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	<title>Anticorpos - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Anticorpos - Em Dia ES</title>
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		<title>ES aplica mais de 500 doses de novo anticorpo contra vírus que causa bronquiolite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 18:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[bronquiolite]]></category>
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		<category><![CDATA[Proteção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diferente do tratamento anterior, o Nirsevimabe protege bebês prematuros e crianças com comorbidades com apenas uma dose</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em quase um mês de estratégia especial de oferta do anticorpo Monoclonal contra o VSR no Sistema Único de Saúde (SUS) capixaba a bebês prematuros e crianças com até 24 meses com comorbidades, o Espírito Santo já alcançou a marca de 555 administrações realizadas, com dados do sistema Vacina e Confia dessa quarta-feira (04). O Nirsevimabe, como é chamado, protege contra o vírus Sincicial Respiratório, considerado a principal causa de bronquiolite e de internações em bebês.</p>
<p>O Nirsevimabe está indicado para bebês prematuros nascidos com idade gestacional igual ou inferior a 36 semanas e 6 dias, com qualquer peso corpóreo, além de crianças de até 24 meses que apresentem pelo menos umas das seguintes comorbidades, como cardiopatia congênita, broncodisplasia, imunocomprometimento, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular e anomalias congênitas das vias aéreas.</p>
<p>Diferentemente do anticorpo Palivizumabe, que já era disponibilizado anteriormente para a proteção contra o VSR, e é administrado em cinco doses mensais, o Nirsevimabe é aplicado em apenas uma dose, destacando-se como uma nova tecnologia incorporada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na proteção dos bebês. Além disso, o público alvo com a oferta do Nirsevimabe foi ampliado.</p>
<p>De acordo com a referência técnica do Programa Estadual de Imunizações (PEI), da Secretaria da Saúde (Sesa), a pasta vem fazendo um trabalho conjunto aos municípios na busca ativa de bebês prematuros que nasceram a partir de agosto de 2025 que tenham menos de 6 meses de vida e crianças com as comorbidades destacadas acima para a sua imunização.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“É um trabalho conjunto entre a Sesa, por meio do PEI e do Núcleo Especial de Atenção Primária, com os municípios, para podermos alcançar o máximo de crianças possíveis e seguirmos avançando com trabalho técnico e compromisso com a proteção dos nossos bebês”</strong>, reforçou Danielle Grillo.</p>
</blockquote>
<p>Pelo Núcleo Especial de Atenção Primária (Neapri), a Sesa promove a articulação direta e contínua com as referências técnicas municipais da Atenção Primária à Saúde (APS) e das maternidades na busca de bebês que ainda não foram imunizados e na garantia do tempo oportuno da aplicação do anticorpo. Além de disponibilizar pontos focais para tirar dúvidas, uma vez que se trata de uma nova tecnologia no SUS.</p>
<p><strong>Período de aplicação</strong><br />
Por se tratar de uma estratégia especial, a aplicação do imunizante segue período específico.</p>
<p>Para crianças prematuras, a aplicação ocorrerá de forma contínua ao longo do ano, preferencialmente ainda no ambiente da maternidade. Já para crianças com comorbidades, a oferta será concentrada no período de sazonalidade do vírus, entre os meses de fevereiro e agosto.</p>
<p>A administração do imunobiológico é realizada por via intramuscular, preferencialmente no músculo vasto lateral da coxa, seguindo protocolos rigorosos de segurança, armazenamento e registro das doses aplicadas.</p>
<p><strong>Cenário epidemiológico do VSR no Espírito Santo</strong><br />
No Espírito Santo, até a semana epidemiológica (SE) 05 (até 06 de fevereiro), foram registrados 05 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), por vírus sincicial respiratório (VSR), sendo todos em crianças menores de 4 anos de idade. Não há óbitos confirmados no período de análise.</p>
<p>Em 2025, o VSR foi o principal vírus dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Estado, com 718 casos notificados, representando 18,9% do total dos casos, segundo dados do Informe Epidemiológico das Vigilâncias das Síndromes Gripais. Dos 718 casos de SRAG por VSR, 91,7% (659) foram em crianças de 0 a 4 anos de idade. Além disso, dos 20 óbitos por VSR neste mesmo período, 8 foram em crianças de 0 a 4 anos.</p>
