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	<title>alerta na saúde - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>alerta na saúde - Em Dia ES</title>
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		<title>Verão e férias: cuidados essenciais para uma estação segura e saudável</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/verao-e-ferias-cuidados-essenciais-para-uma-estacao-segura-e-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Dec 2024 17:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[alerta na saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o Verão, a hidratação é fundamental para prevenir problemas como desidratação e insolação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do Verão, a Secretaria da Saúde (Sesa) reforça a importância de adotar cuidados especiais para aproveitar a estação mais quente do ano com saúde e bem-estar. Além do aumento das temperaturas, a época também coincide com o período de férias, o que exige atenção redobrada à exposição solar, à alimentação, à hidratação e à prevenção de doenças comuns da temporada.</p>
<p>O médico com especialização em Cardiologia e referência técnica da Gerência de Políticas e Organização de Redes de Atenção à Saúde (Geporas), da Secretaria da Saúde, Aldo Lugão de Carvalho, enfatiza a necessidade de cuidados essenciais para a saúde durante o Verão, incluindo o coração, devido à pressão alta que pode ser induzida pelo excesso de calor e exposição solar.</p>
<blockquote><p><strong>“O Verão é uma época de renovação e lazer, mas tem seus riscos à saúde. Com exposição excessiva ao sol e ao calor, muitas pessoas podem se desidratar e isso faz aumentar os riscos sobre o sistema cardiovascular. A desidratação aumenta a frequência cardíaca e impõe uma sobrecarga ao coração. Portanto é importante beber bastante água ao longo do dia, especialmente antes, durante e após atividades físicas. Importante também aferir regularmente a pressão arterial, diminuir o estresse, dormir bem, cessar o tabagismo, moderar a bebida alcoólica e procurar atendimento médico caso a pressão arterial esteja elevada ou que tenha sintomas como dor no peito, palpitações, falta de ar ou cansaço que não melhore com o repouso”</strong>, esclarece o médico.</p>
<p><strong>As férias são uma excelente oportunidade para relaxar, mas devemos ser conscientes das condições climáticas e das doenças que podem surgir nesse período. Com pequenas ações, podemos garantir que todos aproveitem o Verão de forma segura e saudável”</strong>, ressalta o médico Aldo Lugão.</p></blockquote>
<p>A radiação solar intensa durante esse período pode causar queimaduras, envelhecimento precoce da pele e, em longo prazo, aumentar o risco de câncer de pele. Por isso, a proteção solar deve ser constante desde a infância, com uso de roupas adequadas (com proteção UV) e protetor solar (FPS 30 ou mais), que deve ser reaplicado a cada duas horas e após contato com a água, assim também, como a conscientização dos trabalhadores expostos ao sol para o uso diário de roupas com proteção UV e protetor solar;</p>
<p>Evite exposição direta ao sol entre 10h e 16h; em praias, piscinas e clubes adote o uso de guarda-sol. Utilize chapéus, viseiras, óculos de sol e roupas leves e de cor clara.</p>
<p>Também é primordial fazer o autoexame para observar o surgimento de novos &#8220;sinais” pelo corpo, caso perceba algo diferente, procure a Unidade Básica de Saúde (UBS), mais próxima a sua residência.</p>
<p><strong>Hidratação e alimentação</strong><br />
Durante o Verão, a hidratação é fundamental para prevenir problemas como desidratação e insolação. A dica é consumir no mínimo dois litros de água por dia e dê preferência a frutas, legumes e verduras frescas, que ajudam a repor nutrientes.</p>
<p>Evite alimentos de procedência desconhecida ou mal armazenados, que podem causar infecções alimentares como a gastroenterite. Dê preferência a alimentos preparados em casa.</p>
<p><strong>Prevenção de doenças comuns do Verão</strong><br />
A combinação de altas temperaturas, chuva e ambientes lotados durante o verão favorece a proliferação de doenças como:</p>
