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	<title>Agronegócio - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Agronegócio - Em Dia ES</title>
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		<title>Mercado atacadista registra queda no preço das frutas mais consumidas no país</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/mercado-atacadista-registra-queda-no-preco-das-frutas-mais-consumidas-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 17:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CEASA]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[preço das frutas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento da Conab aponta retração nos valores de produtos como banana, maçã e mamão nas Ceasas. Safra capixaba ajudou a conter os custos no cenário nacional</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços das frutas mais comercializadas nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) do Brasil apresentaram redução na média ponderada na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. O cenário de barateamento, influenciado por dinâmicas de safra e variações climáticas, foi detalhado no 3º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nesta quinta-feira (26) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p>A pesquisa aponta que banana, laranja, maçã, melancia e mamão ficaram mais acessíveis no atacado. O movimento de queda também foi acompanhado por algumas hortaliças, como a cebola e a cenoura, embora produtos como batata, tomate e alface tenham registrado alta no mesmo período.</p>
<p><strong>A influência da safra capixaba na queda da banana</strong><br />
A maior redução registrada pelo levantamento ocorreu no preço da banana, que apresentou uma variação negativa de 11,16% em fevereiro na comparação com janeiro.</p>
<p>Essa diminuição ocorreu mesmo com o aquecimento da demanda gerado pelo retorno às aulas e com uma baixa oferta da variedade nanica no período pós-Carnaval. O impacto altista foi contido pelo alto volume da fruta adquirido na última semana do mês. A estabilização foi garantida pela entrada da banana nanica do norte de Santa Catarina e da banana prata oriunda do norte de Minas Gerais, Bahia, Ceará e de regiões produtoras do Espírito Santo.</p>
<p><strong>Comportamento das demais frutas</strong><br />
O boletim da Conab consolidou o cenário das outras frutas mais vendidas nas Ceasas do país:</p>
<ul>
<li><strong>Maçã</strong>: Apresentou a segunda maior queda, com recuo de 10,32%. O número reflete o aumento da oferta gerado pelo início da colheita da maçã gala, somado aos volumes remanescentes da safra da maçã eva do Paraná e da produção de São Paulo.</li>
<li><strong>Mamão</strong>: Ficou 7,52% mais barato. O excesso de chuvas no final de 2025 prejudicou a florada e reduziu a oferta da variedade papaya. Contudo, o aumento da oferta e os preços menores do mamão formosa limitaram a valorização do papaya e garantiram a queda na média geral.</li>
<li><strong>Melancia</strong>: Registrou recuo de 3,72%. O clima favoreceu a qualidade da fruta ofertada, apesar de as chuvas terem influenciado o plantio no polo produtivo de Ceres, em Goiás.</li>
<li><strong>Laranja</strong>: Manteve-se em estabilidade, com leve retração de 0,06%. Houve queda de 7% na oferta nacional, além de recuo nas vendas e no consumo na maior parte das Ceasas da região Sudeste.</li>
</ul>
<p><strong>Cenário misto no setor de hortaliças</strong><br />
Entre as hortaliças, a cebola e a cenoura registraram baixa nos preços, enquanto alface, tomate e batata encareceram.</p>
<p>A cebola recuou 5,52% devido à menor qualidade do produto. Apesar da entrada de mais volume vindo de Santa Catarina, a quantidade total comercializada caiu 10% nas Ceasas. Para o mês de março, a Conab observa uma pressão de alta nos preços devido à redução dos estoques e ao fim da colheita catarinense. A cenoura teve uma leve queda de 1,23% após seguidos aumentos desde dezembro de 2025; as chuvas frequentes reduziram a velocidade da colheita, mas também afetaram a qualidade do produto, forçando a redução das cotações.</p>
<p>No sentido oposto, os problemas climáticos e as chuvas no campo dificultaram a colheita e impulsionaram o preço da batata (+11,72%) e da alface (+2,02%), reduzindo a oferta geral. O tomate encareceu 5,20% devido ao esgotamento das áreas em ponto de colheita após o pico produtivo registrado no fim do ano anterior.</p>
<p><strong>Alta nas exportações e a cadeia do frio</strong><br />
No comércio exterior, os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que o Brasil exportou 218 mil toneladas de frutas em fevereiro de 2026, um volume 1% superior ao registrado no primeiro bimestre de 2025. O faturamento alcançou US$ 237,7 milhões, uma alta de 4,4% na mesma base de comparação. As vendas foram impulsionadas pelos embarques de abacates, bananas e laranjas para a Europa e Ásia.</p>
<p>Por fim, o relatório da Conab destacou a importância da chamada &#8220;cadeia do frio&#8221; no manuseio de frutas e hortaliças. O uso de refrigeração adequada traz ganhos econômicos, promove maior segurança alimentar e nutricional para os consumidores e gera benefícios voltados à proteção ambiental.</p>
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		<title>Fábrica de fertilizantes investe no Polo Industrial de Jaguaré e projeta novos empregos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/fabrica-de-fertilizantes-investe-no-polo-industrial-de-jaguare-e-projeta-novos-empregos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 15:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Capixaba]]></category>
		<category><![CDATA[Granutec]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos es]]></category>
		<category><![CDATA[Jaguaré]]></category>
