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	<title>bullying - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>bullying - Em Dia ES</title>
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		<title>Bullying e dificuldade de fazer amigos afetam saúde mental de adolescentes</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/bullying-e-dificuldade-de-fazer-amigos-afetam-saude-mental-de-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Dificuldade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conclusão é de estudo que analisou associações entre fatores de conexão social e sintomas de adoecimento entre 11.756 jovens no Brasil e no Reino Unido</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo internacional publicado no Journal of Child Psychology and Psychiatry investigou o impacto de fatores de conexão social na saúde mental de adolescentes no Brasil e no Reino Unido e constatou que viver em um arranjo familiar “não convencional” (&#8220;non-intact family structures&#8221;) – convivência com meios-irmãos ou pais separados –, mudar de endereço, ter dificuldades para fazer amigos ou ser vítima de (ou praticar) bullying estão consistentemente associados a problemas de saúde mental em ambos os países.</p>
<p>Bullying é o termo em inglês que se popularizou para indicar intimidação sistemática, com violência física ou psicológica, envolvendo atos de humilhação ou discriminação por meio de insultos, ameaças ou comentários/apelidos pejorativos.</p>
<p>Acompanhados por três anos, 11.756 jovens foram avaliados (2.010 do Brasil e 9.746 do Reino Unido) para verificar associações entre potenciais fatores geradores e sintomas internalizantes (emocionais) e externalizantes (comportamentais) de adoecimento mental. Os internalizantes são reações que se expressam em relação ao próprio indivíduo, como ansiedade e depressão. Os externalizantes manifestam-se em direção a outras pessoas, como agredir, mentir ou roubar.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Foram feitas reuniões com jovens para examinar quais fatores sociais eles acreditavam ser importantes e que poderiam impactar na sua saúde mental. Em seguida, os pesquisadores identificaram variáveis semelhantes entre os dois grupos [de adolescentes do Brasil e do Reino Unido]. Após essa harmonização de dados, foram utilizadas técnicas para garantir que eram comparáveis e a partir daí foram feitas as análises”</strong>, explica Maurício Scopel Hoffmann, chefe do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), um dos autores da pesquisa e integrante do Centro Nacional de Ciência e Inovação em Saúde Mental (CISM), que é apoiado pela Fapesp.</p>
</blockquote>
<p>Ao longo da investigação, foram observadas algumas diferenças entre os grupos de adolescentes estudados nos dois países. Enquanto os jovens do Reino Unido apresentaram maiores impactos na saúde mental associados ao bullying, no Brasil o tamanho da família pareceu ser um fator de risco para problemas internalizantes.</p>
<p><strong>Os fatores analisados foram:</strong></p>
<p><strong>Conexão social estrutural</strong></p>
<ul>
<li>Tamanho da família/domicílio;</li>
<li>Número de irmãos ou meios-irmãos no domicílio;</li>
<li>Estado civil da mãe: casada ou vivendo com o pai biológico; separada vivendo com outra pessoa; separada; mãe</li>
<li>solteira; viúva e outros;</li>
<li>Autorrelato de “ter um bom amigo” (sim/não);</li>
<li>Morte de pai / mãe ou cuidador (não/sim);</li>
<li>Mudança de endereço desde a última entrevista (não/sim);</li>
</ul>
<p><strong>Conexão social funcional</strong></p>
<ul>
<li>Bullying sofrido relatado pelo próprio (nunca/alguma vez);</li>
<li>Bullying praticado relatado pelo próprio (nunca/alguma vez);</li>
</ul>
<p><strong>Conexão social de qualidade</strong></p>
<ul>
<li>Relatado pelos pais que “se dá bem com os amigos” (sem dificuldades/com dificuldades);</li>
<li>Relacionamento cuidador principal-criança (próximo/não próximo);</li>
</ul>
<p><strong>“Os resultados indicam que existem fatores sociais gerais e específicos que impactam a saúde mental de jovens de diferentes países”</strong>, diz Hoffmann. <strong>“E também reforçam a importância de se levar em consideração esses fatores para o desenho de políticas públicas que promovam ambientes sociais saudáveis para os jovens, adaptadas às necessidades de diferentes populações.”</strong></p>
<p>Entre os autores do paper estão outros membros do CISM: Eurípedes Constantino Miguel, chefe do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e coordenador-geral do centro, Luis Augusto Rohde, vice-coordenador, e Giovanni Abrahão Salum, pesquisador.</p>
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		<title>Coluna: Mulher, não! Não é brincadeira</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/coluna-mulher-nao-nao-e-brincadeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não, não é brincadeira. Quando um homem diz que mulher casada não pode sair de casa para encontrar amigos, não, não é brincadeira. Quando ele reclama da saia que está curta demais e que outros homens vão desejá-la por causa disso, isso está bem longe de ser brincadeira. Não merece risadinha, muito menos reforço. Não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div><font size="3">Não, não é brincadeira. Quando um homem diz que mulher casada não pode sair de casa para encontrar amigos, não, não é brincadeira. Quando ele reclama da saia que está curta demais e que outros homens vão desejá-la por causa disso, isso está bem longe de ser brincadeira.