<p><strong>Dengue, chikungunya, zika e Oropuche</strong>: elimine focos de água parada em casa, utilize repelentes diariamente e mantenha telas nas janelas;</p>
<p><strong>Covid-19</strong>: O enfrentamento à Covid-19 tem medidas já conhecidas e difundidas em toda população: vacinação, uso de máscara e testagem. Ao menor sinal de sintomas realize o teste, use máscaras. Proteja sua família, seus entes queridos.</p>
<p><strong>Hepatite A</strong>: evite o consumo de alimentos crus ou mal higienizados, dê preferência a alimentos feitos em casa a alimentos de origem duvidosa. É importante também reforçar a higiene pessoal;</p>
<p><strong>Conjuntivite</strong>: não compartilhe toalhas, maquiagens ou óculos e lave as mãos frequentemente. Evite o contato direto com pessoas infectadas, assim como os seus pertences de uso pessoal;</p>
<p><strong>Gastroenterite</strong>: lave as mãos frequentemente, evite o consumo de alimentos crus e, quando necessário, higienize bem os alimentos antes de consumi-los;</p>
<p><strong>A Sesa disponibiliza postos de testagem nos seguintes endereços:</strong></p>
<ul>
<li>Terminal de Laranjeiras, na Serra: Com atendimento de segunda a sexta-feira, no horário das 08h às 16h30;</li>
<li>IFES – campus de Itacibá, em Cariacica: Atendimento de segunda a sexta-feira, no horário das 08h às 17h, com coleta até as 16h30;</li>
<li>Supermercado Casagrande, Itacibá, em Cariacica: atendimento de segunda a sexta-feira, no horário de 08h às 17h;</li>
<li>Supermercado Calvi, em Campo Grande, Cariacica: com atendimento dias de quinta e sexta-feira, no horário de 8h às 17h.</li>
</ul>
<p><strong>Outro fator importante a ser observado é a doação de sangue</strong></p>
<p>O período de férias é marcado pela redução no número de doadores de sangue, devido a viagens e à mudança na rotina das pessoas. Contudo, a necessidade de sangue nos hospitais permanece constante. Uma única doação pode salvar até quatro vidas. Procure o hemocentro mais próximo e faça a diferença.</p>
<p>Em Vitória, o Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo (Hemoes) está localizado na Avenida Marechal Campos, 1.468, Maruípe. O funcionamento é diário no horário das 7 horas, com cadastro de doadores sendo realizado até as 18h20. O atendimento é realizado por livre demanda e o cidadão que desejar pode realizar o agendamento para a doação de sangue <a href="http://www.hemoes.es.gov.br" target="_blank" rel="noopener">www.hemoes.es.gov.br</a></p>
<p>A população também pode realizar a doação de sangue comparecendo nos Hemocentros de Colatina, Linhares, São Mateus e na Unidade de Coleta no município da Serra. Para obter endereço e horário de funcionamento dos Hemocentros, acesse: <a href="https://hemoes.es.gov.br/enderecos-dos-hemocentros" target="_blank" rel="noopener">https://hemoes.es.gov.br/enderecos-dos-hemocentros</a></p>
<p>O médico Aldo Lugão alerta: <strong>“pequenas ações preventivas, podem garantir um verão saudável com o aproveitamento total e com segurança, saúde e qualidade de vida.”</strong></p>
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		<title>Internações provocadas por trombose venosa profunda aumentam no país</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/internacoes-provocadas-por-trombose-venosa-profunda-aumentam-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 May 2024 09:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[alerta na saúde]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[internações]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Envelhecimento da população, sedentarismo, uso de hormônios e pandemia de Covid-19 são alguns fatores que explicam a elevação dos casos da doença</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), com dados do Ministério da Saúde obtidos de janeiro de 2012 a agosto de 2023, revela dados preocupantes: mais de 489 mil brasileiros foram hospitalizados devido a trombose venosa no período. No último ano do levantamento, a média diária de internações superou a marca de 165 pacientes, um recorde para o período analisado.</p>