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		<title>Anticorpos de quem teve covid-19 não protegem contra variante P.1, originada no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudos mostraram que a variante é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes do sistema imunológico Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: inherit;"><font size="4"><b>Estudos mostraram que a variante é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes do sistema imunológico</b></font></span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os pesquisadores destacam, no entanto, que os resultados foram obtidos in vitro, ou seja, em laboratório. Além disso, o estudo não inclui outros tipos de resposta imune do organismo, como imunidade celular. “É fundamental entender que pessoas infectadas podem ser infectadas novamente”, aponta William Marciel de Souza, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, primeiro autor do artigo. O trabalho foi publicado como artigo na revista científica The Lancet em 8 de julho.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Foram analisadas amostras do plasma de pacientes que tiveram a doença, e também de pessoas imunizadas pela vacina CoronaVac. “A pesquisa mostra que pessoas que foram vacinadas ainda estão suscetíveis à infecção, se você tomou a vacina continue usando máscara, continue com distanciamento social, continue usando as medidas de higiene para evitar a transmissão para outras pessoas”, aconselha o pesquisador.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Souza lembra que os estudos clínicos mostram a eficiência da CoronaVac contra formas graves da doença, reduzindo internações e mortes. “A vacina não é contra infecção, infecção pode acontecer a qualquer momento, com qualquer vacina, o objetivo da vacina é contra a doença, a forma grave, da pessoa morrer, ter sequelas graves.”</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3"><b>Outros estudos</b></font></div>
<div><font size="3">O pesquisador citou outro estudo que analisou casos de covid-19 em idosos moradores de um convento e uma casa de repouso. Ele aponta que, embora os locais fossem pouco movimentados, o vírus entrou nessas moradias e infectou as pessoas com mais 70 anos que estavam vacinadas. “Mesmo com idade bem avançada quase todos foram assintomáticos ou com sintomas leves, não precisaram de hospitalização. Isso mostra a importância das vacinas.”</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Sobre a variante Delta, Souza aponta que os estudos também vêm demonstrando a proteção contra formas mais graves da doença. “Mesmo locais com alta taxa de vacinação, por exemplo os Estados Unidos, em que hoje a Delta é a linhagem mais dominante, o número de mortes e hospitalizados não aumentou mesmo com a introdução dela.”</font></div>
</div>
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		<title>Estudo mostra que bebês de mães com Covid-19 têm anticorpos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/estudo-mostra-que-bebes-de-maes-com-covid19-tem-anticorpos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2020 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa envolveu 16 gestantes contaminadas em Cingapura Todos os cinco bebês que nasceram de mães infectadas com covid-19 durante um estudo realizado em Cingapura têm anticorpos contra o vírus, mas os pesquisadores disseram que ainda não está claro qual nível de proteção isto pode oferecer. As conclusões de um estudo com 16 gestantes divulgado nesta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">Pesquisa envolveu 16 gestantes contaminadas em Cingapura</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">Todos os cinco bebês que nasceram de mães infectadas com covid-19 durante um estudo realizado em Cingapura têm anticorpos contra o vírus, mas os pesquisadores disseram que ainda não está claro qual nível de proteção isto pode oferecer.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As conclusões de um estudo com 16 gestantes divulgado nesta sexta-feira também revelaram que a maioria estava ligeiramente infectada e que reações mais sérias ocorreram em mulheres mais velhas com um índice de massa corporal elevado – uma tendência que se espelha na população em geral geral.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As cinco que haviam dado à luz à altura da publicação do estudo tinham anticorpos, de acordo com a Rede de Pesquisa de Obstetrícia e Ginecologia de Cingapura.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O número de anticorpos dos bebês variou, e foi mais alto entre aqueles cujas mães haviam sido infectadas mais perto do momento do parto, disseram os pesquisadores. É necessário um monitoramento adicional para se determinar se os anticorpos diminuirão à medida que bebês crescem, acrescentaram.</font></div>
</div>