		<category><![CDATA[novos empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Polo Industrial de Jaguaré]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião entre Prefeitura e representantes da Granutec define diretrizes para novos investimentos no complexo industrial às margens da BR-101, que tem projeção de gerar 600 empregos diretos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito de Jaguaré, Marcos Guerra, e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, João Henrique Sartori, reuniram-se na última sexta-feira (6) com representantes da Granutec Fertilizantes para tratar sobre os investimentos e as perspectivas de expansão da empresa no município capixaba. O encontro, cujas deliberações foram tornadas públicas nesta segunda-feira (9) pelas redes sociais da prefeitura, focou no fortalecimento das operações da companhia dentro do Polo Industrial da cidade, com o objetivo de ampliar a capacidade produtiva e fomentar a economia local.</p>
<p>A reunião ocorreu no gabinete do Executivo municipal e contou com a participação dos representantes da Granutec: Hissao Horii, Jorge Fukuda, Herbert Kitamura, Giuliano Rogers Gomes Mota e João Alfredo de Araújo. Durante a agenda, os executivos e o poder público alinharam os passos para o crescimento das atividades da empresa no município.</p>
<blockquote><p><strong>“Seguimos trabalhando com diálogo e parceria, fortalecendo o ambiente de negócios e incentivando investimentos que geram emprego, renda e desenvolvimento para nossa cidade”,</strong> declarou o prefeito Marcos Guerra, em nota publicada na internet.</p></blockquote>
<p><strong>Obras e estrutura no Polo Industrial</strong><br />
A Granutec Agroscience é um dos três primeiros grandes empreendimentos, ao lado da NG Pré-moldados e da Alvarenga Café, em processo acelerado de instalação no Polo Industrial de Jaguaré. O complexo está localizado na comunidade de Barra Seca, às margens da rodovia BR-101, onde operários e maquinários atuam atualmente na preparação do solo e no nivelamento da área.</p>
<p>As etapas de macrodrenagem e pavimentação do espaço já foram concluídas. Para a finalização da infraestrutura básica do polo, restam a construção da guarita de acesso, a conclusão do muro e a instalação do alambrado.</p>
<p>O complexo industrial dispõe de uma área total de 550 mil metros quadrados, subdividida em 55 lotes. De acordo com o município, nove empresas já estão com a documentação e estrutura aptas para iniciar a instalação no local. Com a estruturação total da área e o início das operações das indústrias, a expectativa é de que o Polo Industrial gere cerca de 600 empregos diretos e atraia aproximadamente R$ 100 milhões em investimentos para a economia de Jaguaré.</p>
<p>O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, João Henrique Sartori, reforçou a disponibilidade de lotes para outras companhias. <strong>“Jaguaré está de portas abertas para receber novos empreendimentos em seu Polo Industrial. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, no setor administrativo da Secretaria, localizado na Rua Constante Casagrande, nº 595, no Centro do município”,</strong> informou o secretário.</p>
<p><strong>Perfil da companhia</strong><br />
A empresa Granutec Agroscience, que possui matriz em Várzea Paulista (SP), atua na fabricação e moagem de produtos de origem vegetal. A produção é focada no desenvolvimento de fertilizantes organominerais e granulados de alta tecnologia voltados para a agricultura sustentável.</p>
<p>O sistema de fabricação da indústria consiste na combinação de matéria orgânica e mineral. O grande foco da tecnologia da empresa é o processo de granulação, que permite um controle exato da liberação de nutrientes no solo. O mecanismo busca garantir um maior aproveitamento pelas culturas agrícolas, reduzir a perda de insumos e estimular a atividade biológica da terra, resultando em um desenvolvimento vegetal mais saudável e uniforme aliado à responsabilidade ambiental.</p>
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		<item>
		<title>Jaguaré sedia 4º AgroDelas para impulsionar negócios liderados por mulheres no campo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/jaguare-sedia-4o-agrodelas-para-impulsionar-negocios-liderados-por-mulheres-no-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agrodelas]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agroturismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Jaguaré]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres no campo]]></category>
		<category><![CDATA[notícias de Jaguaré]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro acontece neste sábado (07) no bairro Novo Horizonte e marca o Dia Internacional da Mulher com feira, palestra e troca de experiências para produtoras da região</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Turismo de Jaguaré realiza neste sábado (07), a partir das 8h30, o 4º AgroDelas – Encontro de Mulheres Produtoras de Jaguaré e Região. O evento, que ocorrerá no auditório do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), no bairro Novo Horizonte, marca as ações do Dia Internacional da Mulher no município, com o objetivo de incentivar e fortalecer o empreendedorismo feminino, o agronegócio e o agroturismo local.</p>
<p>Direcionado a mulheres que já empreendem ou que desejam iniciar atividades no setor agropecuário e em outras áreas de atuação na cidade, o encontro busca consolidar o espaço e o protagonismo que as produtoras vêm conquistando. Segundo a organização, a participação ativa desse público em capacitações e eventos do setor tem transformado a realidade do campo na região.</p>
<p>Um dos casos que ilustram essa atuação em Jaguaré é o de Kettini Calvi, proprietária de uma agroindústria focada na produção de café especial. O desenvolvimento do negócio resultou na inclusão do espaço na rota turística do município.</p>
