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	<title>acidentes de trânsito - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>acidentes de trânsito - Em Dia ES</title>
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		<title>Maio Amarelo: Hospitais do ES registram salto nas internações de ciclistas e pedestres feridos no trânsito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trânsito]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria da Saúde do ES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento aponta aumento de até 51,5% nas admissões hospitalares no último ano. Apesar do avanço entre os mais vulneráveis, motociclistas ainda concentram a maioria dos traumas e óbitos no Estado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de ciclistas e pedestres internados na rede pública após acidentes de trânsito no Espírito Santo apresentou um crescimento expressivo no último ano. Segundo dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), divulgados pela Secretaria da Saúde (Sesa) como parte do movimento internacional &#8220;Maio Amarelo&#8221;, as hospitalizações envolvendo usuários de bicicletas saltaram 51,5% entre 2024 e 2025, enquanto as admissões de pedestres subiram 43,4%. O balanço evidencia o impacto da violência viária no Sistema Único de Saúde (SUS) capixaba e reforça a necessidade de políticas de prevenção.</p>
<p>No cenário geral, o Núcleo Especial de Vigilância Epidemiológica (NEVE), por meio da Vigilância de Acidentes de Transporte Terrestre, registrou 15.711 internações no biênio. O volume total passou de 7.407 casos em 2024 para 8.304 em 2025, configurando uma alta geral de 12,1%. Os motociclistas continuam liderando as estatísticas com ampla margem, representando 65,8% de todos os pacientes hospitalizados no período.</p>
<p><strong>Rotina de traumas no atendimento de urgência</strong><br />
No Hospital Antonio Bezerra de Faria (HABF), em Vila Velha, referência no atendimento de Urgência e Emergência, o reflexo desses números é percebido diariamente. A unidade realiza cerca de 47 mil atendimentos por ano, sendo que até 70% da demanda é voltada para a área ortopédica, fortemente impactada pelos acidentes de trânsito.</p>
<p>De acordo com o médico Igor Vasconcelos, coordenador de Ortopedia do HABF, o crescimento no atendimento de ciclistas, impulsionado pelas bicicletas elétricas, tornou-se uma constante. <strong>“E com um número crescente dia após dia, acompanhando a popularização desse meio de transporte. Mas, os principais atendimentos relacionados a acidentes de trânsito ainda envolvem os motociclistas. Eles representam a maior parte dos casos”,</strong> explica o especialista.</p>
<p>O médico ressalta a severidade das lesões e os impactos posteriores na vida dos pacientes acidentados.<strong> “Os acidentes de trânsito podem trazer consequências sérias e duradouras para as vítimas. Entre os principais impactos, estão a incapacidade parcial ou até permanente, o afastamento do trabalho e a limitação, ou até mesmo a perda, da mobilidade. Em muitos casos, também é necessária uma reabilitação prolongada, que exige tempo e dedicação. Além disso, não se pode ignorar os impactos psicológicos e sociais, que afetam não apenas a vítima, mas toda a sua rede de apoio”,</strong> detalha.</p>
<p><strong>Perfil das vítimas e letalidade no trânsito</strong><br />
O diagnóstico epidemiológico revela uma clara desigualdade de gênero: os homens correspondem a 77% (12.136) do total das internações ocorridas entre 2024 e 2025.</p>
<p>A coordenadora estadual da Vigilância do Acidente de Transporte Terrestre, Andrêssa Borel Encarnação, enfatiza o impacto econômico e social do perfil das vítimas<strong>. “Quanto à faixa etária, observa-se um impacto significativo na população em idade produtiva, com predomínio das faixas de 20 a 49 anos”,</strong> afirma.</p>
<p><strong>A distribuição de idade varia conforme a condição da vítima:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Motociclistas</strong>: Maior concentração entre 20 e 39 anos.</li>
<li><strong>Pedestres</strong>: Predomínio de idosos (60 anos ou mais), configurando o grupo mais suscetível a lesões graves.</li>
<li><strong>Ciclistas</strong>: Ocorrências pulverizadas em diversas idades, com pico entre 20 e 49 anos.</li>
</ul>
<p>A gravidade dos acidentes também se reflete no número de óbitos. Foram registradas 2.007 mortes no biênio. Desse total, 49,6% das vítimas eram motociclistas, 26,2% ocupantes de veículos automotores e 13,5% pedestres. Os ciclistas representaram 4,4% das perdas fatais.</p>
<p><strong>Desafio no registro de dados</strong><br />
