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	<title>Saude - Em Dia ES</title>
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	<description>Conteúdo relevante para os capixabas.</description>
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	<title>Saude - Em Dia ES</title>
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		<title>Anvisa discute novas regras para venda e manipulação de canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-discute-novas-regras-para-venda-e-manipulacao-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos manipulados]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[semaglutida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência debaterá proposta sobre manipulação de medicamentos GLP-1. Medida integra plano de ação para combate direto ao contrabando e à venda de produtos sem registro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discutirá, na próxima Reunião Ordinária Pública marcada para o dia 29 de abril, uma proposta de instrução normativa para estabelecer os procedimentos e requisitos técnicos aplicados à manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A formulação da<strong><a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/regulamentacao/agenda-regulatoria/minutas-previas/temas-com-deliberacao-final-em-dicol"> nova norma</a></strong> faz parte de um plano de ação anunciado no último dia 6, que reúne medidas regulatórias e de fiscalização em resposta à popularização dos fármacos e à consequente expansão do mercado ilegal.</p>
<p>A instrução normativa em pauta definirá diretrizes específicas para a importação, a qualificação de fornecedores, a realização de ensaios de controle de qualidade, a estabilidade, o armazenamento e o transporte dos Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) agonistas e co-agonistas do receptor GLP-1/GIP destinados à manipulação magistral. A minuta do documento já está disponível para consulta pública no portal da Anvisa.</p>
<p>Com princípios ativos como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, as canetas emagrecedoras só podem ser adquiridas legalmente com receita médica retida. No entanto, o aumento da demanda impulsionou o comércio clandestino de versões manipuladas sem autorização. Diante dos riscos à saúde pública, a agência tem ampliado as ações para coibir o comércio irregular.</p>
<p><strong>Grupos de trabalho e parcerias</strong><br />
Para dar suporte ao controle sanitário e garantir a segurança dos pacientes, a Anvisa publicou nesta semana as portarias 488/2026 e 489/2026, que formalizam a criação de dois grupos de trabalho (GTs).</p>
<p>O primeiro grupo contará com representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO). Já o segundo GT terá a atribuição de acompanhar e avaliar a implementação do plano de ação da agência, além de subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada sugerindo medidas de aprimoramento.</p>
<p>Em paralelo às portarias, a Anvisa e os conselhos federais (CFM, CFO e CFF) assinaram nesta semana uma carta de intenção voltada à promoção do uso racional e seguro das canetas emagrecedoras, visando prevenir riscos associados a práticas irregulares.</p>
<blockquote><p><strong>“A Anvisa e os conselhos propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas”,</strong> informou a autarquia por meio de um comunicado.</p></blockquote>
<p><strong>Proibições e apreensões</strong><br />
A fiscalização também atinge a venda de produtos sem procedência garantida. Na última quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão, a proibição de comercialização, a distribuição, a importação e o uso dos medicamentos Gluconex e Tirzedral. Os itens são fabricados por uma empresa não identificada.</p>
<p>Segundo a agência, os produtos irregulares não devem ser utilizados sob nenhuma hipótese. <strong>“Amplamente divulgados na internet e vendidos como medicamentos injetáveis de GLP-1, os produtos são conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, mas não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa”, destacou o órgão, frisando ainda que “não há qualquer garantia quanto ao seu conteúdo ou à sua qualidade&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Contrabando do Paraguai</strong><br />
Fora do ambiente digital, o comércio ilegal movimenta rotas de contrabando. Na última segunda-feira (13), a Polícia Civil do Rio de Janeiro interceptou um ônibus oriundo do Paraguai no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O veículo já vinha sendo monitorado pelas autoridades sob a suspeita de transporte de material ilícito.</p>
<p>Durante a abordagem policial, 42 passageiros que estavam no ônibus foram conduzidos à Cidade da Polícia. A operação resultou na prisão em flagrante de um casal que havia embarcado na cidade de Foz do Iguaçu (PR). Com eles, foi apreendida uma grande quantidade de produtos de origem paraguaia destinados à venda irregular no Brasil, incluindo anabolizantes e mil frascos de canetas emagrecedoras contendo a substância tirzepatida.</p>