<blockquote><p><strong>“Estamos sempre buscando inovação e entendemos que mostrar nosso trabalho e apresentar nossos produtos nas mídias é essencial. Graças aos incentivos que a Prefeitura tem oferecido, nosso café tem ganhado cada vez mais destaque”,</strong> afirma a produtora rural sobre os resultados de seu empreendimento.</p></blockquote>
<p><strong>Programação e serviço</strong><br />
O evento será sediado na Rua Marilândia, nº 181, e conta com atividades durante toda a manhã e início da tarde. A programação inclui espaços para comercialização de produtos locais, palestras e momentos de integração.</p>
<p><strong>Cronograma do evento:</strong><br />
08h30: Acolhida com prosa e café. Abertura da feirinha &#8220;Mercado Delas: A Varanda das Produtoras, Artesãs e Empreendedoras de Jaguaré&#8221;.<br />
09h30: Palestra Magna &#8220;O Poder da Motivação&#8221;, ministrada por Cristiano Gava.<br />
11h00: Roda de Conversa.<br />
12h00: Sabor e Som (almoço das produtoras).<br />
13h00: Momento Surpresa: &#8220;Onde o Agro se Transforma&#8221;.<br />
14h00: Encerramento oficial.</p>
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		<item>
		<title>Lula fecha 21 acordos na Ásia para atrair investimentos em saúde, tecnologia e agronegócio</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/politica/lula-fecha-21-acordos-na-asia-para-atrair-investimentos-em-saude-tecnologia-e-agronegocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 13:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[acordos bilaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em agendas na Coreia do Sul e Índia, presidente formaliza parcerias em tecnologia, saúde e agronegócio, além de estabelecer meta de US$ 30 bilhões para o intercâmbio financeiro com os indianos até 2030</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu nesta segunda-feira (23) uma missão oficial no continente asiático, onde firmou um total de 21 acordos bilaterais durante visitas de Estado à Coreia do Sul e à Índia. As rodadas de negociações, realizadas em Seul e Nova Délhi, buscam a atração de investimentos para o Brasil em setores de alta tecnologia, produção de medicamentos, transição energética e agronegócio, além de elevar o status diplomático do país na região e traçar novas metas de fluxo comercial para a próxima década.</p>
<p><strong>Parceria estratégica na Coreia do Sul</strong><br />
Na Coreia do Sul, o encontro com o presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, resultou na elevação do relacionamento entre os dois países ao patamar de Parceria Estratégica, acompanhada do lançamento de um Plano de Ação para os próximos três anos. Durante a solenidade na Casa Azul, os governos assinaram 10 atos de cooperação em campos que vão desde a agricultura e saúde até o combate ao crime organizado.</p>
<p>Atualmente, o comércio bilateral é de US$ 11 bilhões, consolidando a Coreia do Sul como o quarto maior parceiro comercial do Brasil na Ásia e o país sul-coreano como o maior investidor daquele continente na América Latina.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A transição energética abre novas frentes de complementariedade entre setores produtivos. As cadeias de minerais críticos guardam inúmeras oportunidades de agregação de valor. Há amplo espaço para cooperação em segmentos de alta tecnologia, como semicondutores e inteligência artificial&#8221;,</strong> citou Lula, acrescentando que as nações dão início a um <strong>&#8220;renovado ciclo de prosperidade compartilhada&#8221;.</strong></p></blockquote>
<p>Durante o Fórum Empresarial Brasil-Coreia do Sul, o governo brasileiro sinalizou o interesse em exportar carne bovina para o mercado sul-coreano e em atrair frigoríficos asiáticos para o Brasil. Na área aeroespacial, foi mencionada a atuação da startup sul-coreana Innospace no Centro de Lançamento de Alcântara.</p>
<p><strong>Avanços na Índia e metas comerciais</strong><br />
A passagem pela Índia, concluída no domingo (22), teve como foco a expansão das relações econômicas. Em 2025, o fluxo comercial entre os países superou a marca de US$ 15 bilhões pela primeira vez. O objetivo estabelecido entre Lula e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, é dobrar este montante.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;O primeiro-ministro Narendra Modi estabeleceu comigo a ideia de que nós precisamos ter uma meta para chegar a US$ 20 bilhões até 2030. Eu disse: nós vamos chegar a US$ 30 bilhões em 2030, porque o potencial econômico dos dois países é muito forte&#8221;,</strong> afirmou o presidente brasileiro.</p></blockquote>
<p>A missão marcou a inauguração do 11º escritório internacional da ApexBrasil, sediado em Nova Délhi, e o anúncio da inserção de produtos brasileiros, como açaí, castanha e limão, em redes de supermercados indianas. Ao todo, 11 acordos governamentais foram firmados, incluindo a &#8220;Parceria Digital para o Futuro&#8221;, voltada para a governança e o desenvolvimento de inteligência artificial.</p>
<p><strong>Foco na produção de medicamentos</strong><br />
A saúde pública foi um eixo central da viagem asiática. Na Índia, o Ministério da Saúde formalizou Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) voltadas à fabricação nacional de remédios oncológicos no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O investimento estatal pode chegar a R$ 10 bilhões em dez anos para o fornecimento dos medicamentos pertuzumabe, dasatinibe e nivolumabe. Os acordos garantem a transferência de tecnologia de farmacêuticas indianas para laboratórios públicos brasileiros, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Bahiafarma e Furp, visando a redução da dependência externa.</p>
<p><strong>Cenário global</strong><br />