A Sesa alerta que os números oficiais representam apenas um &#8220;retrato&#8221; do problema, indicando que há subnotificação. Muitos atendimentos podem não ser categorizados corretamente com a causa básica de Acidente de Transporte Terrestre (ATT) na Classificação Estatística Internacional de Doenças (CID).</p>
<blockquote><p><strong>“Orientamos os serviços de saúde quanto à correta classificação e qualificação dos registros. Essa orientação faz parte das ações da Vigilância Epidemiológica, com foco na melhoria da qualidade da informação, fundamental para dimensionar o problema, planejar ações de prevenção e fortalecer as políticas públicas de segurança no trânsito”,</strong> complementa Andrêssa Borel Encarnação.</p></blockquote>
<p><strong>Ocorrências do SAMU 192 e as vias da Região Metropolitana</strong><br />
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) contabilizou 22.866 chamados para acidentes de trânsito em todo o Espírito Santo entre janeiro de 2025 e março de 2026. A Região Metropolitana concentrou 55% das ocorrências, totalizando 12.547 chamados. As regiões Central/Norte e Sul registraram 6.691 (29%) e 3.628 (16%) dos atendimentos, respectivamente.</p>
<p><strong>Os chamados mais frequentes ao SAMU 192 no Estado envolveram:</strong></p>
<ul>
<li>Colisão carro x moto: 6.374 ocorrências</li>
<li>Queda de motocicleta: 5.404 ocorrências</li>
<li>Colisão moto x moto: 1.517 ocorrências</li>
<li>Queda de bicicleta: 1.329 ocorrências</li>
</ul>
<p>Com a temática &#8220;No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas&#8221; para a campanha do Maio Amarelo, as autoridades buscam humanizar a mobilidade urbana. <strong>“A campanha chama a sociedade para desacelerar, [&#8230;] assumir a corresponsabilidade pela segurança de todos. Pois quando enxergamos o outro, evitamos riscos, criamos empatia, para assim, construirmos um trânsito mais humano, seguro e consciente”,</strong> pondera a coordenadora de Vigilância.</p>
<p><strong>Balanço estatístico (2024 &#8211; 2025)</strong></p>
<p><strong>Internações por acidentes de transporte terrestre (ATT):</strong><br />
Pedestres: 1.239 registros em 2024 | 1.777 registros em 2025<br />
Ciclistas: 373 registros em 2024 | 565 registros em 2025<br />
Motociclistas: 5.080 registros em 2024 | 5.259 registros em 2025<br />
Ocupantes de Veículo: 537 registros em 2024 | 567 registros em 2025<br />
Outros: 178 registros em 2024 | 136 registros em 2025<br />
Total de Internações: 7.407 em 2024 | 8.304 em 2025</p>
<p><strong>Óbitos por acidentes de transporte terrestre (ATT):</strong><br />
Pedestres: 140 mortes em 2024 | 130 mortes em 2025<br />
Ciclistas: 43 mortes em 2024 | 45 mortes em 2025<br />
Motociclistas: 503 mortes em 2024 | 492 mortes em 2025<br />
Ocupantes de Veículo: 289 mortes em 2024 | 236 mortes em 2025<br />
Outros: 21 mortes em 2024 | 108 mortes em 2025<br />
Total de Óbitos: 996 em 2024 | 1.011 em 2025</p>
<p><strong>Municípios com maior volume de atendimentos do SAMU 192</strong></p>
<p>(Período: Janeiro de 2025 a Março de 2026)</p>
<p>Serra (Metropolitana): 2.670 atendimentos<br />
Vila Velha (Metropolitana): 2.404 atendimentos<br />
Vitória (Metropolitana): 1.902 atendimentos<br />
Cariacica (Metropolitana): 1.749 atendimentos<br />
Cachoeiro de Itapemirim (Sul): 1.295 atendimentos<br />
Linhares (Central/Norte): 1.238 atendimentos<br />
Colatina (Central/Norte): 860 atendimentos<br />
Guarapari (Metropolitana): 743 atendimentos<br />
São Mateus (Central/Norte): 644 atendimentos<br />
Aracruz (Metropolitana): 456 atendimentos</p>
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		<title>Mortes em rodovias federais do ES caem 8,25% em 2025; sexta-feira é o dia mais crítico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 12:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Apreensão de Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[balanço PRF 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[PRF/ES]]></category>
		<category><![CDATA[rodovias federais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança viária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Balanço anual da PRF aponta redução da letalidade, detalha horários com maior risco de acidentes e contabiliza apreensão de mais de uma tonelada de drogas nas estradas capixabas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES) divulgou, nesta terça-feira (13), o balanço operacional referente ao ano de 2025, registrando uma redução de 8,25% no número de mortes nas rodovias federais que cortam o estado. O relatório atribui o recuo na letalidade ao fortalecimento das ações de fiscalização e às iniciativas de educação para o trânsito realizadas ao longo dos últimos doze meses.</p>