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		<title>Dia Mundial da Hemofilia: Hemoes é destaque nacional no tratamento da doença</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/dia-mundial-da-hemofilia-hemoes-e-destaque-nacional-no-tratamento-da-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[HEMOES]]></category>
		<category><![CDATA[Hemofilia]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ambulatório capixaba acompanha 472 pacientes, oferecendo assistência especializada, insumos e tecnologias que reduzem sequelas e aumentam a expectativa de vida</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente pensa que o Centro Estadual de Hemoterapia e Hematologia Marcos Daniel Santos (Hemoes) promove apenas doação de sangue e faz a gestão da hemorrede pública. Com 25 anos de atuação do ambulatório, o Hemoes é centro de referência no Brasil no tratamento gratuito e de qualidade às pessoas com hemofilia. Neste Dia Mundial da Hemofilia, lembrando nesta sexta-feira (17), esse trabalho integrado e multidisciplinar tem aumentado o tempo de vida dos pacientes, que envelhecem com menos sequelas e mais qualidade de vida.</p>
<p>A hemofilia é uma doença genética rara que afeta a coagulação do sangue, devido à falta ou deficiência de certas proteínas (fatores de coagulação), resultando em sangramentos prolongados em articulações e músculos, mesmo após pequenos traumas. A doença pode ser classificada em hemofilia A ou B dependendo da ausência dos fatores FVIII (A) ou FIX (B) da coagulação. A gravidade da doença é definida pela quantidade de fator existente, em leve, moderada ou grave.</p>
<p>Atualmente, há 472 pacientes no Espírito Santo com a doença, sendo 349 com Hemofilia A e 127 Hemofilia B, sendo acompanhados pelo Hemoes. O diagnóstico é feito por meio de um exame, realizado pelo laboratório do Hemoes, que verifica a dosagem do fator de coagulação no sangue.</p>
<p>No ambulatório de hematologia do Hemoes, esses pacientes são acompanhados por hematologistas, enfermeiros, assistente social, dentista, técnicos de enfermagem, farmacêutica, fisioterapeuta e nutricionista, pelo Sistema Único de Saúde (SUS) capixaba. Os hemofílicos têm uma linha de cuidado especial.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O ambulatório do Hemoes atende cerca de 60 pessoas por dia com hemofilia e outras coagulopatias. Essa infraestrutura é de ponta, comparado a outros estados, em todo o país. Quando começamos o ambulatório, há 25 anos, tínhamos 17 pacientes com hemofilia. A partir de 2001, com a mudança do Ministério da Saúde no controle da doença com a distribuição de fatores de coagulação para uso contínuo, os pacientes passaram a ter menos sangramentos, reduzindo o comprometimento das articulações&#8221;</strong>, afirmou a coordenadora do ambulatório, Alessandra Prezotti.</p>
</blockquote>
<p>Os fatores de coagulação são injetáveis direto nas veias, duas ou três vezes por semana, de acordo com o perfil do paciente. São medicamentos, fornecidos pelo Ministério da Saúde, de alto custo: cerca de R$ 1,2 milhão por ano por paciente.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Os pacientes podem aplicar esses medicamentos ou se dirigir aos hemocentros de Linhares, São Mateus, Colatina e no Hemoes Vitória. Eles recebem as doses mensais da Farmácia do Hemoes, com doses de emergência, caso necessário. As pessoas com hemofilia recebem toda assistência farmacêutica para o uso correto, acondicionamento dos frascos, que ficam entre 2 a 8 graus, seringas. Ao final do uso, recolhemos também esse lixo para o descarte correto”</strong>, afirmou a farmacêutica Mary Orletti.</p>
</blockquote>
<p>Para se ter uma ideia desse volume, em março deste ano, A Farmácia do Hemoes distribuiu aos pacientes 850 mil Concentrados de Fator IX, mais de 1.373.500 Concentrados de Fator VIII, 7,5 mil Concentrados de Fator VII &#8211; 7.500 KUI e 7,3 mil Emicizumabe.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“É muito importante que os pacientes façam o tratamento correto em todas as fases da vida. Já ofertamos medicações mais novas, como a Emicizumabe, que, dependendo do peso do hemofílico, pode ser usada uma vez por semana, com aplicação simples na pele, a cada 15 dias ou até uma vez por mês, de acordo com o paciente. Atualmente esse medicamento está sendo fornecido a crianças de até 6 anos”</strong>, afirmou a diretora do Hemoes, Marcella Murad.</p>
</blockquote>
<p><strong>Transfusões</strong><br />
O ambulatório também faz transfusões aos pacientes que necessitem, periodicamente, submeter-se à transfusão de hemocomponentes (hemácias e plaquetas) e que apresentem condições clínicas para realizar esses procedimentos em regime ambulatorial.</p>