Antes de embarcar para Seul, Lula abordou a geopolítica internacional. O presidente reiterou a cobrança por uma reformulação no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), defendendo a entrada de países da América Latina e da África, além da própria Índia. Sobre a relação com os Estados Unidos e a recente aplicação de tarifas, Lula adotou um tom conciliatório em relação a Donald Trump: <strong>&#8220;Eu estou convencido que na conversa a relação Brasil-Estados Unidos vai voltar à normalidade&#8221;.</strong></p>
<p>A agenda ambiental brasileira também teve destaque com a participação da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Ela debateu a elaboração de um mapa do caminho global e nacional para o fim da dependência de combustíveis fósseis e reforçou o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), mecanismo que já conta com aportes internacionais de US$ 6,7 bilhões.</p>
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		<item>
		<title>Poupança oscila no início de 2026, enquanto preços das commodities caem no acumulado do ano</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/economia/poupanca-oscila-no-inicio-de-2026-enquanto-precos-das-commodities-caem-no-acumulado-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 13:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados divulgados pelo Banco Central revelam oscilação bilionária nos depósitos na primeira semana do ano, enquanto o IC-Br registra alta mensal de 1,95%, sustentada pela valorização dos metais, apesar da queda no agronegócio</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A caderneta de poupança, investimento mais tradicional dos brasileiros, iniciou o ano de 2026 marcada por uma forte volatilidade nos fluxos de entrada e saída de recursos. Dados oficiais divulgados pelo Banco Central (BC) nesta semana mostram que o saldo total da modalidade, somando as captações do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e da Poupança Rural, encerrou o dia 8 de janeiro em R$ 1,022 trilhão.</p>
<p>O comportamento dos poupadores na primeira semana útil do ano revelou movimentos bruscos. Após registrar uma captação líquida positiva (depósitos superando saques) de R$ 3,38 bilhões no dia 6 de janeiro, a caderneta sofreu uma reversão dois dias depois, em 8 de janeiro, contabilizando uma saída líquida de R$ 2,53 bilhões em apenas 24 horas.</p>
<p>A instabilidade foi sentida nos dois principais segmentos da aplicação. O SBPE, utilizado pelos bancos para o financiamento imobiliário, fechou o período analisado com um saldo de R$ 767 bilhões (dado de 4 de janeiro) a R$ 769 bilhões (dado de 6 de janeiro). Já a Poupança Rural, voltada ao crédito agrícola, manteve um saldo na casa dos R$ 255 bilhões, apresentando uma captação líquida positiva de R$ 251 milhões no dia 6, mas revertendo para um saldo negativo ligeiro nos dias subsequentes.</p>
<p><strong>Commodities em alta no mês, mas com queda no ano</strong><br />
Paralelamente aos dados da poupança, o Banco Central atualizou o Índice de Commodities Brasil (IC-Br), indicador que mensura a variação de preços dos produtos primários brasileiros nos mercados internacionais. O relatório, expedido em 4 de fevereiro de 2026, aponta que o índice composto (medido em reais) registrou uma alta mensal de 1,95%.</p>
<p>O resultado positivo do mês foi impulsionado principalmente pelo segmento de Metais, que teve uma valorização expressiva de 4,10%, seguido pelo setor de Energia, com alta de 1,28%. Na contramão, o setor Agropecuário, de grande peso na economia capixaba e nacional, registrou retração de 0,79% no comparativo mensal.</p>
<p>Quando analisado o horizonte de 12 meses, o cenário se inverte, mostrando uma deflação nos preços das commodities brasileiras. O IC-Br acumula uma queda de 8,77% no período.</p>
<p><strong>A composição desse resultado anual revela uma disparidade entre os setores:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Metais</strong>: São o destaque positivo, acumulando uma alta robusta de 42,07% em 12 meses.</li>
<li><strong>Energia</strong>: Registra queda acentuada de 22,91%.</li>
<li><strong>Agropecuária</strong>: Acumula desvalorização de 16,85%.</li>
</ul>
<p>Em dólares, o índice composto apresentou comportamento similar, com alta mensal de 2,91% e queda acumulada em 12 meses de 6,24%, evidenciando que a tendência de preços é um fenômeno global e não apenas um efeito cambial.</p>
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		<item>
		<title>Alckmin debate sobretaxa à carne brasileira em ligação com vice-presidente chinês</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/alckmin-debate-sobretaxa-a-carne-brasileira-em-ligacao-com-vice-presidente-chines/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 16:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[comércio bilateral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente interino manifesta preocupação com medidas protecionistas em vigor desde janeiro. Conversa também abordou recorde de US$ 171 bilhões no comércio bilateral e novos investimentos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente interino, Geraldo Alckmin, conversou por telefone nesta quarta-feira (28) com o vice-presidente da China, Han Zheng. O diálogo, que durou cerca de 30 minutos, teve como ponto central a preocupação do governo brasileiro em relação às salvaguardas aplicadas por Pequim à carne bovina importada.</p>
<p>As restrições chinesas entraram em vigor no dia 1º de janeiro e têm duração prevista de três anos. A medida atinge as importações do Brasil e de outros parceiros comerciais, como Austrália e Estados Unidos. No caso brasileiro, a regra estabelece uma sobretaxa de 55% para o volume de carne que exceder a cota anual de 1,1 milhão de toneladas.</p>
<p>Salvaguardas são instrumentos de defesa comercial acionados em situações específicas, geralmente com o objetivo de proteger ou preservar determinado setor da economia local contra a concorrência externa.</p>