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		<title>Anticorpos para o coronavírus diminuem com o tempo, diz estudo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anticorpos-para-o-coronavirus-diminuem-com-o-tempo-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo foi publicado na segunda-feira (26) pelo Imperial College London e Ipsos MORI, uma empresa de pesquisa de mercado Um estudo com centenas de milhares de pessoas na Inglaterra sugere que a imunidade ao coronavírus está gradualmente desaparecendo, pelo menos de acordo com métrica de avaliação. Pesquisadores que enviaram testes de picada no dedo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">O estudo foi publicado na segunda-feira (26) pelo Imperial College London e Ipsos MORI, uma empresa de pesquisa de mercado</span></font></b></div>
<div><span style="font-size: medium;">Um estudo com centenas de milhares de pessoas na Inglaterra sugere que a imunidade ao coronavírus está gradualmente desaparecendo, pelo menos de acordo com métrica de avaliação.</span></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Pesquisadores que enviaram testes de picada no dedo para mais de 365 mil pessoas selecionadas aleatoriamente na Inglaterra descobriram uma queda de mais de 26% nos anticorpos para Covid-19 em apenas três meses.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Observamos um declínio significativo na proporção da população com anticorpos detectáveis ao longo de três rodadas de vigilância nacional, usando um teste de fluxo lateral autoadministrado, 12, 18 e 24 semanas após o primeiro pico de infecções na Inglaterra”, escreveu a equipe em uma versão inicial (pré-impressão) de seu relatório, divulgada antes da revisão por pares.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Isso é consistente com a evidência de que a imunidade aos coronavírus sazonais diminui ao longo de seis a 12 meses após a infecção e os dados emergentes no SARS-CoV-2 que também detectaram uma diminuição ao longo do tempo nos níveis de anticorpos em indivíduos acompanhados em estudos longitudinais”.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O estudo foi publicado na segunda-feira (26) pelo Imperial College London e Ipsos MORI, uma empresa de pesquisa de mercado. No início do estudo, em junho, 6% dos que fizeram os testes apresentaram respostas de anticorpos IgG ao coronavírus. Em setembro, eram apenas 4,4% deles. Para profissionais de saúde, as taxas permaneceram quase as mesmas.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os anticorpos são as proteínas que o seu corpo gera naturalmente para combater infecções. O IgG é um deles – os testes não foram projetados para detectar outros tipos de anticorpos. Outras equipes de pesquisa descobriram que outros tipos de anticorpos podem persistir mais do que IgG.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Os resultados também confirmam estudos anteriores que mostraram que as pessoas que não apresentavam sintomas de Covid-19 têm probabilidade de perder anticorpos detectáveis mais cedo, em vez de aquelas que tiveram infecções mais graves.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo os pesquisadores, pessoas mais jovens que se recuperaram do Covid-19 tiveram uma perda mais lenta de anticorpos, em comparação com pessoas com mais de 7 anos que sobreviveram a uma infecção.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Ainda assim, não se sabe o suficiente para determinar se os anticorpos fornecem qualquer nível de imunidade para Covid-19, ou por quanto tempo as pessoas podem ser imunes para reinfecção com o coronavírus.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Algumas doenças infecciosas, como o sarampo, causam o que é conhecido como imunidade esterilizante: pessoas infectadas apresentam anticorpos que podem ser detectados por muitos anos após a infecção</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O estudo tem limites. As amostras não foram coletadas das mesmas pessoas repetidamente, mas de pessoas diferentes ao longo do tempo. É possível que as pessoas que foram expostas ao coronavírus tenham menos probabilidade de participar de pesquisas com o passar do tempo e isso pode ter distorcido os números, disseram os pesquisadores.</font></div>
<div><font size="3">“Este estudo, muito amplo, mostrou que a proporção de pessoas com anticorpos detectáveis está caindo com o tempo”, contou Helen Ward, da faculdade de medicina da escola de saúde pública do Imperial College London.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Ainda não sabemos se isso deixará essas pessoas em risco de reinfecção com o vírus que causa Covid-19, mas é essencial que todos continuem a seguir as orientações para reduzir o risco para si e para os outros”, acrescentou Ward, que trabalhou no estudo.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Pesquisas de prevalência nacionais anteriores que determinaram quantas pessoas tiveram Covid-19 na Islândia registraram uma resposta de anticorpos durável ao longo de quatro meses a partir do momento da infecção. Outros estudos mostraram que fatores diferentes podem afetar a rapidez com que os anticorpos diminuem. Idade, comorbidades e a gravidade da doença inicial são fatores que parecem desempenhar um papel.