<p>A transfusão é uma forma de tratamento através da qual é infundido, por via endovenosa, um tipo de componente sanguíneo para tratar uma condição clínica específica.</p>
<p><strong>Cirurgias</strong><br />
Pacientes hemofílicos que precisam de cirurgias ortopédicas de alta complexidade possuem o Hospital da Associação dos Funcionários Públicos do Espírito Santo (AFPES), localizado no Centro de Vitória, como referência no SUS capixaba. Atualmente, 30 pacientes com coagulopatias terão os procedimentos programados. O serviço foi estruturado com equipe qualificada, treinada e com insumos e materiais adquiridos especialmente para garantir a segurança durante os procedimentos.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Ambulatório do Hemoes</strong></p>
<ul>
<li><strong>Entrada:</strong> a pessoa com suspeita de doença hemorrágica deve buscar o ambulatório do Hemoes para investigação da doença. Importante apresentar o encaminhamento médico (do SUS ou de planos privados de saúde).</li>
<li><strong>Documentos:</strong> documento oficial com foto, comprovante de residência, Cartão do SUS, comprovante de agendamento da consulta e exames realizados (se houver).</li>
<li><strong>Local:</strong> Hemoes Vitória, na Avenida Marechal Campos, 1468, Maruípe, na Capital.</li>
<li><strong>Funcionamento:</strong> de segunda-feira a sexta-feira (dias úteis), das 8h às 17h.</li>
<li><strong>Telefone:</strong> (27) 3636-7903.</li>
</ul>
<p><strong>Retirada de medicamentos pró-coagulantes</strong></p>
<ul>
<li><strong>Agendamento:</strong> é preciso fazer o agendamento prévio pelo telefone (27) 3636-7930.</li>
<li><strong>Funcionamento:</strong> de segunda a sexta-feira, das 7h às 15h.</li>
<li><strong>Documentos:</strong> no dia da retirada, apresentar a receita médica atualizada e o diário de infusão. Importante levar uma caixa de isopor ou bolsa térmica com gelo reciclável.</li>
<li><strong>Local:</strong> Hemoes Vitória, na Avenida Marechal Campos, 1468 – Maruípe, na Capital.</li>
<li><strong>Telefone:</strong> (27) 3636-7930.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Sesa amplia serviço de reabilitação para deficiência intelectual e autismo em Linhares</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/sesa-amplia-servico-de-reabilitacao-para-deficiencia-intelectual-e-autismo-em-linhares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Ampliação]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[autismo]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
		<category><![CDATA[norte do ES]]></category>
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		<category><![CDATA[serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Sesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a expansão do serviço SERDIA, unidade passa a realizar cerca de 400 atendimentos mensais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta quinta-feira (16), os moradores de Linhares, no Norte do Espírito Santo, passaram a contar com a ampliação do Serviço Especializado em Reabilitação de Deficiência Intelectual e Autismo (SERDIA).</p>
<p>A Secretaria da Saúde (Sesa), em parceria com o município, dobrou a capacidade de atendimento, que passa a ser de cerca de 400 atendimentos mensais. Os serviços são realizados na sede da Sociedade Pestalozzi, localizada no bairro Colina, em Linhares.</p>
<p>Com a ampliação, o município passa a contar com uma segunda equipe do SERDIA, fortalecendo a rede de cuidado já existente. O serviço é composto por equipe multiprofissional formada por médico, psicólogo, assistente social, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo, garantindo atendimento integral aos usuários.</p>
<p>A cerimônia de ampliação foi realizada na sede da Pestalozzi e contou com a presença da subsecretária de Estado de Atenção à Saúde, Carolina Marcondes Rezende Sanches; do deputado estadual Tyago Hoffmann; do superintendente regional de saúde, Vaninho Mendes; além de autoridades municipais e estaduais.</p>
<p>O SERDIA Tipo III integra uma estratégia da política estadual de saúde e é estruturado para atender municípios com população acima de 100 mil habitantes. O serviço oferece reabilitação e acompanhamento especializado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), possibilitando que crianças e adultos recebam atendimento próximo de suas residências, evitando deslocamentos para outros municípios.</p>
<p>A iniciativa é resultado de cofinanciamento entre Estado e município, sendo 60% dos recursos provenientes do Governo do Estado e 40% da Prefeitura de Linhares. Além do atendimento aos usuários, o serviço também promove acolhimento aos familiares, por meio de atividades em grupo.</p>
<p><strong>Sobre o SERDIA</strong><br />
