A nova Carteira de Identidade Nacional já é obrigatória para emissão desde agosto do ano passado e os estados devem se adequar ao modelo de emissão até março deste ano. A versão digital do documento e a validação dos dados do cidadão para a emissão será feita pelo gov.br.
A regra vale para as instituições que foram emitir o documento. Porém, segundo o governo federal, o atual modelo tem validade até 2032. Portanto, não será preciso trocar imediatamente a identidade pelo novo modelo, “de modo que a transição possa ser gradual e contínua”. O novo RG terá validade de 10 anos para pessoas com até 60 anos.
Uma das mudanças será a inclusão do nome social sem a necessidade de alteração no registro civil. Além disso, é possível acrescentar a numeração de uma série de documentos, como:
– título de eleitor;
– numeração da carteira de trabalho e previdência social;
– certificado militar;
– carteira nacional de habilitação;
– documento de identidade profissional;
– carteira nacional de saúde;
– NIS/PIS/PASEP.
A CIN será emitida nas versões física e digital, com o mesmo layout e segurança. A versão física, em papel ou em policarbonato, atende aos que não possuem acesso à internet, smartphones ou computadores. Já o documento em formato digital é obtido por meio do aplicativo GOV.BR, mas somente após a emissão da carteira física.
Para verificar a autenticidade do documento, a CIN possui um QR Code, que poderá ser lido por qualquer cidadão e vai permitir checar se a identidade é autêntica e se foi furtada ou extraviada.