<p>De acordo com especialistas ouvidos pela Agência Einstein, esses valores tendem a continuar subindo. As causas para a elevação dessa enfermidade — que é provocada pela formação de um coágulo no interior de uma veia, podendo dificultar ou até mesmo obstruir o retorno do sangue ao coração — estão cada vez mais presentes no dia a dia. O envelhecimento da população, por exemplo, é uma delas.</p>
<blockquote><p><strong>“Quanto mais avançada a idade, maiores são os riscos”</strong>, diz o cirurgião vascular e endovascular Henrique Lamego Jr., coordenador de relacionamento com o corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein.</p></blockquote>
<p>Os médicos explicam que o sedentarismo é outro importante fator de risco, especialmente para as pessoas que passam muito tempo sentadas. <strong>“Hoje consideramos o ficar sentado o nosso novo cigarro, pois o corpo do ser humano foi desenhado para estar em movimento e o imobilismo favorece o surgimento de muitas doenças, entre elas a trombose”</strong>, afirma a cirurgiã vascular Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e do American College of Lifestyle Medicine.</p>
<p>Isso acontece porque os músculos da panturrilha são uma ajuda essencial para bombear o sangue das pernas de volta ao coração e, quando a pessoa fica muito tempo parada, eles não trabalham como deveriam. O uso de hormônios, que muitas vezes acontece indiscriminadamente, a obesidade, o tabagismo, as varizes e o histórico familiar são outras causas da doença.</p>
<p>Para quem trabalha sentado ou precisa passar horas na mesma posição, a especialista recomenda levantar a cada hora e andar por cinco minutos.</p>
<blockquote><p><strong>“Movimentar as pernas, se espreguiçar, usar meias elásticas de compressão e beber bastante água, que melhora a fluidez do sangue, também ajuda bastante”, acrescenta. “Deixe o copo com água um pouco distante, o suficiente para fazer você se levantar da cadeira para pegar, mas não para se esquecer de beber”</strong>, orienta a cirurgiã vascular.</p></blockquote>
<p><strong>Aumento de casos pós-pandemia</strong><br />
A Covid-19 também tem participação nesse cenário, já que estudos revelaram que em casos mais sérios ela pode desencadear a doença trombótica. “Nos últimos anos, tivemos o aumento expressivo do número de tromboses provocadas pelo coronavírus. Hoje sabemos que o índice do problema em um portador de Covid-19 chega a 16% e pode se manifestar até em pacientes assintomáticos”, afirma a especialista. Além disso, a pandemia fez com que muitas pessoas ficassem internadas por muito tempo e elevou o sedentarismo.</p>
<p>Outro ponto que fez diferença na época foi o aumento do conhecimento da população sobre a trombose venosa profunda.</p>
<blockquote><p><strong>“Houve uma grande e maciça divulgação sobre a enfermidade pela mídia, o que fez com que muitas pessoas desconfiassem dos sintomas que estavam sentindo e procurassem os hospitais para diagnóstico e tratamento”</strong>, conta o angiologista e cirurgião vascular Armando Lobato, presidente da SBACV nacional.</p></blockquote>
<p><strong>O diagnóstico precoce é muito importante</strong><br />
Dor e inchaço na perna afetada, muitas vezes começando da panturrilha, vermelhidão ou calor na pele, veias inchadas e visíveis e dor e sensibilidade ao toque são indícios da presença da trombose venosa profunda. O tratamento inclui medicamentos anticoagulantes, que ajudam na diminuição da viscosidade do sangue e na dissolução do coágulo. Também é indicada uma terapia anticoagulante para prevenir a formação de novos coágulos.</p>
<p>Procurar ajuda médica o mais rápido possível diante dos primeiros sinais da enfermidade é muito importante. “O diagnóstico precoce minimiza os riscos de complicações, como a migração do coágulo para as artérias do pulmão, o que pode provocar poucos sintomas, caso o trombo seja pequeno, ou desencadear a hipertensão pulmonar, quando a pressão arterial dos pulmões e no lado direito do coração é mais elevada do que o normal”, afirma o angiologista Lobato.</p>