O atendimento do SERDIA é destinado a pessoas com deficiência intelectual (DI) e Transtorno do Espectro Autista (TEA), em todas as fases da vida, desde a primeira infância até a idade adulta e idosa. O acesso ao serviço ocorre por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS), via regulação da Atenção Primária à Saúde.</p>
<p>No Espírito Santo, esse público é assistido pela Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD), que integra a atenção primária, especializada e hospitalar. Nesse contexto, os Centros Especializados em Reabilitação (CER) e os SERDIA atuam como referências ambulatoriais especializadas.</p>
<p>O SERDIA integra a Política de Cofinanciamento Estadual, instituída pela Portaria nº 159-R, de 20 de dezembro de 2022, e contribui para a ampliação da RCPD no Estado. O serviço é classificado em três tipos — I, II e III — conforme critérios populacionais, número de usuários atendidos, produção mensal e carga horária da equipe multiprofissional.</p>
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		<item>
		<title>ES recebe mais de 30 mil doses de vacinas atualizadas contra a covid-19</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/es-recebe-mais-de-30-mil-doses-de-vacinas-atualizadas-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 20:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[PNI]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lote entregue nesta semana faz parte de uma remessa nacional de 2,2 milhões de unidades. Imunizantes visam garantir o abastecimento dos estoques e a proteção de grupos prioritários</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, o Espírito Santo recebeu 30.063 doses da vacina contra a covid-19, encaminhadas pelo Ministério da Saúde. A entrega integra uma remessa de 2,2 milhões de unidades distribuídas a todos os estados e ao Distrito Federal, com o objetivo de manter o abastecimento contínuo da rede pública e proteger a população contra as cepas atualmente em circulação. Com este envio, o volume de imunizantes repassados pelo governo federal a todo o país em 2026 atinge a marca de 6,3 milhões de doses.</p>
<p><strong>Logística e abastecimento contínuo</strong><br />
A distribuição dos imunizantes ocorre por meio de pautas automáticas formuladas pelo Ministério da Saúde. O cálculo de envio baseia-se em critérios técnicos, como a estimativa da população-alvo de cada região e o número de doses já aplicadas. As secretarias estaduais de saúde (SES) recebem os lotes e assumem a responsabilidade pela logística de distribuição aos municípios, que, por sua vez, gerenciam os estoques locais, controlam a validade e realizam a aplicação.</p>
<p>Caso os estados identifiquem necessidades excepcionais, podem formalizar solicitações de doses extras ao governo federal. Entre os meses de janeiro e março de 2026, o Espírito Santo já havia sido contemplado com 17,6 mil doses, dentro de um lote nacional inicial de 4,1 milhões, das quais 2 milhões já foram aplicadas.</p>
<p>Os imunizantes ofertados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são os mais recentes disponíveis contra as variantes do vírus. O diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Eder Gatti, destaca o foco na prevenção.<strong> “As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”,</strong> afirma.</p>
<p><strong>Esquema vacinal e público-alvo</strong><br />
A estratégia atual de vacinação no Brasil prioriza grupos vulneráveis e é estruturada conforme a faixa etária e as condições de saúde. A orientação oficial é que os cidadãos procurem a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal. O esquema diretivo estabelece:</p>
<ul>
<li><strong>Idosos (60 anos ou mais):</strong> duas doses, com intervalo de seis meses entre as aplicações.</li>
<li><strong>Gestantes:</strong> uma dose a cada gestação, em qualquer idade ou fase gestacional, respeitando um intervalo mínimo de seis meses desde a última vacina.</li>
<li><strong>Crianças (6 meses a menores de 5 anos):</strong> esquema básico de duas ou três doses, dependendo do imunizante utilizado.</li>
<li><strong>Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses):</strong> esquema básico de três doses e recomendação de reforços semestrais (intervalo mínimo de seis meses).</li>
<li><strong>População geral (5 a 59 anos):</strong> uma dose, exclusivamente para pessoas não vacinadas anteriormente.</li>
</ul>
<p>A estratégia também contempla grupos especiais, incluindo trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.</p>
<p><strong>Cenário epidemiológico</strong><br />
A covid-19, infecção respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2, mantém o potencial de agravamento clínico, podendo evoluir para óbito, especialmente entre os grupos de risco.</p>