<p>Alckmin exerce a função de presidente interino nesta quarta-feira devido à viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Panamá, onde participa do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe. Durante a ligação com Zheng, Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ressaltou a relevância da pecuária para a economia nacional, bem como a importância estratégica do setor para o governo federal.</p>
<p><strong>Comércio e cooperação</strong><br />
De acordo com o Palácio do Planalto, a pauta da conversa expandiu-se para temas de cooperação mútua. Os líderes discutiram investimentos, com foco especial nas áreas de infraestrutura, tecnologia, inovação e sustentabilidade.</p>
<p>Um dos destaques foi o desempenho econômico recente: a corrente de comércio bilateral cresceu 8,2% em 2025, alcançando o recorde anual de US$ 171 bilhões. Na ocasião, Alckmin e Zheng reafirmaram o compromisso de preservar o diálogo visando à ampliação e diversificação das relações comerciais.</p>
<p>Ao final da chamada, o presidente interino convidou Han Zheng para visitar o Brasil durante a próxima reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (COSBAN), cuja data ainda será confirmada.</p>
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		<item>
		<title>Plano Safra da Agricultura Familiar libera R$ 40 bilhões e cresce 20% em seis meses</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/plano-safra-da-agricultura-familiar-libera-r-40-bilhoes-e-cresce-20-em-seis-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 11:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento rural]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
		<category><![CDATA[produção de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pronaf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Balanço parcial da temporada 2025/2026 aponta mais de 1,1 milhão de contratos firmados. Linhas voltadas para mulheres, jovens e produção sustentável impulsionam os resultados</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026 encerrou seus primeiros seis meses de execução com um volume de crédito contratado de R$ 40,2 bilhões. O montante, liberado entre julho e dezembro, representa um crescimento de 20% em comparação ao mesmo período da safra anterior (2024/2025) e de 40% em relação ao ciclo 2022/2023. Ao todo, foram realizadas 1.183.669 operações de crédito por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), indicando uma expansão no financiamento voltado a pequenos produtores.</p>
<p>Os dados, divulgados nesta semana, apontam que a ampliação dos recursos foi acompanhada por uma maior distribuição entre públicos historicamente com menor acesso a serviços bancários, como agricultores de baixa renda, mulheres, jovens e comunidades tradicionais. Segundo o governo federal, a meta é alcançar 2 milhões de contratos até o fim da safra; mais de 50% desse objetivo já foi cumprido no primeiro semestre.</p>
<p>Para o secretário de Agricultura Familiar e Agroecologia, Vanderley Ziger, os números sinalizam a consolidação do Pronaf como ferramenta de impacto social. <strong>“Os resultados desses primeiros meses do Plano Safra mostram que o Pronaf deixou de ser apenas um instrumento de crédito. Estamos ampliando o acesso ao financiamento, chegando a quem mais precisa, fortalecendo a produção de alimentos, promovendo inclusão social e levando mais dignidade e qualidade de vida para as famílias do campo”,</strong> afirmou.</p>
<p><strong>Inclusão produtiva e recorte social</strong><br />
Um dos destaques do balanço é o desempenho do Pronaf B, linha de microcrédito voltada às famílias de menor renda. O segmento registrou 731.722 contratos, um aumento de 60,1% no número de operações. O volume financeiro nessa modalidade cresceu 52%, totalizando R$ 5,1 bilhões. Dentro dessa categoria, financiamentos para instalações sanitárias somaram 84 mil contratos (R$ 252 milhões), visando melhorias no saneamento básico rural.</p>
<p>A participação feminina também se mostrou expressiva, representando 42% de todas as operações realizadas no período. A linha Pronaf Quintais Produtivos, conduzida majoritariamente por mulheres, alcançou 22 mil operações e R$ 429 milhões contratados.</p>
<p>Entre os jovens, o acesso ao crédito teve um salto percentual significativo. O Pronaf Jovem registrou uma expansão de 1.555% no volume financiado, passando de R$ 518 mil para R$ 8,6 milhões.</p>
<p>O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, reforçou o papel dessas políticas na economia nacional durante encontro com agricultores na Bahia, na última sexta-feira (23). <strong>“Em três anos de recriação do MDA pelo presidente Lula, temos deflação de alimentos no país. É o compromisso dele e nosso com a soberania alimentar. Para o presidente, reforma agrária é terra, mas também é desenvolvimento, produção de alimentos, agroecologia, cooperativas, mecanização e apoio à chegada do mercado dos produtos da agricultura familiar&#8221;,</strong> disse Teixeira.</p>
<p><strong>Povos tradicionais e sustentabilidade</strong><br />
O relatório aponta crescimento no atendimento a povos indígenas e comunidades tradicionais. As operações para indígenas aumentaram 49,7%, movimentando R$ 56,6 milhões (alta de 76,7% no valor). Pescadores artesanais tiveram um aumento de 179,9% no número de contratos, somando R$ 127,7 milhões, enquanto extrativistas registraram alta de 39% nas operações.</p>
<p>No campo da sustentabilidade, o Pronaf Agroecologia teve alta de 102,2% nas operações e 73% no valor financiado. O Pronaf Floresta também cresceu, com 81,3% mais operações e aumento de 85% no volume de recursos.</p>
<p><strong>Produção de alimentos e modernização</strong><br />
