expandindo o alcance dos nossos cafés como referência internacional&#8221;,</em> </strong>acrescentou Potratz, reforçando o compromisso da cooperativa com a qualidade e a inovação no setor cafeeiro.</p></blockquote>
<p>As inscrições podem ser feitas pelo <strong><a href="http://www.piocorteletti.nater.coop.br/">site oficial do prêmio</a> </strong>ou diretamente nos Pontos de Compra da Nater Coop. A lista de produtores aptos a participar será divulgada no dia 15 de novembro.</p>
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		<item>
		<title>Linhares lança linha de cafés especiais produzidos por produtores local</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/linhares-lanca-linha-de-cafes-especiais-produzidos-por-produtores-local/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 21:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São cinco rótulos, nas versões grão e torrado/moído, que serão comercializados em cafeterias e consumidor final</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Investir na melhoria da qualidade do café tem proporcionado bons resultados para os cafeicultores de Linhares e despertado o interesse do mercado para os grãos especiais.</p>
<p>Linhares lança no próximo dia (29), uma linha de cinco cafés especiais, a série de cinco rótulos será colocada à venda em dois formatos, em grãos para cafeterias, e torrado/moído para o consumidor final. As marcas que serão pioneiras em cafés especiais no município são: Café Especial Duda Coffee, Peruchi Coffee, Café Pai e Filho, Café Recanto do Conilon e Café Sítio Lagoa Terra Alta.</p>
<p>O munícipio vem investindo ao longo dos anos em ações que contribuíssem para os grãos de alta qualidade, os terreiros suspensos que estão localizados em três propriedades no interior, são exemplo de ações que vem dando resultado e agregando valor aos grãos produzidos que hoje coloca Linhares como um dos maiores produtores de Conilon do Brasil.</p>
<p>De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Franco Fiorot, os cafés especiais nasceram de várias iniciativas da gestão com base em treinamentos aos produtores, o concurso municipal de qualidade do café, e, mais recentemente da implantação dos terreiros suspensos.</p>
<p>&#8220;O lançamento dos cafés especiais é importante para valorizar a cafeicultura e, principalmente, os produtores. Através do concurso, por exemplo, selecionamos os melhores grãos, tornando o certame uma oportunidade ímpar para o produtor mostrar a qualidade do café para o mercado, que vem demandando cada vez mais produtos diferenciados. O valor de mercado dos cafés especiais é acessível e justo pela qualidade diferenciada. Isso é a valorização dos produtos, que já acontece com as amêndoas de cacau produzidas em Linhares, reconhecidas mundialmente&#8221;, afirma Franco.</p>
<p><strong>Valorização estimula investimentos</strong></p>
<p>A cafeicultora do distrito de São Rafael, Andreia de Souza Duda, integra o grupo de produtores que aposta nos cafés especiais para ganhar o mercado consumidor. Ela abraçou a iniciativa da secretaria municipal de Agricultura ao implantar em sua propriedade um terreiro suspenso. Para o próximo ano, a produtora pretende adquirir novo terreiro para aumentar a escala de produção.</p>
<p>&#8220;Apesar de ainda estarmos engatinhando no mercado, a saída está sendo boa. É o primeiro ano e a experiência está sendo ótima, pois é bastante prazeroso saber que estamos produzindo algo de extrema qualidade. Dá trabalho? Dá, mas é satisfatório demais&#8221;, diz Andreia.</p>
<p>Para o prefeito de Linhares, Bruno Marianelli, a proposta é valorizar a origem do que é consumido, abrangendo toda a cadeia produtiva. &#8220;Ao valorizar o concurso com a chancela da secretaria municipal de Agricultura, aproximamos os cafés produzidos em Linhares do mercado consumidor, do ponto de venda, o que cria uma demanda por cafés diferenciados. Também serve de exemplo para que outros cafeicultores passem a valorizar a melhoria da qualidade do que produzem&#8221;, disse.</p>
<p>A linha de cafés especiais, é fruto das ações do programa municipal Linhares Coffee da Prefeitura de Linhares.</p>
<p>O lançamento acontece em dois momentos: às 14h30min na Cafeteria Agnos, no bairro Três Barras, restrita a especialistas do setor, e às 17h30min, no Supermercado Oriundi, no mesmo bairro.</p>
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		<item>
		<title>Setur lança e-book ‘Cafés Especiais Capixabas’</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/setur-lanca-ebook-cafes-especiais-capixabas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 23:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Espírito Santo é o segundo maior produtor brasileiro de café. A produção de cafés especiais atrai para o território capixaba além de compradores Atendendo à demanda das operadoras e agências de turismo, a Secretaria de Turismo (Setur) elaborou, com apoio das secretarias municipais, o e-book “Cafés Especiais Capixabas”. O material reúne empreendimentos de 14 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>O Espírito Santo é o segundo maior produtor brasileiro de café. A produção de cafés especiais atrai para o território capixaba além de compradores</b></font></span></div>