<p>Dados epidemiológicos registrados até o dia 11 de abril de 2026 indicam a notificação de 62.586 casos de síndrome gripal (SG) provocada pela covid-19 no Brasil. No mesmo período, o país contabilizou 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Desse total, 4,7% (1.456 casos) corresponderam à covid-19, o que resultou em 188 óbitos associados à doença.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa institui grupos de trabalho para monitorar uso de canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-institui-grupos-de-trabalho-para-monitorar-uso-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[portaria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida visa suporte para controle sanitário e segurança do paciente</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quinta-feira (16) portarias que criam dois grupos de trabalho (GTs) para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam medicamentos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.</p>
<p>O primeiro grupo, formalizado pela <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-488-de-15-de-abril-de-2026-699948443" target="_blank" rel="noopener">Portaria 488/2026</a>, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).</p>
<p>O GT terá duração de 45 dias e a finalidade de analisar evidências científicas, dados de uso e informações de farmacovigilância sobre os medicamentos, além de avaliar aspectos regulatórios, sanitários e de uso racional, identificar possíveis falhas na comunicação de risco a profissionais de saúde e propor estratégias e materiais orientativos.</p>
<p>Já a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-489-de-15-de-abril-de-2026-699919113" target="_blank" rel="noopener">Portaria 489/2026</a> institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/anvisa-anuncia-novas-medidas-de-combate-a-irregularidades-na-importacao-e-manipulacao-de-canetas-emagrecedoras/DOC20260406WA0014..pdf" target="_blank" rel="noopener">plano de ação</a> proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.</p>
<p>O trabalho terá duração de 90 dias com reuniões quinzenais e contará com a participação de um titular e um suplente de cada diretoria da Anvisa. Entre as tarefas do GT estão o monitoramento e a avaliação dos resultados e indicadores, a proposição de recomendações e medidas de aprimoramento e a elaboração de subsídios técnicos.</p>
<p><strong>Carta de intenção</strong><br />
Esta semana, a Anvisa, o CFF, o CFM e o CFO assinaram uma carta de intenção para promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras.</p>
<p>A proposta é prevenir riscos sanitários associados a produtos e práticas irregulares e zelar pela saúde da população. As entidades propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas.</p>
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		<title>Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/saude-incorpora-transplante-da-membrana-amniotica-para-tratar-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[MINISTÉRIO]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados ao ano</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde incorporou o transplante da membrana amniótica no tratamento do diabetes e de alterações oculares via Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada após parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).</p>
<p>Em nota, a pasta informou que a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados ao ano.</p>
<p><strong>Entenda</strong><br />
A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamatória e cicatrizante que reduz as complicações no tratamento de diversas doenças.</p>
<p>No caso do pé diabético, por exemplo, a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas quando comparada aos curativos padrão. No SUS, ela já é utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde 2025.</p>
<p>Já em casos de alterações oculares, como pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, além de otimizar a recuperação da superfície ocular.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“O novo curativo biológico também contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz, principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea”</strong>, destaca o ministério.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Anvisa proíbe duas canetas emagrecedoras irregulares no Brasil</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/anvisa-proibe-duas-canetas-emagrecedoras-irregulares-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[proibição]]></category>
		<category><![CDATA[registro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamentos Gluconex e Tirzedral não possuem registro na agência e têm origem desconhecida</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu nesta terça (14) a comercialização, distribuição, importação e o uso das canetas emagrecedoras Gluconex e Tirzedral, cuja empresa fabricante não foi identificada.</p>