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">O Ministro da Saúde do Reino Unido, Lord James Bethell, classificou o estudo como uma “pesquisa crítica” que pode ajudar a informar o governo britânico sobre como tomar as medidas certas para controlar a disseminação da Covid-19.&nbsp;</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Também é importante que todos saibam o que isso significa: este estudo ajudará em nossa luta contra o vírus, mas o teste positivo para anticorpos não significa que você seja imune à Covid-19”, explicou o ministro em um comunicado à imprensa. “Independentemente do resultado de um teste de anticorpos, todos devem continuar a cumprir as diretrizes do governo, incluindo distanciamento social, autoisolamento e obtenção de um teste, se você tiver sintomas, e sempre se lembrar do trio ‘Mãos, Rosto e Ambiente’”.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">A doutora Claudia Hoyen, especialista em doenças infecciosas pediátricas do University Hospitals of Cleveland, achou o estudo interessante e encorajador, pois sugere que, pelo menos no que diz respeito aos anticorpos, esse coronavírus age como outros coronavírus. Tal como com num resfriado, os anticorpos diminuem e as pessoas podem pegar um resfriado mais de uma vez. Da mesma forma que acontece com um resfriado, pessoas com sistema imunológico robusto, geralmente os mais jovens, não apresentam uma queda tão rápida nos anticorpos quanto aquelas com sistema imunológico mais velho.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Este estudo é realmente a primeira peça do quebra-cabeça que realmente nos dá a indicação de que, sim, esses anticorpos não parecem durar para todos”, disse Hoyen. “Pelo menos neste caso, este vírus está agindo como podemos prever, o que é uma coisa boa porque tudo sobre o vírus tem sido tão estranho”. Hoyen disse que o estudo também “confirma o fato de que ficaremos com máscaras por um tempo”.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Sei que todos querem que isso acabe logo, mas acho que não é assim”, disse ela.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Quanto mais cedo nos decidirmos sobre o que temos que fazer para superar a pandemia, mais cedo podemos aceitar e seguir em frente. Esses dados mostram claramente que seus anticorpos desaparecem. Então, só porque você já teve uma vez, não o torna imune e significa que você pode ser contagioso novamente”.</font></div>
</div>
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		<title>Maioria da população não tem anticorpos contra covid-19, diz OMS</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/maioria-da-populacao-nao-tem-anticorpos-contra-covid19-diz-oms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 21:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Declaração é do diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Tedros Adhanom, diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), afirmou hoje (18) que estudos recentes mostram que, mesmo nas regiões mais afetadas pelo novo coronavírus, a proporção da população com anticorpos não supera os 20%. E na maior parte dos lugares está em menos de 10%. &#8220;Em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style="font-size: large; color: inherit;">Declaração é do diretor-geral da organização, Tedros Adhanom</b></div>
<div><font size="3">Tedros Adhanom, diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), afirmou hoje (18) que estudos recentes mostram que, mesmo nas regiões mais afetadas pelo novo coronavírus, a proporção da população com anticorpos não supera os 20%. E na maior parte dos lugares está em menos de 10%. &#8220;Em outras palavras, a maioria da população do mundo segue em uma situação de suscetibilidade em relação ao vírus. O risco segue&nbsp; elevado e ainda nos resta um longo caminho a percorrer&#8221;.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">As declarações de Adhanom foram feitas durante a abertura da 73ª Assembleia Mundial da Saúde (World Health Assembly &#8211; WHA, sigla em inglês), evento anual que acontece sempre em maio, em Genebra, na Suíça.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Como se pratica o distanciamento social quando se vive em lares superlotados? Como alguém fica em casa quando tem que trabalhar para dar de comer a sua família? Como fazer a higiene das mãos quando não se tem água limpa?&#8221;, questiona Adhanom. Para ele, alguns países estão tendo sucesso ao evitar a transmissão comunitária disseminada, enquanto outros ainda estão atravessando sua pior fase e, ainda, há os que estejam avaliando como flexibilizar as restrições para retomar atividades sociais e econômicas.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Segundo Adhanom, a OMS compreende plenamente e respeita o desejo dos países de retomar as atividades, mas alerta que &#8220;é precisamente porque queremos a recuperação mundial mais rápida possível, que instamos os países que sejam cautelosos. Países que avançam com muita rapidez, sem ter estabelecido uma base sólida de saúde pública adequada para detectar e suprir a transmissão, correm um sério risco de afetar a sua própria recuperação&#8221;.</font></div>