<div><font size="3">Atendendo à demanda das operadoras e agências de turismo, a Secretaria de Turismo (Setur) elaborou, com apoio das secretarias municipais, o e-book “Cafés Especiais Capixabas”. O material reúne empreendimentos de 14 municípios que estão prontos para receber os turistas. O objetivo é informar tanto os turistas quanto os agentes de viagens sobre estes espaços para que pacotes de viagens sejam formatados.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Recebemos esta demanda dos agentes de viagem do Sul do País, durante a Feira de Negócios Turísticos UGART, do ano passado, e na edição deste ano, que aconteceu agora em março, já entregamos este material que é um guia para os agentes de viagem formatarem pacotes de viagem para o turista buscar informações ”, destaca o secretário de Estado de Turismo, Fernando Rocha.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O Espírito Santo é o segundo maior produtor brasileiro de café. A produção de cafés especiais atrai para o território capixaba além de compradores, turistas que querem conhecer as técnicas de plantio, colheita, tipos e sabores, levando para casa este produto e, na memória, uma experiência inesquecível.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O material pode ser usado on-line e off-line, no celular, e por meio de links possibilita acessar sites e páginas de redes sociais dos empreendimentos além da localização de cada um.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Acesse: <a target='_blank' href="https://setur.es.gov.br/Media/Setur/Importacao/e-book_caf%C3%A9_especial_2022%20(1).pdf" title="" rel="noopener"><b>https://bit.ly/3j2azld</b></a></font></div>
</div>
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		<item>
		<title>Produtores de cafés especiais do ES contam com novos laboratórios de pesquisa</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/produtores-de-cafes-especiais-do-es-contam-com-novos-laborat0rios-de-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2022 21:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os novos laboratórios de pesquisa e Centro de Cafés Especiais foram apresentados pelo Incaper O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) apresentou, nessa segunda-feira (21), o Centro de Cafés Especiais do Espírito Santo (Cecafes), localizado na Fazenda Experimental do Incaper de Venda Nova do Imigrante. A programação do dia também contou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>Os novos laboratórios de pesquisa e Centro de Cafés Especiais foram apresentados pelo Incaper</b></font></span></div>
<div><font size="3">O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) apresentou, nessa segunda-feira (21), o Centro de Cafés Especiais do Espírito Santo (Cecafes), localizado na Fazenda Experimental do Incaper de Venda Nova do Imigrante. A programação do dia também contou com a apresentação dos novos laboratórios de pesquisa do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (CPDI) Serrano, em Domingos Martins.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O Cecafes foi criado com os objetivos de treinar e capacitar produtores e profissionais da cadeia produtiva de cafés especiais; prestar serviços de avaliação de cafés; desenvolver ações de pesquisa voltada para a qualidade dos cafés especiais no Estado; ser uma unidade de referência em qualidade, com a criação de banco didático e amostral de cafés, entre diversos outros.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As ações dos Cecafes são focadas na produção e obtenção de cafés especiais, com atuação entre a Pesquisa e a Extensão Rural do Incaper. O Centro de Cafés Especiais do Espírito Santo tem o objetivo de se tornar uma unidade de confluência de parceiros para o desenvolvimento e promoção dos cafés especiais do Espírito Santo. O público-alvo é formado por cafeicultores, torrefadores, pesquisadores, extensionistas e técnicos da iniciativa pública e privada.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Na parte da tarde, foram apresentadas as edificações dos novos laboratórios de pesquisa do CDPI Serrano, localizado na Fazenda Experimental Mendes da Fonseca, em Domingos Martins. Posteriormente, no local, estarão em funcionamento os laboratórios de Biologia molecular, Entomologia, Fitopatologia, Cultura de tecidos vegetais, Análise de solos e Análise de alimentos. A construção dos laboratórios foi executada por meio do Convênio de Cooperação Técnica e Financeira, celebrado entre o Incaper e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Hoje, apresentamos para os servidores e agentes públicos duas importantes conquistas para o Incaper. O Cecafes contribui muito para a integração dos trabalhos de Pesquisa e Extensão do Incaper na área de cafés especiais. Os novos laboratórios apresentam uma estrutura moderna e mais adequada, que possibilita um melhor desenvolvimento dos trabalhos de pesquisa. Essas apresentações demonstram um esforço em reestruturar o Incaper e contribuir com a melhoria do trabalho dos servidores”, destacou o diretor-presidente do Incaper, Antônio Machado.