<p>Os medicamentos possuem a tirzepatida como princípio ativo e não têm registro, notificação ou cadastro na agência. Em nota, órgão alerta que não há qualquer garantia sobre o conteúdo e sua qualidade, já que as canetas são irregulares e de origem desconhecida.</p>
<p>A orientação é que profissionais da saúde e pacientes notifiquem a Anvisa caso encontrem produtos dessas marcas no mercado por meio dos canais oficiais de atendimento ou da Vigilância Sanitária local.</p>
<p>A tirzepatida é o princípio ativo do Mounjaro, medicamento cuja patente ainda não caiu no Brasil. Portanto, não há previsão de que genéricos do produto sejam liberados pela Anvisa.</p>
<p><strong>Mounjaro, Ozempic e Wegovy: quais são as diferenças?</strong><br />
Enquanto o Mounjaro atua nos receptores de dois hormônios, o Ozempic e o Wegovy — ambos compostos por semaglutida, mas em doses diferentes — atuam apenas nos receptores do GLP-1. A semaglutida atua na secreção da insulina pelo pâncreas, regulando a glicose no sangue e promovendo, também, a redução do apetite.</p>
<p>Um estudo publicado em maio de 2025 no The New England Journal of Medicine, mostrou que o Mounjaro pode levar a uma redução de peso maior do que o Wegovy.</p>
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		<item>
		<title>Dengue cai 75% no Brasil e país registra menor número de casos de malária em 50 anos</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/dengue-cai-75-no-brasil-e-pais-registra-menor-numero-de-casos-de-malaria-em-50-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julieverson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[controle epidemiológico]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção da dengue]]></category>
		<category><![CDATA[redução da malária]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação nas escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados apresentados durante a 18ª Expoepi, na capital federal, apontam redução de óbitos em territórios indígenas, novos investimentos no controle da doença de Chagas e a destinação de R$ 150 milhões para vacinação nas escolas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde apresentou nesta terça-feira (14), durante a 18ª edição da Expoepi, em Brasília, um balanço que registra a queda de 75% nos casos prováveis de dengue no Brasil em 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. A retração, atribuída ao fortalecimento da vigilância, testagem e uso de tecnologias de controle vetorial, acompanha o avanço no controle epidemiológico de outras infecções no país, como a malária, que atingiu sua menor taxa de incidência desde 1979, e a doença de Chagas.</p>
<p>De janeiro a 11 de abril de 2026, o país contabilizou 227,5 mil casos prováveis de dengue, número inferior aos 916,4 mil registrados no mesmo período de 2025. A diminuição consolida uma tendência observada desde o ano anterior, que fechou com 1,7 milhão de casos, após o pico histórico de 6,6 milhões de registros em 2024.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Mesmo com esses avanços, a dengue ainda é a doença que mais nos desafia. Sabemos que há uma grande expectativa em relação à produção de vacinas e ao desenvolvimento de novas alternativas tecnológicas, e seguimos trabalhando para ampliar cada vez mais as ferramentas de prevenção e controle&#8221;,</strong> declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p></blockquote>
<p>Entre as medidas adotadas de forma coordenada entre o governo federal, estados e municípios, destaca-se a ampliação de ovitrampas, atualmente em 1,6 mil municípios, com meta de alcançar 2 mil até o final de 2026, o uso de insetos estéreis irradiados e o método Wolbachia, direcionado a 72 municípios prioritários. No campo da imunização, mais de 1,4 milhão de doses da vacina contra a dengue foram aplicadas no público de 10 a 14 anos desde 2024. Em 2026, três municípios-piloto passaram a receber a vacina nacional de dose única do Instituto Butantan para a faixa de 12 a 59 anos. Profissionais de saúde também compõem o grupo imunizado, com mais de 300 mil doses administradas.</p>
<p><strong>Malária tem menor número de casos desde 1979</strong><br />
Os indicadores de 2025 apontaram uma queda geral de 15% nos casos de malária em relação a 2024, estabelecendo a menor marca em quase 50 anos. A redução nos diagnósticos chegou a 30%, puxada principalmente pelos territórios indígenas. Os óbitos em decorrência da doença caíram 28%, passando de 54 para 39. Na Terra Indígena Yanomami, especificamente, as infecções diminuíram 22% e as mortes, 80%.</p>
<p>A resposta epidemiológica envolveu a intensificação da busca ativa, maior oferta de testes rápidos e a expansão do tratamento. Mais de 25 mil pacientes receberam a tafenoquina, medicamento cuja versão pediátrica foi introduzida em 2026. Como reconhecimento ao cumprimento de critérios de qualidade na vigilância e controle, cinco municípios de Rondônia (Porto Velho, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim, Itapuã do Oeste e Cujubim) receberam o selo bronze de Boas Práticas para eliminação da malária.</p>