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<div><font size="3">Adhanom recorda que, há seis meses, era inimaginável pensar que as grandes cidades estariam paradas e que simplesmente dar a mão para alguém fosse uma ameaça à vida. No entanto, em menos de seis meses a pandemia deu a volta ao mundo, afetando países grandes e pequenos, ricos e pobres.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">&#8220;Bilhões de pessoas perderam o emprego. Há muito temor e incertezas. A economia mundial está sofrendo a pior contração desde a Grande Depressão. A pandemia expõe quais são os defeitos, as desigualdades, as injustiças e as contradições do nosso mundo moderno, destacando nossos pontos fortes e nossos pontos fracos. Apesar do poderio econômico, militar e tecnológico de muitas nações, este minúsculo vírus está nos dando uma lição de humildade. O&nbsp; mundo não vai ser o mesmo. Todos sabemos que temos que fazer todo o possível para evitar que essa experiência se repita. Nosso maior fracasso seria não aprender com as lições que essa pandemia nos deixou&#8221;, afirmou o diretor-geral da OMS.</font></div>
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<div><font size="3">Em relação aos desafios impostos aos países pela disseminação da covid-19, Adhanom afirma que a OMS, desde o primeiro momento, alertou o mundo sobre a gravidade da doença.</font></div>
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<div><font size="3">&#8220;Demos o alerta, voltamos a dar em repetidas situações, notificamos os países, emitimos orientações para os profissionais de saúde e, em dez dias, declaramos uma emergência sanitária, que é o nosso nível máximo de alerta, em 30 de janeiro. Naquele momento havia menos de 100 casos e nenhuma morte na China. Oferecemos diretrizes técnicas, assessoramento estratégico, sustentando a todo o momento a nossa experiência com fundamentos científicos. Apoiamos os países para que pudessem se adaptar e aplicar essas diretrizes. Enviamos material para diagnósticos, EPI&#8217;s (equipamentos de proteção individual), oxigênio e material médico a mais de 120 países.</font></div>
<div><font size="3">&nbsp;</font></div>
<div><font size="3">Formamos 12,6 milhões de profissionais sanitários em 23 idiomas, pedimos acesso equitativo às vacinas, às provas de diagnóstico ou aos tratamentos terapêuticos. Lutamos contra as fake news e divulgamos informação confiável&#8221;, disse Adhanom.</font></div>
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<div><font size="3">O diretor-geral da OMS afirma que a pandemia demonstrou que se a humanidade quer que haja desenvolvimento, é necessário investir em saúde. E que a saúde não é nenhum luxo, nem recompensa, nem custo. É uma necessidade, um investimento. &#8220;É o caminho para a segurança, a prosperidade e a paz&#8221;.</font></div>
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<div><font size="3">Além do pronunciamento de Adhanom, durante a reunião, que este ano aconteceu virtualmente, foram escolhidos presidente e cinco vice-presidentes para a próxima gestão. Como presidente foi eleita Keva Bain, representante permanente das Bahamas nas Nações Unidas. A 72ª gestão, encerrada hoje, foi exercida pela China. Devido à pandemia, a reunião deste ano, que acontece entre hoje e amanhã (19), teve a agenda reduzida e concentrada na abordagem ao novo coronavírus.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Embora a OMS possa fazer recomendações e sugerir cursos de ação, cabe a cada governo determinar sua resposta e agir de acordo com ela. O secretariado da OMS não tem o poder de executar nenhuma ação nos estados-membros.</font></div>
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<div><font size="3">A Assembleia Mundial da Saúde é o órgão de decisão da OMS. Delegações de todos os 194 Estados-Membros da OMS participam da reunião. As principais funções do órgão são determinar as políticas da organização, nomear o diretor-geral, supervisionar as políticas financeiras e revisar e aprovar o orçamento do programa proposto.&nbsp;</font></div>
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<div><font size="3">Com: Agência Brasil</font></div>
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