<p>Durante o período, a corporação contabilizou 2.642 sinistros de trânsito. Deste total, 145 ocorrências resultaram em morte, somando 161 vítimas fatais. O levantamento também registra 833 acidentes considerados graves e um total de 3.292 pessoas feridas nas estradas federais capixabas.</p>
<p><strong>Horários de pico e dias letais</strong><br />
As análises estatísticas da PRF indicam um padrão temporal para as ocorrências. Os fins de semana concentram a maior incidência de acidentes, com as sextas-feiras liderando o número de registros.</p>
<p>Em relação aos horários, os momentos de maior risco coincidem com o aumento do fluxo de veículos, típico dos deslocamentos para trabalho e retorno para casa. Os picos de acidentes foram identificados por volta das 7h e na faixa noturna entre 17h e 19h.</p>
<p><strong>Fiscalização e infrações recorrentes</strong><br />
Como parte da estratégia para redução de danos, a PRF intensificou as abordagens. Em 2025, foram fiscalizados 189.954 veículos e abordadas 204.826 pessoas. O combate à embriaguez ao volante, uma das principais causas de acidentes graves, resultou na aplicação de 86.828 testes de alcoolemia.</p>
<p>O esforço fiscalizatório gerou o registro de 529.477 infrações de trânsito. Entre as irregularidades mais frequentes flagradas pelos agentes estão:</p>
<ul>
<li>Excesso de velocidade;</li>
<li>Ultrapassagem em local proibido;</li>
<li>Licenciamento em atraso.</li>
</ul>
<p>A PRF ressalta que o excesso de velocidade e as ultrapassagens indevidas figuram entre os principais fatores de risco para a ocorrência de óbitos e feridos graves. No campo preventivo, foram realizadas 931 ações educativas, alcançando diretamente 51.871 pessoas com orientações sobre segurança viária.</p>
<p><strong>Combate ao crime e apreensões</strong><br />
Além da segurança viária, o balanço anual detalha a atuação da polícia no enfrentamento à criminalidade. Ao todo, foram contabilizadas 745 ocorrências policiais, resultando na detenção de 821 pessoas e na recuperação de 221 veículos, a maioria com registro de roubo ou furto. As operações também resultaram na apreensão de aproximadamente 150 mil maços de cigarros contrabandeados.</p>
<p>No combate ao tráfico de entorpecentes, as equipes retiraram de circulação grandes volumes de drogas. O balanço destaca a apreensão de 1.170,90 kg de maconha, 170,07 kg de cocaína e 26,63 kg de crack. Também foram confiscados 23 kg de anfetamina, 19,91 kg de haxixe e 10,09 kg de skunk, além de 90 litros de lança-perfume e 50 unidades de ecstasy.</p>
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		<item>
		<title>Fim do DPVAT gera prejuízo milionário ao SUS e desampara vítimas de trânsito</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/fim-do-dpvat-gera-prejuizo-milionario-ao-sus-e-desampara-vitimas-de-transito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 13:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[DPVAT]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[seguro obrigatório]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes do Ministério da Saúde, especialistas e parlamentares apontam em audiência na Câmara dos Deputados os prejuízos da medida; deputados já consideram a volta do seguro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano após a extinção definitiva do seguro DPVAT, representantes do Ministério da Saúde e especialistas alertaram, em audiência pública na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (9), sobre os impactos negativos da medida. Segundo os participantes, o fim do seguro obrigatório sobrecarregou o orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e deixou vítimas de acidentes, principalmente motociclistas e pessoas de baixa renda, desamparadas. O debate, realizado pelas comissões de Viação e Transportes e de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, já levanta a possibilidade de recriação do seguro.</p>
<p>A extinção do seguro, criado em 1974, tem gerado prejuízos financeiros diretos ao sistema público de saúde e desassistência às vítimas, que antes recebiam indenizações por morte, invalidez e despesas médicas, independentemente de culpa. Em 2024, o seguro foi extinto e, neste ano, foi sancionada uma lei que impede sua reativação.</p>
<p><strong>Sobrecarga na saúde</strong><br />
A representante do Ministério da Saúde na audiência, Letícia de Oliveira Cardoso, detalhou o impacto financeiro da medida. Segundo ela, o fim do repasse de parte da arrecadação do DPVAT para o Fundo Nacional de Saúde resultou em uma perda significativa de receita para o SUS, que agora arca integralmente com os custos.</p>