<p><strong>Monitoramento da doença de Chagas</strong><br />
Para o controle da doença de Chagas, o Ministério da Saúde anunciou um incentivo financeiro de R$ 11,7 milhões destinado ao fortalecimento da vigilância entomológica em 155 municípios espalhados por 17 estados brasileiros. O foco é apoiar o monitoramento de vetores em áreas de maior risco.</p>
<p>O acesso a testes e medicamentos para a doença registrou um crescimento superior a 130% entre 2023 e 2025. Paralelamente, a rede diagnóstica foi ampliada com a aquisição de 1,15 milhão de testes rápidos, um volume seis vezes maior que o de 2022. Os municípios goianos de Anápolis e Goiânia receberam o selo bronze pelas boas práticas na eliminação da transmissão vertical da doença.</p>
<p><strong>Metas até 2030 e o Programa Brasil Saudável</strong><br />
As ações integram o Programa Brasil Saudável, que atua em 25 estados, no Distrito Federal e em 207 municípios prioritários com o objetivo de eliminar uma série de doenças como problemas de saúde pública até 2030. Os resultados recentes do programa incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Certificações alcançadas:</strong> Eliminação da filariose linfática (2024) e da transmissão vertical do HIV (2025).</li>
<li><strong>Avanços tecnológicos:</strong> Incorporação de duotestes (HIV e sífilis) e testes moleculares para tuberculose.</li>
<li><strong>Novas medidas:</strong> Notificação compulsória de HTLV e hepatite B em gestantes e crianças, além da expansão da tafenoquina para 184 municípios e 16 Distritos Sanitários Especiais Indígenas.</li>
</ul>
<p><strong>Saúde na Escola</strong><br />
No âmbito do programa Saúde na Escola, que em 2025 aplicou mais de 1,6 milhão de doses em ambientes de ensino, foi anunciado um orçamento de R$ 150 milhões para o ano de 2026. A verba será destinada a estratégias de vacinação escolar e outras prioridades de imunização no Sistema Único de Saúde (SUS). A mobilização nacional ocorrerá de 24 de abril a 30 de maio, focada na atualização das cadernetas vacinais de crianças e adolescentes.</p>
<p><strong>Sobre a Expoepi</strong><br />
Com o tema &#8220;Saúde e Mudanças Climáticas&#8221;, a 18ª Expoepi reúne em Brasília experiências do SUS, apresentações de pesquisas e práticas de vigilância adotadas nos territórios. O cronograma do evento, organizado entre os dias 13 e 17 de março, abrange ainda uma exposição técnica e educativa focada na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença de Chagas, aberta à população e a profissionais de saúde.</p>
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		<item>
		<title>OCDE: geração atual vive mais, mas com múltiplas doenças crônicas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/ocde-geracao-atual-vive-mais-mas-com-multiplas-doencas-cronicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[geração]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[relatório]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informações estão em relatório publicado nesta quarta-feira</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br/saude/ocde-geracao-atual-vive-mais-mas-com-multiplas-doencas-cronicas/">OCDE: geração atual vive mais, mas com múltiplas doenças crônicas</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://emdiaes.com.br">Em Dia ES</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doenças não transmissíveis (DNTs) estão remodelando sociedades. Doenças cardíacas, câncer, diabetes e doenças pulmonares crônicas afetam atualmente milhões de pessoas a mais do que na geração anterior e a tendência é que esse cenário continue a piorar.</p>
<p>As informações integram relatório publicado nesta quarta-feira (15) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O documento alerta que, na atual geração, mais pessoas vivem mais tempo, mas frequentemente o fazem com múltiplas doenças crônicas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“As DNTs encurtam vidas, afetam a qualidade de vida das pessoas e reduzem sua capacidade de trabalho. Isso aumenta os gastos com saúde e reduz a produtividade dos trabalhadores e o retorno econômico”</strong>, destacou o documento.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“No entanto, muitos desses impactos são evitáveis, por meio de ações sobre os fatores de risco à saúde, diagnóstico precoce de doenças e tratamento aprimorado”</strong>, completou a OCDE.</p>
</blockquote>
<p>A análise mostra que a prevenção de doenças traz benefícios sociais e econômicos muito maiores do que o tratamento tardio e que países que conseguem reduzir as taxas de condições que figuram como principais riscos à saúde, como obesidade e tabagismo, podem não apenas salvar vidas, mas aliviar a pressão sobre os orçamentos da saúde.</p>