<blockquote><p><strong>“A constatação precoce do quadro também evita ou diminui o risco da ocorrência de tromboembolismo pulmonar, quadro que pode ser muito grave e acontece quando o coágulo que se desprendeu e foi até os pulmões bloqueia a passagem do sangue em um dos vasos do órgão, causando a morte progressiva do local afetado e desencadeando tosse, falta de ar e dor ao respirar, o que pode até levar à morte”</strong>, acrescenta o médico do Einstein.</p></blockquote>
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		<title>Câncer de esôfago: fique atento aos fatores de risco</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/cancer-de-esofago-fique-atento-aos-fatores-de-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 08:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[alerta na saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tabagismo, álcool, bebidas e alimentos quentes podem causar a doença, que está entre as mais frequentes no Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, o câncer de esôfago (tubo que liga a garganta ao estômago) é o sexto mais frequente entre os homens e o 15º entre as mulheres (em ambos os casos, excetuando-se o câncer de pele não melanoma). É o oitavo mais frequente no mundo e a incidência em homens é cerca de duas vezes maior do que em mulheres. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), mais de 11 mil novos casos são registrados no país a cada ano.</p>
<p>O cirurgião oncológico da Oncoclínicas Espírito Santo, Luiz Fernando Mazzini, alerta que no início não há presença de sintomas.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Os primeiros sinais de que algo não vai bem estão relacionados ao sistema digestivo, como a dificuldade ou dor ao engolir alimentos. Náuseas, vômitos, perda de apetite e dor no peito também podem ser percebidos conforme a doença evolui&#8221;</em></p>
<p>Responsável por mais de 90% dos casos, o carcinoma de células escamosas ou epidermóide é o tipo mais frequente de câncer de esôfago e está relacionado ao tabagismo e ao álcool. Outro tipo, menos comum, mas que também vale ficar atento, é o adenocarcinoma, que está associado à esofagite de refluxo e ao esôfago de Barrett, doença pré-cancerosa que afeta o revestimento do órgão.</p>
<p><strong>Sintomas do câncer de esôfago</strong><br />
A maioria dos casos de câncer de esôfago são assintomáticos em fases iniciais, dificultando o diagnóstico, que geralmente ocorre em exames de rotina, por exemplo.</p>
<p><strong>Os sintomas frequentes são:</strong><br />
<strong>. Dificuldade de deglutição –</strong> é o sintoma mais comum do câncer de esôfago. A disfagia (sensação de que a comida está presa na garganta ou no peito) é geralmente um sintoma causado por um câncer que obstrui a passagem dos alimentos e líquidos. Quando a deglutição se torna difícil, as pessoas costumam mudar a dieta e os hábitos alimentares sem perceber, passam a comer pequenas porções e a mastigar os alimentos lentamente;</p>
<p><strong>. Dor no peito –</strong> algumas pessoas descrevem uma sensação de pressão ou queimação no peito. Esses sintomas são frequentemente causados por outros problemas, como azia, e raramente são vistos como um sinal de que a pessoa possa ter câncer; e</p>
<p><strong>. Perda de peso –</strong> muitas pessoas com câncer de esôfago perdem peso sem causa aparente, dieta ou outras doenças que justifiquem. Os problemas de deglutição, redução do apetite e um aumento no metabolismo próprio do câncer são as causas. A perda de peso pode chegar a até 10% ou mais do peso corporal.</p>
<p><strong>Outros sintomas possíveis do câncer do esôfago podem incluir:</strong><br />
&#8211; Rouquidão;<br />
&#8211; Tosse persistente;<br />
&#8211; Vômitos; e<br />
&#8211; Hemorragia digestiva.</p>
<p><strong>Principais fatores associados ao câncer de esôfago:</strong><br />
&#8211; Consumo de bebidas muito quentes, acima de 65º;<br />
&#8211; Consumo de álcool;<br />
&#8211; Excesso de gordura corporal (refluxo e alterações metabólicas causadas pelo peso);<br />
&#8211; Tabagismo;<br />
&#8211; Exposição a ambientes com radiação ionizantes (raio X e Gama).<br />
&#8211; Apesar de não haver evidência para um rastreio regular, o aparecimento de qualquer sintoma destes acima, justifica a procura por um profissional especialista.</p>
<p><strong>Diagnóstico do câncer de esôfago</strong><br />