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Durante as apresentações das novas unidades do Incaper, também foi anunciado o calçamento da entrada da Fazenda Mendes da Fonseca, que será executado pela prefeitura de Domingos Martins, em parceria com a Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Investimentos da Seag</b></font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Paulo Foletto, anunciou investimentos para o Incaper, durante as apresentações do Cecafes e dos novos laboratórios. São eles: repasse de um microtrator para o Incaper; repasse de R$ 10 milhões para a aquisição de novos equipamentos para os laboratórios do CPDI Serrano e CPDI Norte, em Linhares; repasse de uma máquina de encapsular café no valor de R$ 1.200.000.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Grato em participar desse momento importante para o Incaper. Estamos repassando R$ 10 milhões para a aquisição de novos equipamentos para os laboratórios do CPDI Serrano e CPDI Norte, em Linhares. São investimentos que vão oportunizar desenvolvimento para a nossa agricultura capixaba&#8221;, ressaltou o secretário Paulo Foletto.</font></div>
</div>
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		<item>
		<title>Cafeicultores são premiados no 2º Prêmio Cafés Especiais do Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/cafeicultores-sao-premiados-no-2-premio-cafes-especiais-do-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 22:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os prêmios somam R$ 130 mil, divididos entre os vencedores das categorias Arábica e Conilon Os cafeicultores capixabas campeões do 2º Prêmio Cafés Especiais do Espírito Santo foram revelados durante a cerimônia de premiação, realizada nesta quinta-feira (16), no município de Linhares. O evento teve a presença do governador do Estado, Renato Casagrande, e foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>Os prêmios somam R$ 130 mil, divididos entre os vencedores das categorias Arábica e Conilon</b></font></span></div>
<div><font size="3">Os cafeicultores capixabas campeões do 2º Prêmio Cafés Especiais do Espírito Santo foram revelados durante a cerimônia de premiação, realizada nesta quinta-feira (16), no município de Linhares. O evento teve a presença do governador do Estado, Renato Casagrande, e foi <a target="_blank" href="https://www.youtube.com/watch?v=sX8Z5eUVraQ" title="" rel="noopener"><b>transmitido ao vivo</b></a> pelo canal do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) no YouTube. Os prêmios somam R$ 130 mil, divididos entre os vencedores das categorias Arábica e Conilon.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A avaliação sensorial do café tem peso de 90% na pontuação final, enquanto a avaliação socioambiental tem peso de 10%, sendo a somatória dos critérios igual a 100 pontos. São considerados vencedores os cafés cujas somatórias entre avaliação sensorial e avaliação dos critérios de sustentabilidade tiveram as maiores pontuações. A premiação será paga em dinheiro, insumos ou equipamentos, no prazo que atenda a disponibilização de recursos por parte dos patrocinadores, conforme prevê o <a target="_blank" href="https://incaper.es.gov.br/Media/incaper/PDF/Pr%C3%AAmio%20Caf%C3%A9s%20Especiais/Regulamento_Pr%C3%AAmio_Caf%C3%A9s_Especiais_do_Esp%C3%ADrito_Santo.pdf" title="" rel="noopener"><b>regulamento do Prêmio</b></a>.</font></div>
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<div><font size="3">O governador do Estado, Renato Casagrande, junto com a vice-governadora Jacqueline Moraes e demais autoridades participaram da abertura do evento de premiação em Linhares.</font><font size="4"><i> “Estamos incentivando muito o trabalho de qualidade, investindo em pesquisa e beneficiamento do café. O capixaba gosta muito de café e o Espírito Santo é primeiro lugar em quase todos os concursos de qualidade. É um ganho financeiro para o agricultor, gera renda e emprego, desenvolve o interior e o Estado também ganha com isso”</i></font><font size="3">, afirmou Casagrande.</font></div>
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<div><font size="4"><i>&#8220;Eventos como esse do Incaper são importantes para reconhecer o esforço dos produtores que trabalham cada vez mais com qualidade nos cafés capixabas. Esse reconhecimento motiva. Investimos na agricultura e infraestrutura não só na área agrícola, como também na saúde e educação no campo, entre outros. O que queremos é que as pessoas continuem produzindo cada vez mais com qualidade e com sucesso. Nós estaremos aqui para apreciar essas maravilhas produzidas na nossa terra e continuar dando suporte aos produtores&#8221;,</i></font><font size="3"> declarou a vice-governadora.</font></div>