<p><strong>Números</strong><br />
O relatório ressalta que, apesar de décadas de esforços, as DNTs continuam a aumentar. Entre 1990 e 2023, a prevalência de câncer e de doença pulmonar obstrutiva crônica aumentou 36% e 49%, respectivamente, enquanto a prevalência de doenças cardiovasculares aumentou mais de 27%.</p>
<p>Os dados mostram ainda que, em 2023, uma em cada dez pessoas que viviam em países-membros da OCDE tinha diabetes e uma em cada oito vivia com doença cardiovascular.</p>
<p>Para a OCDE, existem três razões principais para o aumento contínuo da prevalência de DCNTs no mundo:</p>
<p>&#8211; Embora tenha havido progresso na redução de certos fatores de risco, como poluição do ar, tabagismo, consumo nocivo de álcool e inatividade física, esse progresso foi prejudicado pelo aumento acentuado da obesidade.</p>
<p>&#8211; A melhoria nas taxas de sobrevivência, um inegável sucesso em saúde pública, significa que mais pessoas vivem por períodos mais longos com doenças crônicas, aumentando a demanda por cuidados e a complexidade dos serviços.</p>
<p>&#8211; O envelhecimento populacional significa que mais pessoas estão atingindo as faixas etárias em que as DCNTs são mais comuns.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Mesmo que a prevalência dos fatores de risco, as taxas de sobrevivência e o tamanho da população permaneçam constantes, o número de novos casos de DCNT deverá crescer 31% na OCDE entre 2026 e 2050, apenas devido ao envelhecimento populacional”</strong>, alertou relatório.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Prevê-se que a prevalência de multimorbidade [combinação de doenças crônicas ou agudas] aumente 75% na OCDE (70% na União Europeia) e que a despesa anual per capita com saúde relacionada com doenças não transmissíveis cresça mais de 50% na OCDE”</strong>, concluiu a organização.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Riso que acolhe: palhaços levam leveza a pacientes internados do Hospital São Lucas</title>
		<link>https://emdiaes.com.br/saude/riso-que-acolhe-palhacos-levam-leveza-a-pacientes-internados-do-hospital-sao-lucas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 20:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[Internados]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa mensal na unidade de urgência e emergência utiliza o humor como aliado no tratamento, combatendo a ansiedade e contribuindo para a recuperação clínica</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ditado “rir é o melhor remédio” tem se mostrado cada vez mais verdadeiro para pacientes, acompanhantes e funcionários do Hospital Estadual de Urgência e Emergência ‘São Lucas’, em Vitória. Realizado em parceria com a Emescam, o Projeto Risus envolve alunos dos cursos de Enfermagem, Medicina e Fisioterapia em uma iniciativa que acontece mensalmente na unidade.</p>
<p>A ação leva aos pacientes a experiência da palhaçaria hospitalar, promovendo leveza, acolhimento e mais humanização durante a internação. Voltado para todos os pacientes da instituição, o projeto reúne, a cada edição, de 8 a 12 palhaços que percorrem os setores do hospital, proporcionando momentos de alegria, descontração e conexão humana.</p>
<p>A coordenadora da equipe Multidisciplinar, Mariana Doelinger, explicou que a iniciativa é de grande importância, pois possibilita ao paciente um contato com o mundo externo, rompendo temporariamente a rotina hospitalar. <strong>“Esse momento de humor e cuidado humanizado contribui para o bem-estar emocional, reduz a tensão do ambiente e fortalece a experiência do paciente durante sua permanência no hospital.”</strong></p>
<p>Já o psicólogo hospitalar João Ricardo Dal Col, que acompanha a visita dos palhaços, contou com brilho nos olhos o quanto já viu pacientes e acompanhantes se emocionarem com as interações, surpreendendo a equipe e os próprios voluntários.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>“Eu vejo o quanto a internação afeta não só o físico, mas também o emocional dos pacientes, gerando medo, ansiedade e dificuldade de enfrentamento. Nesse contexto, o Projeto Risos tem um papel essencial. Os palhaços atuam com sensibilidade, respeitando o momento de cada paciente e criando conexões que resgatam leveza dentro do ambiente hospitalar. O riso, além de humanizar o cuidado, tem efeito terapêutico: reduz a ansiedade, alivia tensões e contribui diretamente para a melhora do paciente. Um emocional mais equilibrado favorece também a recuperação física. Por isso, o projeto se torna um importante aliado tanto no cuidado psicológico quanto na evolução clínica, tornando o hospital um espaço mais acolhedor e humano”</strong>, comemorou o psicólogo.</p>
</blockquote>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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