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Ações da Petrobras despencam 8% e dólar sobe após demissão de Prates

15 maio 2024 - 13:33

Redação Em Dia ES

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Na terça-feira, a moeda norte-americana teve uma queda de 0,39%, cotada a R$ 5,1303. Já o principal índice acionário da bolsa de valores encerrou em alta de 0,28%, aos 128.516 ponto
Ações da Petrobras despencam 8% e dólar sobe após demissão de Prates. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira (B3), opera em baixa nesta quarta-feira (15), puxado principalmente pela forte queda nas ações da Petrobras, que chegaram a cair mais de 9% nas primeiras horas de pregão.

Pesa sobre os negócios o anúncio de que Jean Paul Prates foi demitido da presidência da Petrobras, pouco tempo depois das polêmicas sobre a distribuição de dividendos da companhia se acalmarem.

Já dólar opera em alta, com investidores ainda monitorando a situação dos juros norte-americanos e continuam repercutindo a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

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Dólar
Às 11h40, o dólar subia 0,40%, cotado a R$ 5,1509. Veja mais cotações.

Na terça-feira, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,39%, cotada a R$ 5,1303.

Com o resultado, acumulou:
recuo de 0,52% na semana;
perdas de 1,20% no mês;
ganho de 5,72% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa caía 0,89%, aos 127.368 pontos.

As ações ordinárias da Petrobras, que são as que dão direito a voto nas decisões da companhia, despencavam 7,90%. Já as ações preferenciais, que são preferência no recebimento de dividendos, caíam 6,66%.

Na terça-feira, o índice teve uma alta de 0,28%, aos 128.516 pontos.

Com o resultado, acumulou:
ganhos de 0,72% na semana;
avanço de 2,06% no mês;
perdas de 4,23% no ano.

O grande destaque deste pregão fica com a Petrobras, após a companhia informar que Jean Paul Prates foi demitido da presidência na noite desta terça-feira.

Segundo fontes, o presidente Lula decidiu pela demissão de Prates já há algum tempo após uma sequência de desentendimentos com o governo, principalmente por conta da polemica da distribuição de dividendos extras pela petroleira. O agora ex-presidente da Petrobras não se entendia com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, havia muito tempo.

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Atualizado 15 maio 2024 - 13:01

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