O financiamento para a produção de itens da cesta básica apresentou altas consistentes. O crédito para hortaliças cresceu 22,8% em número de operações (R$ 600 milhões), e a fruticultura teve alta de 10,7% (R$ 1,4 bilhão). A cadeia do leite movimentou R$ 7 bilhões, um aumento de 15% no valor contratado, distribuídos em mais de 122 mil operações.</p>
<p>A modernização das propriedades familiares também foi impulsionada pelo Programa Mais Alimentos. O financiamento de máquinas e equipamentos atingiu R$ 8 bilhões, com 208 mil contratos, um crescimento de 39,2% em relação aos 151 mil do período anterior. Houve destaque para a aquisição de estufas para cultivo protegido, que saltou de 10 mil para 28 mil contratos (alta de 169%).</p>
<p><strong>Desenrola Rural e acesso ao crédito</strong><br />
Paralelamente ao novo crédito, o programa Desenrola Rural permitiu a regularização de 856 mil contratos, renegociando R$ 20 bilhões em dívidas. A medida visa limpar o nome de produtores inadimplentes, permitindo que voltem a acessar financiamentos.</p>
<p>A safra atual conta com um total de R$ 89 bilhões em recursos, sendo R$ 78,2 bilhões exclusivos para o Pronaf. Além das linhas tradicionais, foram incorporadas novas modalidades como o Pronaf B Agroecologia e o Pronaf Conectividade.</p>
<p><strong>Como acessar</strong><br />
Para solicitar recursos do Plano Safra, o produtor deve possuir o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo. Com o documento, é necessário procurar uma instituição financeira credenciada e apresentar um projeto de financiamento. Entidades de assistência técnica e extensão rural (ATER), sindicatos e cooperativas podem auxiliar na elaboração dos projetos.</p>
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		<item>
		<title>Incaper desenvolve novas sementes de inhame para aumentar renda de produtores no ES</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/incaper-desenvolve-novas-sementes-de-inhame-para-aumentar-renda-de-produtores-no-es/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 11:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Incaper]]></category>
		<category><![CDATA[inhame]]></category>
		<category><![CDATA[Produção agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[taro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com apoio do CNPq e Fapes, pesquisas focam na agricultura familiar e visam reforçar a liderança nacional do Estado na produção da hortaliça, que movimentou R$ 276,8 milhões em 2024</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) iniciou o desenvolvimento de novas variedades de inhame (taro) especificamente adaptadas às condições de cultivo do Espírito Santo. O projeto tem como objetivos centrais o aumento da produtividade nas lavouras, a melhoria da qualidade do alimento e o fortalecimento da agricultura familiar, setor responsável pela maior parte da produção capixaba.</p>
<p>A iniciativa visa reforçar o protagonismo do Estado, que atualmente responde por quase 50% de todo o inhame produzido no Brasil. Segundo dados de 2024, a produção capixaba atingiu 120,5 mil toneladas em uma área colhida de 3,3 mil hectares, registrando uma produtividade média de 36,9 toneladas por hectare. O Valor Bruto da Produção (VBP) da cultura foi de R$ 276,8 milhões no período.</p>
<p><strong>Pesquisa e investimento</strong><br />
Entre as ações em andamento, destaca-se o projeto “Potencialização da cultura do taro no Espírito Santo: caracterização de germoplasma, diversidade genética e seleção de variedades”. A proposta foi aprovada no Edital Universal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com um aporte de R$ 147,7 mil. O projeto figura entre os sete selecionados na área de Agronomia no Espírito Santo em uma chamada de abrangência nacional.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;O apoio do CNPq amplia a visibilidade nacional do trabalho realizado pelo Incaper e permite aprofundar os estudos com foco na seleção de genótipos mais produtivos, adaptados às condições locais e com melhor qualidade nutricional&#8221;,</strong> afirma a pesquisadora Rosenilda de Souza, coordenadora do projeto.</p></blockquote>
<p>Paralelamente, Rosenilda coordena outra iniciativa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), com investimento de R$ 167,6 mil. Este segundo projeto foca no resgate e na caracterização de variedades crioulas conservadas por agricultores familiares em diferentes regiões produtoras, ampliando a base genética dos estudos.</p>
<p><strong>Metodologia e biotecnologia</strong><br />
Os trabalhos utilizam como base o Banco de Germoplasma de Taro do Incaper, localizado no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Serrano (CPDI Serrano), em Domingos Martins, que reúne 40 acessos (materiais genéticos).</p>
<p>Os experimentos serão conduzidos sob manejo agroecológico ao longo de três safras agrícolas. As avaliações ocorrerão em dois ambientes distintos para testar a adaptabilidade:</p>
<ul>
<li>Alta altitude: Município de Domingos Martins.</li>
<li>Baixa altitude: Município de Viana.</li>
</ul>
<p>Um diferencial do projeto é a aplicação de tecnologia molecular. Daniela Camporez, pesquisadora do Incaper responsável pelos estudos moleculares, explica que a propagação vegetativa do inhame, feita por meio de rizomas, favorece variações genéticas naturais.</p>
<p><strong>&#8220;Essa variabilidade é estratégica para identificar materiais superiores e avançar nos programas de melhoramento genético&#8221;,</strong> explica Camporez. Segundo a pesquisadora, as análises moleculares complementarão a caracterização morfoagronômica, oferecendo um panorama preciso para a seleção de variedades superiores.</p>
<p><strong>Prazos e equipe técnica</strong><br />
O desenvolvimento de novas cultivares é um processo de longo prazo. De acordo com Rosenilda de Souza, serão necessários, no mínimo, dois anos de avaliações em campo e análises laboratoriais, seguidos de mais um ou dois anos para a comprovação dos resultados.</p>