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<div><font size="3">O Prêmio Cafés Especiais do Espírito Santo é realizado pelo Incaper e pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), com o apoio da Fundação de Desenvolvimento e Inovação Agro Socioambiental do Espírito Santo (Fundagres Inovar) e da Prefeitura de Linhares. A premiação tem como objetivo o incentivo à produção de cafés especiais no Estado aliada à sustentabilidade.</font></div>
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<div><font size="4"><i>“Parabenizo os cafeicultores vencedores e também a todos os que se inscreveram no Prêmio. Sabemos que a agricultura familiar não mede esforços para entregar à sociedade um alimento de qualidade, e, no caso do café, o nível é ainda mais elevado. A premiação comprova isso, com amostras que alcançaram excelentes notas em qualidade e sustentabilidade da atividade cafeeira. Agradeço especialmente a todos os servidores do Incaper e parceiros envolvidos na realização do Prêmio”,</i></font><font size="3"> destacou o diretor-presidente do Instituto, Antônio Machado.</font></div>
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<div><font size="4"><i>&#8220;Mais um ano de sucesso na premiação dos melhores cafés especiais do Espírito Santo. Quero parabenizar todos os produtores e produtoras que se empenharam na qualidade do produto e conquistaram os primeiros lugares. Nossa cafeicultura é forte e pujante&#8221;,</i></font><font size="3"> disse o secretário de Estado da Agricultura, Paulo Foletto.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Características dos cafés vencedores</b></font></div>
<div><font size="3">Os cafés campeões apresentaram notas de mel, chocolate, frutas amarelas, doce de leite, pêssego, melaço, especiarias; e características como corpo baixo, corpo suave, entre outras. A análise e classificação das amostras de arábica e conilon finalistas do Prêmio foi realizada pelo Centro de Cafés Especiais do Espírito Santo (CECAFES).</font></div>
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<div><font size="3">Os degustadores são profissionais de empresas e instituições parceiras do Incaper, com certificação Q-Grader e ampla experiência na prova de cafés. São eles: Donieverson A. dos Santos, Tiago de Souza Alves, José Elias Alves Adão, Jamaica Ribeiro, Carlos Z. Altoé, Edevaldo C. Costalonga, Eduardo Pagio Melo, Rafael Marques, Rondinélio Sartori e João Paulo Pereira Marcarte.</font></div>
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<div><font size="4"><i>“O Prêmio Cafés Especiais do ES é a oportunidade de reunir o que há de melhor dos cafés arábica e conilon. O Espírito Santo possui cafés exóticos, de altíssima qualidade e complexidade que na mesa de prova se tornam uma verdadeira explosão de aromas e sabores. Essa premiação é uma oportunidade para celebrar tamanha riqueza e importância da cafeicultura capixaba, além de valorizar o trabalho de nossos cafeicultores e consolidar ainda mais nosso Estado como origem de um dos melhores cafés do mundo”,</i></font><font size="3"> ressaltou Douglas Gonzaga, extensionista do Incaper e gestor técnico do Cecafes.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Listagem dos vencedores:</b></font></div>
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<div><font size="3"><b>Arábica Qualidade</b></font></div>
<div><font size="3">1° lugar: Valdeir Dalcin Tomazini, de Castelo, com nota 89,93;</font></div>
<div><font size="3">2° lugar: Fabiano Tomazini Nalli, de Castelo, com nota 89,35;</font></div>
<div><font size="3">3° lugar: Joselino Menegueti, de Brejetuba, com nota 87,83.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Conilon Qualidade</b></font></div>
<div><font size="3">1° lugar: Luiz Cláudio de Souza, de Muqui, com nota 84,79;</font></div>
<div><font size="3">2° lugar: Ormindo Francisco Nandorf, de Santa Teresa, com nota 86,46;</font></div>
<div><font size="3">3° lugar: Adauto Orletti, de Pinheiros, com nota 83,86.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Arábica Sustentabilidade</b></font></div>
<div><font size="3">1° lugar: Estevão Denizar Douro, de Marechal Floriano, com nota 9,46;</font></div>
<div><font size="3">2° lugar: João Vithor Medeiros de Lacerda, de Dores do Rio Preto, com nota 9,38;</font></div>
<div><font size="3">3° lugar: Genésio Tomaz Tomazini, de Castelo, com nota 9,31.</font></div>
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<div><font size="3"><b>Conilon Sustentabilidade</b></font></div>
<div><font size="3">1° lugar: Leandro Barbosa Quadra, de Alegre, com nota 9,79;</font></div>
<div><font size="3">2° lugar: Adauto Orletti, de Pinheiros, com nota 9,56;</font></div>
<div><font size="3">3° lugar: Jarlete da Penha Sotelle, de Santa Teresa, com nota 9,54.</font></div>
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