<p><strong>“O Sistema Único de Saúde deixou de receber em média R$ 580 milhões por ano. Desde 2021, essa receita não existe mais; o custo integral está no Orçamento Geral da União&#8221;,</strong> afirmou a diretora. Letícia Cardoso destacou ainda que os gastos anuais apenas com internações de acidentados chegam a R$ 449 milhões.</p>
<p>A sobrecarga também se reflete na ocupação de leitos hospitalares. Cardoso informou que os motociclistas são as principais vítimas de trânsito e que,<strong> &#8220;em alguns municípios, os leitos ocupados por acidentados chegam a 60%&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Como funcionava o seguro</strong><br />
O DPVAT, sigla para Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre, era um seguro obrigatório pago anualmente junto ao licenciamento do veículo. Quando foi suspenso, em 2020, seu custo variava entre R$ 5,21 e R$ 12,25.</p>
<p>O seguro garantia a indenização de vítimas de acidentes de trânsito, sem a necessidade de apuração de culpa ou contratação de advogado. A cobertura incluía o ressarcimento de parte das despesas médicas em hospitais particulares e o pagamento de até R$ 13.500 em casos de morte ou invalidez permanente para a vítima ou sua família.</p>
<p>De acordo com dados da antiga gestora do fundo, em 2019, o DPVAT arrecadou R$ 2,1 bilhões. Por lei, a divisão dos recursos era feita da seguinte forma: 50% para o pagamento de indenizações, 45% para o orçamento do SUS e 5% para ações de educação no trânsito.</p>
<p><strong>Discussões no Congresso</strong><br />
O deputado Hugo Leal (PSD-RJ), um dos solicitantes da audiência, classificou a extinção do seguro como <strong>&#8220;um erro&#8221;.</strong> Ele argumentou que o DPVAT era fundamental para a população de baixa renda, que geralmente não tem acesso a seguros privados ou à Previdência Social.</p>
<p><strong>“A cultura do seguro no país, infelizmente, não é do conhecimento da população. Nos últimos anos, quando ainda havia vigência do seguro DPVAT, havia a arrecadação de R$ 5,5 bilhões a R$ 6 bilhões por ano. Metade desse valor era destinada diretamente ao SUS”,</strong> afirmou o parlamentar, que defende a necessidade de conscientizar a população sobre a importância do seguro.</p>
<p>A visão é compartilhada por especialistas. Para Lúcio Almeida, presidente do Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito, o fim do DPVAT é <strong>&#8220;um descaso total com as vítimas&#8221;.</strong> Ele lembrou que os acidentes de trânsito são a segunda principal causa de morte no Brasil, com uma estimativa anual de 33 mil óbitos e 310 mil pessoas com sequelas.</p>
<p>Por outro lado, José Aurélio Ramalho, do Observatório Nacional de Segurança Viária, levantou um debate sobre o foco dos recursos. Para ele, a prevenção de acidentes deveria ser a prioridade.<strong> “Nós devemos provisionar verbas do DPVAT para atendimento à vítima ou prevenir os acidentes? É essa a reflexão que a gente quer trazer. A prevenção pode vir do fator veicular, do fator via e do fator humano&#8221;,</strong> ponderou.</p>
<p>A audiência conjunta foi solicitada pelo deputado Hugo Leal na Comissão de Viação e Transportes e pelo deputado Duarte Jr. (PSB-MA) na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.</p>
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		<title>Dia Mundial Sem Carro: ES tem frota 32% maior em 10 anos e cidades com mais veículos que pessoas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/geral/dia-mundial-sem-carro-es-tem-frota-32-maior-em-10-anos-e-cidades-com-mais-veiculos-que-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 13:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
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		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio às discussões do Dia Mundial Sem Carro, levantamento do Instituto Jones dos Santos Neves revela aumento expressivo no número de automóveis e motocicletas, intensificando desafios de mobilidade</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nesta segunda-feira (22), em alusão ao Dia Mundial Sem Carro, revela que a frota de veículos no Espírito Santo apresentou um crescimento significativo na última década. O levantamento, elaborado pela Coordenação de Geoespacialização do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), aponta que o número de automóveis registrados saltou 32,2% entre 2015 e 2025, enquanto o de motocicletas aumentou 42,7% no mesmo período.</p>
<p>De acordo com os dados do &#8220;IJSN Especial – Dia Mundial&#8221;, o estado possuía 891.521 automóveis em 2015, número que chegou a mais de 1,17 milhão em 2025. A frota de motocicletas passou de 421.249 para 601.282 unidades. Atualmente, a taxa de motorização no Espírito Santo é de 68%, e em seis municípios o total de veículos já é superior ao número de habitantes: Bom Jesus do Norte, Dores do Rio Preto, Iconha, Santa Maria de Jetibá, Vila Valério e Rio Bananal.</p>