<p>A execução envolve uma equipe multidisciplinar do CPDI Serrano, incluindo os pesquisadores Patrick Alves de Oliveira (olericultura) e Jhonatan Marins Goulart (agroecologia), além do técnico Lucas Manske, da Fazenda Experimental de Viana, responsável pela condução dos experimentos em campo.</p>
<p>O trabalho conta ainda com parcerias acadêmicas, envolvendo laboratórios da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).</p>
<p><strong>Cenário atual e principais produtores</strong><br />
Atualmente, as variedades mais plantadas no estado são a Chinês, São Simão, Macaquinho e São Bento. A cultivar São Bento, originária de São Bento de Urânia (Alfredo Chaves), possui Indicação Geográfica (IG) obtida com auxílio do Incaper.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;O desenvolvimento de novas variedades amplia as opções para os agricultores, reduz riscos produtivos e contribui para a sustentabilidade da cultura a médio e longo prazo&#8221;,</strong> ressalta Rosenilda.</p></blockquote>
<p>Em 2024, o município de Alfredo Chaves liderou a produção estadual com 31,7 mil toneladas. O ranking dos maiores produtores inclui ainda:</p>
<ul>
<li>Alfredo Chaves: 31,7 mil toneladas.</li>
<li>Laranja da Terra: 16,5 mil toneladas.</li>
<li>Marechal Floriano: 10,5 mil toneladas.</li>
<li>Santa Leopoldina: 9,2 mil toneladas.</li>
</ul>
<p>Outros municípios de destaque na economia regional do inhame são Domingos Martins, Santa Maria de Jetibá e Muniz Freire.</p>
<p><strong>Sobre o Inhame (Taro)</strong><br />
Originário do Sudeste Asiático, o inhame (Colocasia esculenta) é uma hortaliça tuberosa cultivada há milhares de anos. É um alimento energético, rico em carboidratos, fibras, potássio, magnésio e vitaminas do complexo B, apresentando baixo teor de gordura. A cultura possui potencial tanto para consumo in natura quanto para processamento agroindustrial.</p>
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		<item>
		<title>Agro capixaba exporta R$ 17,2 bilhões e fecha 2025 com 2º melhor resultado da história</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/agro-capixaba-exporta-r-172-bilhoes-e-fecha-2025-com-2o-melhor-resultado-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 18:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[pimenta-do-reino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor enviou 2,4 milhões de toneladas de produtos para 133 países e respondeu por 30,7% das vendas externas capixabas. Pimenta-do-reino bate recorde de faturamento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio do Espírito Santo encerrou o ano de 2025 com um total de US$ 3,21 bilhões (R$ 17,2 bilhões) em exportações, marca que representa o segundo maior valor já registrado na série histórica do setor no Estado. Ao longo do ano, foram embarcadas 2,4 milhões de toneladas de produtos para 133 países, correspondendo a 30,7% de todas as exportações capixabas no período.</p>
<p>O resultado aponta uma retração de 11,2% em comparação a 2024. De acordo com a análise dos dados, o ano anterior foi considerado atípico e &#8220;fora da curva&#8221; devido à antecipação de compras de café pela União Europeia e recordes de preços internacionais. Mesmo com o recuo em relação a esse pico e diante de um cenário global marcado por tarifas norte-americanas e ajustes de mercado, os números de 2025 confirmam a competitividade do setor.</p>
<p>Os Estados Unidos se mantiveram como o principal destino das exportações do agronegócio capixaba, absorvendo 20,5% do total, o equivalente a US$ 658,3 milhões. A Turquia aparece na sequência, com 7,3% de participação (US$ 235,5 milhões), seguida pelo México, com 5,6% (US$ 178,7 milhões).</p>
<p><strong>Análise governamental</strong><br />
Para o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli, o desempenho deve ser contextualizado levando em conta o ciclo excepcional de 2024.</p>
<blockquote><p><strong>“O ano de 2025 foi bom para o agronegócio capixaba, mesmo em um ambiente mais desafiador e com os efeitos do tarifaço dos Estados Unidos. Viemos de 2024, que foi um ano fora da curva, o melhor da nossa história, muito influenciado pela antecipação de compras de café, especialmente pela União Europeia, e pelos recordes de preços no mercado internacional”,</strong> avaliou Bergoli.</p></blockquote>
<p>O secretário reforçou que, partindo de uma base de comparação elevada, o ajuste era previsto. <strong>“Os números de 2025 mostram que o agro do Espírito Santo segue forte, competitivo e diversificado”,</strong> completou.</p>
<p><strong>Composição da pauta exportadora</strong><br />
Os dados indicam que o Espírito Santo consolidou um novo patamar estrutural de vendas externas, sustentado tanto por commodities tradicionais quanto por produtos de maior valor agregado. A estrutura da pauta em 2025 ficou distribuída da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Café e derivados: US$ 1,79 bilhão (55,7% do total)</li>
<li>Celulose: US$ 862,6 milhões (26,9%)</li>
<li>Pimenta-do-reino: US$ 347,2 milhões (10,8%)</li>
<li>Gengibre: US$ 40,4 milhões (1,3%)</li>
<li>Carne bovina: US$ 37,5 milhões (1,1%)</li>
<li>Mamão: US$ 29,4 milhões (0,9%)</li>
<li>Chocolates e preparados de cacau: US$ 18,6 milhões (0,6%)</li>
<li>Álcool etílico: US$ 13,1 milhões (0,4%)</li>
<li>Ovos: US$ 8,4 milhões (0,3%)</li>
<li>Peixes: US$ 7,0 milhões (0,2%)</li>
<li>Outros produtos: US$ 57,2 milhões (1,8%)</li>
</ul>
<p><strong>Recorde na pimenta-do-reino e liderança nacional</strong><br />
O destaque individual do ano foi a pimenta-do-reino, que registrou o maior valor da história do produto no Estado. O segmento cresceu 113% em faturamento e 58% em volume, atingindo US$ 347 milhões. Com esse desempenho, o Espírito Santo respondeu por 69% de todas as exportações brasileiras de pimenta-do-reino.</p>