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Não merece risadinha, muito menos reforço. Não é brincadeira quando seu namorado fala depreciativamente do estilo de cabelo que você escolheu para si. Não, não é brincadeira quando ele fala mal de você, na sua frente, para tirar risos dos amigos. Nunca será brincadeira quando ele lhe exige uma tarefa doméstica que ele se recusa a fazer, por se achar inadequado.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Jamais será brincadeira quando soltam uma piada de mulher no trânsito, ou quando ouvem um comentário feminino sobre futebol e riem. Nunca será brincadeira quando, casados, eles veem uma outra mulher bonita na rua e descaradamente se oferecem para ela. Não, não é brincadeira quando buscam se auto afirmar na frente dos amigos falando de uma colega de trabalho ou da vizinha da rua.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Não, mulher, não é brincadeira quando sua sogra reclama exclusivamente com você por não estar cozinhando correto para seu marido, ou que a casa está suja quando ela chega. Não é brincadeira quando o filho pequeno chora e a única coisa que você ouve do outro lado da cama é uma resmungão fingindo que dorme, sem se prontificar a levantar.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Não, nunca será brincadeira quando um homem insinua que a mulher apanha porque ela procurou, pela roupa que usou ou pelo local que andou.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Não é brincadeira quando o estupro é visto, antes de tudo, como culpa da mulher; a violência doméstica é culpa da mulher; o xingamento contra mulher é visto como normal e ela, apenas muito sensível; a discriminação é vista como coisa da sua cabeça, com síndrome de perseguição.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Nunca será brincadeira a mulher ser impedida de sair de casa porque o marido não deixou, não poder ter amigos porque o marido não quer, não poder se vestir como desejar porque o marido não gosta, não escolher o estilo que quiser porque o marido reclama.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Não é brincadeira receber a exigência de um homem para estar sempre magra, receber indiretas – ou até diretas – que está feia, que é burra, que não serve para nada e que não faz nada direito.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Nunca será apenas brincadeira. E se alguma vez você ouvir de um homem publicamente uma atrocidade contra mulher e este homem disser que é apenas brincadeira, saiba que ali não existe um palhaço, mas sim um criminoso.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><span style="font-weight: 700;"><font size="3">RACHEL POUBEL</font></span></div>
<div><font size="3">Terapeuta para Mulheres e Organizadora do Movimento Mulher de Identidade.</font></div>
</div>
</div>
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		<title>Mobilização coletiva de acolhimento de alunos reduz bullying em escola</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/educacao/mobilizacao-coletiva-de-acolhimento-de-alunos-reduz-bullying-em-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educacao]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho desenhado por pesquisadora mobilizou dez professores e 150 alunos Mudanças promovidas na Escola do Ensino Fundamental Bairro Nossa Senhora da Conceição, em Juquitiba, interior de São Paulo, tiveram como resultado uma diminuição dos casos de bullying no estabelecimento de ensino. A experiência vitoriosa foi desenvolvida com base no projeto de pós-doutorado da enfermeira Pamela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">Trabalho desenhado por pesquisadora mobilizou dez professores e 150 alunos</span></font></b></div>
<div><font size="3">Mudanças promovidas na Escola do Ensino Fundamental Bairro Nossa Senhora da Conceição, em Juquitiba, interior de São Paulo, tiveram como resultado uma diminuição dos casos de bullying no estabelecimento de ensino. A experiência vitoriosa foi desenvolvida com base no projeto de pós-doutorado da enfermeira Pamela Lamarca Pigozi, que o desenvolve no âmbito da Faculdade de Saúde Pública, na Universidade de São Paulo (USP).</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O trabalho desenhado pela pesquisadora mobilizou dez professores e 150 alunos. Ela ressalta que a faixa etária em que se nota uma maior incidência do bullying é entre 11 e 14 anos de idade, fato que justificou a escolha de estudantes com esse perfil. Além dos membros da escola, participaram da ação dois enfermeiros e oito agentes de saúde.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os resultados quantitativos do estudo ainda não foram fechados, mas os qualitativos indicam que a mobilização na escola teve &#8220;muito impacto&#8221;, afirma Pamela.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Conversei com 20 adolescentes e uma das perguntas muito direta era: qual a sua percepção sobre a existência de bullying, com escala de 0 a 10, e a média foi 7. A maioria colocou [que houve] 8 de diminuição, de melhora. Alguns disseram que não aconteceu mais, que cessou o bullying, porque as vítimas começaram a se posicionar. E se posicionar não é ser reativo e violento, é só pedir: olha, você pode parar, por favor, que eu não estou gostando?&#8221;, explica.</font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;"><br /></span></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">A estrutura projetada</span></font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Para combater a prática de bullying nas turmas, definiu-se que os alunos teriam à disposição três instrumentos: rodas de conversa, um jornal comunitário e a caixa de diálogo. Todos eles selecionados coletivamente e pertencentes à linha da metodologia participativa.