Diante de um conjunto de sintomas, o primeiro exame para confirmar uma suspeita de câncer de esôfago é a endoscopia digestiva alta (EDA) com biópsia. Após confirmado o diagnóstico, devem ser feitos exames de imagem, com intuito de estadiamento, que irão orientar a melhor estratégia para combater a doença. <strong>Os mais usuais são:</strong></p>
<p><strong>&#8211; Endoscopia –</strong> exame realizado com o paciente sedado em que um endoscópio com câmera avalia as paredes do esôfago. Durante a endoscopia, são retirados fragmentos de lesões identificadas;</p>
<p><strong>&#8211; Ultrassom endoscópico –</strong> uma sonda que emite ondas sonoras fica no final de um endoscópio. Este teste é feito ao mesmo tempo que a endoscopia digestiva alta e é útil para determinar o tamanho de um câncer de esôfago e o quanto ele cresceu em áreas próximas. Também ajuda a mostrar se os gânglios linfáticos foram afetados pelo câncer;</p>
<p><strong>&#8211; Broncoscopia –</strong> pode ser feita para cânceres que estão localizados na parte superior do esôfago. O intuito é ver se ele está próximo à traqueia ou brônquios (tubos que conduzem o ar da traqueia aos pulmões);</p>
<p><strong>&#8211; Toracoscopia e laparoscopia –</strong> são exames que permitem que o médico veja os gânglios linfáticos e outros órgãos próximos ao esôfago dentro do tórax (por toracoscopia) ou no abdômen (por laparoscopia) por meio de uma câmera. Também podem ser usados ​​para obter amostras de biópsia. São exames realizados com o paciente anestesiado; e</p>
<p><strong>&#8211; Tomografia computadorizada (TC) –</strong> a TC de tórax, abdome e pelve desempenha um papel crucial na detecção de linfonodos metastáticos, de metástases hematogênicas e também na avaliação do grau de acometimento local do tumor.<br />
Também deve ser realizada uma biópsia, em que o médico remove um pequeno pedaço de tecido com um instrumento passado pela endoscopia. É por meio dela que o diagnóstico do câncer de esôfago pode ser confirmado, e ela também é importante para a pesquisa de alterações moleculares que podem contribuir na escolha do melhor tratamento.</p>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
O tratamento do câncer de esôfago pode ser feito com cirurgia, radioterapia e quimioterapia, de forma isolada ou combinada, de acordo com o estágio da doença e as condições clínicas do paciente.</p>
<p>Para alguns cânceres em estágios iniciais, a cirurgia pode ser usada para tentar remover o câncer e parte do tecido circundante normal. Pode ser combinada com outros tratamentos, como quimioterapia e/ou radioterapia.</p>
<p>A esofagectomia é um procedimento cirúrgico feito para remover parte ou a maior parte do esôfago, e tem o potencial de curar a doença. O comprimento do esôfago a ser removido depende do estágio do tumor e de onde ele está localizado. Durante a cirurgia, os gânglios linfáticos próximos também são removidos. Em seguida, são analisados no laboratório para ver se têm células cancerosas.</p>
<p>A radioterapia, procedimento que usa raios de alta energia (como raios X) ou partículas para destruir as células cancerosas, muitas vezes é combinada ao tratamento do câncer de esôfago. Pode ser usada antes da cirurgia (e junto com a quimioterapia, se possível), para tentar diminuir o câncer e torná-lo mais fácil de ser removido (tratamento neoadjuvante). Se for feita após a cirurgia, e associada à quimioterapia, tem o objetivo de matar quaisquer células cancerosas residuais.</p>
<p>Já na quimioterapia são administrados medicamentos por via intravenosa (injetada na veia) ou por via oral. Isoladamente, a quimioterapia raramente cura o câncer de esôfago – por isso é frequentemente administrada com radioterapia. A quimioterapia pode ser usada em momentos diferentes durante o tratamento do câncer de esôfago. Após a cirurgia, e associada à radioterapia, objetiva-se eliminar alguma célula cancerosa não visualizada. Antes da cirurgia, pode reduzir o tamanho do tumor.</p>
<p>Em cânceres avançados, a quimioterapia por ser um tratamento sistêmico, contribuindo no combate ao câncer localizado em outros órgãos.</p>
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