<p>Além da pimenta, o Estado manteve a liderança nacional nas exportações de gengibre, concentrando 60% do total do país, e de mamão, com 40% dos envios brasileiros ao exterior.</p>
<p><strong>Crescimento em outros segmentos</strong><br />
Apesar do ajuste geral em relação a 2024, diversos produtos apresentaram expansão significativa em 2025. O setor de ovos teve o maior crescimento percentual, com alta de 1.275% em valor e 762% em volume.</p>
<p>A carne bovina também registrou desempenho positivo, com aumento de 38% em valor e 17% em volume. Outros itens que fecharam o ano com números superiores aos de 2024 incluem o café solúvel (+28% em valor), mamão (+14% em valor e volume), pescados (+1% em valor e +10% em volume) e gengibre (+8% em volume).</p>
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		<item>
		<title>Santa Maria de Jetibá lidera diversificação do agronegócio no Espírito Santo</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/agricultura/santa-maria-de-jetiba-lidera-diversificacao-do-agronegocio-no-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 19:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro capixaba]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria de jetibá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Município vai além do café e dos ovos com destaque na produção de morango e hortaliças que movimentam milhões</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um estado onde o café é uma marca registrada e se espalha de norte a sul, falar em diversificação deixou de ser apenas uma opção e passou a ser uma estratégia econômica. Dados do Painel Agro, do Incaper, indicam que, no último ano, a cafeicultura respondeu por cerca de 52% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBPA) do Espírito Santo, revelando uma concentração significativa. Ainda assim, o agro capixaba vai muito além do café: mais de 115 produtos são acompanhados estatisticamente no Estado, e alguns municípios demonstram, na prática, como a diversificação gera renda, estabilidade e novas oportunidades.</p>
<p>Um dos exemplos mais emblemáticos é Santa Maria de Jetibá. Conhecido nacionalmente pela força da avicultura de postura, o município construiu uma base produtiva ampla, intensiva em valor e fortemente conectada aos mercados consumidores.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>“O Espírito Santo é reconhecido pelo café, e isso é motivo de orgulho. Mas exemplos como Santa Maria de Jetibá mostram que o futuro do agro capixaba passa por ampliar oportunidades, agregar valor e incentivar sistemas produtivos diversificados, capazes de sustentar o desenvolvimento rural no longo prazo”</strong>, afirma o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli.</p>
</blockquote>
<p><strong>Diversificação</strong><br />
O principal destaque do município continua sendo a produção de ovos de galinha, que movimentou R$ 1,69 bilhão no último ano e respondeu por 51,2% do VBPA local. Trata-se de um único produto, mas com elevada escala, alto giro econômico e grande capacidade de geração de renda e empregos. Ainda assim, o dado mais relevante vem na sequência: a economia de Santa Maria de Jetibá não se resume aos ovos.</p>
<p>Na fruticultura, o morango ocupa posição de protagonismo, com R$ 304,4 milhões, o equivalente a 9,2% do VBPA municipal. Cultivado em apenas 150 hectares, o produto apresenta alto valor por área, evidenciando como culturas intensivas em tecnologia e manejo qualificado podem multiplicar a renda no campo.</p>
<p>Na olericultura, o município também se destaca pelo volume e pela diversidade. Chuchu e repolho, juntos, somam mais de R$ 519 milhões, sustentados por grandes áreas cultivadas e alta produtividade. O gengibre, com R$ 116,2 milhões, reforça o perfil dinâmico da produção local, conectando o campo a mercados mais exigentes, inclusive no comércio internacional.</p>
<p>Outro aspecto relevante é o peso dos chamados “produtos do dia a dia”. Alface, tomate, cebola, cenoura, batata, brócolis, vagem e dezenas de outras hortaliças apresentam participações individuais menores, mas, somadas, formam uma base econômica robusta, pulverizada e resiliente. Essa diversificação reduz riscos climáticos e de mercado, garantindo maior estabilidade ao produtor e ao município.</p>
<p>Até mesmo o café, principal símbolo da agropecuária capixaba, tem em Santa Maria de Jetibá um papel complementar. O café arábica, com R$ 84,9 milhões, representa apenas 2,6% do VBPA municipal, evidenciando que a cultura integra um sistema produtivo diverso, sem caracterizar dependência exclusiva.</p>
<p>Em um cenário de alta volatilidade, no qual o setor agropecuário é impactado por variações cambiais, problemas climáticos e mudanças no comércio internacional, cadeias concentradas em um único produto tendem a sofrer com maior intensidade. Por outro lado, territórios com base produtiva diversificada conseguem absorver melhor essas oscilações, preservando renda, emprego e dinamismo econômico.</p>
<p>Segundo o gerente de Dados e Análises da Seag, Danieltom Vandermas, a diversificação é um dos principais instrumentos de inteligência de mercado no agro.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>“Em uma eventual crise do café, seja por queda de preços, problemas climáticos ou restrições de mercado, municípios altamente dependentes dessa cultura sentem o impacto imediato. A diversificação funciona como um amortecedor de risco. Em Santa Maria de Jetibá, enquanto um produto pode enfrentar dificuldades conjunturais, outros seguem gerando receita, mantendo o giro econômico e sustentando o mercado local. Isso significa diluição de risco, maior previsibilidade de renda e capacidade de atravessar ciclos negativos sem rupturas”</strong>, explica.</p>
</blockquote>
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