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Rodas de conversa</span></font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A roda de conversa serviu para que os alunos expressassem as próprias emoções e debatessem as formas de identificar casos de bullying e de como lidar caso testemunhassem um colega sofrendo com os atos. Pamela ressalta que buscou proteger os estudantes de julgamentos, não os dividindo em vítimas e agressores.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Evitei essa rotulação. Todos devem ser acolhidos&#8221;, afirma ela. &#8220;Em todas as rodas, vi um ou dois alunos chorar. [A roda] Ativa uma via desse adolescente que é a empatia.&#8221;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">À medida que as rodas eram realizadas, a pesquisadora e os educadores constataram que vários dos agressores tinham &#8220;contextos de saúde e sociais muito importantes, muitas vezes até mais do que as vítimas&#8221;. Garantir o direito à fala e à escuta, diz Pamela, equaliza o poder, horizontalizando as relações. &#8220;Basicamente, foi isso sobre a roda: dar poder de fala&#8221;, sintetiza.</font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;"><br /></span></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Jornal comunitário</span></font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Quanto ao jornal comunitário, os participantes do projeto decidiram que quem produziria o conteúdo seriam estudantes apontados pelos colegas como líderes.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Escolhemos os líderes de cada sala, que eram alunos que os outros viam como reflexo, como espelho. Não exatamente populares, mas líderes”, diz a enfermeira. No jornal, acrescenta ela, “a gente queria discutir sobre o clima escolar, o que os afetava positiva e negativamente e eles manifestaram. Foi muito curioso. Falaram de questões que influenciavam o clima escolar, desde racismo, LGBTIfobia, questões de gênero e como o respeito dentro da escola e o modo como as relações estavam relacionados a essas questões levantadas por eles&#8221;, explica.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Foi um dispositivo de comunicação muito potente para falar sobre respeito, diálogo, acolhimento dos colegas, direitos humanos, igualdade de direitos. As questões de classe social surgiram com muita força&#8221;, emenda.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Sucesso de leitura, o jornal acabou sendo distribuído com tiragem de 200 exemplares, pelos agentes de saúde. O material pronto recebeu elogios ao ficar exposto em um museu a céu aberto da escola, por dois meses.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Caixa de diálogo</span></font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Já a caixa de diálogo foi o modo como Pamela e os professores encontraram de fortalecer o elo entre eles e os alunos. Por meio dela, os estudantes poderiam escrever tanto aquilo que os alegrava como aquilo que os incomodava. Dessa forma, teriam suas demandas, inclusive emocionais, escutadas por um professor de sua confiança.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;O objetivo é ser um canal de comunicação sigiloso, que vai garantir a privacidade e a resposta imediata a esse problema do adolescente&#8221;, esclarece a acadêmica.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Combinamos que ele escrevia, lacrava a cartinha, colocava o nome dele dentro e por fora era o nome do adulto que ele queria que desse essa resposta pra ele. Pretendíamos responder em dois dias; no máximo, uma semana”, conta.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“No início, tivemos uma média de cinco cartas por dia. Algumas continham elogios, mas a maioria falava dos sentimentos, de angústia, solidão&#8221;, complementa a enfermeira, pontuando que a sua instrução para os professores foi de que não precisavam ser &#8220;especialistas&#8221; nem profissionais de saúde, mas sim demonstrar que os alunos estavam sendo verdadeiramente amparados por eles.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><span style="font-weight: 700;">Bullying</span></font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A prática chamada de bullying tem origem na expressão de língua inglesa &#8220;bully&#8221;, que significa &#8220;valentão, brigão e tirano&#8221;, como menciona Pamela em um artigo sobre o tema&nbsp;<span style="font-weight: 700;"><a target='_blank' href="http://www.scielo.br/pdf/csc/v20n11/1413-8123-csc-20-11-3509.pdf" title="" rel="noopener"><font color="#0000cc">(CLIQUE AQUI PARA CONFERIR)</font></a>.</span>&nbsp;O conceito serve para caracterizar as situações em que um aluno persegue outro constantemente. Ou seja, há um padrão de atitudes.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As agressões, como ressalta a pesquisadora, não devem ser naturalizadas. Podem ser de natureza verbal, quando aparece na forma de apelidos, xingamentos ou importunação, ou de cunho sexual. Frequentemente, as vítimas também são violentadas por meio de chutes, empurrões, socos, tapas ou tem seus pertences roubados e intencionalmente estragados.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Muitas vezes, as vítimas também acabam sendo excluídas e isoladas pelos agressores. Outro comportamento que não pode ser visto como normal é quando um aluno espalha rumores com o objetivo de manchar sua reputação e desqualificá-lo.</font></div>
</div>
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