<blockquote><p>Acesse <strong><a href="https://emdiaes.com.br/">AQUI</a> </strong>outros conteúdos do <strong>EMDIAES</strong></p></blockquote>
<p><strong>“Os dados evidenciam as consequências que já vemos no dia a dia. Esse crescimento gera cada vez mais engarrafamentos, aumento da poluição atmosférica além de acidentes de trânsito”,</strong> destaca Antonio Rocha, Diretor de Integração do Instituto Jones dos Santos Neves.</p>
<p>Celebrado em 22 de setembro, o Dia Mundial Sem Carro foi criado na Europa na década de 1970 e chegou ao Brasil no início dos anos 2000. A data tem como objetivo estimular a reflexão sobre a dependência do transporte individual motorizado e incentivar o uso de alternativas como o transporte coletivo, a bicicleta e os deslocamentos a pé.</p>
<p><strong>Impacto em vidas e busca por alternativas</strong><br />
O estudo do IJSN também ressalta o impacto do aumento da frota na segurança viária. Em 2024, 985 pessoas morreram em acidentes nas ruas e estradas capixabas. Até agosto de 2025, já foram registradas 553 mortes, sendo a maioria das vítimas motociclistas jovens do sexo masculino.</p>
<p>Diante desse cenário, o levantamento aponta para soluções que vêm sendo adotadas em diversas cidades do mundo para reduzir a dependência do automóvel, como os conceitos de cidades de 15 minutos, ruas sem carros e superquadras.</p>
<p>No Espírito Santo, algumas iniciativas de mobilidade urbana estão em andamento. Na Grande Vitória, o transporte aquaviário foi retomado em 2023 e atualmente conta com três estações, com previsão de outras cinco. A região metropolitana possui 262 quilômetros de ciclovias. Como parte das ações do Dia Mundial Sem Carro, os serviços de compartilhamento de bicicletas em Vitória e Vila Velha estarão disponíveis de forma gratuita nesta segunda-feira.</p>
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		<title>Em uma década, Brasil reduziu em 30% mortes por acidentes de trânsito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Em Dia ES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trânsito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2011, 42 mil pessoas morriam, por ano, em acidentes de trânsito. Atualmente, o total está em 30 mil. Meta é cortar número de óbitos em 50% até 2030 Entre 2011 e 2021, o Brasil reduziu em 30% o número de mortes causadas por acidentes de trânsito. O número foi divulgado pelo secretário Nacional de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><b style=""><font size="4"><span style="color: inherit;">Em 2011, 42 mil pessoas morriam, por ano, em acidentes de trânsito. Atualmente, o total está em 30 mil. Meta é cortar número de óbitos em 50% até 2030</span></font></b></div>
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<div><font size="3">Entre 2011 e 2021, o Brasil reduziu em 30% o número de mortes causadas por acidentes de trânsito. O número foi divulgado pelo secretário Nacional de Trânsito, Frederico Carneiro, entrevistado do programa Brasil em Pauta deste domingo (31), da TV Brasil. Segundo ele, em 2011, 42 mil pessoas morriam, por ano, em acidentes de trânsito. Atualmente, o total está em 30 mil.</font></div>
</div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Carneiro lembrou que campanhas de conscientização, como a Semana Nacional de Trânsito, têm papel importante na mudança de cultura em relação a acidentes de trânsito. No programa, ele adiantou o tema da campanha de 2022: Juntos salvamos vidas.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Outra estratégia para diminuir os acidentes, de acordo com o secretário, é a revisão do Plano de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, que contou com a colaboração de 100 especialistas no assunto. Para ele, a combinação de uma legislação rigorosa e fiscalização tem ajudado a salvar vidas.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">“Vale destacar que o Código de Trânsito Brasileiro é um dos mais rigorosos do mundo em termos de legislação”, disse, citando que poucos países adotam, por exemplo, tolerância zero para álcool, como o Brasil.</font></div>
<div><font size="3"><br /></font></div>
<div><font size="3">Carneiro salientou que a educação também tem papel fundamental na formação de futuros condutores e citou projetos que levam educação de trânsito para crianças do ensino fundamental. “A gente tem regras e valores incutidos nas crianças desde cedo para que, quando chegarem aos 18 anos, isso possa refletir na postura desses condutores nas vias”, disse.</font></div>
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